segunda-feira, 13 de março de 2017

O povo de Deus precisa de pregação e de ensino

Ao longo dos anos, não deixei em secreto a minha admiração por homens como Martinho Lutero e João Calvino, que foram tão influentes na recuperação do evangelho durante a Reforma Protestante do século XVI. Eu fico maravilhado com seus intelectos imponentes e capacidade de permanecerem firmes em meio a muitos perigos. O amor deles pela verdade bíblica é um exemplo a ser seguido, e à medida que me aproximo de vinte anos de pregação semanal em Saint Andrew’s Chapel, sou particularmente grato pelo seu modelo pastoral. Os dois homens foram “célebres” em seus dias, mas nenhum deles passou seus anos viajando pela Europa, a fim de consolidar um movimento de seguidores. Em vez disso, ambos se dedicaram à sua vocação primária de pregar e ensinar a Palavra de Deus. Ambos eram pregadores incansáveis ​​— Lutero em Wittenberg, na Alemanha, e Calvino em Genebra, na Suíça. Eles consideraram seriamente o ministério da Palavra de Deus, então, quando eles falam sobre a tarefa do pregador, eu presto muita atenção.
Há mais de uma década, fui convidado a dar uma palestra sobre a visão de Martinho Lutero sobre a pregação e descobri que a preparação para esse exercício era inestimável para meu próprio trabalho como pregador. Descobri também que aquilo que Lutero tinha a dizer sobre a pregação não era apenas para o pastor, mas também para toda a igreja, e é surpreendente quão atuais as suas palavras permanecem em nossos dias.
Uma das ênfases que encontramos repetidamente nos escritos de Lutero é que um pregador deve ser “apto a ensinar”. Em muitos aspectos, essa não é uma grande descoberta, pois ele está apenas reafirmando as qualificações que são estabelecidas no Novo Testamento para os anciãos da igreja (1 Timóteo 3.2). Contudo, considerando o que esperamos dos nossos pregadores hoje, as

quinta-feira, 9 de março de 2017

Dicas para lidar com o vício e a mentalidade inconstante

Mez McConnell

Uma coisa que eu aprendi como um ex-viciado (e trabalhando extensivamente com eles) nos últimos 20 anos é que, em geral, gostamos (se não amamos) das coisas que muitas vezes nos controlam. A dependência pode ser um monstro tão estranho porque, por um lado, queremos desesperadamente mudar e, por outro lado, não. Nós amamos e odiamos o que nos escraviza, ao mesmo tempo. Essa é uma condição que muitas pessoas vivem e têm vindo a (tristemente) aceitar ao longo dos anos.
Muitas vezes, quando as pessoas vêm para aconselhamento, inevitavelmente discutiremos como elas se sentem impotentes para mudar suas atuais circunstâncias de vida. Elas se sentem fora do controle. Elas estão cansadas de suas vidas. Elas acreditam e fazem certas coisas porque pensam que essas coisas lhes darão mais controle e os tornarão felizes. É por isso que temos tais problemas com dependência em nossa sociedade. Odiamos as coisas que fazemos e, ao mesmo tempo, precisamos delas para nos ajudarem a lidar com nossas vidas sem esperança. Quando os viciados começam a fazer seja o que for, geralmente era por ser divertido, mas quando essa questão chega à minha porta, não é mais divertido para eles. Na verdade, exatamente aquilo que eles costumavam controlar, agora os controla. Assim, ao lidar com viciados, eu gosto de fazer às pessoas a seguinte pergunta:

Quais são algumas das coisas que atualmente estão controlando sua vida?

Bebida, drogas, pensamentos, luxúria, pessoas, etc. A lista pode ser infinita. O vício (que tratamos como uma forma de idolatria) não necessariamente é relativo a produtos químicos. Muitas vezes, a vida das pessoas pode assemelhar-se um pouco a um cabo-de-guerra. Elas são puxadas em uma

COMO TER CERTEZA DE MINHA SALVAÇÃO? – AULA 90 - LIÇÃO -49 - FASE 2 -22.02-2017


INTRODUÇÃO

Na reunião de hoje, daremos continuidade à série “Grandes Perguntas sobre a Fé Cristã”. Com certeza, todos nós temos inquietantes perguntas sobre a nossa fé, as quais, vez por outra, surgem em nosso caminho e para as quais queremos encontrar respostas. O objetivo desta série, então, é abordar as dúvidas mais comumente presentes nas mentes de cristãos, sejam eles novos ou antigos na jornada da fé, e oferecer-lhes respostas bíblicas.

A pergunta a ser abordada hoje é: “Como ter certeza de minha salvação?”. Essa pergunta, juntamente com “O que acontece com as pessoas após a morte?”, por estar relacionada ao nosso destino eterno, é uma das que desperta mais curiosidade e preocupação. Que o Espírito Santo nos mostre claramente se fomos ou não salvos e, se o fomos, que ele nos dê a segurança da certeza!

