quarta-feira, 21 de junho de 2017

Descanso para mulheres sobrecarregadas

Algumas vezes, tenho me sentido tão pesada com meu pecado que nada parece pode aliviar esse fardo. Nesses dias, tenho vontade de chegar em casa, no final do dia, e, como se fosse possível, arrancar minha “carcaça” e pendurá-la num cabideiro bem longe de mim para eu poder ser só espírito e andar livre do peso da culpa! Mas, diferente disso, o dia termina, e eu estou esgotada e cansada por ter lutado internamente com meu pecado o dia todo. Em dias assim, só consigo pensar em descanso.
Por causa da nossa inconstância, desanimamos e cansamos. Por vezes, acordamos bem dispostas, ativas, produtivas, no entanto, uma falha em nosso bom planejamento nos faz cair em

terça-feira, 20 de junho de 2017

MEU RELACIONAMENTO COM DEUS: UMA RELAÇÃO DE CONSAGRAÇÃO - 98 - 19.04.2017 - AULA 38 - FASE - 3


                              INTRODUÇÃO

Com este estudo, estamos encerrando esta série sobre o nosso relacionamento pessoal com Deus. Fomos criados para um relacionamento com Deus. Apocalipse 4:11 afirma que todas as coisas, principalmente o homem, foram criadas para o agrado de Deus. Fomos salvos, porque o pecado nos separava de Deus e através da morte e ressurreição de Cristo, fomos reconciliados com Deus, como afirma Romanos 5:10. Cristianismo não é religião, mas relacionamento com Deus. E já vimos até aqui que podemos e devemos desenvolver um relacionamento com Deus baseado nos princípios de que somos filhos de Deus, somos seus servos e Ele é Senhor, com obediência, fé e permanência. Vimos semana passada que Deus se agrada em ter intimidade conosco e devemos buscá-la através de tempo na presença Dele.

Neste último estudo, vamos considerar que o nosso relacionamento com Deus deve ser também uma relação de consagração de nossa vida para cumprir os propósitos de Deus.

A Bíblia ensina que Deus nos criou e nos salvou para cumprirmos um propósito. Diz o apostolo Paulo: “Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas” (Efésios 2:10). Mas a maioria das pessoas hoje em dia vive tão

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Tornando seu casamento mais saudável

“Isaque estava em Gerar já fazia muito tempo. Certo dia, Abimeleque, rei dos filisteus, estava olhando do alto de uma janela quando viu Isaque acariciando Rebeca, sua mulher.”  (Gn 26:8)

Não existe casamento tão ruim que não possa ser consertado, nem casamento tão bom que não precise ser melhorado.
Muitos casamentos fracassam porque não recebem a atenção necessária para sua manutenção por parte de ambos os parceiros. Se você não cuidar do seu cônjuge, com certeza, mais cedo ou mais tarde, ele sentirá a necessidade de receber carinho e atenção de alguém que não seja você.

Um dos maiores problemas dos casamentos atuais é a superficialidade dos relacionamentos. Uma vivencia a dois debaixo de um mesmo teto, porém, sem nenhuma afetividade ou cultivo mútuo do romance necessário para suprir as carências pessoais, e nesta vida, tudo o que você não cuida estraga.

Isaque acariciava sua esposa Rebeca. O exemplo deste casal nos inspira também a fazer o mesmo, pois, este simples ato aponta para fatores relacionais que contribuem para um casamento saudável e estável. Vejamos alguns:
Acariciar o cônjuge significa dedicar tempo ao parceiro. A falta de tempo é um inimigo mortal de muitos casamentos.

O excesso de trabalho, o esporte fora do lar, os estudos e trabalhos escolares saturam o tempo disponível para a família, e esta vai se vendo cada vez mais distante da realidade que lhe confere o titulo.

