terça-feira, 20 de dezembro de 2016
segunda-feira, 19 de dezembro de 2016
Marido, ame sua mulher
O apóstolo Paulo, em sua carta aos efésios (Ef 5.18-33), coloca os relacionamentos familiares dentro do contexto da plenitude do Espírito Santo. Nada mais oportuno. A esposa não consegue ser submissa a seu marido nem o marido amar sua mulher sem a plenitude do Espírito Santo. Um marido cheio do Espírito ama a sua mulher como Cristo amou a igreja. Esse amor pode ser atestado como segue:
Em primeiro lugar, o marido deve amar sua mulher com amor incondicional. A palavra de Deus diz que Cristo amou os seus e amou-os até o fim (Jo 13.1). Jesus amou seus discípulos não por causa de seus méritos, mas apesar de seus deméritos. Amou-os não por causa de suas virtudes, mas apesar de suas fraquezas. O marido deve amar sua mulher com todas as suas limitações ou mesmo quando seu amor não é plenamente correspondido.
Em segundo lugar, o marido deve amar sua mulher com amor perseverante. Cristo amou os seus até o
Medeiros Neto: Morre idosa de 126 anos - Ela Nasceu em Salinas, Minas Gerais


Fonte: http://www.verdinhoitabuna.blog.br/2016/12/medeiros-neto-morre-idosa-de-126-anos.html
E agora, até quando esperar?
Fala pessoal, você já se pegou pensando em até quando deve esperar para começar um relacionamento? Se é a pessoa certa ou não? Se é plano de Deus pra sua vida sentimental ou não? Hoje vou compartilhar um vídeo com Vocês do “Eu Escolhi Esperar”, que é liderado pelo Pr. Nelson Junior e sua esposa Ângela Cristina, e ambos tem alcançado e ajudado muitos jovens através de palestras para solteiros e casados , e também através do canal no youtube.
E o vídeo que compartilho com Vocês hoje tem como tema: “Até quando esperar”, uma dúvida que paira sobre milhares de jovens Cristãos. E muitos deles não sabem como agir, e deixam de tomar algumas atitudes importantes como por exemplo, orar, conhecer direito a outra pessoa e saber se essa pessoa tem um relacionamento com Deus de verdade. Fazendo isso saberemos qual será a vontade de Deus para nossas vidas.
http://vidajovemcrista.com.br/e-agora-ate-quando-esperar/
sexta-feira, 16 de dezembro de 2016
sábado, 10 de dezembro de 2016
Biografia de Russell Phillip Shedd

Hudson, Helen e Russell, os três filhos maiores
dos Shedds, estavam espremidos junto à carga, e dormiram no embalo do caminhão.
Sonhavam com as aventuras que teriam durante a licença nos Estados Unidos.
Cansado após um longo dia de trabalho, o motorista também dormiu e o caminhão saiu da estrada. Não houve tempo para reagir. O veículo carregado tombou numa vala e parou com as rodas girando no ar frio da noite.
Leslie e Della Shedd pensaram o pior: nossos filhos foram esmagados pela bagagem. O silêncio parecia confirmar seus temores. Inspecionando mais de perto, perceberam que as crianças continuavam dormindo. Nem mesmo o acidente as despertou. Ninguém estava machucado.
As raízes latino-americanas
Ao recordar esses eventos da infância, o Dr. Russell Shedd tinha certeza que Deus preservou sua vida para uma obra especial. Suas raízes latino-americanas (ele nasceu na Bolívia) o preparam para uma vida de serviço no
Cansado após um longo dia de trabalho, o motorista também dormiu e o caminhão saiu da estrada. Não houve tempo para reagir. O veículo carregado tombou numa vala e parou com as rodas girando no ar frio da noite.
Leslie e Della Shedd pensaram o pior: nossos filhos foram esmagados pela bagagem. O silêncio parecia confirmar seus temores. Inspecionando mais de perto, perceberam que as crianças continuavam dormindo. Nem mesmo o acidente as despertou. Ninguém estava machucado.
As raízes latino-americanas
Ao recordar esses eventos da infância, o Dr. Russell Shedd tinha certeza que Deus preservou sua vida para uma obra especial. Suas raízes latino-americanas (ele nasceu na Bolívia) o preparam para uma vida de serviço no
Revista Teologia Brasileira homenageia dr. Russell Shed
A edição atual da Revista Teologia Brasileira oferece um ensaio do missionário Curtis Kregness, tratando da vida e obra de Russell Shedd.
A Revista também oferece um discurso de Dr. Shedd proferido na ocasião da comemoração do jubileu de ouro de Edições Vida Nova, em setembro de 2012, o qual é introduzido por uma breve história do início da editora e em seguida ele expõe as premissas e implicações que o amor e o compromisso à Palavra de Deus trazem para a Vida Nova.
Sendo o Deus que se revela na Escritura o interesse primordial de Dr. Shedd, o leitor poderá conferir o ensaio “O culto e a adoração que Deus almeja” publicado originalmente em 1987.
Por fim, a Revista apresenta o que foi a última palestra pública proferida por Dr. Shedd, que ocorreu em sua casa num café oferecido aos homens da Igreja Batista Jardim Consórcio-SP, em 8 de outubro do corrente ano. É uma tocante reflexão em 1Coríntios 3.1-17.
