sábado, 21 de outubro de 2017

CULTO NA IBC


Por que precisamos de Jesus Cristo? -110 - 12.07.2017 - AULA 50 - FASE - 3

Fomos todos criados por Deus e para Deus. Ele queria ser nosso melhor amigo, e eterno Senhor. Mas os pecados que cometemos nos afastaram dele e trouxeram problemas e infelicidade à nossa vida. A Bíblia declara nossa situação sem Cristo:
·                    Pecadores. “Todos pecaram e carecem da glória de Deus.” (Romanos 3.23.)
·                    Espiritualmente mortos. “O salário do pecado é a morte.” (Romanos 6.23.)
·                    Condenados. “Quem nele crê não é julgado; o que não crê já está   julgado.”
(João 3.18.)
·                    Separados de Deus. “Vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus.” (Isaías 59.2.)
·                    Sem outras opções. “Não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos.” (Atos 4.12.)
Resumindo, sem Jesus estamos perdidos. Vivemos para nós mesmos, dirigindo nossa própria vida, buscando nossos próprios interesses. Fazemos a nossa própria vontade e não a de Deus. Transgredimos as leis de Deus, tornando-nos culpados diante dele. Tornamo-nos egoístas e vivemos frustrados. Ficamos envolvidos pelo pecado, perdemos o controle de nós mesmos e sofremos terríveis conseqüências.
O pior é que quando a vida termina, a separação de Deus se torna definitiva e eterna. E o destino terrível que Jesus chamou de inferno. Parece pavoroso, mas...

Apesar de nossas falhas, fracassos e pecados, Deus nos ama. Não importa o que tenhamos feito, ele quer nos salvar e ainda quer ser nosso amigo. Ele tem um plano maravilhoso para restaurar a nossa vida. Deus conhece nossa triste condição e, até mesmo antes de nascermos, enviou Jesus Cristo para receber em seu próprio corpo o castigo de nossos pecados. Ele nos oferece perdão e nova vida.
Jesus significa "Salvador". Ele veio para salvar-nos. Cristo significa "escolhido". Deus o escolheu e o enviou para cuidar das nossas necessidades e dos nossos problemas.
"Deus prova o seu próprio amor para conosco, pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores." (Romanos 5.8.).
Mas Jesus Cristo não foi vencido pela morte. Ele ressuscitou e vive para salvar você agora mesmo! Agora que sabe o quanto Jesus o ama, está pronto para segui-lo?

1.2  Como começar
Sabendo que Deus o ama e lhe oferece o perdão, fale com ele (em suas próprias palavras) e...
Confesse seus pecados. Mencione-os pelo nome:
mentira, orgulho, desonestidade, roubo, adultério, ódio ira, rancor, ganância, egoísmo, impureza, idolatria, macumbaria... ou outros pecados. Admita que está errado.
Diga a Deus que está arrependido e que com a ajuda dele, você está disposto a abandonar todos os pecados. Deixe ele dirigir sua própria vida e entregue o controle a Jesus.
Renuncie consagrações anteriores. Devoção a "santos" ou guias espiritualistas é contra a vontade de Deus, pois representam Satanás e recebem dele poder para prejudicar sua vida. Em alta voz, renuncie todos eles assim:
"Em nome de Jesus Cristo, eu renuncio Satanás, todos os espíritos malignos, toda a devoção a guias espiritualistas, "santos" e outras religiões. Desfaço minha consagração, me consagro, voluntariamente ao Senhor Jesus Cristo".
Diga a Deus que crê nele e em Jesus Cristo, e que se entrega completamente a ele. Crer nele é confiar que só Jesus Cristo pode salvar sua vida e sua alma... É  crer também que ele está fazendo isso agora! Peça o perdão de seus pecados e que o Senhor Jesus entre no seu coração para estar sempre na sua vida. Ele perdoará seus pecados quando você o receber no coração, ele receberá você na família e no reino de Deus.
Para finalizar sua decisão, agradeça ao Senhor Jesus por seu amor e perdão.


IGREJA BATISTA DO CALVÁRIO – SÃO JOÃO DO PARAÍSO – MG

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Paixão - Paixão pela Igreja -109 - 05.07.2017 - AULA 49 - FASE - 3

INTRODUÇÃO
  
Comece a lição perguntando:

1. Se você é casado(a), como se sente ao ver seu cônjuge sendo maltratado por alguém? Se solteiro(a), quais são seus sentimentos ao ver sua mãe sendo maltratada?

