quarta-feira, 31 de agosto de 2016
segunda-feira, 29 de agosto de 2016
Quatro vícios prejudiciais para a leitura bíblica
Desde criança fui instruído quanto à necessidade de ler a Bíblia com regularidade; de preferência, ler a Bíblia toda a cada ano. Quem já não ouviu falar nos planos de leitura da Bíblia em um ano? Há uma variedade enorme de possibilidades. Há muitos benefícios que podemos colher desses planos. Entretanto, há também alguns vícios que acabamos desenvolvendo inconscientemente ao longo do tempo, os quais prejudicam profundamente a compreensão do que lemos na Bíblia. Eis alguns desses vícios:
1º vício: Fracionamento da leitura
Em uma análise geral sobre os mais diversos métodos de leitura bíblica anual, a primeira impressão que fica é a tentativa de distribuir a leitura dentro da nossa rotina diária. Quando ouvimos uma música, não fracionamos parte dela para ouvir em duas etapas; geralmente gostamos de ouvir cada música até ao fim, se não pudermos ouvir o álbum completo de uma só vez. Quando assistimos a um filme, não o fracionamos em quatro porções iguais, intercalando partes do final com partes do início. Por que, então, fazemos isso com a nossa leitura bíblica? Esse vício provoca em nós a ilusão de que não há
terça-feira, 23 de agosto de 2016
A maior parte dos cristãos entra precipitada na oração sem considerar a maneira, o propósito, o contexto, ou as conseqüências das suas orações. Demais vezes encaram a oração como encaram apressadamente o cardápio do restaurante de fast food. Logo pedem o que não querem o que não satisfarão mas, são apressados demais ir pra casa para preparar uma refeição equilibrada que seria mais satisfatória e nutritiva. As conseqüências são obesidade e falta de boa saúde. Este quadro representa a vida de oração da maioria. Porém, as orações bíblicas são designadas com propósito, são equilibradas, realizadoras e cheias de nutrição. A Bíblia nos dá três tipos de oração para o santo entrar na presença de Deus.
O primeiro tipo de oração e o mais comum pelas Escrituras é da palavra grega proseukhe (#4335, Strong’s). Este tipo de oração é uma busca para falar com Deus por causa da devoção por Ele. Carrega a idéia de respeito reverencial com calmaria. É de buscar contato com Deus com o reconhecimento que está entrando na presença literal da santidade absoluta. Neste estado de oração, entendemos que não temos as mesmas liberdades da vida corriqueira, ou as liberdades que acostumamos ter entre as paredes do nosso próprio lar onde dominamos. Devoção a este tipo de oração faz-nos pisar com um maior grau de reverência a terra santa diante do trono do Deus Todo-Poderoso. Examine Lc. 6.12; At. 1.14; 2.42.
O segundo tipo de oração vem pelo estudo da palavra deesis (#1162, Strong’s) que expressa a nossa necessidade, urgência ou desejo para ajuda especial. Reconheça a nossa incapacidade e insuficiência. Não trata de uma lista cheia de desejos carnais. É a entrega de um pedido urgente e biblicamente válido. Examine Lc. 1.13; Rm. 10.11; II Co. 9.14.
O terceiro tipo de oração é enieuxis e entugchano (#1783 e 1793, Strong’s). Esta oração é intercessão para o bem dos outros e com boa confiança. É uma intervenção proposital. Examine Rm. 8.27, 34; 11.2; I Tm. 2.1; 4.5; Hb. 7.25. Às vezes essa palavra grega é traduzida simplesmente como intercessão invés de oração intercessora.
Aprendendo a orar corretamente é saber lutar a guerra espiritual. Oração não deve ser desperdiçada. Cristãos devem aprender a respeitar e confiar em oração. A oração bíblica não é uma exposição de palavras grandiosas proferida numa linguagem corporal extravagante. A oração bíblica busca somente os ouvidos e os olhos de Deus. Seu propósito é assegurar a atenção do Deus santo e eterno tal oração é executada com a maior reverência devida a Ele. Oração eficaz depende destes três tipos de oração bíblica.
