sábado, 12 de janeiro de 2019

Em Alagoas, família suspende velório por achar que jovem ressuscitaria

A família de uma jovem de 23 anos que morreu na última quinta-feira (3) em Delmiro Gouveia, no sertão de Alagoas, suspendeu o velório e chegou a retirar o corpo do caixão por acreditar que ela ressuscitaria.
Inconformados com a morte de Jéssica Lima, vítima de infecção generalizada, os pais, muito religiosos, acreditaram quando outros parentes disseram que o corpo da jovem não estava gelado e rígido. Alguns disseram ter visto a mulher se mexer, segundo a polícia. Uma outra familiar, evangélica, afirmou ter feito orações e recebido a resposta de que Jéssica ressuscitaria no dia seguinte.
Dois médicos tiveram que ir até a casa da família, onde ocorria o velório, para examinar o corpo e reforçar que a jovem estava morta. Os parentes de Jéssica só concordaram em prosseguir com o enterro quando algumas partes do corpo da jovem já aparentavam estar em estágio de decomposição.
“A jovem já saiu do hospital com o laudo de morte e não havia do que duvidar, mas a família, muito ligada a princípios religiosos, acabou se agarrando a ideia de um milagre. O que pode ter acontecido, por exemplo, é o corpo ter liberado algum gás, o que é normal. E como o corpo saiu do hospital e não foi examinado no IML, quando alguns órgãos chegam a ser retirados, a impressão que eles tinham é de que o corpo estaria pronto para volta à vida”,explicou o policial civil Fabiano Menezes, da Delegacia Distrital de Delmiro Gouveia, segundo o Extra.
Após muitas discussões, Jéssica foi enterrada por volta das 17h da sexta-feira (4), oito horas após o previsto.

Fonte: https://br.yahoo.com/noticias/em-alagoas-familia-suspende-velorio-por-achar-que-jovem-ressuscitaria-174753872.html

terça-feira, 1 de janeiro de 2019

A IGREJA E OS DESAFIOS DA PÓS-MODERNIDADE

“Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos”.
II Tim. 3:1
                   O primeiro grande desafio que a Igreja atual enfrenta é a crescente urbanização do mundo, com o inchamento das grandes cidades, metrópoles e megalópoles, como é o caso do Rio de Janeiro, São Paulo, Dubai, Tóquio e outras do mesmo porte mundo a fora, que geram desafios que devem ser encarados com muito critério. O primeiro deles é a diversificação cultural. Desta forma, Paulo que era de origem judaica, nasceu em Tarso e sofreu a influência helênica, vivenciou a diversidade como característica cultural do Império Romano. O latim era o idioma oficial, mas o grego predominava erm suas fronteiras entre povos de raízes culturais bem distintas. De igual modo, os centros urbanos, hoje, não são culturalmente homogêneos.
                   Há de se pensar também na falta de oportunidades sociais, pois a grande maioria não consegue sequer chegar à base da pirâmide social e acaba vivendo à margem do processo, nos subempregos, entregues às drogas, à mendicância, à prostituuição, ao banditismo e toda sorte de violência. Em função disso, constata-se o surgimento de favelas. Esse fator, afeta diretamente a sociedade. Nos últimos meses, o Brasil como outros paises do mundo, enfrenta o problema dos refugiados. Pessoas que fogem de seus paises a procura de refúgio e segurança para suas familias.
                   O materialismo é também, uma característica da metropolização. Se, de um lado a luta pela sobrevivência leva os mais pobres a pensar apenas no que comer hoje, isto é, sem qualquer tempo para os assuntos espirituais, por outro lado, os detentores de riquezas agem como o rico da parábola de Lc. 12: os bens materiais somente lhes interessam. Nessa premissa, o reflexo nas igrejas é inevitável. Um país capitalista como o nosso, onde a possibilidade de ascenssão às camadas sociais mais elevadas tem levado muitos cristãos a ocuparem seu tempo com tudo aquilo que lhe projeta socialmente e financeiramente, estabelecendo isso como prioridade, colocando o reino de Deus em segundo ou terceiro plano.
                   Outro aspecto são as novas tendências sociais que alteram valores sagrados para a saúde moral da sociedade, ditando um novo conceito de familia, completamente divorciado dos princípios do Evangelho e, perigosamente vem atingindo até mesmo nossos arraiais. Isto sem falar na incidência de outras circunstãncias como a secularização, a defesa do aborto, a prática da homossexualidade, vida em comum entre jovens sem o compromisso do matrimônio, corrupção, entre outras situações que tornam os defensores dos padrões bíblicos aparentemente antiquadros e ultrapassados.
                   O avanço das seitas se constitui, também, noutra face do desafio da vida urbana. Elas surgiram na época de Paulo conforme ele escreveu à Timóteo na 2ª Carta cap. 2:14-19 e nos anos subsequentes do Cristianismo mas em nenhum outro tempo da história tiveram expansão considerável como nos dias atuais. Carregadas de apelações e estratégias de auto-ajuda utilizam de todos os recursos disponíveis pela mídia e pregam uma teologia completamente adversa dos princípios do Evangelho genuíno atraindo multidões. Seus objetivos são puramente comerciais cujo marketing possibilita uma rápida proliferação enriquecendo seus líderes que se revelam como donos e fundadores de suas igrejas, cujos nomes estão a todo tempo em evidência e nunca o nome de Jesus, o verdadeiro idealizador do cristianismo.
       Por último, entre outros desafios, está o da solidão cósmica. Apesar da multidão que o cerca, da imensa selva de pedra na qual vive e o imenso rol de problemas próprios da grande cidade, o indivíduo tem se demonstrado extremamente só, deprimido e  perdido no cosmo. O grande desafio ocorre quando líderes religiosos são vítimas desta catástrofe, os quais de promotores de condutas moderadas, passam a ser vítimas do desequilíbrio chegando até ao suicídio e outros desvios de conduta. Cada vez mais se tem notícia de que jovens deixam a casa e o convívio de seus pais e passam a morar sozinhos em busca de uma “pseudo liberdade”. Na verdade, este comportamento só contribui cada vez mais para o desmoronamento social como: a desestrutura familiar, a porta aberta para a sexualidade livre e o consumo de drogas, entre outros.