Isaque estava acariciando sua esposa, isto implica em que ele reservava-lhe um tempo para estar à sós com ela.
Todo casal precisa de um tempo para estar à sós, a fim de nutrir as carências espirituais, físicas, emocionais e relacionais que cada um tem. Mas também;

Acariciar o cônjuge significa também agir com amabilidade para com o parceiro. Pedro, o apóstolo orienta os maridos a tratarem suas esposas como “vaso mais fraco” (I Pd 3:7), reconhecendo-a como co – herdeira com ele da graça divina.

Geralmente o homem é muito grosso para com a mulher, rude no trato, ignorante e egoísta para com suas necessidades e pensamentos, tendendo a sufocar a mulher em seu papel de auxiliadora, deixando-a dentro de casa, literalmente sem vez, nem voz.

Acariciar o cônjuge significa compartilhar de si para com o outro. Cumpre ao casal suprir as necessidades um do outro.
Tanto homem quanto mulher têm necessidades latentes. Geralmente, mesmo que sejam diferentes, não deixam de ser necessidades que precisam ser supridas. A mulher precisa mais de atenção, carinho e companheirismo, já o homem, além da companhia da mulher, tende a exigir mais dela a satisfação sexual.

Assim, você deve cuidar de si, observando seu casamento a fim de identificar as áreas deficientes para que estas não se transformem em lacunas onde o inimigo poderá amanha infiltrar suas “tentações”.

O adultério é muito comum em nossos dias, o recasamento, o divorcio, o amaziamento  e o namoro sem compromisso, restrito ao ficar. Tudo isto, reflete de certo modo por uma busca de aceitação e prazer.

Deus criou o casamento para ser uma fonte de prazer inesgotável, por isto, o casal jamais deve se descuidar do ambiente onde desenvolvem sua felicidade mútua, cremos que por este motivo era que Isaque acariciava sua esposa Rebeca.

Siga os conselhos de Deus, faça da sua casa um paraíso, e de sua esposa ou esposo uma fonte inesgotável de prazer.

Pois, do Senhor vem a esposa prudente, e “seja bendito o seu manancial e alegra-te com a mulher da sua mocidade.” (Pv. 5:18)

Fonte: https://www.familia-positiva.net/single-post/2016/09/11/Tornando-seu-casamento-mais-saud%C3%A1vel

terça-feira, 6 de junho de 2017

MEU RELACIONAMENTO COM DEUS: UMA RELAÇÃO DE INTIMIDADE - 97 - 02.04.2017 - AULA 37 - FASE - 3


 Introdução

Olhando para a sociedade atual, podemos perceber que há algo de errado com os relacionamentos entre as pessoas. As relações humanas têm sido muito superficiais e, também, efêmeras (de curta duração). À semelhança de um produto descartável, os relacionamentos têm tido uma vida útil curta. As pessoas têm sido cada vez mais rapidamente descartadas. O compromisso foi substituído pelo momento, o namoro pelo “ficar”, a aliança do casamento por um contrato que pode ser facilmente revogado.

No geral, não tem havido tempo suficiente para uma pessoa conhecer a intimidade da alma da outra,    seja por uma agenda cheia de compromissos, ou por uma prática de relacionamento em que apenas a superficialidade do corpo é provada. Há casamentos de longa data em que marido e mulher são como dois desconhecidos que apenas usufruem de ambientes e objetos comuns. A relação limita-se ao dormir junto e, em alguns casos, nem a isso. Por outro lado, pessoas que trocam de marido ou de esposa com a mesma facilidade com que adquirem um novo aparelho de celular.