A Bíblia compara a Igreja a uma noiva e a uma esposa. O Senhor é apaixonado pela Igreja e se importa com tudo que lhe diz respeito. Ao ver sua Igreja sendo maltratada, fica irado e, por zelo e cuidado, atua em seu socorro e proteção. Quando a vê sendo cortejada por outros e cedendo à tentação, fica enciumado e entristecido. Assim o Pai se expressa, por meio do profeta Jeremias: Eu me lembro de sua fidelidade quando você era jovem: como noiva, você me amava e me seguia pelo deserto, por uma terra não semeada. (...) Será que uma jovem se esquece das suas joias, ou uma noiva, de seus enfeites nupciais? Contudo, o meu povo esqueceu-se de mim por dias sem fim. Com quanta habilidade você busca o amor! Mesmo as mulheres da pior espécie aprenderam com o seu procedimento. (...) Você tem se prostituído com muitos amantes e, agora, quer voltar para mim?’, pergunta o Senhor. (...) Como a mulher que trai o marido, assim você tem sido infiel comigo, ó comunidade de Israel, declara o Senhor. Jeremias 2.2,32-33; 3.1,20.

DESENVOLVIMENTO

Se Deus é tão apaixonado pela Igreja, a ponto de sentir ciúmes, paixão pela Igreja é algo que também deve estar no coração daqueles que são apaixonados por Deus. Entretanto, como já aprendemos, a paixão não pode se limitar apenas a um sentimento, deve motivar-nos a agir. Que ações o nosso apaixonado Deus pratica em favor de sua amada noiva? E nós, como apaixonados pela Igreja, o que deveríamos fazer por ela?

Paulo trata desse tema quando escreve aos Efésios: Maridos, ame cada um a sua mulher, assim como Cristo amou a igreja e entregou-se por ela para santificá-la, tendo-a purificado pelo lavar da água mediante a palavra, e para apresentá-la a si mesmo como igreja gloriosa, sem mancha nem ruga ou coisa semelhante, mas santa e inculpável. Da mesma forma, os maridos devem amar cada um a sua mulher como a seu próprio corpo. Quem ama sua mulher, ama a si mesmo. Além do mais, ninguém jamais odiou o seu próprio corpo, antes o alimenta e dele cuida, como também Cristo faz com a igreja, Efésios 5.25-29.

1. Paixão pela Igreja é entrega em favor dela
Paulo enfatiza que o marido deve amar a esposa como Cristo amou a Igreja. Como Jesus amou sua Igreja? Entregando-se em favor dela. Nós também, como apaixonados pela Igreja, devemos entregar-nos por ela, investindo o melhor dos nossos recursos. A paixão pela Igreja pede que eu e você, por sermos apaixonados por Deus, nos disponhamos a dar nosso

TRÊS BASES, QUE SERVEM DE ALICERCE E ENCORAJAMENTO À FÉ DOS CRENTES DI...