DESENVOLVIMENTO DO ENSINO

Há muitos textos bíblicos que tratam sobre salvação. Isso faz sentido, já que salvação é o principal tema da Bíblia. A história registrada no Antigo Testamento diz respeito à revelação e construção progressiva do plano de salvação de Deus para a humanidade, o qual tem seu clímax e consumação em Jesus Cristo, no início do Novo Testamento, e sua aplicação na história seqüente, a história da Igreja, que tem seu começo registrado em Atos dos Apóstolos e nas cartas e epístolas neotestamentárias. O fim dessa história da salvação é contado em Apocalipse, estando também presente em outros escritos bíblicos.

Ao se buscar, nos textos bíblicos que tratam sobre salvação, respostas à pergunta proposta por esta lição (“como ter certeza de minha salvação?”), encontra-se, em síntese, quatro respostas. Essas respostas dizem respeito às provas, ou evidências, de que uma pessoa foi salva. Vamos a elas:
1.   FÉ EM JESUS

A fé em Jesus é a primeira base para a certeza quanto à salvação. Aliás, todas as demais provas são evidências conseqüentes dessa fé. Para uma pessoa ser salva, de acordo com a Bíblia, ela tem que crer em Cristo. Sem a fé em Jesus, uma pessoa não está salva. Sendo assim, uma pessoa descrente em Cristo não tem motivos para ter incertezas quanto à sua salvação. A resposta é simples; ela não está salva. Por outro lado, aquele que crê em Cristo, pode ter a segurança da certeza de estar salvo. João 3.16-18,36 diz: “Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. Pois Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para condenar o mundo, mas para que este fosse salvo por meio dele. Quem nele crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado, por não crer no nome do Filho Unigênito de Deus. (...) Quem crê no Filho tem a vida eterna; já quem rejeita o Filho não verá a vida, mas a ira de Deus permanece sobre ele”.

Vale lembrar, que, biblicamente, crer não é apenas acreditar, mas, sim, confiar. Há muitas pessoas que acreditam em Deus e em Jesus, ou seja, pensam que Deus existe e que a história de Jesus é verdadeira, mas não são salvas. Não são salvas porque, apesar de acreditar, não entregam em confiança suas vidas a Jesus, como “o caminho, a verdade e a vida” (João 14.6), ou seja, não têm Jesus como seu Salvador e Senhor pessoal.

2.   FRUTOS DE ARREPENDIMENTO

Uma pessoa verdadeiramente salva, ou seja, que crê em Cristo, de acordo com a Bíblia, manifestará em sua vida frutos de arrependimento. Foi isso que João Batista disse a alguns judeus que supostamente criam em Deus: “Raça de víboras! Quem lhes deu a idéia de fugir da ira que se aproxima? Dêem fruto que mostre o arrependimento” (Mateus 3.7-8). Arrependimento, no contexto bíblico, significa mudança de atitude. O que João Batista, então, estava dizendo para aqueles judeus, é que, se eles verdadeiramente tinham fé em Deus, eles deveriam manifestar mudanças de atitudes em suas vidas, quais sejam, deixar de praticar o mal e passar a praticar o bem.

Quanto a isso, há uma dura palavra de Jesus, registrada no chamado “Sermão do Monte”:

(Mateus 7.15-23). Todo aquele que verdadeiramente crê em Jesus dará frutos de vida correspondentes à sua fé. Semelhantemente, todo aquele que não crê em Jesus dará frutos de vida correspondentes à sua falta de fé. O fruto da fé, ou o bom fruto, é fazer a vontade do Pai que está nos céus. O fruto da falta de fé, ou o fruto ruim, é praticar o mal. Sendo assim, aquele que foi salvo, busca fazer a vontade de Deus, manifestando frutos de arrependimento.



3.   PRESENÇA E TESTEMUNHO DO ESPÍRITO SANTO

Uma terceira prova, ou evidência, de que uma pessoa foi salva é a presença e o testemunho do Espírito Santo. 1João 4.13 diz: “Sabemos que permanecemos nele, e ele em nós, porque ele nos deu do seu Espírito”. Efésios 1.13-14 diz: “Quando vocês ouviram e creram na palavra da verdade, o evangelho que os salvou, vocês foram selados em Cristo com o Espírito Santo da promessa, que é a garantia da nossa herança até a redenção daqueles que pertencem a Deus, para o louvor da sua glória”. Todos aqueles que foram salvos receberam o Espírito Santo, o qual é a garantia dessa salvação. Confirmando essa idéia, em 1Coríntios 3.16-17 e 6.19, Paulo diz que os crentes são a morada do Espírito Santo. Além disso, Paulo também diz: “Todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus. (...) O próprio Espírito testemunha ao nosso espírito que somos filhos de Deus” (Romanos 8.14,16). De acordo com João 1.12, é filho de Deus aquele que crê em Jesus. Sendo assim, aquele que crê em Jesus é guiado pelo Espírito Santo e recebe, no seu espírito, o testemunho e a confirmação de que ele é filho de Deus.