O vídeo da edição traz um momento especial do Dr. Russell Shedd no Congresso Vida Nova 2016. No dia 18 de março, ele conduziu o último momento devocional do Congresso e apresentou uma breve mensagem sobre a parábola do filho pródigo, mostrando o contraste entre um coração arrependido e uma postura farisaica.
http://www.teologiabrasileira.com.br/noticia.asp?codigo=237
Russell Phillip Shedd: uma vida de amor
domingo, 4 de dezembro de 2016
sexta-feira, 2 de dezembro de 2016
POR QUE OS CRISTÃOS SOFREM? – AULA 84 - LIÇÃO -44 - FASE 2 - 30.11-2016.
INTRODUÇÃO
Na reunião de
hoje, daremos continuidade à série “Grandes Perguntas sobre a Fé Cristã”. Com
certeza, todos nós temos inquietantes perguntas sobre a nossa fé, as quais, vez
por outra, surgem em nosso caminho e para as quais queremos encontrar
respostas. O objetivo desta série, então, é abordar as dúvidas mais comumente
presentes nas mentes de cristãos, sejam eles novos ou antigos na jornada da fé,
e oferecer-lhes respostas bíblicas.
A pergunta a
ser abordada hoje é: “Por que os cristãos sofrem?”. Certamente, essa é uma
pergunta que muitos se fazem quando estão em meio a uma tribulação e, quem
sabe, pensando em desistir. Que o Espírito Santo ensine e console o seu
coração!
DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
Na contramão da chamada “Teologia da
Prosperidade”, a Bíblia, como um todo, ensina e mostra que o justo (no caso, o
cristão) sofre. Quais são as razões que o texto sagrado nos dá para isso? São
algumas elas:
1.
Somos seres humanos como todos os demais, os
quais sofrem:
A Bíblia diz em João 16.33: “Neste
mundo vocês terão aflições”;
2.
Vivemos em um mundo caído, amaldiçoado por causa
do pecado:
Após o pecado
de Adão e Eva, Deus declarou acerca da terra: “Maldita é a terra por sua
causa” (Gn 3.17);
3. Somos pessoas caídas, corrompidas pelo pecado: Apesar de salvos
da condenação do pecado, ainda temos uma
essência pecaminosa, ou seja, experimentamos enfermidades e a morte, por
exemplo;
4.
Cometemos atos pecaminosos, os quais geram más
conseqüências:
Um grande exemplo disso é Davi, segundo rei de
Israel. Ele cometeu adultério com Bate-Seba e assassinou seu marido, Urias
(2Samuel 11). Por causa disso, o profeta Natã disse a Davi que a espada nunca
se afastaria de sua família, ou seja, que ele enfrentaria sérios problemas
familiares (2Samuel 12.10), o que, de fato, aconteceu;
5.
Fazemos escolhas erradas, as quais geram más
conseqüências:
Não são necessariamente escolhas pecaminosas,
mas, sim, escolhas que, de alguma forma, não foram bem feitas, seja por
precipitação, falta de sabedoria, falta de conhecimento, etc;
6. Podemos sofrer as más conseqüências de pecados e
escolhas erradas feitas por
sexta-feira, 25 de novembro de 2016
COMO ORAR DE MANEIRA EFICAZ?? – AULA 83 - LIÇÃO -43 - FASE 2 - 13.11-2016.
Grandes perguntas sobre a fé cristã
LIÇÃO 2:
COMO ORAR DE MANEIRA EFICAZ?
INTRODUÇÃO
Na reunião de hoje, terá início mais uma série
de lições de célula. O tema desta vez será “Grandes Perguntas sobre a Fé
Cristã”. Com certeza, todos nós temos inquietantes perguntas sobre a nossa fé,
as quais, vez por outra, surgem em nosso caminho, e para as quais queremos
encontrar respostas. O objetivo desta série, então, é abordar as dúvidas mais
comumente presentes nas mentes de cristãos, sejam eles novos ou antigos na
jornada da fé, e oferecer-lhes respostas bíblicas.
A pergunta a ser abordada hoje é: “como orar de
maneira eficaz?”. Certamente, esse é um segredo que todos querem aprender. Que
o Espírito Santo nos conduza pelos caminhos do conhecimento e da sabedoria
bíblica!
Desenvolvimento:
DESENVOLVIMENTO
DO ENSINO
1. A ORAÇÃO EFICAZ
1. Para você, o que é oração? O que é orar?
•
Orar é o ato de se dialogar com Deus. Deus é uma
pessoa, logo, é alguém com quem podemos e devemos dialogar. Esse diálogo, como
a própria palavra indica, envolve os atos de falar e ouvir. Assim sendo, na
oração, podemos falar com Deus o que está em nossos corações e ouvir o que ele
tem a nos dizer;
•
A oração, por se tratar de uma conversa, é espontânea, e não
2. Para você, o que é
eficácia? O que é ser eficaz?
•
A eficácia
mede a relação entre os resultados obtidos e os objetivos pretendidos, ou seja,
ser eficaz é conseguir atingir um dado objetivo. Em outras palavras, eficácia é
a capacidade de se produzir um efeito desejado.
Posto isso, algo interessante pode ser dito. Comumente, o conceito de
eficácia é confundido com o de eficiência e com o de efetividade.