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

CLEMÊNCIA, HELENA E LOID - Hino 384 - QUE DOCE VOZ

Liderar e ser liderado em Igreja Batista

Edvar Gimenes de Oliveira, pastor, colaborador de OJB
Liderar é um processo de interação entre perfis de quem lidera e de quem é liderado. Não é algo que depende somente da suposta capacidade de alguém tido como líder, mas também das qualidades de quem é liderado. Os resultados da ação de um grupo dependem, portanto, da afinidade entre duas partes - líderes e liderados - em quesitos como caráter, valores, motivação, conhecimento e finalidades.
Um líder, então, pode ser extremamente bem sucedido em um contexto e não em outro. Pode ver resultados do seu trabalho florescendo rapidamente em um lugar e, lentamente ou até não vê-los, em outro. Os fatores de cada circunstância determinam o sucesso do empreendimento.
Isso significa que quem ocupa cargos ou funções de liderança precisa conhecer não somente a missão, visão estratégica, valores, cultura, enfim, da organização, mas também o caráter e a motivação dos liderados.
Claro que, em uma situação concreta, os elementos que compõem o palco no qual a história vai desenrolar-se nem sempre são claros. Geralmente, pelo contrário, são um emaranhado que exige muito tempo de observação e reflexão da parte de quem tem a responsabilidade de liderar.
No caso de uma Igreja Batista, quando um processo de caminhada entre líderes e liderados tem início, isso não acontece a partir do nada. O próprio nome Igreja Batista serve de indicador prévio. Ele aponta dois pressupostos: 1) - somos Igrejas; 2) - somos Batistas. É a partir desses dois elementos que tudo se desenvolverá.
Tanto a palavra Igreja quanto a Batista tem uma história. Daí, uma condição essencial para o sucesso na caminhada entre líderes e liderados na Igreja é conhecer história. Não somente a história, a etimologia dessas palavras, mas o significado dado a elas a partir do contexto primitivo do seu uso. Uma vez que organizações e palavras não são elementos estáticos, congelados, é importante que se saiba o que se tornaram e o porque do significado que ganharam, no máximo de contextos possíveis.
Se houver conhecimento de ambas as partes do que vem a ser Igreja e Batista, encontraremos elementos comuns à busca de afinidade, para, a partir daí, afinar caráter, valores e motivação, bem como eleger prioridades, objetivos e metas específicas. Sem conhecimento da natureza do empreendimento, clareza das finalidades e disposição para subordinar-se a eles, o sucesso da trajetória torna-se mais incerto.
Portanto, diria que um primeiro passo para quem se propõe a liderar uma Igreja Batista é certificar-se de que líderes e liderados sabem e aceitam o que é ser Igreja Batista e suas finalidades. Se houver entendimento em torno disso, as probabilidades de acerto nos demais elementos aumentam significativamente.
Se não só a Igreja é a cara de seus líderes, mas também os líderes são a cara da Igreja é fundamental que conheçamos bem nossa história, missão, visão e valores, a fim de que a liderança represente o que de melhor desejamos para o nosso futuro.

Professora que morreu ao salvar crianças em Janaúba recebe Ordem do Mérito

O presidente Michel Temer concedeu a Ordem Nacional do Mérito à professora Heley Abreu Batista, de 43 anos, que ajudou no resgate das crianças que sobreviveram ao ataque a uma creche de Janaúba (MG) nesta semana. A honraria será concedida em homenagem ao ato de heroísmo da professora, que não sobreviveu às queimaduras e morreu ao tentar salvar os alunos. 
Em nota, a Presidência da República informou que a honraria é concedida a pessoas que deram exemplos de dedicação ao país. "Este é o caso da professora Heley Batista, que sacrificou sua própria vida para salvar a vida de seus alunos, em um gesto de coragem e de heroísmo que emocionou a todos", diz a nota.
Na manhã da última quinta-feira (5), um vigia que trabalhava na creche Gente Inocente e estava de licença médica entrou no local e ateou fogo em crianças, professoras e nele mesmo.
Até o momento, foram registradas dez mortes, oito delas crianças. Também morreram a professora Heley e o vigia que ateou fogo no local.
Ainda há 25 vítimas internadas em hospitais de Janaúba, Montes Claros e Belo Horizonte.

Fonte: https://br.yahoo.com/noticias/professora-que-morreu-ao-salvar-204933590.html

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Segurança de creche põe fogo em crianças e quatro morrem em MG

JOÃO PEDRO PITOMBO
SALVADOR, BA (FOLHAPRESS) - O vigia de uma creche em Janaúba (557 km de Belo Horizonte) colocou fogo em crianças e em si mesmo na manhã desta quinta-feira (5).
Pelo menos quatro crianças que tinham entre 4 e 6 anos e uma professora morreram, segundo a Polícia Militar.
Corpo de Bombeiros/Divulgação
De acordo com o Corpo de Bombeiros, 26 pessoas estão feridas, nove delas em estado grave. Parte delas será transferida para o Hospital João XXIII, em Belo Horizonte, referência no tratamento de queimados. Três aeronaves serão utilizadas no deslocamento.
Outros feridos estão sendo levados para o Hospital Regional de Janaúba em ambulâncias e outro hospital na cidade de Montes Claros. O vigia que ateou fogo ao próprio corpo, identificado como Damião Soares dos Santos, de 50 anos, e uma professora também estão entre os feridos graves.
O Centro Municipal de Educação Infantil Gente Inocente pertence à prefeitura e fica no bairro Rio Novo. O incêndio no local já foi debelado, informa a polícia.
A Polícia Civil de Minas Gerais informa que abriu um inquérito para apurar o caso. Agentes estão na casa do suspeito e de seus familiares para levantar informações que possam ajudar a elucidar as causas do crime.
A perícia na creche já foi realizada e necropsia nos corpos das quatro crianças mortas está em andamento.
APOIO
A prefeitura da cidade mineira se manisfestou em sua página no Facebook pedindo doações de materiais hospitalares para o Hospital Regional de Janaúba e o Hospital Fundajan, que receberam parte das vítimas. Também foram solicitadas doações de roupas e água.
A prefeitura ainda pediu que as pessoas não compartilhem imagens das vítimas em respeito ao sofrimento de familiares e amigos.
O Hospital Universitário Clemente de Faria, em Montes Claros, disponibilizou 15 leitos para atender as vítimas, além de doar materiais e medicamentos para o Hospital Regional de Janaúba.
PRONUNCIAMENTO
Em visita a Belém nesta quinta, o presidente Michel Temer (PMDB) disse lamentar as mortes registradas na