4.   PERSEVERANÇA NA FÉ

A quarta e última prova da salvação é a perseverança na fé. Não defendemos que a perseverança dos santos é o único meio pra salvação, mas cremos que aquele que verdadeiramente foi salvo, irá perseverar em sua fé em Cristo até o fim de sua vida ou da História, ou seja, a perseverança é uma evidência. Por outro, aquele que perseverar até o fim de sua vida ou da História será salvo, ou seja, a perseverança é uma exigência. 1Pedro 1.3-5 diz:
O que esse texto explicitamente diz é que aquele que crê em Cristo pode ter a segurança da certeza de que está salvo e de que nada, nem ninguém, poderá mudar isso! O próprio Deus se encarrega de guardá-lo! Quanto a isso, Paulo também diz em Romanos 8.35,38-39:

Se por um lado a perseverança é uma evidência, por outro ela é uma exigência. Aquele que não perseverar na fé não será salvo. Pode-se dizer que a não-perseverança é uma evidência de que, na verdade, nunca houve salvação. Pelo menos duas vezes Jesus disse que “aquele que perseverar até o fim será salvo” (Mateus 10.22; 24.13). A Bíblia também diz: “Disse Jesus aos judeus que haviam crido nele: ‘Se vocês permanecerem firmes na minha palavra, verdadeiramente serão meus discípulos. E conhecerão a verdade, e a verdade os libertará’” (João 8.31-32). Hebreus 3.14 diz ainda mais: “Pois passamos a ser participantes de Cristo, desde que, de fato, nos apeguemos até o fim à confiança que tivemos no princípio”.
Como explicar, entretanto, a situação de uma pessoa que, após participar da igreja durante um tempo, se afasta, não perseverando na fé? A Parábola do Semeador nos dá uma pista de resposta. Nessa parábola, são apresentados quatro tipos de solos que, na verdade, representam quatro tipos de pessoas. O segundo e terceiro solos representam pessoas que ouvem a Palavra e a recebem. Entretanto, permanecem por pouco tempo, abandonando a Palavra. A segunda por causa de tribulação ou perseguição e a terceira por causa das preocupações desta vida e do engano das riquezas (cf. Mateus 13.1-23). Sendo assim, essa parábola nos diz ser possível pessoas participarem da igreja e experimentarem um pouco do evangelho sem, de fato, crerem em Cristo e serem salvas, razão pela qual elas não perseveram na fé. Repare que a condição para que a semente, que é a Palavra de Deus, dê frutos duradouros, é um solo bom, ou seja, um solo que foi preparado para a semeadura, o que representa um coração que experimentou o novo nascimento.

CONCLUSÃO

Temos que concluir essa lição em dois momentos:

1.      Você crê em Cristo Jesus e, assim, já foi salvo? Se não, essa é uma excelente oportunidade para fazê-lo.

Posto isso, prossigamos:

2.      Se você crê em Cristo, tenha a segurança da certeza de estar salvo;

3.      Entretanto, se pensa e diz crer em Cristo, tem que manifestar em sua vida as seguintes provas e evidências:
          Frutos de arrependimento;

          Presença e testemunho do Espírito Santo;

          Perseverança na fé.

IGREJA BATISTA DO CALVÁRIO – SÃO JOÃO DO PARAÍSO – MG

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

ACAMPAMENTO IBC


A Bíblia é a Palavra de Deus? – AULA 89 - LIÇÃO -48 - FASE 2 -15.02-2017

INTRODUÇÃO
 Na reunião de hoje, daremos continuidade à série “Grandes Perguntas sobre a Fé Cristã”.  Com certeza, todos nós temos inquietantes perguntas sobre    a nossa fé, as quais, vez por outra, surgem em nosso caminho e para as quais queremos encontrar respostas. O objetivo desta série, então, é abordar as dúvidas mais comumente presentes nas mentes de cristãos, sejam eles novos   ou antigos na jornada da fé, e oferecer-lhes respostas   bíblicas.