fonte,http://palavraprudente.com.br/vida-crista/tres-tipos-de-oracao-biblica/?utm_source=inf-article-3-tipos-oracao&utm_medium=inf-article-3-tipos-oracao&utm_campaign=inf-article-3-tipos-oracao
O primeiro tipo de oração e o mais comum pelas Escrituras é da palavra grega proseukhe (#4335, Strong’s). Este tipo de oração é uma busca para falar com Deus por causa da devoção por Ele. Carrega a idéia de respeito reverencial com calmaria. É de buscar contato com Deus com o reconhecimento que está entrando na presença literal da santidade absoluta. Neste estado de oração, entendemos que não temos as mesmas liberdades da vida corriqueira, ou as liberdades que acostumamos ter entre as paredes do nosso próprio lar onde dominamos. Devoção a este tipo de oração faz-nos pisar com um maior grau de reverência a terra santa diante do trono do Deus Todo-Poderoso. Examine Lc. 6.12; At. 1.14; 2.42.
O segundo tipo de oração vem pelo estudo da palavra deesis (#1162, Strong’s) que expressa a nossa necessidade, urgência ou desejo para ajuda especial. Reconheça a nossa incapacidade e insuficiência. Não trata de uma lista cheia de desejos carnais. É a entrega de um pedido urgente e biblicamente válido. Examine Lc. 1.13; Rm. 10.11; II Co. 9.14.
O terceiro tipo de oração é enieuxis e entugchano (#1783 e 1793, Strong’s). Esta oração é intercessão para o bem dos outros e com boa confiança. É uma intervenção proposital. Examine Rm. 8.27, 34; 11.2; I Tm. 2.1; 4.5; Hb. 7.25. Às vezes essa palavra grega é traduzida simplesmente como intercessão invés de oração intercessora.
Aprendendo a orar corretamente é saber lutar a guerra espiritual. Oração não deve ser desperdiçada. Cristãos devem aprender a respeitar e confiar em oração. A oração bíblica não é uma exposição de palavras grandiosas proferida numa linguagem corporal extravagante. A oração bíblica busca somente os ouvidos e os olhos de Deus. Seu propósito é assegurar a atenção do Deus santo e eterno tal oração é executada com a maior reverência devida a Ele. Oração eficaz depende destes três tipos de oração bíblica.
fonte,http://palavraprudente.com.br/vida-crista/tres-tipos-de-oracao-biblica/?utm_source=inf-article-3-tipos-oracao&utm_medium=inf-article-3-tipos-oracao&utm_campaign=inf-article-3-tipos-oracao
segunda-feira, 22 de agosto de 2016
Liderança não é gerência
O estilo que caracteriza um "bom gerente" é, em geral, autoritário e centralizador. Sim, muitos acreditam erroneamente que um gerente eficiente deve ter todas as respostas, resolver todos os problemas e acima de tudo, manter o controle. Quando recebem algum treinamento de liderança, o foco é sempre voltado para o lado operacional. Ou seja: tem o objetivo de tornar as pessoas capazes de administrar coisas, não o de fazer com que liderem e inspirem as outras à ação. As habilidades técnicas orientadas para o resultado que levaram muitos gerentes a posições de liderança não são exatamente as melhores ferramentas para inspirar os outros a fazerem um bom trabalho.Planejamento, orçamento, organização, solução de problemas, controle, manutenção da ordem, desenvolvimento de estratégias e várias outras coisas - gerência é o que fazemos, liderança é quem somos.Liderar significa conquistas as pessoas, envolvê-las de forma que coloquem seu coração, mente, espírito, criatividade e excelência a serviço de um objetivo. É preciso fazer com que se empenhem ao máximo na missão, dando tudo pela equipe. Você não gerencia pessoas. Você lidera pessoas. James C. Hunter em Como se tornar um líder servidor: Os princípios de liderança de o monge e o executivo.
quarta-feira, 17 de agosto de 2016
Conselhos Práticos Finais - AULA 68 - LIÇÃO -28 - FASE 2 - 10.08-2016.
Introdução:
Esta é
a última lição do projeto Tiago, a fé que se revela. Desde agosto do ano
passado, temos sido ministrados por essa riquíssima epístola em nosso Núcleo
Familiar . Nesta última lição, vamos abordar três conselhos práticos que Tiago
oferece a seus leitores no final de seu escrito. Que a voz de Deus alcance os
nossos corações!
Desenvolvimento do ensino:
Texto-base: Tiago 5.13-18 (NVI)
Entre vocês há alguém que está sofrendo? Que ele ore.