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Um sinal claro de maturidade cristã

Acredito que todos nós sabemos que, como cristãos, estamos destinados a crescer e amadurecer. Nós iniciamos na fé como crianças e precisamos nos desenvolver até sermos adultos. Os autores do Novo Testamento insistem que todos nós devemos fazer esta transição, do leite para a carne, da mesa das crianças para os jantares de adulto. E apesar de estarmos cientes que devemos passar por este processo de amadurecimento, muitos de nós tendem a medir maturidade de formas erradas. Somos facilmente enganados. Eu acho que isso é especialmente verdade em uma tradição como a Reformada, que (com razão) coloca uma forte ênfase no ensino e nos fatos da fé.
Quando Paulo escreveu a Timóteo, ele fala sobre a natureza e propósito da Bíblia: “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra” (2 Timóteo 3.16-17). A palavra perfeito está relacionada à maturidade. Paulo diz que Timóteo, e por extensão eu e você, somos incompletos, inacabados e imaturos. A Bíblia é o meio que Deus usa para nos finalizar e completar, trazendo-nos à maturidade.
Mas o que significa ser um Cristão maduro? Penso que tendemos a acreditar que os Cristãos maduros são aqueles que sabem um monte de coisas sobre a Bíblia. Cristãos maduros são aqueles que têm sua teologia de cor e salteado. Mas veja o que Paulo diz: “A fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra”. Paulo não diz: “A fim de que o homem de Deus seja perfeito e conhecedor da Bíblia de trás para frente”, ou “Afim de que o homem de Deus seja perfeito e capaz de explicar e definir o supralapsarianismo versus o infralapsarianismo.” Ele não diz: “Afim de que o homem de Deus seja perfeito e capaz de prover um esboço estruturado de cada uma das epístolas de Paulo.” Todas essas coisas são boas, mas elas não são a ênfase de Paulo. Elas podem ser sinais de maturidade, mas também podem mascarar imaturidade.
Quando Paulo fala sobre perfeição e maturidade, ele aponta para ações, para atitudes, para “toda boa obra”. A Bíblia tem o poder de nos amadurecer, e conforme nos comprometemos a leitura, compreensão e obediência, necessariamente crescemos na fé. Essa maturidade é mais evidenciada nas boas obras que fazemos do que no conhecimento que recitamos. E isso é exatamente o que Deus quer de nós – que sejamos maduros e benfeitores amadurecidos que se deleitam em fazer o bem para os outros. Essa ênfase em boas obras é um tema significante no Novo Testamento (veja Efésios 2.10, Tito 2.14, etc) e a própria razão pela qual Deus nos salvou.
Isso significa que maturidade espiritual é melhor evidenciada em atos do que em fatos. Você pode saber tudo que existe sobre teologia, você pode ser uma teologia sistemática ambulante, você pode gastar uma vida inteira ensinando outros em um seminário, e mesmo assim ser completamente imaturo. Você irá permanecer sendo imaturo se aquele conhecimento que você acumulou não te motiva a fazer o bem para os outros. Os Cristão maduros são aqueles que glorificam à Deus fazendo o bem para os outros, que externalizam seu conhecimento em boas obras.
É claro que fatos e ações tem relação entre si, de modo que isto não é um apelo para negligenciar a leitura, o estudo e o entendimento da Bíblia. De modo nenhum! Quanto mais você conhece da Bíblia, mais você pode ensinar, reprovar, corrigir e treinar a si mesmo de uma forma que modele suas ações a te incentivar a fazer as melhores obras da melhor forma pela melhor razão. Mais conhecimento de Deus através de sua Palavra deveria conduzir a um maior e melhor serviço aos outros.
Mas, no fim das contas, Cristo viveu e morreu para “remir-nos de toda iniquidade e purificar, para si mesmo, um povo exclusivamente seu, zeloso de boas obras” (Tito 2.14). Conhecimento de Deus e sua Palavra é bom. Conhecimento de Deus e sua Palavra manifestado externamente, fazendo aquilo que beneficie outros – não há nada que glorifique mais a Deus que isso.
Fonte: reforma21.org
Fonte: http://palavraprudente.com.br/vida-crista/um-sinal-claro-de-maturidade-crista/