A pergunta a ser abordada hoje é: “A Bíblia é a Palavra de Deus?”. Nos últimos anos, a partir do ano 2000, principalmente, muitas matérias acerca da Bíblia foram publicadas em importantes e conhecidas revistas brasileiras, tais como: Veja, Época, Isto É, Super Interessante, Galileo, Aventuras na História, etc. No geral, essas matérias falam sobre a fidedignidade da Bíblia, ou seja, se o conteúdo bíblico é digno ou não de confiança. Se a Bíblia é digna de confiança, então ela é a Palavra de Deus. Se não, ela é uma palavra de homens, que quiseram manipular a raça humana de acordo com suas pretensas verdades. É sobre isso que trataremos na lição de hoje, sem a intenção de oferecer todas as respostas e esgotar a discussão desse tema. Que o Espírito Santo nos revele que  a Bíblia é a Palavra de Deus para nós   hoje!
Desenvolvimento do ensino
Antes de tudo, há uma importante reflexão a ser feita. Se a Bíblia é a Palavra de Deus para os seres humanos, então ela é verdadeira e tem autoridade sobre homens e mulheres. Se a Bíblia é verdadeira e tem autoridade sobre homens e mulheres, então ela deve  ser  obedecida  e  toda  e  qualquer  ação  em desacordo com ela é errada e deve ser corrigida. Sendo assim, a grande pergunta desta lição não é simplesmente “a Bíblia é a Palavra de Deus?”, mas,
também, “a Bíblia tem autoridade sobre a minha vida?”. Ao final desta lição, então, você precisará escolher se submeter ou não ao que a Bíblia diz e, essa escolha, dirá se a Bíblia é ou não a Palavra de Deus para você.

Para buscarmos responder à pergunta-tema desta lição, precisamos começar por outra pergunta: “quais as evidências de que a Bíblia é a Palavra de Deus e, assim, tem autoridade sobre as pessoas?”.  Nesse ínterim, há dois tipos  de evidências: (1) internas e (2) externas. As evidências internas dizem respeito     a o que a Bíblia diz sobre si mesma. As evidências externas se referem a o que a Ciência, por exemplo, diz sobre a Bíblia. Como estamos em um Núcleo Familiar  e não em uma escola, vamos apresentar, através dessa lição, apenas as evidências internas.

Quais são as evidências que a Bíblia nos oferece quanto a ser ela a Palavra de Deus? Vamos explorar alguns textos bíblicos que trazem essas    evidências.

1.      A Bíblia é a Palavra que procede da boca de Deus
Em Mateus 4.4, está escrito: “Jesus respondeu: ‘Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus’”. Ao    dar essa resposta ao Diabo, no contexto de sua tentação, Jesus citou um texto    do livro de Deuteronômio. Aliás, em cada uma das três respostas que ele deu     ao Diabo, nesse contexto, ele citou textos do Antigo Testamento.  Essa atitude      e o conteúdo da resposta citada logo acima nos mostram que, para Jesus, o conteúdo do Antigo Testamento, e da Bíblia, era palavra procedente da boca de Deus.

2.      A Bíblia é a Palavra de Deus dada através de homens
Em 2Pedro 1.19-21, está escrito: “Assim, temos ainda mais firme a  palavra dos profetas, e vocês farão bem se a ela prestarem atenção, como a     uma candeia que brilha em lugar escuro, até que o dia clareie e a estrela da alva nasça no coração de vocês. Antes de mais nada, saibam que nenhuma profecia   da Escritura provém de interpretação pessoal, pois jamais a profecia teve origem na vontade humana, mas homens falaram da parte de Deus, impelidos pelo Espírito Santo”. Esse texto confirma a primeira evidência apresentada e nos leva um passo além. Ele diz que a palavra dos profetas, a profecia da Escritura, ou   seja, a Bíblia, tem sua origem em Deus, apesar de ter sido transmitida a nós por homens. A motivação e o conteúdo dessa palavra não foram humanos, mas, sim, divinos. Deus impeliu homens a transmitirem sua palavra para outros homens.
A Bíblia é inspirada e útil
Em 2Timóteo 3.15-17,  está escrito: “Porque desde criança você conhece  as Sagradas Letras, que são capazes de torná-lo sábio para a salvação mediante   a fé em Cristo Jesus. Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão,  para  a  correção  e  para  a  instrução  na  justiça,  para  que  o homem de Deus seja apto e  plenamente  preparado  para  toda  boa  obra”.  Esse texto confirma as duas primeiras evidências apresentadas e nos leva a um terceiro passo. Ele diz que toda a Escritura é inspirada por Deus, ou seja, que toda a Bíblia tem sua origem de motivação e conteúdo em Deus. Por isso, a Bíblia tem utilidade, isto é, não é uma Palavra para ser apenas conhecida e admirada, mas, também, praticada. A Bíblia exerce as funções de ensino, repreensão, correção e instrução, o que quer dizer que ela pode exercer autoridade sobre o caráter e a conduta dos seres humanos, de modo que eles sejam conforme a vontade de Deus. Além disso, a Bíblia oferece às pessoas o conhecimento necessário para  que elas sejam salvas, qual seja, Cristo   Jesus.