Há alguém que se sente feliz? Que ele cante louvores. Entre vocês há alguém que
está doente? Que ele mande chamar os presbíteros da igreja, para que estes orem
sobre ele e o unjam com óleo, em nome do Senhor. A oração feita com fé curará o
doente; o Senhor o levantará. E se houver cometido pecados, ele será perdoado.
Portanto, confessem os seus pecados uns aos outros e orem uns pelos outros para
serem curados. A oração de um justo é poderosa e eficaz. Elias era humano como
nós. Ele orou fervorosamente para que não chovesse, e não choveu sobre a terra
durante três anos e meio. Orou outra vez, e os céus enviaram chuva, e a terra
produziu os seus frutos.
Nesses
versículos que compõem o final de sua epístola, Tiago dá conselhos práticos
quanto a três estados de vida (sofrimento, felicidade e doença), utilizando-se
de uma lógica simples e direta. Para tanto, ele faz perguntas aos seus
leitores, oferecendo-lhes, ele mesmo, logo após, as respostas. Vamos a cada um
delas.
- Está sofrendo?
Ore.
Na
Bíblia, há um interessante exemplo disso. Jesus, ao enfrentar a maior situação
de sofrimento da sua vida, orou. Pouco antes do relato da crucificação, Marcos
14.32-35 diz: “Então foram para um lugar
chamado Getsêmani, e Jesus disse aos seus discípulos: ‘Sentem-se aqui enquanto
vou orar’. Levou consigo Pedro, Tiago e João, e começou a ficar aflito e
angustiado. E lhes disse: ‘A minha alma está profundamente triste, numa
tristeza mortal. Fiquem aqui e vigiem’. Indo um pouco mais adiante, prostrou-se
e orava para que, se possível, fosse afastada dele aquela hora”. A oração
em meio ao sofrimento não garantirá que o cessar da tribulação. Entretanto,
fará com que seu coração não guarde ansiedade, mas, antes, seja guardado pela
paz.
- Se
sente feliz? Cante louvores.
Na
segunda pergunta, Tiago deixa de lado o sofrimento e passa a abordar a
felicidade. “Há alguém que se sente
feliz? Que ele cante louvores” (v.13). Vale a pena ressaltar, porém, que a
felicidade da qual a Bíblia trata é algo que independe das circunstâncias. Com
ou sem tribulações, com ou sem sofrimentos, o cristão pode estar feliz. Paulo fala
sobre isso em Filipenses 4.11, ao dizer: “Aprendi
a viver contente em toda e qualquer situação”.
Segundo
Tiago, a resposta que o cristão deve dar ao estado de felicidade é o cantar
louvores a Deus. Em outras palavras, se você está feliz, manifeste isso através
de louvor e gratidão a Deus. Deixe a felicidade extravasar através de seus
lábios.
- Está
doente? Peça oração.
Por
último, Tiago pergunta a seus leitores: “Entre
vocês há alguém que está doente?” (v.14). A resposta, agora, apesar de
simples, é profunda. Tiago diz que a pessoa doente deve chamar os presbíteros
da igreja (ou seja, os líderes) para que eles orem por ela e a unjam com óleo,
em nome de Jesus. O poder para a cura, entretanto, não está no óleo. Ele é um
símbolo. O poder, segundo Tiago, está na oração feita com fé em nome do Senhor.
Por que em nome do Senhor? Porque é ele, na verdade, quem cura (v.15).
Entretanto, se não houver oração com fé, a cura não se realizará.
Antes
de encerrar esse ponto, é importante notar algo. Tiago diz que a oração da fé,
além de curar um enfermo, trará perdão para os seus pecados (v.15). Isso é algo
que vemos com freqüência no ministério de Jesus. Além de curar as pessoas, ele
lhes ministrava o perdão de seus pecados. O versículo 16, entretanto, parece
colocar outra condição, alem da oração, para que isso aconteça: a confissão do
pecado. Sendo assim, poderíamos formular uma quarta pergunta possível de ser
feita por Tiago: “Está em pecado? Confesse isso a alguém e peça para ele orar
por você. Assim, você será perdoado”. A oração de um justo é poderosa e eficaz
tanto para ministrar cura ao enfermo quanto para ministrar perdão de pecados.