A igreja, muitas vezes, tem refletido essa realidade, através de uma comunhão superficial entre os seus membros e, também, de relacionamentos (namoros e casamentos) comparáveis aos da sociedade ímpia. Por se tratar também de um relacionamento, a relação com Deus também é afetada por essa tendência     à superficialidade. Há muitos cristãos que, apesar de alguns anos de igreja, conhecem a Deus apenas     de

sexta-feira, 2 de junho de 2017

MEU RELACIONAMENTO COM DEUS: UMA RELAÇÃO DE PERMANÊNCIA E AUTENTICIDADE - 96 - 05.04.2017 - AULA 36 - FASE - 3

INTRODUÇÃO

Nesta série de lições do Núcleo Familiar, temos estudado sobre alguns aspectos do nosso relacionamento com Deus. Na lição de hoje, vamos aprender que nossa relação com Deus deve ser caracterizada pela permanência e pela autenticidade, ou seja, em uma linguagem mais popular, que ela não deve se restringir às reuniões dos finais de semana, ou aos momentos em que estamos na igreja, nem ser uma religiosidade vazia de uma real intimidade com Deus. Olhando para a esfera religiosa brasileira atual, e, especificamente, para a igreja evangélica, podemos perceber que, no geral, esses são problemas que estão presentes. Muitos cristãos vivenciam suas semanas de trabalho e estudo sem levar em consideração a existência e a presença de Deus, nem os seus princípios e mandamentos. Por exemplo, uma pessoa que ouve uma pregação no domingo de manhã sobre a verdade como um valor fundamental no Reino de Deus, sem nenhum constrangimento, mantém a prática de não pagar seus impostos e de mentir em suas relações de trabalho. Como isso é possível? Provavelmente, a mente dessa pessoa está secularizada. Secularização é a idéia e prática de se dividir os aspectos da realidade em dois grupos: os que pertencem à esfera do sagrado e os que pertencem à esfera do profano, ou secular. De um lado está o que é sagrado, representado pela religião, e do outro    o profano, ou todos os outros componentes que constituem a vida. Nós, brasileiros, aprendemos durante séculos a não misturar essas duas coisas: sagrado é aquilo que a gente faz na Igreja, principalmente aos domingos; profano é o trabalho, os estudos, as ciências, etc, os quais pertencem à nossa vida secular.

Essa distinção, como apresentado no exemplo dado, traz sérios problemas para a fé e prática cristãs. Segundo o Pr. Ivênio dos Santos, no livro “Alma Nua” (pg. 67), com a secularização, uma ética dupla é gerada na vida das pessoas. Quando estamos na igreja, ou seja, na área do sagrado, nos comportamos, nos vestimos e falamos de um determinado jeito “sagrado”. Mas fora desse ambiente, em outros lugares, mudamos nossa forma de ser e agir, nos comportando de uma maneira “mais adequada” ao contexto. O resultado disso, de fato, é uma vida dupla, o que traz enfermidades para

terça-feira, 30 de maio de 2017

Muitas opções para as crianças hoje


 Um dia desses, eu e minha esposa estávamos com nosso neto Theo, de cinco anos. Era um sábado à tarde e tínhamos levado-o para passear em um shopping. Seus pais tinham um compromisso à noite em uma determinada Igreja.

Na volta para casa, perguntamos a ele se desejava ou não ir à Igreja com os pais. Chegando em casa, já havia uma decisão de que os pais iriam levá-lo. Daí surgiu uma conversa interessante com minha filha sobre o erro que, como famílias, podemos cometer na educação religiosa dos filhos e netos.

Hoje em dia, os pais consultam os filhos acerca de muitas decisões, como esta, por exemplo, de perguntar se deseja ou não ir à Igreja. Lembrei-me então da minha infância, morando na pequena cidade de Pirapetinga - MG.

A Igreja Batista mais próxima distava 23 Km, situada na cidade de Santo Antônio de Pádua, já no território do estado do Rio de Janeiro. Todos os domingos minha mãe obrigava-nos a usar a melhor roupa, pegar um ônibus empoeirado e viajar, parando a cada cinco minutos, por mais de uma hora para chegar à Escola Bíblia Dominical (EBD).