Conclusão
Concluindo esta lição, podemos apontar uma última evidência de que       a Bíblia é a Palavra de Deus. Muitas pessoas, de diferentes lugares e épocas, tiveram a experiência de ouvir a voz de Deus através das páginas bíblicas. Diante disso, alguns podem dizer: “Mas isso não é evidência!”. A resposta contestação é: “Apenas quem já passou por essa experiência pode afirmar isso”. Em 1Coríntios 2.14, Paulo diz: “Quem não tem o Espírito não aceita as coisas que vêm  do Espírito de Deus, pois lhe são loucura; e não é capaz de entendê-las, porque       elas são discernidas espiritualmente”. Aqueles que não têm o Espírito Santo, ou seja, não foram salvos pela graça de Deus mediante a fé em Cristo Jesus, não são capazes de entender e acreditar na experiência de se ouvir a voz de Deus através da Bíblia. Mas essa é uma experiência que está à disposição de todos aqueles   que têm o Espírito Santo e são filhos de Deus. Jesus disse, em João 10.27: “As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem”.

Desafios
Você crê, ou seja, acredita e confia,  que:

1.      A Bíblia é a Palavra que procede da boca de Deus;
2.      A Bíblia é a Palavra de Deus dada através de homens;
A Bíblia é inspirada e útil?
Se sim, então:

1.      A Bíblia tem autoridade sobre a sua  vida;
2.      Você deve viver de acordo com o que a Bíblia lhe diz;
3.      Não crer em qualquer palavra da Bíblia é não crer em Deus;

4.      Não obedecer qualquer palavra da Bíblia é não obedecer a Deus.   O que você fará diante  disso?

domingo, 19 de fevereiro de 2017

COMO CRESCER ESPIRITUALMENTE? – AULA 88 - LIÇÃO -47 - FASE 2 -08.02-2017


INTRODUÇÃO

Na reunião de hoje, daremos continuidade à série “Grandes Perguntas sobre a Fé Cristã”. Com certeza, todos nós temos inquietantes perguntas sobre a nossa fé, as quais, vez por outra, surgem em nosso caminho e para as quais queremos encontrar respostas. O objetivo desta série, então, é abordar as dúvidas mais comumente presentes nas mentes de cristãos, sejam eles novos ou antigos na jornada da fé, e oferecer-lhes respostas bíblicas.

A pergunta a ser abordada hoje é: “Como crescer espiritualmente?”. Infelizmente, uma triste constatação pode ser feita a respeito da igreja. Por um lado, muito têm se convertido a Cristo, aumentando-se, assim, o rebanho de Cristo. Por outro, muitos têm anos de caminhada com Jesus, e podem ser apontados como “anciãos da fé”. Entretanto, são poucos os que são espiritualmente maduros, ou seja, têm crescido de modo a alcançar um alto nível espiritual. Quais as causas dessa ausência de maturidade? A primeira delas é o desconhecimento acerca de como crescer espiritualmente. A segunda, porém, é o não colocar em prática, apesar de saber, os passos para o crescimento espiritual. Na lição de hoje, que o Espírito Santo te ensine e te desafie a praticar o que a Bíblia diz a respeito do crescimento espiritual! Lembre-se de Tiago 1.22: “Sejam praticantes da palavra, e não apenas ouvintes, enganando-se a si mesmos”.

DESENVOLVIMENTO DO ENSINO

A Bíblia ensina que um dos propósitos de Deus para os seres humanos é que eles sejam transformados à imagem e semelhança de Jesus. Paulo assim diz em Romanos 8.29: “Pois aqueles que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos”. Segundo Paulo, todos aqueles que crêem em Jesus e são filhos de Deus têm um destino em comum: serem conformes a imagem de Jesus, de modo que ele seja o primeiro filho em uma família de muitos filhos e irmãos semelhantes a ele.


A que distância os seres humanos estão desse destino? A Bíblia diz, em Gênesis 1.27,31, que “criou Deus o homem à sua imagem, à imagem de Deus os criou; homem e mulher os criou. (...) E Deus viu tudo o que havia feito, e tudo havia ficado muito bom”. No princípio da criação, os seres humanos (o primeiro homem e a primeira mulher) eram perfeitamente à imagem de Deus, isto é, tinham plenamente a imagem de Deus em si. O que seria essa imagem? Dentre outras coisas, podemos dizer que a imagem de Deus no ser humano se refere ao fato de ele ser espiritual, inteligente, relacional e moral tal como Deus o é.

Contudo, apesar de o homem ter sido criado perfeita e plenamente à imagem de Deus, essa situação não perdurou. Em Gênesis 3, está registrado o relato da queda, em que Adão e Eva decidem desobedecer a Deus e, assim, pecam contra ele e passam a experimentar a morte espiritual. Com essa morte, a perfeita e plena imagem de Deus no homem é corrompida e esvaziada. Quanto a isso, Paulo diz em Romanos 6.23 e 3.23: “Pois o salário do pecado é a morte”; “Pois todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus”.