domingo, 24 de setembro de 2017

PLANTAÇÃO DE IGREJA

A Junta de Missões Nacionais dedica-se à plantação de igrejas multiplicadoras em todos os estados do Brasil. Também são plantadas igrejas entre os indígenas, ribeirinhos, povos étnicos e surdos em todo o território nacional.

O que é plantar igreja?
Podemos entender o termo “igreja” como uma comunidade de discípulos em que os mesmos devem ser agregados e levados ao aperfeiçoamento cristão, fazendo novos discípulos.
O ato de evangelizar alcança uma pessoa, mas o processo de plantar igrejas faz com que o Evangelho permaneça para as futuras gerações.

 A Grande Comissão nos ordena a fazer discípulos, e o seu pleno cumprimento em cidades ou bairros onde não há igrejas ou há poucas, ou entre povos sem igreja, implica a plantação de novas igrejas. Se o nosso alvo é ganhar a população de uma cidade ou bairro, isto é, se queremos que o Evangelho esteja permanentemente enraizado naquela cidade ou bairro, precisamos não só de alguns poucos discípulos ali, mas de uma igreja local capaz de se multiplicar. Essa foi a estratégia da igreja primitiva para cumprir a grande comissão e o plantio de igrejas (Atos 14. 21-23).

Para o apóstolo Paulo fazer discípulos não significava apenas a pregação inicial ou mesmo a colheita de alguns frutos, mas o amadurecimento e fortalecimento dos novos convertidos com o intuito de agregá-los e estabelecê-los em igrejas locais.
Precisamos resgatar em nossa geração este sentimento de urgência quanto ao cumprimento da missão, encorajando-a e capacitando-a para a plantação de novas igrejas. É nosso desafio e desejo incendiar os corações dos líderes, pastores e igrejas para um grande movimento de plantação de igrejas no Brasil.

O alvo dos batistas brasileiros é 1 igreja para cada 10.000 habitantes e 4,2 milhões de membros em 2020.
Acesse o site www.visaobrasil2020.com.br e conheça mais sobre os locais com maior necessidade.

A estratégia dos missionários de Missões Nacionais para plantação e crescimento de igrejas é a visão de Igreja Multiplicadora, baseada nos cinco princípios do livro de atos: 

• Oração; 
• Evangelização discipuladora; 
• Formação de líderes;
• Compaixão e graça;
• Plantação de novas igrejas.

Sua igreja também pode ser multiplicadora! Saiba mais nos livros e no site www.igrejamultiplicadora.org 

Se você  quiser ser um voluntário por dois anos entre os ribeirinhos na Amazônia, acesse o site www.radicalbrasil.org .

Se sua igreja deseja conhecer um de nossos projetos envie um email para viagens@missoesnacionais.org.br


quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Adoração

Uma das falácias mais solene e destruidora de almas nestes dias é a idéia de que almas não-regeneradas são capazes de adorar a Deus. Provavelmente a razão maior pela qual este erro tem ganho tanto espaço deve-se à imensa ignorância espalhada acerca da natureza real da verdadeira adoração.
As pessoas imaginam que, se elas freqüentarem um culto religioso, forem reverentes em seu comportamento, participarem do período de hinos, ouvirem respeitosamente o pregador, e contribuirem com ofertas, então realmente adoraram a Deus. Pobres almas iludidas… um engano que é levado adiante pelo falso-profeta e explorador do dia. Contra toda esta ilusão, temos as palavras de Cristo em João 4.24, que são surpreendentes em seu caráter restritivo e pungente: “Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade”.
A VAIDADE DA FALSA ADORAÇÃO
Bem profetizou Isaías acerca de vós, hipócritas, como está escrito: Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim; em vão, porém, me honram, ensinando doutrinas que são mandamentos de homens” (Marcos 7.6,7). Estas palavras solenes foram ditas pelo Senhor Jesus aos escribas e fariseus. Eles vieram a Ele com a acusação de que Seus discípulos não se

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

O BATISMO DE JESUS

"Eu vos tenho batizado com água; ele, porém, vos batizará com o Espírito Santo" (Marcos 1:8).