•
A
eficiência se refere à relação entre os resultados obtidos e os recursos
empregados, ou seja, a quantidade de recursos que foram empregados para se
obter determinados resultados. Sendo assim, ser eficiente é alcançar um
determinado resultado da maneira mais econômica possível, ou seja,
utilizando-se do
terça-feira, 22 de novembro de 2016
Como organizar discursos e sermões
É comum ouvir algumas pessoas afirmarem que não sabem organizar seus discursos ou sermões. Por isso, muitos recorrem ao ‘Falar de improviso’, ou seja, sem o uso de recursos externos, apenas com as idéias do momento. Crie pastas para arquivar seus discursos. Você precisará de duas pastas, sejam elas de papel, plásticos, de trilho, suspensa, etc. De acordo com a sua necessidade.
Coloque uma etiqueta com o rótulo “SERMÃO EM PREPARO” em uma das
pastas. Pronto! Todos os sermões inacabados, incompleto serão
depositados nesta pasta. Arquive todas as anotações, idéias,
ilustrações, recortes de jornais, pensamentos ou qualquer
conteúdo que achar necessário. Ela servirá como uma verdadeira fonte
para um futuro sermão. Vá construindo seu sermão gradativamente
dia após dia, na proporção que as idéias forem surgindo. Não se apresse
para concluir um sermão. Muitas vezes é melhor deixar depurando.
pastas. Pronto! Todos os sermões inacabados, incompleto serão
depositados nesta pasta. Arquive todas as anotações, idéias,
ilustrações, recortes de jornais, pensamentos ou qualquer
conteúdo que achar necessário. Ela servirá como uma verdadeira fonte
para um futuro sermão. Vá construindo seu sermão gradativamente
dia após dia, na proporção que as idéias forem surgindo. Não se apresse
para concluir um sermão. Muitas vezes é melhor deixar depurando.
Agora vamos para a segunda tarefa. Coloque uma etiqueta com o
rótulo “SERMÃO PRONTO” na segunda pasta. Esta é a pasta que
conterá seus sermões já concluídos, prontos para usá-los. Guarde
as duas pastas sempre juntas uma da outra, assim ficará mais fácil
organizar seus discursos e sermões.
rótulo “SERMÃO PRONTO” na segunda pasta. Esta é a pasta que
conterá seus sermões já concluídos, prontos para usá-los. Guarde
as duas pastas sempre juntas uma da outra, assim ficará mais fácil
organizar seus discursos e sermões.
Seja flexível! Sempre que um sermão precisar de atualização, devolva-o
para a pasta intitulada “SERMÃO EM PREPARO” para que você possa
alterar, excluir ou adicionar novos conteúdos ou ilustrações. Deixa-o
por lá até que esteja totalmente concluído e apto para retornar para a
pasta “SEMÃO PRONTO”
para a pasta intitulada “SERMÃO EM PREPARO” para que você possa
alterar, excluir ou adicionar novos conteúdos ou ilustrações. Deixa-o
por lá até que esteja totalmente concluído e apto para retornar para a
pasta “SEMÃO PRONTO”
Crie o hábito de anotar tudo. Sempre que possível, mantenha papel e caneta
sempre à mão. Eu por exemplo, costumo andar com uma caneta e um pedaço
de papel no bolso da camisa. Faço isso há um bom tempo e até aqui tem
funcionado muito bem.
sempre à mão. Eu por exemplo, costumo andar com uma caneta e um pedaço
de papel no bolso da camisa. Faço isso há um bom tempo e até aqui tem
funcionado muito bem.
Lembrem-se, novas idéias poderão surgir a qualquer momento e
quando elas chegarem, não perca tempo. Anote-as! A inspiração não tem
hora nem lugar para chegar em nossa mente. Pode ser no carro, no ônibus,
na fila do banco, na sala de espera de um cartório (Como no momento em
que escrevi este post), ou até mesmo debaixo do chuveiro.
quando elas chegarem, não perca tempo. Anote-as! A inspiração não tem
hora nem lugar para chegar em nossa mente. Pode ser no carro, no ônibus,
na fila do banco, na sala de espera de um cartório (Como no momento em
que escrevi este post), ou até mesmo debaixo do chuveiro.
Não se esqueça de ler livros ou ver um filme que tenha relação com sua
atuação de trabalho. Isso ajuda-nos a manter nos sintonizados.
atuação de trabalho. Isso ajuda-nos a manter nos sintonizados.
http://evangelhohoje.blogspot.com.br/2010/10/como-organizar-discursos-e-sermoes.html
segunda-feira, 21 de novembro de 2016
O QUE ACONTECE COM AS PESSOAS APÓS A MORTE? – AULA 82 - LIÇÃO -42 - FASE 2 - 16.11-2016.
GRANDES PERGUNTAS SOBRE A FÉ CRISTÃ
O QUE ACONTECE COM AS PESSOAS APÓS A
MORTE?
INTRODUÇÃO
Na reunião de hoje, estudaremos sobre “Grandes Perguntas sobre a Fé Cristã”. Com
certeza, todos nós temos inquietantes perguntas sobre a nossa fé, as quais, vez
por outra, surgem em nosso caminho e para as quais queremos encontrar
respostas. O objetivo desta série, então, é abordar as dúvidas mais comumente
presentes nas mentes de cristãos, sejam eles novos ou antigos na jornada da fé,
e oferecer-lhes respostas bíblicas.