A partir disso, surge o propósito divino de os seres humanos serem transformados à imagem e semelhança de Jesus. Em Cristo, é consumado o grande plano divino de restauração da humanidade, o qual inclui a restauração da imagem de Deus no ser humano. A Bíblia diz: “Cristo (...) é a imagem de Deus” (2Coríntios 4.4); “Ele é a imagem do Deus invisível” (Colossenses 1.15); “O Filho é o resplendor da glória de Deus e a expressão exata do seu ser” (Hebreus 1.3). Se é plano de Deus restaurar a perfeita e plena imagem dele no ser humano e Jesus é a perfeita e plena imagem de Deus, é plano de Deus que os seres humanos sejam como Jesus.

Aquele que crê em Cristo e, assim, é filho de Deus, já deu o primeiro e mais importante passo desse processo. Ele foi resgatado da morte, recebendo a vida eterna por meio de Cristo. Ele foi perdoado de seus pecados e passou a ser habitação do Espírito de Deus. Ele foi justificado e iniciado em um caminho de santificação, que tem como linha de chegada o ser semelhante a Jesus. Após ter o seu primeiro encontro com Cristo, o cristão é desafiado a crescer espiritualmente, até alcançar a estatura do homem perfeito, que é Cristo (Efésios 4.13).

Quais são os elementos necessários para se alcançar esse crescimento? Vamos a alguns deles.

1.    O Espírito de Deus

O Espírito Santo é o poder necessário para que o processo de transformação do ser humano à imagem de Jesus seja eficiente e eficaz. Na conversão a Cristo, recebemos o Espírito de Deus, o qual passa a habitar em nós e a agir em constantemente em nossas vidas. Todas essas ações têm em vista a nossa santificação, ou seja, a restauração da imagem de Deus em nós. Quanto a isso, a Bíblia diz: “E todos nós, que com a face descoberta contemplamos a glória do Senhor, segundo a sua imagem estamos sendo transformados com glória cada vez maior, a qual vem do Senhor, que é o Espírito” (2Coríntios 3.18); “Por isso digo: Vivam pelo Espírito, e de modo nenhum satisfarão os desejos da carne” (Gálatas 5.16). Sendo assim, podemos concluir que esforços humanos não são suficientes para que o ser humano seja santificado. Não é uma questão de força de vontade e boas intenções.


2.    A Palavra de Deus

O segundo elemento necessário para se crescer espiritualmente e se alcançar a maturidade é a Palavra de Deus. Jesus assim orou quanto aos seus discípulos: “Santifica-os na verdade, a tua palavra é a verdade” (João 17.17). A Palavra de Deus é, juntamente com o Espírito Santo, um agente de transformação do ser humano à imagem de Jesus. Em Efésios 6.17, ela é chamada de “espada do Espírito” e em Hebreus 4.12, há uma breve descrição acerca do seu poder: “Pois a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais afiada que qualquer espada de dois gumes; ela penetra até o ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e julga os pensamentos e intenções do coração”. A Palavra de Deus participa do nosso processo de santificação apresentando-nos a vontade de Deus para as nossas vidas, a qual está de acordo com o seu caráter, ou seja, o padrão de vida que devemos ter para sermos conforme a imagem de Jesus. Isso se dá porque cada um dos princípios e ensinamentos da Palavra compõem um quadro da face de Cristo, o qual viveu de acordo com a vontade de Deus e manifestando o seu caráter.

3.    A vontade humana


Apesar do poder existente na Palavra e no Espírito de Deus para o nosso crescimento espiritual, há um terceiro e indispensável elemento: a vontade humana. Embora os esforços humanos não sejam suficientes para que o ser humano seja santificado, eles são necessários. Em Hebreus 12.4,14, está escrito: “Na luta contra o pecado, vocês ainda não resistiram até o ponto de derramar o próprio sangue. (...) Esforcem-se para viver em paz com todos e para serem santos; sem santidade ninguém verá o Senhor”. Na luta contra o pecado, não é Deus quem veste a luva e sobe no ringue. Nós é que fazemos isso. Paulo diz em Colossenses 3.5: “Façam morrer tudo o que pertence à natureza terrena de vocês”. Para tanto, todavia, precisamos estar bem treinados pela Palavra de Deus (2Timóteo 2.15) e fortalecidos pelo poder do Espírito Santo (Efésios 6.10). Somente assim conseguiremos nocautear o pecado.
CONCLUSÃO E DESAFIOS

Concluindo essa lição, podemos dizer que há um último elemento muito importante para o crescimento espiritual de uma pessoa: o tempo. Apesar de vivermos em uma sociedade imediatista, essa não é uma característica do crescimento espiritual. À semelhança de uma planta, que necessita de tempo para se desenvolver, todos nós, cristãos, precisamos de tempo para nos tornarmos semelhantes a Jesus. Aliás, esse é um processo que perdurará todo o período de tempo de nossas vidas: desde nossa conversão a Cristo até nossa morte ou arrebatamento. Sendo assim, seja paciente e perseverante nessa caminhada!

1.    Você tem buscado o poder de Deus necessário para a sua santificação? Para tanto, você tem dependido do Espírito Santo ou tem confiado em sua própria força?