SAMUEL AMARO, PASTOR
Presidente da CBM

quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

Bolsonaro convida pessoalmente Malafaia, Valandro Jr, Macedo e Valdemiro para sua posse

Silas Malafaia, Edir Macedo e Valdemiro Santiago integram a lista de convidados pessoais do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) para a cerimônia de posse, no próximo dia 01 de janeiro. Ao todo, mais de 140 convidados foram selecionados.
A posse de Jair Bolsonaro acontecerá sob forte esquema de segurança, e deverá ficar marcada como uma das mais populares do período que marca as eleições presidenciais com voto direto, com previsão de presença de 500 mil pessoas na Esplanada dos Ministérios.
A família do presidente eleito comparecerá em peso à posse: sua mãe, Olinda, com 89 anos de idade, e o único irmão de Jair Bolsonaro, Renato, estarão nas primeiras fileiras, assim como filhos, noras, cunhados, netos e sobrinhos também devem preencher as cadeiras reservadas aos convidados do mandatário.
Além do pastor Silas Malafaia, do bispo Edir Macedo e do auto-intitulado apóstolo Valdemiro Santiago, Bolsonaro fez questão de chamar o pastor Josué Valandro Jr., que dirige a Igreja Batista Atitude, no Rio de Janeiro, onde a futura primeira-dama, Michelle Bolsonaro, é membro. Recentemente, Valandro esteve presente na cerimônia de diplomação do presidente eleito e fez uma oração pelas autoridades presentes.
De acordo com informações da rádio Jovem Pan, ao todo serão dois mil convidados para a cerimônia no Congresso Nacional, onde Bolsonaro será empossado. Os convites têm sido entregues via Sedex, mas em alguns casos, a entrega é feita em mãos.
Uma recepção após a tradicional subida da rampa do Palácio do Planalto será feita no Ministério das Relações Exteriores, com a presença de outros mil convidados, que incluem autoridades de primeiro escalão do governo atual e do futuro, militares de alta patente, chefes de Estado, diplomatas, deputados estaduais e federais, senadores e governadores eleitos ou reeleitos dos estados.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

“Queremos um Brasil sem aborto”, diz Damares Alves após ser nomeada ministra

Na primeira entrevista após ser nomeada como futura titular do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves deixou claro que continuará com as lutas que marcaram sua trajetória no Congresso.
Pastora e advogada, ela destacou que está ciente dos desafios, em especial porque a Funai passará a ser sua responsabilidade. “A pasta é muito grande, muito ampla e agora a gente está trazendo para cá a Funai. Nós vamos trazer para o protagonismo políticas públicas que ainda não chegaram até às mulheres, e às mulheres que ainda não foram alcançadas pelas políticas públicas.”
Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br/damares-alves-brasil-sem-aborto-funai-ministerio-direitos-humanos/