A pergunta a ser abordada hoje é: “O que
acontece com as pessoas após a morte?”. Certamente, essa é uma dúvida que “tira
o sono” de muitas pessoas e que gera debates acalorados. Que o Espírito Santo
nos conduza à verdade bíblica e à paz!
DESENVOLVIMENTO
DO ENSINO
Por que será importante responder à pergunta “o
que acontece com as pessoas após a morte?”? De acordo com Hebreus 9.27, a morte
é o destino certo dos seres humanos, ou seja, a única certeza que se pode ter
na vida é a morte. Quanto a isso, certa vez, alguém disse: “A morte é a
estatística absoluta: de cada um que nasce, um morre”. Sendo assim, a
importância de se saber o que acontecerá com as pessoas após a morte está na
possibilidade de se preparar adequadamente para esse momento. Max Anders diz:
“Preciso saber o que acontecerá quando eu morrer para preparar-me adequadamente
para a morte. A única certeza da vida é a morte e, se há algo que eu possa
fazer antes de morrer para ter segurança quando chegar a hora, isso deve ser a
minha prioridade número 1 da vida”.
1.
O que é a morte?
A Bíblia fala sobre três tipos de morte:
Morte
física: cessar da vida no
corpo físico; separação do corpo e do espírito (Eclesiastes 12.7; Tiago 2.26);
Morte
espiritual: separação
entre a pessoa e Deus (Romanos 3.23; 6.23);
Morte
eterna: concretização do
estado de separação entre a pessoa e Deus (Apocalipse 20.6; 21.8).
A morte física não é o fim da existência, mas,
sim, o cessar da vida no estado corpóreo que experimentamos hoje. A vida e a
morte são dois estados distintos de existência. Ou melhor, a morte é a
transição para um modo diferente de existência, fora do corpo.
1.
O que acontece com uma pessoa após a morte?
2.1.
Estados Intermediários
Quando uma pessoa morre, seu corpo deixa de
funcionar e seu espírito parte para o mundo espiritual de acordo com o seu
destino eterno (ou seja, para o céu ou para o inferno) e lá permanece até a
volta de Cristo e os eventos finais da História;
Esse período entre a morte e os eventos finais é
chamado de Estado Intermediário. Além de ter como significado estar entre um
momento e outro (no caso, entre a morte e os eventos finais), Estado
Intermediário também tem como significado um período momentâneo e passageiro.
Ou seja, não diz respeito ao Estado Final da existência humana;
No Antigo Testamento, há apenas uma palavra que
se refere ao Estado Intermediário. Essa palavra é “sheol” (“sepultura”) e faz referência ao lugar tanto dos mortos
justos quanto dos injustos. Já no Novo Testamento, há duas palavras que se
referem ao Estado Intermediário. Nesse contexto, a habitação dos mortos
é um lugar compartimentado, onde justos e injustos
estão separados. Os justos vão para o chamado “seio de Abraão” (lugar de
descanso), também chamado de paraíso ou céu, e os injustos para o “Hades” ou
inferno (lugar de tormento). Esses dois lugares estão separados por um “grande
abismo” (cf. Lucas 16.19-31);
A ida de uma pessoa para o céu ou para o inferno
após a sua morte
é
determinada pela fé ou não que essa pessoa tem
em Cristo. Sendo assim,
aqueles que crêem em Cristo (também chamados de
justos), após a morte, irão para o céu, para a presença de Deus. Aqueles não
crêem em Cristo (também chamados de injustos ou ímpios), após a morte, irão
para o inferno, para a ausência de Deus;
A Bíblia não ensina a Doutrina do Purgatório,
nem a da Oração pelos Mortos. Aquele que morre em Cristo vai diretamente para a
presença de Deus (cf. Lucas 23.43), enquanto que aquele que morre sem Cristo
vai diretamente para o inferno, não havendo oportunidade de modificação desse
estado;
A Bíblia também não ensina a Doutrina do “Sono
da Alma”:
Essa doutrina afirma que, quando os crentes
morrem, passam para um estado de existência inconsciente, sendo que a próxima
coisa de que terão consciência será a volta de Cristo, em que serão
ressuscitados para a vida eterna;
As duas bases para essa doutrina são o fato de a
Bíblia referir-se à “morte” como “sono” (cf. Atos 7.60; 13.36; 1Coríntios
15.6,18,20,51; 1Tessalonicenses 4.13-15) e o fato de experimentarmos o estado
intermediário sem corpo (ou seja, faz sentido supor que passaremos por isso
inconscientes);
Entretanto, a Bíblia usa a palavra “sono”,
referindo-se a “morte”, metaforicamente (cf. João 11.11-14). Além disso, a
Bíblia tem diversas passagens que dão a entender que a existência entre a morte
e a volta de Cristo e os eventos finais será consciente (cf. Lucas 16.19-21;
23.43; 2Coríntios 5.8; Filipenses 1.23).