Em nenhum momento, nenhum domingo sequer, ela nos perguntou se desejávamos ir ou não à Primeira Igreja Batista de Pádua para aprender um pouco da Bíblia.

Domingo, no interior, para quem conhece a cultura brasileira, é um dia diferente. Parece que um novo ar sopra sobre a praça da cidade. Na Pirapetinga, daqueles tempos, meus coleguinhas pediam um terreno emprestado e construíam campinhos de futebol e organizavam torneios que tinham a mesma importância para nós como a Champions League, nos dias de hoje para o futebol mundial.

Para piorar a situação, o ônibus que nos trazia de volta só saia de Pádua (quando não se atrasava) às 15 horas e chegava em Pirapetinga depois de uma hora. Neste horário, a partida de futebol do time principal da cidade já estava quase no final do primeiro tempo. Para mim e meus irmãos, isso era muito difícil. Então, se minha mãe me perguntasse se eu queria ou não ir para a Igreja, claro que minha resposta, todos os domingos, seria sempre não.

Mas quando olho para 47 anos atrás eu agradeço a Deus pela firmeza da minha mãe quando nos obrigava, todos os domingos, acordar, se arrumar, pegar o ônibus, participar da EBD e voltar, já quase no final da tarde.

No âmbito da educação religiosa não podemos abrir mão e deixar que nossos filhos escolham ou não ir à Igreja e receber as instruções bíblicas. É claro que podemos e devemos fazer das idas ao templo momentos felizes e alegres, mas vai ter aquele dia em que os filhos, especialmente quando forem pequenos, não desejarão ir. É para esses dias que devemos ser firmes.

Hoje, paira sobre as famílias cristãs um perigo tremendo, que é deixar de passar para as gerações futuras o valor dos trabalhos da Igreja e de participar da Escola Bíblica Dominical.

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Gilson Bifano é palestrante, escritor e Coach de casais e pais. É diretor do Ministério OIKOS.
oikos@ministeriooikos.org.br

sexta-feira, 26 de maio de 2017

MEU RELACIONAMENTO COM DEUS: UMA RELAÇÂO DE FÉ - 95 - 29.03.2017 - AULA 35 - FASE - 3


INTRODUÇÃO

No mundo natural, o tato, o olfato, a visão, a audição e o paladar são as maneiras pelas quais nos comunicamos com as realidades à nossa volta. Existe também um sentido em nosso ser, no nosso espírito, que é usado para nos comunicarmos com o mundo espiritual. Este sentido se chama fé. Não há como nos comunicarmos com o mundo espiritual apenas através dos cinco sentidos. Todo o relacionamento do homem com Deus é baseado na fé. A conversão de uma pessoa a Cristo só acontece por meio da fé (“pela graça sois salvos, por meio da fé...” Efésios 2:8). Só podemos viver a vida cristã genuína, se a vivemos pela fé. A Bíblia diz em II Corintios 5:7: “ Vimos que andamos por fé, e não pelo que vemos”. Paulo ainda afirma em Romanos 1:17 que “o justo viverá pela fé”. E para ser ainda mais enfático sobre a importância da fé no nosso relacionamento com Deus, o autor de Hebreus afirma que “de fato, sem fé é impossível agradar a Deus” (Hb 11:6).

Tomé e Abraão são dois exemplos opostos de como se relacionar com Deus. Tomé teve uma falsa fé, baseada nos cinco sentidos. Em João 20:24-29, os discípulos disseram terem visto o Senhor Jesus ressurreto. Sabe o que Tomé lhes disse? Que se não o visse e não o apalpasse (sentidos), não creria nele. E mais tarde Jesus apareceu a Tomé, que o tocou mesmo. A partir deste momento, deixou de ser incrédulo, e tornou-se crente. Não queria mais este tipo de fé, a fé que precisa ver.

