sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Paixão por Deus, lição 2 -105 - 07.06.2017 - AULA 44 - FASE - 3


    INTRODUÇÃO                                                       

 Na semana passada, aprendemos que:
1.A busca a Deus é real, possível e realizável, pois Deus existe e está acessível aos seres humanos;
2.A busca a Deus é uma oportunidade passageira;
3.A busca a Deus pede sinceridade e intensidade;
4.A busca a Deus pede perseverança;
5.A busca a Deus pede humildade;
6.A busca a Deus pede dedicação à oração;
7.A busca a Deus pede arrependimento.

Após esses sete princípios, resta-nos ainda uma pergunta: por que alguém buscaria a Deus? Ou, em outras palavras, quais os benefícios da busca a Deus?
Um dos poetas bíblicos nos dá uma resposta, no Salmo 42.1-2: “Como a corça anseia por águas correntes, a minha alma anseia por ti, ó Deus. A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo. Quando poderei entrar e apresentar-me a Deus?”. O salmista estava à procura de Deus porque necessitava desesperadamente dele e tinha consciência disso. Apenas Deus poderia saciar a sede de sua alma.
Você está com sede? Sua alma está inquieta? A Bíblia diz: “Venham, todos vocês que estão com sede, venham às águas; e vocês que não possuem dinheiro algum, venham, comprem e comam! Venham, comprem vinho e leite sem dinheiro e sem custo. Por que gastar dinheiro naquilo que não é pão, e o seu trabalho árduo naquilo que não satisfaz? Escutem, escutem-me, e comam o que é bom, e a alma de vocês se deliciará com a mais fina refeição” (Isaías 55.1-3). Na presença de Deus, há satisfação, alegria, ânimo, força e

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Paixão por Deus -104 - 31.05.2017 - AULA 43 - FASE - 3


INTRODUÇÃO                                                                 
Comece a reunião perguntando:
1.Você já se apaixonou por alguém? Como foi viver apaixonado? Como era o seu comportamento no dia a dia, movido por essa paixão?

2.Você já foi correspondido em uma paixão? E quando não foi correspondido, como você reagiu?

Hoje daremos início a uma nova série de lições, “Paixão Contagiante”, que trata do avivamento espiritual. O objetivo principal é despertar no coração de cada participante de nosso Núcleo Familiar uma paixão que se propaga como o fogo em um incêndio, contagiando a todos.

Toda paixão tem seu objeto de desejo. Numa paixão romântica, o alvo é o homem ou a mulher. Nesta série de lições, trataremos de quatro focos de nossa paixão: Deus, santidade, o perdido e a Igreja.
DESENVOLVIMENTO
No começo da lição tratamos das experiências de uma paixão romântica. Agora pense e responda:
1.Você já esteve apaixonado por Deus?
2.Você acha possível se apaixonar por Deus? Por quê?
3.Em que a paixão por Deus se assemelha ou se diferencia da paixão romântica?
Estar apaixonado por Deus é uma experiência muito próxima ao de se apaixonar por alguém. Uma das principais características da paixão é o desejo de se estar com a pessoa amada. Isso é algo muito forte e quando isso não é possível, ficamos pensando ou sonhando com ela o tempo todo. O sujeito apaixonado anseia intensamente passar tempo com o objeto de sua paixão.
Quem está apaixonado por Deus quer passar tempo com

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

“Famílias irresistíveis vivem sob a proteção de Deus” -103 - 24.05.2017 - AULA 42 - FASE - 3

Leitura do Texto: Mateus 6.13
1. A última súplica da oração do Pai Nosso desenvolve-se em dois desdobramentos específicos: a sedução enganadora da tentação e o combate à força destrutiva do mal. Vivemos dias em que as famílias estão sendo ridicularizadas por movimentos que querem enfraquecer a ideia bíblica de família. É preciso manter a confiança na bondade protetora de Deus e a dependência contínua da sua misericórdia.
Ø  Você conhece as suas áreas de vulnerabilidade (situações em que você é mais tentado)?
Ø  O que devemos fazer para não cairmos em tentação?

2. A palavra usada por Jesus nessa súplica não significa apenas tentação, mas também provações, ou provas para testar a fé. E sugere que a petição tenha uma abrangência maior, na esperança de que as provações da vida não fragilizem a capacidade do cristão de resistir às tentações, nem ofereçam oportunidades para o pecado. Em nossos dias enfrentamos adversidades, tribulações diversas, perseguições, circunstâncias ameaçadoras, opressões, decepções e variadas aflições na vida diária. O pedido é, ao mesmo tempo, para que — durante as provações da vida — jamais duvidemos da bondade de Deus e dos seus bons propósitos para nós, pois é aí que começa toda e qualquer tentação.
Ø  Qual a diferença entre “provação” e “tentação”?
Ø  “As provações que a vida nos oferece podem ser uma porta aberta às tentações”. Comente essa frase.