2.1.Estados Finais
Os Estados Finais são aqueles a serem
experimentados após a volta de Cristo e os eventos finais da História,
especificamente o chamado Julgamento Final e as duas ressurreições que o
antecedem (cf. Apocalipse 20.11-15), de acordo com o Estado Intermediário no
qual a pessoa se encontra;
Sendo assim, são dois também os Estados Finais:
Novos Céus e Nova Terra (Apocalipse 21.1-22.6, especificamente os versículos
21.1-4) e Lago de Fogo e Enxofre (Apocalipse 19.20; 20.10,14-15);
Aquele que morreu em Cristo e que está no céu
será ressuscitado na ocasião da volta de Cristo (primeira ressurreição,
Apocalipse 20.4-6) e, após o Julgamento Final, experimentará os Novos Céus e a
Nova Terra;
Aquele que morreu sem Cristo e que está no
inferno será ressuscitado logo antes do Julgamento Final (segunda ressurreição,
Apocalipse 20.5,13) e, após esse julgamento, irá para o Lago de Fogo e Enxofre.
CONCLUSÃO
Após tratar sobre esses pontos tão complexos e inquietantes, uma
pergunta ainda resta para ser respondida: “Como devemos entender e encarar
nossa própria morte e a morte dos outros?”.
Nossa própria morte: não com temor, mas com alegria, na esperança de
estar com Cristo, primeiramente, no céu e, após o Julgamento Final, nos novos
céus e nova terra (cf. Lucas 23.43; Mateus 25.34). Leia o texto de Apocalipse
21.1-22.6 para ter uma idéia da maravilha que isso será!
A morte dos amigos e parente cristãos: com tristeza pela perda, mas com alegria por
terem partido para também estar com o Senhor (cf. 1Tessalonicenses 4.13);
A morte dos descrentes: a tristeza sentida não é acompanhada da alegria
e da certeza de que eles foram estar com o Senhor para sempre (cf. Romanos
9.1-3). Por causa disso, devemos nos empenhar, enquanto é
quarta-feira, 16 de novembro de 2016
O Exemplo de formação e mentoreamento dos pais na vida dos filhos.
O exemplo de formação e mentoreamento dos pais na vida dos filhos

O ambiente familiar é o laboratório ideal para formação da futura geração de líderes. Segundo a Palavra de Deus, os pais devem cumprir o papel de mentores na vida dos próprios filhos, pois, na visão divina da formação de liderança aconteceria, de forma mais eficaz, no contexto familiar. Moisés em Deuteronômio 6.6-9 (NVI), ao orientar o povo, diz:
Que todas estas palavras que hoje lhe ordeno estejam em seu coração. Ensine-as com persistência a seus filhos. Converse sobre elas quando estiver andando pelo caminho, quando se deitar e quando se levantar. Amarre-as na testa. Escreva-as nos batentes das portas de sua casa e em seus portões.
Neste texto, nota-se o princípio de mentoreamento de pai para filho, o que seria o ideal de Deus para o Seu povo. Para os pais, implicava um discipulado de forma intencional, informal e intensa na Palavra de Deus. Para que eles se posicionassem como líderes a fim de que Deus pudesse governar seu povo por meio deles.
Posteriormente, Deuteronômio 16.18-20 e 17.8-20 dá o relato sobre a nomeação de homens que assumiram funções de liderança na comunidade judaica, provavelmente, estes, foram ensinados no caminho do Senhor por seus mentores, ou seja, os próprios pais. MacArthur a esse respeito afirma:
Moisés instituiu um processo de discipulado entre pais e filhos (e até netos) que garantiria liderança piedosa no lar e na sociedade para o povo de Deus, tanto em seu tempo como no futuro. Sempre que existe uma necessidade de discernir a vontade de Deus nas questões dos homens – no mundo ou em casa – o princípio claramente prescrito é desenvolver líderes fazendo discípulos. (MACARTHUR, 1998. p. 334).
Esse tipo pensamento sobre um “mentoreamento geracional”, de pai para filho, contribui para a percepção que a família serve como instrumento eficaz na formação de novos líderes à imagem de Cristo. MacArthur traduz muito bem o princípio áureo de que a liderança é desenvolvida por meio do
segunda-feira, 14 de novembro de 2016
A Vida de Jesus - Ascensão – AULA 81 - LIÇÃO -41 - FASE 2 - 09.11-2016.
Introdução
Chegamos ao fim da série “A Vida de Jesus”. Estamos na
última página do álbum de fotografias do Cristo. Estamos para olhar as últimas
fotos. A vida de Jesus na terra está chegando ao fim. Será? Na lição de hoje,
vamos estudar os fatos que constituem o momento em que Jesus subiu aos céus,
para se assentar à direita do Pai. Que o Espírito Santo faça descer aos nossos
corações as revelações celestiais!
Desenvolvimento do Ensino
Texto-base: Atos 1.1-11
O Evangelho segundo Lucas e o livro de Atos dos
Apóstolos foram escritos por Lucas, colaborador do apóstolo Paulo, historiador
e médico, e para Teófilo, um novato na fé cristã. Ambos são seqüenciais e
complementares, ou seja, Atos continua a história iniciada em Lucas. O ponto de
ligação e de transição entre esses livros é a ascensão de Jesus. Lucas termina
o seu evangelho dizendo: “Tendo-os levado até as proximidades de Betânia, Jesus
ergueu as mãos e os abençoou. Estando ainda a abençoá-los, ele os deixou e foi
elevado ao céu. Então eles o adoraram e voltaram para Jerusalém com grande
alegria. E permaneciam constantemente no templo, louvando a Deus” (Lucas
24.50-53).