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Dia da Bíblia


Celebrado no segundo domingo de dezembro, o Dia da Bíblia foi criado em 1549, na Grã-Bretanha pelo Bispo Cranmer, que incluiu a data no livro de orações do Rei Eduardo VI. O Dia da Bíblia é um dia especial, e foi criado para que a população intercedesse em favor da leitura da Bíblia. No Brasil a data começou a ser celebrada em 1850, quando chegaram da Europa e EUA os primeiros missionários cristãos evangélicos. Porém, a primeira manifestação pública aconteceu quando foi fundada a Sociedade Bíblica do Brasil, em 1948, no Monumento do Ipiranga, em São Paulo (SP).
E, graças ao trabalho de divulgação das Escrituras Sagradas, desempenhado pela entidade, o Dia da Bíblia passou a ser
comemorado não só no segundo domingo de dezembro, mas também ao longo de toda a semana que antecede a data. Desde dezembro de 2001, essa comemoração tão especial passou a integrar o calendário oficial do país, graças à Lei Federal 10.335, que instituiu a celebração do Dia da Bíblia em todo o território nacional.
Hoje, as celebrações se intensificaram e diversificaram. Realização de cultos, carreatas, shows, maratonas de leitura bíblica, exposições bíblicas, construção de monumentos à Bíblia e distribuição maciça de Escrituras são algumas das formas que os cristãos encontraram de agradecer a Deus por esse alimento para a vida.
 Fonte: http://www.sbb.org.br/eventos/diadabiblia/historia-do-dia-da-biblia/

segunda-feira, 19 de novembro de 2018

COLUNA VIDA EM FAMÍLIA O segredo de um casamento duradouro

Recentemente, a imprensa noticiou que o Guinness Book, o livro dos recordes, reconheceu o casal japonês, Masao e Mitako, como o casal que tem o casamento mais longo do mundo. Eles estão casados há 80 anos. Perguntada sobre o segredo para um casamento durar tanto tempo, ela respondeu que é a paciência, a tolerância.

Interessante que a repórter perguntou somente a ela e não a ele também. Mas isso é outro problema que muita gente não percebe, que é de fundo ideológico. Mas vamos ao que interessa.
T-o-l-e-r-â-n-c-i-a!

Ela está absolutamente certa. Um casamento, para durar muitos anos, é preciso que aja, em ambas as partes, esta atitude: paciência ou tolerância.

Tolerância é arte de conviver com o outro, sabendo que muitas coisas no cônjuge não  mudarão e temos que administrar isso na relação conjugal para a permanência do próprio casamento.

Em um dos seminários para casais que eu e minha esposa, ElizabeteBifano, oferecemos nas Igrejas, há mais de 20 anos, e que tem ajudado centenas de casais, lembramos que existem dois tipos de conflitos: os conflitos temporários e os permanentes. Os permanentes são aqueles que estão arraigados à nossa personalidade, na nossa formação, que são muito difíceis de serem resolvidos. Então, o segredo para conviver com esses conflitos, os permanentes, é uma boa dose de paciência, de tolerância.

Não adianta ficar, como diz o adágio popular, dando murro em ponta de faca para que o outro mude. Nesse caso, é necessário ter somente a paciência, aprender a tolerar. É importante lembrar que quando usamos a expressão “tolerar”, de forma alguma recomendamos tolerância a abusos, violência doméstica e outras coisas que diminuem o outro. Tolerância, aqui, são aquelas atitudes que não gostaríamos de ver no outro, mas estão lá.

Vou dar um exemplo do meu próprio casamento.  Sempre quando chego em casa, na maioria das vezes, deixo minha carteira, óculos e chaves sobre a mesa da sala. Eu sei que minha esposa, Bete, não gosta, mas minha atitude é quase instintiva. Ela já falou comigo várias vezes sobre isto e, muitas vezes, eu tomo cuidado de colocar esses objetos em um lugar apropriado. Mas quando tenho uma recaída, ela já não fala mais nada. Já cansou de falar. Agora, quando cometo este deslize, ela pratica a tolerância, a paciência. Para que ficar brigando todas as vezes que faço isso? Entre brigar e tolerar, ela escolheu a bifurcação entre paciência e tolerância. O apóstolo Paulo quando escreveu sobre o amor, em I Coríntios 13, afirmou que o amor é paciente, é tolerante (I Coríntios 13.4,7).

A tolerância ou a paciência deve ser cultivada e exercida a cada dia da relação conjugal sempre pensando que este é o melhor caminho para o bem da relação. Com certeza, temos muitos motivos que nos aborrecem e que gostaríamos que não existissem na relação, mas estão lá.

Para a tolerância fazer parte de nossa atitude no casamento precisamos pedir a Deus por ela. Deus é paciente conosco. Ele pode nos ajudar neste sentido. Um outro exercício é contar de 1 a 100, pausadamente. Um terceiro caminho é maximizar as virtudes e minimizar os defeitos do cônjuge. Se caminharmos pela estrada da tolerância podemos, quem sabe, bater o recorde dos idosos japoneses.
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Gilson Bifano. Escritor, palestrante e coach na área de casamento e família. Siga-o no Instagram: @gilsonbifano
Contato: oikos@ministeriooikos.org.br

MINI P70 EM CURRAL DE DENTRO - 17/11/12

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