2.    Você tem se dedicado à leitura e entendimento da Palavra de Deus? Você a tem estudado com regularidade e constância? Por exemplo, Tem estudado a lição da EBD? Tem frequentado os cultos?

3.    Você tem se esforçado para se santificar e ser cada vez mais santo? Lembre-se: você é quem dará o golpe que nocauteará o pecado.
4.    Seja paciente e perseverante no seu processo de santificação!



                        IGREJA BATISTA DO CALVÁRIO – SÃO JOÃO DO PARAÍSO – MG

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

COMO RESTAURAR RELACIONAMENTOS QUEBRADOS? – AULA 87 - LIÇÃO -46 - FASE 2 -01.02-2017

(Extraído e adaptado do livro “Uma vida com propósitos”, de Rick Warren)

INTRODUÇÃO

Na reunião de hoje, daremos continuidade à série “Grandes Perguntas sobre a Fé Cristã”. Com certeza, todos nós temos inquietantes perguntas sobre a nossa fé, as quais, vez por outra, surgem em nosso caminho e para as quais queremos encontrar respostas. O objetivo desta série, então, é abordar as dúvidas mais comumente presentes nas mentes de cristãos, sejam eles novos ou antigos na jornada da fé, e oferecer-lhes respostas bíblicas.

A pergunta a ser abordada hoje é: “Como restaurar relacionamentos quebrados?”. Quem nunca teve em sua história de vida um relacionamento quebrado? Talvez muitos hoje estejam enfrentando esse tipo de situação, a qual não está de acordo com a vontade de Deus. Deus deseja que os seres humanos, especialmente os seus filhos, vivam conectados e em paz uns com os outros. Paulo escreveu à igreja em Éfeso: “Façam todo o esforço para conservar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz” (Efésios 4.3). O Senhor, entretanto, não quer que apenas estejamos em paz com os outros. Ele também deseja que sejamos promotores da paz entre as pessoas. Jesus disse: “Bem-aventurados os pacificadores, pois serão chamados filhos de Deus” (Mateus 5.9). Que o Senhor, através desta lição, nos ensine a sermos promotores da paz nos nossos e nos demais relacionamentos!

DESENVOLVIMENTO DO ENSINO

No excelente livro “Uma vida com propósitos”, Rick Warren, ao tratar sobre o segundo propósito de Deus para os seres humanos, qual seja, o da comunhão (“Você foi formado para fazer parte da família de Deus”), no capítulo intitulado “Restaurando a comunhão quebrada”, afirma que “Deus quer que valorizemos os relacionamentos e nos esforcemos para mantê-los, em vez de descartá-los sempre que houver um desacordo, uma mágoa ou um conflito” (p.133). Diante disso, surge a pergunta: como restaurar relacionamentos quebrados? O próprio Warren sugere sete passos bíblicos e práticos para a restauração da comunhão. São eles:

1.        Fale com Deus antes de falar com a pessoa

Converse sobre o problema com Deus. Se antes de mais nada você for orar a respeito do conflito em vez de fofocar com um amigo, descobrirá que em geral ou Deus muda o seu coração, ou muda o coração da outra pessoa, sem sua ajuda. Todos os relacionamentos seriam mais tranqüilos se você tão-somente orasse mais a respeito deles.

Assim como Davi compôs seus salmos, use a oração para desabafar verticalmente. Conte a Deus suas frustrações. Grite por sua ajuda. Ele nunca fica surpreso ou chateado com sua raiva, mágoa, insegurança ou qualquer outra emoção. Diga-lhe, portanto, exatamente como se sente (p.134).

2.     Tome sempre a iniciativa

Não importa se você ofendeu ou se foi ofendido: Deus espera que você dê o primeiro passo. Não espere pela outra parte, vá primeiro a ela. Restaurar a comunhão perdida é tão importante que Jesus ordenou até mesmo que tivesse precedência sobre o culto de adoração. Ele disse: Se você entrar no lugar da adoração e na hora de entregar a oferta você repentinamente se lembrar de um rancor que um amigo tem contra você, abandone sua oferta, deixe-a imediatamente, procure esse amigo e acerte as contas com ele. Então, só depois de fazer isso, volte e acerte as coisas com Deus (Mateus 5.23-24).

Quando a comunhão é prejudicada ou rompida, planeje imediatamente uma conferência de paz. Não fique procrastinando, arrumando desculpas, nem prometa: “Dou um jeito nisso um dia desses”. Programe um encontro o mais rápido possível. Demoras só aprofundam ressentimentos e pioram a situação. Quando se trata de conflitos, o tempo não cura nada; ele faz que as mágoas se aprofundem (p.135).