Outro exemplo é a fé de Abraão. Em Romanos 4:17-21 lemos:

“Como está escrito: Por pai de muitas nações te constituí, perante aquele no qual creu, o Deus que vivifica os mortos e chama à existência as coisas que não existem. Abraão, esperando contra a esperança, creu, para vir a ser pai de muitas nações, segundo lhe fora dito: Assim será a tua descendência. E, sem enfraquecer na fé, embora levasse em conta o seu próprio corpo amortecido, sendo já de cem anos, e a idade avançada de Sara, não duvidou, por incredulidade, da promessa de Deus; mas, pela fé, se fortaleceu, dando glória a Deus, estando plenamente convicto de que ele era poderoso para cumprir o que prometera”.

Note a diferença com a fé de Tomé. Enquanto Tomé tinha apenas a fé natural, Abraão, o pai da fé, desconsiderou o próprio corpo, a visão e as sensações físicas. O texto demonstra que a fé de Abraão não dependia dos cinco sentidos, não dependia das

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Quando uma família sofre

Falar sobre a morte e o sofrimento é sempre algo incômodo. A morte sempre nos confronta com a nossa finitude e a maior limitação de nossa frágil humanidade. Somos apegados à vida e, mesmo tendo conhecimento intelectual sobre a eternidade, tal saber não é, necessariamente, sinônimo de tranquilidade e menos ansiedade diante da imperiosa realidade da morte.
A sociedade moderna faz apologia à juventude e à negação do sofrimento e da morte. Na Idade Média, os cemitérios eram quase sempre colocados ao lado das igrejas para que os fiéis, enquanto ouvissem a pregação, olhassem para fora e fossem lembrados da realidade da morte.
De modo geral, quando pensamos em sofrimento na Bíblia, vem-nos à mente o livro de Jó. Entretanto, o livro de Rute é o melhor exemplo de como uma família consegue superar as dificuldades que se abatem sobre ela e seguir adiante. A trajetória de Noemi, que é a verdadeira protagonista desta história, é de dor e sofrimento, mas, acima de tudo, é também um exemplo de superação e confiança em Deus.
Era uma família composta de um casal e dois filhos -- uma estrutura incomum para aquela época, pois as famílias, especialmente no Antigo Testamento, tinham cerca de doze, quinze, até 25 filhos. Então, devemos nos perguntar por que essa família era tão reduzida. A resposta pode estar no significado dos nomes dos filhos desse casal: Malom, que significa fraco, doente, e Quiliom, que significa tristeza, morte.
Talvez Noemi tenha tentado ter outros filhos, mas possivelmente os tenha perdido na gestação por causa da mesma enfermidade que fazia seus dois filhos serem frágeis fisicamente -- quem sabe alguma doença genética que Elimeleque também tivesse (e que talvez tenha sido a causa de sua morte precoce). Se essa hipótese é uma possibilidade real, temos nesse casal uma história de sofrimento de longa data. A narrativa informa também que esses fatos aconteceram na época dos juízes. O povo judeu tinha invadido aquele espaço geográfico e isso resultou em angariar inimigos, entre estes o povo de Moabe. Logo, levar a família para viver no meio de inimigos pode ser entendido como uma atitude de desespero mesclado com coragem da parte de Elimeleque. A coragem se fundamentava na fé do casal, que deve ter chorado muitas vezes diante de Deus por perder seus bebês ainda em gestação ou recém-nascidos e por, depois, ter recebido do Senhor dois presentes especiais.
Noemi, que já havia sofrido tantas perdas, perde também seu esposo e depois seus dois filhos (talvez da mesma doença do pai), e retorna para sua terra como miserável e amargurada (Rt 1.20), tendo apenas a companhia de sua nora, Rute, para consolo. Entretanto, Noemi renova suas esperanças quando Rute é favorecida pelo parente Boaz -- supera a tristeza elaborando estratégias funcionais de sobrevivência, as quais acabam mostrando-se efetivas e resultam, ao final, no nascimento de um bebê (Rt 4.13).
A vida que surge dos contextos de morte! A essência da ressureição, que mostra aqui seus pequenos lampejos e alcança a plenitude no descendente maior desta família -- Jesus.
Este é o princípio que permeia toda a Bíblia: não há morte sem ressurreição. E no último tempo todos hão de ressuscitar (Ap 20). Não estamos isentos de sofrimentos ao longo da vida (Jo 16.33), mas podemos ter a certeza de que a ressurreição que sucede a morte, a dor e o sofrimento é sempre mais gloriosa. Isso é o que nos ensinam Noemi e sua família.