Bom dia!

Marcos deixa claro que João Batista é aquele que vem preparar o caminho do Senhor. Ele é o mensageiro anunciado pelos profetas Isaías e Malaquias.

Sua palavra é uma advertência; João prega o batismo de arrependimento para remissão dos pecados. Seu batismo é um sinal externo de uma atitude interior de arrependimento.

Não se trata de remorso, nem de culpa, mas de mudança de mente e de comportamento. Quando os fariseus e os saduceus procuram João Batista para se batizarem, João não encontrou indicativos de mudança neles. Não bastava dizer "somos filhos de Abraão":

"E, vendo ele muitos dos fariseus e dos saduceus, que vinham ao seu batismo, dizia-lhes: Raça de víboras, quem vos ensinou a fugir da ira futura? Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento" (Mateus 3:7,8).

João exigia que seus ouvintes abandonassem o pecado e mudassem o comportamento. Quando faziam isso, ele os batizava para remissão dos pecados.

Sua finalidade era preparar o encontro com Jesus que, então, os batizaria com o Espírito Santo.

Uma vez que a humanidade estava (está) separada de Deus em razão do pecado, Jesus veio promover nossa reconciliação com Ele (2 Coríntios 5:18) que tem como sinal a presença do Espírito Santo naquele que se arrepende e aceita a sua autoridade como o Ungido de Deus, como o Cordeiro de Deus que tira o pecado.

O propósito do Senhor é restaurar o que éramos é que sejamos, novamente, templo do Espírito Santo:

"Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos?" (1 Coríntios 6:19).

A marca do discipulado é a presença do Espírito Santo. O discípulo de Jesus deve ser cheio do Espírito Santo e se sabe que ainda não é, deve buscar ser. Não devemos nos conformar com uma vida mundana:

"Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele" (Romanos 8:9).

Se somos de Cristo, sejamos cheios do Espírito Santo.

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

8 maneiras de como os Salmos ensinam e inspiram a genuína piedade

Calvino vê os Salmos como o manual canônico da piedade. No prefácio de seu comentário, em cinco volumes, sobre os Salmos – sua maior exposição de qualquer Livro da Bíblia -, Calvino escreve: “Não há outro livro em que somos mais perfeitamente ensinados sobre a maneira de orar a Deus, ou em que somos mais poderosamente estimulados à realização desde exercício da piedade.”
A preocupação de Calvino com o Saltério foi motivada por sua convicção de que os Salmos ensinam e inspiram a genuína piedade, das seguintes maneiras:
  • Como a revelação de Deus, os Salmos nos ensinam sobre Deus. Por serem teológicos e igualmente doxológicos, eles são nosso credo cantado.
  •  Ensinam claramente nossa necessidade de Deus. Eles nos informam quem somos e por que

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Paixão pelos Perdidos -108 - 28.06.2017 - AULA 48 - FASE - 3

INTRODUÇÃO

Comece a lição perguntando:

1.   Que sentimentos lhe vêm ao coração quando você está dentro de um carro, parado em um semáforo, e uma criança ou um adulto carente se aproxima pedindo dinheiro?

2.  Que pessoas com grandes problemas e necessidades você encontrou em seu caminho no dia de hoje?

São muitas as pessoas ao nosso redor que estão perdidas e carentes. Duas jovens pedindo dinheiro em um semáforo e, para tanto, fazendo malabarismos circenses. Um homem deitado sobre papelões e coberto por uma fina manta embaixo da marquise de um luxuoso edifício comercial. Uma mulher com síndrome do pânico que, por causa das limitações da doença, não pôde cursar o último ano da faculdade, continuar a trabalhar e mal consegue sair de casa. Um marido que não sabe mais o que fazer para ajudar a esposa que está perturbada emocional e espiritualmente. Basta abrir bem os olhos para notar os muitos problemas e necessitados que há nesta cidade.
O que sentimos quando vemos cenas como essas? Repulsa e rejeição? Dó e pena? Desprezo e desdém? E o que Deus sente? Que sentimentos passam pelo coração do Todo-Poderoso ao ver a humanidade perdida? Ele é insensível e fica indiferente? Ou é sensível e se emociona?