3.   Tenha compaixão pelos sentimentos dos envolvidos

Use mais os ouvidos do que a boca. Antes de procurar solucionar qualquer desavença, você deve primeiro dar ouvidos aos sentimentos das pessoas. Paulo aconselhou: Que ninguém procure somente os seus próprios interesses, mas também o dos outros (Filipenses 2.4). A frase “cuidar de” é a palavra grega skopos, de onde formamos as palavras “telescópio” e “microscópio”. Significa prestar total atenção! Concentre-se em seus sentimentos, e não nos fatos. Comece pela compaixão, e não pela solução.

Não comece tentando conversar com as pessoas sobre como elas se sentem. Apenas ouça-as e deixe-as descarregar emocionalmente, sem ficar na defensiva. Assinta com a cabeça, sinalizando que compreende mesmo quando não concorda. Sentimentos nem sempre são verdadeiros ou lógicos. Na verdade, ressentimentos nos fazem agir e pensar como tolos. Davi admitiu:

O meu coração estava cheio de amargura, e fiquei revoltado. Eu não podia compreender, ó Deus; era como um animal, sem entendimento (Salmo 73.21-22). Todos agimos como animais quando estamos feridos (p.135-6).

4.   Confesse sua parte no conflito

Se você realmente deseja restaurar um relacionamento, deve começar admitindo os próprios erros e transgressões. Jesus disse que esta é a forma de ver as coisas com mais clareza: Tire primeiro a viga do seu olho, e então você verá claramente para tirar o cisco do olho do seu irmão (Mateus 7.5).

Já que todos temos pontos cegos, você precisará pedir a uma terceira pessoa que o ajude a avaliar suas ações antes de se encontrar com a pessoa com quem você tem um conflito. Também peça a Deus que lhe mostre quanto do problema foi causado por você. Pergunte: “Sou eu o problema? Estou sendo irrealista, insensível ou sensível demais?”. A Bíblia diz: Se afirmarmos que estamos sem pecado, enganamos a nós mesmos (1João 1.8) (p.136-7).

5.   Invista contra o problema e não contra a pessoa

Não há como solucionar o problema se você estiver preocupado em identificar a culpa. Você terá de fazer uma escolha. A Bíblia diz: A resposta calma desvia a fúria, mas a palavra ríspida desperta a ira (Provérbios 15.1). Você nunca se fará entender estando zangado, então escolha cuidadosamente as palavras. Uma resposta branda é sempre melhor que uma resposta sarcástica.

Na solução de conflitos, a maneira em que você fala é tão importante quanto o que você fala. Se você falar de forma ofensiva, a outra pessoa ouvirá de forma defensiva. Deus nos diz: Quem tem coração sábio é conhecido como uma pessoa compreensiva; quando mais agradáveis são as palavras, mais você consegue convencer os outros (Provérbios 16.21). Irritar as pessoas jamais funciona, e você nunca é persuasivo quando é áspero (p.137).

6.   Coopere tanto quanto possível

Paulo disse: Façam todo o possível para viver em paz com todas as pessoas (Romanos 12.18). A paz sempre tem uma etiqueta de preço. Às vezes custa o nosso orgulho;
freqüentemente custa o nosso egoísmo. Pelo bem da comunidade, faça o melhor que puder para chegar a um acordo, adapte-se aos outros e mostre preferência pelas necessidades deles (p.138).

7.      Dê ênfase à reconciliação, não à solução

Não é realista esperar que todos concordem a respeito de tudo. A reconciliação se atém ao relacionamento, enquanto a solução se atém ao problema. Quando focamos a reconciliação, o problema perde importância e não raro se torna irrelevante.
      Podemos restabelecer um relacionamento mesmo quando somo incapazes de resolver nossas diferenças. Os cristãos muitas vezes discordam sincera e legitimamente dando opiniões divergentes; mas podemos discordar sem ser  desagradáveis. O mesmo diamante tem diferentes aspectos quando visto de diferentes ângulos. Deus espera unidade, não uniformidade. Podemos caminhar de braços dados sem concordarmos em todos os assuntos (p.138).

CONCLUSÃO E DESAFIOS

Com quem você precisa entrar em contato, por causa desta lição? Com quem você precisa restaurar a comunhão? Não demore mais nem um segundo. Dê uma parada agora mesmo e converse com Deus sobre essa pessoa. Então pegue o telefone e comece o processo. Esses sete passos são simples, mas não são fáceis. É necessário muito esforço para restaurar a comunhão com alguém. Foi por isso que Pedro recomendou: Esforcem-se para viver em paz com os outros (1Pedro 3.11). Mas quando trabalha pela paz, você está fazendo o que Deus faria. É por isso que Deus chama os pacificadores de seus filhos (p.138).

Então, pare e pense:

1.      Quem são as pessoas com as quais tenho relacionamentos quebrados?

2.      Quando irei procurá-las para consertar esses relacionamentos?

3.      Como irei me comportar para consertar esses relacionamentos? 

MINI P70 EM CURRAL DE DENTRO - 17/11/12

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