• Carlos “Catito” e Dagmar são casados, ambos psicólogos e terapeutas de casais e de família. São autores de Pais Santos, Filhos Nem Tanto. Acompanhe o blog:

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Valorizemos a EBD

Francisco Mancebo Reis, pastor, colaborador de OJB                           
   Ouvi de um senador evangélico, recentemente, que a Igreja não tem o papel de educar, mas os pais. Certo? Ainda que a base seja o lar, a Igreja que não educa merece o nome de Igreja? Quando se afirma que o púlpito deve ser também cátedra, que isso significa? E que dizer da Escola Bíblica Dominical? Sua função é apenas informar?

Por que a EBD reclama especial atenção e prática? Vão aqui ligeiras considerações.
1- A EBD tem como livro-texto as Escrituras, sem dispensar leituras complementares como auxílio na aprendizagem. E não faltam ótimos livros devocionais e exegéticos. Recorde-se que a Bíblia informa e forma. Informando sobre valores da vida cristã, contribui para a formação do caráter. É um compêndio de educação cívica, moral e religiosa. Jesus mandou fazer discípulos, o que inclui ensino, educação (Mateus 28.19,20).

2 - Abrange todas as idades. Para atender a cada faixa etária, editoras evangélicas produzem literatura didaticamente diversificada.

3 - Propõe leituras diárias relacionadas aos diferentes assuntos, favorecendo a interpretação e maior proveito em cada estudo dominical. Convém dar atenção a essa provisão que aparece nas revistas.

4 - Propicia participação dos alunos, sem discriminação. Todos têm direito à palavra, mesmo para dar palpite errado. Por vezes, ajudando a classe a crescer. Não deve ser, portanto, aula apenas expositiva. Passou o tempo da chamada Escola Tradicional, em que o professor era o “dono da verdade” e somente ele falava. Nem as crianças aceitam esse monopólio hoje. O debate enriquece o ensino. O questionamento também. Ouvi de certo professor que declarou: “Só gosto de um aluno”. Perguntaram: “Como é possível, se o senhor tem muitos alunos?” Resposta: “É que somente um me questiona, e me constrange a pesquisar mais e aprender mais”.

5 Não oferece férias. De janeiro a dezembro, ocupa a mente dos discípulos com assuntos sempre inacabados, em um processo crescente e constante. Nunca se sabe tudo da Bíblia. Nenhum aluno matriculado espera diploma de formatura.


  Por que menosprezar a EBD? Rompimento com o tradicional? Receio de rotina? Busca de alternativas mais atraentes? Há mesmo substituto melhor?

  Fica subentendido que os professores hão de ser capazes de ministrar com o máximo de dedicação e habilidade, a fim de cativar seus alunos e nem um deles vá buscar capim mais verde em outros pastos. 

quinta-feira, 11 de maio de 2017

TIMIDEZ AO EVANGELIZAR?