DESENVOLVIMENTO
Se temos paixão por Deus ou queremos ser apaixonados por ele, temos de ser tocados pelo que lhe toca o coração. O Pai não é insensível e indiferente à humanidade perdida e seus problemas. Quando ele a vê é tocado em suas emoções. João 11.33-35 declara que Jesus agitou-se no espírito, ficou perturbado e finalmente chorou ao ver que o seu amigo Lázaro estava morto.

Um grande clamor de Deus foi registrado pelo profeta Isaías, ao compadecer-se pelo perdido povo de Israel: Então ouvi a voz do Senhor conclamando: Quem enviarei? Quem irá por nós? Isaías 6.8.
1. Paixão pelos perdidos está no coração de Deus
A história da ressurreição de Lázaro e o clamor divino ouvido pelo profeta Isaías nos mostram que o

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Paixão por Santidade, lição 2 -107 - 21.06.2017 - AULA 47 - FASE - 3

                                                                               INTRODUÇÃO


Na semana passada, aprendemos que:

1.Santidade é ser como Jesus;
2.Santidade é propósito de Deus para seus filhos;
3.Santidade é algo bom;
4.Santidade é integral, ou seja, do corpo e do espírito;
5.Santidade se dá por processo;
6. Santidade se dá pelo temor a Deus.

DESENVOLVIMENTO

Para o desenvolvimento de uma aplicação desses princípios, faça o seguinte:

1.Faça um cartaz com uma escala de 0 a 100 (de 10 em 10) na vertical;
2.Tendo em vista pessoas públicas, pergunte aos presentes qual é o pior tipo de pessoa que eles conhecem e em que posição ela seria colocada na escala (provavelmente algum criminoso, que será colocado na posição “0”);
3.Após isso, pergunte qual é a melhor pessoa que eles conhecem e onde ela seria colocada na escala (provavelmente Jesus, que será colocado na posição “100”);

4.Pergunte por uma pessoa boa, que é um bom exemplo, e em que lugar da escala ela seria colocada (por exemplo, Madre Teresa de Calcutá, que poderia ser colocada na posição “60”, por não ser tão má quanto um criminoso, nem tão boa quanto Jesus);

5.Após essas três perguntas e o debate gerado por elas, pergunte: “E você? Onde você estaria nessa escala? Por quê?”. A partir disso, gere um compartilhar sobre fraquezas e pecados, que dê às pessoas a oportunidades de compartilhar as suas dificuldades quanto à santidade.


CONCLUSÃO

Encerrando a reunião, promova um momento de oração por cada um dos presentes, tendo em vista o que eles compartilharam.

IGREJA BATISTA DO CALVÁRIO – SÃO JOÃO DO PARAÍSO – MG

terça-feira, 29 de agosto de 2017

- Paixão por Santidade, lição -106 - 14.06.2017 - AULA 45 - FASE - 3

INTRODUÇÃO        
Comece a lição perguntando:
1.Em sua opinião, o que é santidade? O que é ser santo?
2.É possível ao ser humano comum ser santo?