3. O pedido: “não nos deixes cair em tentação” é a disposição de resistir a qualquer tentativa do maligno de afastar-nos dos propósitos para os quais fomos criados por Deus. Mas essa súplica também anseia por proteção: “livra-nos do mal”. Dessa vez não só proteção das tentações que, vez por outra, podem acompanhar as provações da vida. Mas, agora, é uma súplica pela proteção da ação do mal e suas terríveis consequências. Esse pedido, na oração do Pai-Nosso, tanto representa o reconhecimento de uma realidade quanto evidencia a confiança num poder superior. Representa o reconhecimento de que existe

sábado, 29 de julho de 2017

“Famílias irresistíveis perdoam porque são perdoadas” -102 - 17.05.2017 - AULA 42 - FASE - 3


Leitura do Texto: Mateus 6.12

1. Todos nós lidamos com uma realidade inevitável: somos pecadores. E é dessa visão realista que nasce o clamor: “perdoa as nossas dívidas...”. Se somos pecadores, temos em Deus o perdão. Há uma bela narrativa no Evangelho de João sobre o perdão da mulher adúltera, que Jesus livrou do apedrejamento (8.1-11). Notemos que, ao lado da garantia de perdão, encontramos o incisivo apelo de Jesus por uma mudança de vida: “Agora vá e abandone sua vida de pecado”. Só produz perdão o verdadeiro arrependimento. E o verdadeiro arrependimento é aquele que leva a uma mudança de rumo.
Ø  Quais os maiores obstáculos ao perdão sincero?
Ø  Quem perdoa, esquece?

2. Alguns acreditam que não precisam mais ficar pedindo perdão a Deus em face do que Jesus Cristo já fez na cruz por nós. Se ele já nos perdoou e, na experiência da conversão, já experimentamos o perdão que é oferecido por seu sacrifício, não há mais razão para orações de contrição e confissão. Embora estejamos salvos da condenação eterna do pecado, ainda continuamos vivendo num mundo caído (1João 5.19) e lidamos com a tensão da luta entre nossos desejos ilícitos que ainda resultam da queda (a carne) e o Espírito (que habita em nós, desde a conversão, para conduzir-nos à conduta da nova vida em Cristo).

Ø  Você costuma pedir perdão a Deus de forma abrangente (ex.: “Senhor, perdoa todos os meus pecados...”) ou de forma específica (ex.: “Senhor, perdoa o meu pecado da mentira, da difamação...”)?
Ø  Qual a diferença entre os

quarta-feira, 12 de julho de 2017

O Tempo

Vamos Pensar sobre o tempo neste artigo. A primeira pergunta é: o que é tempo?

    O Dicionário da Língua Portuguesa define tempo como “duração calculável dos seres e das coisas; duração limitada; sucessão de dias, horas, momentos,    período; época; estado atmosférico; os séculos; ensejo; estação ou ocasião própria; cada uma das partes completas de uma peça musical, em que o  andamento muda; duração de cada parte do compasso; flexão indicativa do momento a que se refere o estado ou ação dos verbos.”
    A Bíblia declara em Eclesiastes 3.1 que “tudo tem seu tempo determinado,e há tempo para todo o propósito debaixo do céu”. O pregador, provavelmente  Salomão, faz uma descrição neste capítulo sobre como o tempo passa rápido. Ao mesmo tempo em que comemoramos o nascimento de uma criança, estamos  chorando a

segunda-feira, 10 de julho de 2017

“Famílias irresistíveis experimentam os princípios do reino de Deus no lar” -101 - 10.05.2017 - AULA 41 - FASE - 3


Leitura do Texto: Mateus 6.10
1. A expressão reino de Deus, refere-se à realização da vontade divina. Onde a vontade de Deus é acolhida e colocada em prática, ali está se manifestando o seu Reino. A primeira dimensão de manifestação do Reino ocorre em nossa própria vida como discípulos, ou em nossa própria experiência existencial. E, por extensão, deve se tornar visível em nossas relações familiares.
Ø  Por que devemos orar para que o reino de Deus se estabeleça?
Ø  Como experimentar a vontade de Deus em família?

2. A súplica pela vinda do reino de Deus indica o estabelecimento da soberania de Deus sobre todas as coisas, com o cumprimento na história de todas as promessas feitas pelo Senhor. As famílias cristãs podem descansar nas promessas da vitória de Jesus Cristo sobre todos os males que ameaçam a unidade familiar.
Ø  Quais são os principais males que ameaçam a unidade familiar?
Ø  Compartilhe o que a sua família tem feito, de prático e eficaz, que tem contribuido para implantação do reino de Deus.