Temor dos homens

Pergunta: “Sou uma jovem cristã e ouvi uma pregação sobre 1 Samuel 16.14-23. O evangelista disse que, se tememos os homens e somos tímidos, temos uma obsessão demoníaca! Isso é verdade? Ele também disse que é fácil reconhecer quem tem esse problema, pois trata-se de pessoas retraídas. Não consigo entender isso. Se for verdade, por favor, diga-me o que devo fazer, pois sou tímida”.
Resposta: Conforme Provérbios 29.25, o temor dos homens é um grande perigo espiritual: “O receio do homem armará laços, mas o que confia no Senhor será posto em alto retiro” (Ed. Revista e Corrigida). Isso não significa, entretanto, de forma alguma, que aqueles que têm problemas com temor dos homens estejam sob uma obsessão demoníaca! Afirmar algo assim é, no mínimo, atrevimento e arrogância. Todo filho de Deus tem suas lutas pessoais: uns lutam com a inveja, outros tem tendências à mentira, alguns sofrem com sua avareza, outros com sua mania de saber tudo, alguns com suas tentações na área sexual... Freqüentemente enfrentamos lutas em diversas áreas ao mesmo tempo, em frentes de batalha onde precisamos combater o bom combate da fé. Mas Jesus é Vencedor!
Se você tem natureza temerosa, sua luta espiritual será olhar não para sua insuficiência mas para o Senhor Jesus Cristo, que tornou-se seu Salvador e Senhor e assumiu a responsabilidade sobre sua vida. Não existe nada maior e mais belo do que saber disso!
Por outro lado, o temor dos homens – e isso também precisa ser dito – não é algo inocente, pois paralisa nosso testemunho e pode até nos levar a negar o Senhor! Ele sabe desse problema e diz aos Seus: “Não temais!”, e: “Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei, antes, aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo” (Mt 10.28). Devemos aprender a depositar nossa confiança completamente no Senhor em todas as circunstâncias da nossa vida diária, que certamente são bem menos dramáticas que as apresentadas no versículo acima. Temos um Deus maravilhoso e onipotente, que podemos chamar de Pai por meio de Jesus! O verdadeiro temor a Deus expulsa de nosso coração o temor dos homens.
Muitos que seguem a Jesus e amam o Senhor de todo o coração conhecem esse temor dos homens por experiência própria, por serem tímidos por natureza ou, talvez, por se sentirem inferiores aos outros. Todo filho de Deus que tem problemas em falar de Jesus no meio de uma conversa e de dar-Lhe honra em público pode testar se isso é apenas timidez ou se o problema é o temor dos homens. É fácil descobrir a diferença; basta perguntar-se qual é seu comportamento quando surgem outros assuntos na roda de conversas: existe a mesma barreira que impede minha expressão ou me sinto livre, leve e solto para falar sobre tudo, menos sobre Jesus? Em geral sou uma pessoa de contato fácil, que gosta de compartilhar e conversar? Se existir uma diferença muito grande entre as duas áreas, ou seja, quando não temos a coragem de testemunhar de Jesus, então nossa posição em relação a Cristo precisa ser reavaliada com urgência, pois não estamos apenas sendo tímidos, mas covardes. Talvez nosso relacionamento com o Senhor esteja interrompido por causa do pecado. Apocalipse 21.8 fala com muita seriedade sobre a covardia: “Quanto, porém, aos covardes, aos incrédulos, aos abomináveis, aos assassinos, aos impuros, aos feiticeiros, aos idólatras e a todos os mentirosos, a parte que lhes cabe será no lago que arde com fogo e enxofre, a saber, a segunda morte”. Cada um julgue a si mesmo, se ainda está firme na fé! Jamais deveríamos julgar os outros, pois somente o Senhor vê o que há nos corações! Por isso, está escrito em Tiago 4.12: “Um só é Legislador e Juiz, aquele que pode salvar e fazer perecer; tu, porém, quem és, que julgas o próximo?”
Portanto, querida irmã no Senhor, seja firme, consolada no Senhor, e tenha novo ânimo, pois Jesus é maior que tudo! Ele a ama com amor infinito e certamente vai concluir a obra que começou em sua vida (Fp 1.6). (Elsbeth Vetsch)

Fonte: http://www.chamada.com.br/perguntas_respostas/temor_dos_homens.html

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