Por causa da cultura religiosa de nosso país, muitos de nós, ao ouvir a palavra “santo” pensamos nos homens e mulheres que foram canonizados pela Igreja Católica e em suas imagens. Assim, o conceito de santidade vigente é o de algo acessível apenas a pessoas extraordinárias e especiais, que estão em um patamar acima dos seres humanos comuns. Aos meros mortais resta apenas se inspirar nesses homens e mulheres para tentar, a duras penas e com muitos fracassos, ser pessoas melhores.
Esse pensamento, entretanto, não é bíblico. Não são esses os conceitos que a Bíblia tem para “santo” e “santidade”. Nela, “santo” tem o sentido de “separado” e “santidade”, de “separação”. Separado do quê? Separação para quê? Separado do pecado e separação para Deus. Assim, os conceitos de “pecado” e de “Deus” estão intimamente ligados aos de “santo” e “santidade”. Eu me torno santo à medida que me separo do pecado. Pecado é a transgressão voluntária da Lei. É quando o ser humano, por sua livre escolha, desobedece à vontade do Senhor. Eu me torno santo à medida que me disponho a obedecer à vontade do Pai e me separo para ele. O grande propósito e motivação para a santidade é Deus e o experimentar de sua presença. Eu me separo do pecado para estar com Deus. Eu tenho paixão por santidade porque tenho paixão por Deus.
DESENVOLVIMENTO
A paixão por Deus é o grande incentivo para sermos santos. Quem tem os meus mandamentos e lhes obedece, esse é o que me ama. (...) Se alguém me ama, obedecerá à minha palavra, disse Jesus em João 14.21,23.
Contudo, o que é santidade, de maneira concreta? Qual o perfil de uma pessoa santa? A Bíblia responde a essa pergunta em Romanos 8.28-29: Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Paixão por Deus, lição 2 -105 - 07.06.2017 - AULA 44 - FASE - 3


    INTRODUÇÃO                                                       

 Na semana passada, aprendemos que:
1.A busca a Deus é real, possível e realizável, pois Deus existe e está acessível aos seres humanos;
2.A busca a Deus é uma oportunidade passageira;
3.A busca a Deus pede sinceridade e intensidade;
4.A busca a Deus pede perseverança;
5.A busca a Deus pede humildade;
6.A busca a Deus pede dedicação à oração;
7.A busca a Deus pede arrependimento.

Após esses sete princípios, resta-nos ainda uma pergunta: por que alguém buscaria a Deus? Ou, em outras palavras, quais os benefícios da busca a Deus?
Um dos poetas bíblicos nos dá uma resposta, no Salmo 42.1-2: “Como a corça anseia por águas correntes, a minha alma anseia por ti, ó Deus. A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo. Quando poderei entrar e apresentar-me a Deus?”. O salmista estava à procura de Deus porque necessitava desesperadamente dele e tinha consciência disso. Apenas Deus poderia saciar a sede de sua alma.
Você está com sede? Sua alma está inquieta? A Bíblia diz: “Venham, todos vocês que estão com sede, venham às águas; e vocês que não possuem dinheiro algum, venham, comprem e comam! Venham, comprem vinho e leite sem dinheiro e sem custo. Por que gastar dinheiro naquilo que não é pão, e o seu trabalho árduo naquilo que não satisfaz? Escutem, escutem-me, e comam o que é bom, e a alma de vocês se deliciará com a mais fina refeição” (Isaías 55.1-3). Na presença de Deus, há satisfação, alegria, ânimo, força e

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Paixão por Deus -104 - 31.05.2017 - AULA 43 - FASE - 3


INTRODUÇÃO                                                                 
Comece a reunião perguntando:
1.Você já se apaixonou por alguém? Como foi viver apaixonado? Como era o seu comportamento no dia a dia, movido por essa paixão?

2.Você já foi correspondido em uma paixão? E quando não foi correspondido, como você reagiu?

Hoje daremos início a uma nova série de lições, “Paixão Contagiante”, que trata do avivamento espiritual. O objetivo principal é despertar no coração de cada participante de nosso Núcleo Familiar uma paixão que se propaga como o fogo em um incêndio, contagiando a todos.

Toda paixão tem seu objeto de desejo. Numa paixão romântica, o alvo é o homem ou a mulher. Nesta série de lições, trataremos de quatro focos de nossa paixão: Deus, santidade, o perdido e a Igreja.
DESENVOLVIMENTO
No começo da lição tratamos das experiências de uma paixão romântica. Agora pense e responda:
1.Você já esteve apaixonado por Deus?
2.Você acha possível se apaixonar por Deus? Por quê?
3.Em que a paixão por Deus se assemelha ou se diferencia da paixão romântica?
Estar apaixonado por Deus é uma experiência muito próxima ao de se apaixonar por alguém. Uma das principais características da paixão é o desejo de se estar com a pessoa amada. Isso é algo muito forte e quando isso não é possível, ficamos pensando ou sonhando com ela o tempo todo. O sujeito apaixonado anseia intensamente passar tempo com o objeto de sua paixão.
Quem está apaixonado por Deus quer passar tempo com

MINI P70 EM CURRAL DE DENTRO - 17/11/12

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