Em seu evangelho, Lucas suprime muitas informações
importantes a cerca da ascensão de Jesus, preferindo publicá-las em Atos dos
Apóstolos. Possivelmente, a razão para isso tenha sido a seguinte: os fatos da
ascensão de Jesus não marcam o fim de sua atuação na terra, mas, sim, uma
transição do seu ministério por meio do Espírito Santo, que foi registrado no
Evangelho, para o ministério da Igreja por meio desse mesmo Espírito, que foi
registrado em Atos. Sendo a Igreja o Corpo do Cristo, Ele continuaria a atuar
na terra através dela. Assim, a ascensão de Jesus não é apenas o fim de uma
história, mas também o começo de outra. Lucas escreveu: “Em meu livro anterior,
Teófilo, escrevi a respeito de tudo o que Jesus começou a fazer e a ensinar,
até o dia em que foi elevado aos céus, depois de ter dado instruções por meio
do Espírito Santo aos apóstolos que havia escolhido” (Atos 1.1-2).
O texto acima diz que, antes de ser elevado aos céus,
Jesus deu instruções aos seus apóstolos. Que instruções foram essas?
Certamente, instruções a respeito da continuação da história. Quais foram essas
instruções? Vamos destacá-las e analisá-las:
1. A promessa do Espírito
Santo
Atos 1.4-5 diz: “Certa ocasião, enquanto comia com
eles, deu-lhes esta ordem: ‘Não saiam de Jerusalém, mas esperem pela promessa
de meu Pai, da qual lhes falei. Pois João batizou com água, mas dentro de
poucos dias vocês serão batizados com o Espírito Santo’”. Jesus disse, antes de morrer e ressuscitar: “Eu pedirei ao Pai, e ele lhes dará
outro Conselheiro para estar com vocês para sempre, o Espírito da verdade.
(...) Vocês o conhecem, pois ele vive em vocês e estará em vocês. Não os
deixarei órfãos; voltarei para vocês. (...) O Conselheiro, o Espírito Santo,
que o Pai enviará em meu nome, lhes ensinará todas as coisas e lhes fará
lembrar tudo o que eu lhes disse. (...) Quando vier o Conselheiro, que eu
enviarei a vocês da parte do Pai, o Espírito da verdade que provém do Pai, ele
testemunhará a meu respeito. (...) Eu lhes afirmo que é para o bem de vocês que
eu vou. Se eu não for, o Conselheiro não virá para vocês; mas se eu for, eu o
enviarei. Quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo”
(João 14.16-18,26; 15.26; 16.7-8).
Antes de
ascender aos céus Jesus prometeu a seus discípulos o batismo com o Espírito
Santo. Eles deveriam esperar por isso em
quinta-feira, 10 de novembro de 2016
A Vida de Jesus – Ressureição – AULA 80 - LIÇÃO -40 - FASE 2 - 02.11-2016.
Introdução
Jesus não apenas morreu na cruz
por nossos pecados. Ele também ressuscitou! Os textos de Mateus 28.1-10, Marcos
16.1-8, Lucas 24.1-12 e João 20.1-9 nos contam essa história.
Apesar de a morte de Jesus,
atualmente e no desenvolvimento da história da Igreja, ser mais mencionada e
valorizada do que a ressurreição, isso não está correto. A ênfase do testemunho
da Igreja primitiva estava na ressurreição de Jesus e não em sua morte. Atos
1.22, referindo-se ao fato de os apóstolos estarem à procura de um homem que
ocupasse o lugar de Judas Iscariotes no grupo, diz: “É necessário que um deles
seja conosco testemunha de sua ressurreição”. Em sua grande primeira pregação,
Pedro disse: “Deus o ressuscitou dos mortos, rompendo os laços da morte, porque
era impossível que a morte o retivesse. (...) Deus ressuscitou este Jesus, e
todos nós somos testemunhas desse fato” (Atos 2.24,32). Atos 4.33 diz: “Com
grande poder os apóstolos continuavam a testemunhar da ressurreição do Senhor
Jesus”.
Tendo em vista a importância da
ressurreição de Jesus, no Núcleo Familiar de hoje, nós trataremos sobre os
significados e conseqüências dessa ressurreição. Que o Espírito Santo nos leve
ao encontro do Cristo ressurreto!
Por que a ressurreição de Jesus
foi considerada tão importante pela Igreja primitiva? Quais os significados e conseqüências
dessa ressurreição?
Desenvolvimento do Ensino
1. A
ressurreição de Jesus valida o seu sacrifício na cruz
Paulo escreveu em 1Coríntios
15.14,17: “Se Cristo não ressuscitou, é inútil a nossa pregação, como também é
inútil a fé que vocês têm. (...) Se Cristo não ressuscitou, inútil é a fé que
vocês têm, e ainda estão em seus pecados”. O que Paulo quis dizer com esse
texto? Paulo quis dizer que a ressurreição de Jesus é o que autentica e valida
o seu sacrifício, ou seja, se Jesus não tivesse ressuscitado dos mortos, sua
morte na cruz teria sido inútil. A ressurreição era uma seqüência necessária à
morte. Nesse sentido, Romanos 4.25 diz: “Ele foi entregue à morte por nossos
pecados e ressuscitado para nossa justificação”. A palavra justificação é
sinônima de “salvação” e se refere a, em Cristo, sermos declarados justos por
Deus.