3. A outra dimensão da súplica — “Venha o teu Reino” — tem a ver com o testemunho e o evangelismo. Cada discípulo de Jesus é chamado a fazer um novo discípulo. Temos diante de nós o desafio de trazer outros para também fazerem parte do reino de Deus. Temos o desejo de que o domínio do reino divino alcance as pessoas que estão distantes dos propósitos da graça. As famílias cristãs devem compartilhar as Boas-Novas com as pessoas ao redor.
Ø  Seu Núcleo Familiar tem contribuído para que o reino de Deus se manifeste entre os vizinhos e amigos?
Ø  Há alguém no Núcleo Familiar que foi alcançado pelo próprio grupo? Se ainda não, é hora de começar.
 
PARE REFLETIR: (5 min)
Estar no reino de Deus significa ter prazer em fazer a vontade de Deus. Na espera pelo Reino que ainda vai se consumar, temos a grande responsabilidade de antecipar esse momento por meio de nosso testemunho. O Senhor afirma que o reino de Deus se instala nas pessoas que se submetem à sua vontade e se manifesta por meio delas (Lc 17.20,21). As famílias cristãs precisam valorizar os princípios do evangelho, pois é na aplicação e na vivência desses princípios que o Reino se torna visível na vida e na conduta dos discípulos de Jesus.
MOMENTO DE ORAÇÃO: (5 min)        
1.                  Ore para que, primeiramente, o reino de Deus seja implantado e visto na sua vida.
2.                  Como Núcleo Familiar, estabeleçam alvos de evangelismo – pessoas que precisam ser alcançadas pelo reino de Deus. Citem nominalmente e orem por essas pessoas. Depois, criem algumas estratégias de alcance.


IGREJA BATISTA DO CALVÁRIO – SÃO JOÃO DO PARAÍSO – MG

quinta-feira, 6 de julho de 2017

“Famílias irresistíveis experimentam o amor paternal de Deus” -100 - 03.05.2017 - AULA 40 - FASE - 3

Leitura do Texto: Mateus 6.9
1. A oração do Pai Nosso é dirigida ao Pai por Jesus para ensinar seus discípulos a orarem. Encontramos no registro dessa oração, em Mateus 6.9-13, os principais elementos para a comunhão familiar, os propósitos divinos para a família e como tornar a ideia de família algo irresistível para a realização pessoal de cada um.
Ø  Você tem o hábito de orar a “Oração do Pai Nosso?”. Se não, por quê?
Ø  Qual a importância dessa oração para a família? Quais são os seus ensinamentos?

2. A oração começa com uma invocação simples e direta: “Pai nosso”. Jesus Cristo surpreendeu os judeus do seu tempo ao invocar Deus, em suas orações, de forma tão íntima como se faz a um pai pessoal. Jesus se dirigiu a Deus como Pai em diversas ocasiões, devidamente citadas pelos evangelistas nos textos do Novo Testamento.
Ø  Por que Jesus chocou tanto os religiosos do seu tempo?
Ø  De que maneira o “Deus Pai” tem se revelado a você?

3. Ao invocar o Pai, no início da sua oração em Mateus 6, o Senhor não diz “meu Pai”, e sim “Pai nosso”. O Senhor Jesus dá aos seus discípulos o direito de também chamarem Deus de Pai, com a mesma intimidade que Ele o fazia. Entendemos assim que, em Cristo, já não somos apenas criaturas feitas à imagem de Deus (Gn 1.27), colocados em lugar de honra no universo criado (Sl 8.4,5), mas recebemos a condição de filhos de Deus e o direito de invocá-lo como Pai (Jo 1.12,13). Deus é o nosso Pai, que está sempre próximo e presente em todas as horas.
Ø  Você já teve alguma experiência de sentir Deus bem próximo?
Ø  Sua família pode chamar Deus de “Pai nosso”?
Ø  Há alguém da sua família ou um amigo próximo que ainda não passou da condição de criatura para a de filho?

PARA REFLETIR: (5 min)
Deus é o criador e o sustentador de todo o universo. Mas também é o Pai amoroso e misericordioso, que se relaciona diretamente conosco. Devemos confiar nos propósitos do amor paterno de Deus, que nos inspira a amar ao próximo e esse amor deve ser demonstrado, em primeira instância, no ambiente familiar. Pois não há ninguém que seja mais próximo do que aquele que mora conosco debaixo do mesmo teto, ou dorme conosco na mesma cama. Você tem, realmente, amado a sua família, com o mesmo amor que Deus tem por você?
MOMENTO DE ORAÇÃO: (5 min)           
1. Peça a Deus que você pratique mais o seu amor, por intermédio das palavras e ações. Amar é uma decisão.
2. Agradeça a Deus pela sua família. Ela nunca será perfeita, mas pode ser saudável.


                IGREJA BATISTA DO CALVÁRIO – SÃO JOÃO DO PARAÍSO – MG
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