Não apenas a obra de Jesus foi
validada pela sua ressurreição. De acordo com o apóstolo Paulo, sua identidade
como Filho de Deus também o foi. Ele escreveu, em Romanos 1.4: ”Mediante o
Espírito de santidade foi declarado Filho de Deus com poder, pela ressurreição
dentre os mortos: Jesus Cristo, nosso Senhor”.
2. A
ressurreição de Jesus possibilita uma nova vida ao crente
Paulo escreveu, em 2Coríntios
5.17: “Se alguém está em Cristo, é nova criação. As coisas antigas já passaram;
eis que surgiram coisas novas!”. O experimentar de uma nova vida em Cristo só é
possível
porque Ele ressuscitou dos mortos. 1Pedro 1.3 diz:
“Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo! Conforme a sua grande
misericórdia, ele nos regenerou para uma esperança viva, por meio da
ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos”. Para Pedro, o cristão só pôde
ser regenerado, ou seja, nascer de novo, por causa da ressurreição de Jesus.
Nesse
sentido, Romanos 6.4 diz: “Fomos sepultados com ele na morte por meio do
batismo, a fim de que, assim como Cristo foi ressuscitado dos mortos mediante a
glória do Pai, também nós vivamos uma vida nova. Se dessa forma fomos unidos a
ele na semelhança da sua morte, certamente o seremos também na semelhança da
sua
quarta-feira, 9 de novembro de 2016
A Vida de Jesus – M – AULA 79 - LIÇÃO -39 - FASE 2 - 25.10-2016.
Introdução
A morte por crucificação era uma das formas de punição
da lei romana contra os criminosos. Era reservada para escravos e para crimes
considerados graves, tais como insurreições contra o domínio romano. A maior
crucificação de que se tem notícia ocorreu em 71 a.C., após o controle de uma
revolta de 200.000 escravos. Em um só dia, foram crucificados cerca de 6.000
dos revoltosos vencidos.
Por que Jesus foi condenado à
morte por crucificação? Os líderes religiosos dos judeus se reuniram e,
apresentando diversas falsas testemunhas, tentaram condenar Jesus à morte. Como
os testemunhos eram incoerentes e Jesus a nada respondia, permanecendo em silêncio,
eles decidiram pressioná-lo, perguntando-lhe, explicitamente, se ele era o
Cristo, o Filho de Deus bendito. Mediante a reposta positiva de Jesus, eles o
acusaram de blasfêmia e o julgaram digno de morte (Marcos 14.55-65).
Entretanto, como não podiam executar esse tipo de pena, tiveram que levar Jesus
a Pilatos, governador romano na época, fazendo contra ele falsas acusações
(subversão da ordem da nação, proibição de pagamento de impostos a César e
declaração de ser o rei dos judeus, Lucas 23.2). Pilatos, contudo, após avaliar
o caso, disse aos líderes religiosos dos judeus: “Vocês me trouxeram este homem
como alguém que estava incitando o povo à rebelião. Eu o examinei na presença
de vocês e não achei nenhuma base para as acusações que fazem contra ele. Nem
Herodes, pois ele o mandou de volta para nós. Como podem ver, ele nada fez que
mereça a morte. Portanto, eu o castigarei e depois o
soltarei” (Lucas 23.14-16).
Após isso, sabemos que, mediante
pressão popular e fraqueza de caráter da parte de Pilatos, Jesus foi entregue à
morte por crucificação. Entretanto, a pergunta ainda permanece: Por que Jesus
foi condenado à morte? Ele disse, em João 10.17-18: “Eu dou a minha vida para
retomá-la. Ninguém a tira de mim, mas eu a dou por minha espontânea vontade. Tenho
autoridade para dá-la e para retomá-la”. O
apóstolo Paulo escreveu, em 1Coríntios 15.3: “Cristo morreu pelos nossos
pecados”. João 3.16 diz: “Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho
Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna”.
Deus, por causa de seu amor pelo mundo e dos pecados da humanidade, entregou
Jesus para ser morto na cruz, de modo que a pena devida aos pecados fosse paga
e aqueles que
segunda-feira, 31 de outubro de 2016
Encorajamento no sofrimento
“Bendito seja o Deus e Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das Misericórdias e o Deus de toda consolação, que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiveram em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolado de Deus” (2 Co 1.3-7).
Paulo dirige-se primeiro a Deus, louvando-O enquanto reconhece que Jesus humilhou-se em sua encarnação, e o chamou de Deus, como também de Pai. Visto que Paulo estava muito transtornado por não encontrar Tito em Trôade (2 Co 2.13), ele precisava de consolação, ou seja, encorajamento, incentivo, ânimo. A palavra “consolação” e seus derivados aparecem dez vezes nos versículos 3 a 7 (num total de vinte e nove vezes em 2 Coríntios). Todas derivam da raiz grega parakaleo, que tem a ideia de ajuda e encorajamento. Deus é a fonte, e o doador de todo tipo de encorajamento e ajuda (Sl 103.2-5,13).
O encorajamento de Deus vem primeiro à medida que reconhecemos que Deus é o Pai de Jesus, que é o Cristo (O Messias, “ungido”) nosso Senhor e Mestre. Este reconhecimento dever lembrar-nos que o amor de Deus enviou Jesus a morrer por nós, enquanto ainda éramos pecadores (Rm 5.8,10), mostra também que Deus é o Pai que está cheio de compaixão, como também o Pai ( e a fonte constante) de todos os tipos de ajuda e encorajamento. Podemos depender dEle em todos os nossos problemas, inclusive nas aflições, sofrimentos, angústias mentais, dificuldades, até as perseguições que surgem em nosso caminho. Mas Deus não nos consola para deixar-nos à vontade, nem nos encoraja para fazer com que nos sintamos bem.
Paulo sofreu muitíssimo (2 Co 11.16-29;12.10), mas sempre estava pronto a encorajar os outros. Todos que nos cercam hoje têm problemas, aflições e dificuldades. Os cristãos em muitas partes do mundo sofrem tremenda perseguição. Deus nos ajuda e nos encoraja para que ajudemos e encorajemos os outros. Ele quer que nos tornemos canais do que recebemos dEle para outros crentes que tão desesperadamente precisam de ajuda. Fazemos isto por meio da oração, e dos dons do Espírito, prestando ajuda prática onde quer que seja possível. Deus não quer que guardemos para nós o que temos recebido dEle. Da mesma forma que Deus está ao nosso lado para nos animar até mesmo nas provas mais difíceis, assim devemos estar ao lado dos que estão sendo provados.
Os sofrimentos de Cristo terminaram quando Ele disse: “Está consumado” (Jo 19.30). Mas as mesmas atitudes que mandaram Jesus para cruz levaram os incrédulos e os falos crentes causarem uma série de sofrimentos a Paulo e seus companheiros, não só em Corinto, mas também na província romana da Ásia (2 Co 1.8-9). Assim, ele podia falar da “comunicação de suas aflições [dos sofrimento de Cristo]” Fp 3.10; Jo 15.20,21; At 14.22; Rm 8.17,18,36; Cl 1.24). Os sofrimentos eram equilibrados pela transbordante consolação e encorajamento que vêm por meio de Cristo.
Paulo e sua equipe suportaram todo esse sofrimento e aflição para ganhar as pessoas para Cristo e fundar a igreja em Corinto. O que Paulo queria que os coríntios soubessem era que Deus permite que coisas aconteçam para levar-nos ao nosso extremo, até onde podemos suportá-las, a fim de nos ensinar a confiar nEle. O Deus que ressuscita os mortos não nos abandonará. Ele nos ama e quer que confiemos nEle, (2 Co 1.9).
O encorajamento de Deus vem primeiro à medida que reconhecemos que Deus é o Pai de Jesus, que é o Cristo (O Messias, “ungido”) nosso Senhor e Mestre. Este reconhecimento dever lembrar-nos que o amor de Deus enviou Jesus a morrer por nós, enquanto ainda éramos pecadores (Rm 5.8,10), mostra também que Deus é o Pai que está cheio de compaixão, como também o Pai ( e a fonte constante) de todos os tipos de ajuda e encorajamento. Podemos depender dEle em todos os nossos problemas, inclusive nas aflições, sofrimentos, angústias mentais, dificuldades, até as perseguições que surgem em nosso caminho. Mas Deus não nos consola para deixar-nos à vontade, nem nos encoraja para fazer com que nos sintamos bem.
Paulo sofreu muitíssimo (2 Co 11.16-29;12.10), mas sempre estava pronto a encorajar os outros. Todos que nos cercam hoje têm problemas, aflições e dificuldades. Os cristãos em muitas partes do mundo sofrem tremenda perseguição. Deus nos ajuda e nos encoraja para que ajudemos e encorajemos os outros. Ele quer que nos tornemos canais do que recebemos dEle para outros crentes que tão desesperadamente precisam de ajuda. Fazemos isto por meio da oração, e dos dons do Espírito, prestando ajuda prática onde quer que seja possível. Deus não quer que guardemos para nós o que temos recebido dEle. Da mesma forma que Deus está ao nosso lado para nos animar até mesmo nas provas mais difíceis, assim devemos estar ao lado dos que estão sendo provados.
Os sofrimentos de Cristo terminaram quando Ele disse: “Está consumado” (Jo 19.30). Mas as mesmas atitudes que mandaram Jesus para cruz levaram os incrédulos e os falos crentes causarem uma série de sofrimentos a Paulo e seus companheiros, não só em Corinto, mas também na província romana da Ásia (2 Co 1.8-9). Assim, ele podia falar da “comunicação de suas aflições [dos sofrimento de Cristo]” Fp 3.10; Jo 15.20,21; At 14.22; Rm 8.17,18,36; Cl 1.24). Os sofrimentos eram equilibrados pela transbordante consolação e encorajamento que vêm por meio de Cristo.
Paulo e sua equipe suportaram todo esse sofrimento e aflição para ganhar as pessoas para Cristo e fundar a igreja em Corinto. O que Paulo queria que os coríntios soubessem era que Deus permite que coisas aconteçam para levar-nos ao nosso extremo, até onde podemos suportá-las, a fim de nos ensinar a confiar nEle. O Deus que ressuscita os mortos não nos abandonará. Ele nos ama e quer que confiemos nEle, (2 Co 1.9).
Bibliografia: HORTON,Stanley. I e II Coríntios, pp.182-184, 1. ed. Rio de Janeiro: CPAD,2003.
Autor: Marquês Santos
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