Conclusão e Desafios:
Nesta
lição, aprendemos três (ou quatro) conselhos práticos da parte de Tiago:
- Está sofrendo? Ore. Quando você estiver enfrentando qualquer situação que lhe
gere sofrimento, entre no seu quarto, feche a porta e converse com Deus
sobre isso. Após esse momento, apesar da situação, você estará em paz;
- Está feliz? Cante louvores. Se você está feliz, manifeste isso através de
louvor e gratidão a Deus;
- Está doente? Peça oração. A pessoa doente deve chamar os líderes da igreja
para que eles orem por ela, em nome de Jesus;
- Está em pecado? Confesse isso a alguém e peça para ele orar por você.
IGREJA BATISTA DO
CALVÁRIO – SÃO JOÃO DO PARAÍSO – MG
www.marcelooquadros.blogspot.com
domingo, 14 de agosto de 2016
quinta-feira, 11 de agosto de 2016
Três exemplos de paciência no sofrimento - AULA 67 - LIÇÃO -27 - FASE 2 - 03.08-2016.
Introdução:
No
texto da lição de hoje, que compõe o final de sua epístola, Tiago retoma um
tema sobre o qual tratou no início. Ele fala sobre a paciência nos sofrimentos,
utilizando-se, para isso, de três exemplos.
A
primeira série de lições a partir de Tiago teve como tema “a fé que se revela
nas provações”. Nessa série, fomos ministrados sobre as possíveis origens das
provações, como reagir frente ás provações e os benefícios das provações. Na
lição de hoje, ao abordarmos três exemplos de paciência no sofrimento, de certa
forma, poderemos fazer menção a coisas que já foram ditas. Entretanto, quem
sabe não será uma excelente oportunidade para fixarmos alguns princípios de
Deus em nossos corações? Afinal de contas, não sabemos e praticamos tudo o que
se refere a como agir em meio ao sofrimento. Além disso, com constância, nos
vemos envolvidos por situações que nos fazem sofrer. Abra, então, o seu coração
e, com expectativa, receba uma palavra do Senhor para a sua vida.
Desenvolvimento do ensino:
Texto-base: Tiago 5.7-11 (NVI)
Portanto, irmãos, sejam pacientes até a vinda
do Senhor. Vejam como o agricultor aguarda que a terra produza a
preciosa colheita e como espera com paciência até virem as chuvas do
outono e da primavera. Sejam também pacientes e fortaleçam o seu
coração, pois a vinda do Senhor está próxima. Irmãos, não se queixem uns dos
outros, para que não sejam julgados. O Juiz já está às portas! Irmãos, tenham
os profetas que falaram em nome do Senhor como exemplo de paciência diante
do sofrimento. Como vocês sabem, nós consideramos felizes aqueles que
mostraram perseverança. Vocês ouviram falar sobre a perseverança
de Jó e viram o fim que o Senhor lhe proporcionou. O Senhor é cheio de
compaixão e misericórdia.
Como
já foi dito, nesse texto, Tiago retoma o tema da paciência/perseverança em meio
ao sofrimento. Por sete vezes ele faz menção direta a isso (observe os grifos
no texto acima). Por que, segundo Tiago, os irmãos a quem ele escreve deveriam
ser pacientes? “Pois a vinda do Senhor
está próxima” (v.8). Por duas vezes, o autor linka o ser paciente diante do
sofrimento com a vinda do Senhor (cf. também v.1). Que vinda é essa e por que
ela é linkada à paciência no sofrimento? Essa é a segunda vinda de Cristo à
terra, uma vinda gloriosa, que terá por objetivo dar fim à presente era,
caracterizada por pecado, maldição e sofrimento, e instaurar, definitivamente,
o Reino de Deus na face da terra, onde “não
haverá mais morte, nem tristeza, nem choro, nem dor, pois a antiga ordem já
passou” (Ap 21.4). Tiago, então, quer dizer aos irmãos que eles devem ser
pacientes no sofrimento porque essa é uma situação passageira, ou seja, os
sofrimentos não durarão para sempre. Um dia Cristo irá voltar e os sofrimentos
terminantemente acabarão. Essa era a esperança dos escravos negros cristãos na
América do Norte. Muitas das músicas compostas por eles tinham por tema a
perseverança nos sofrimentos presentes tendo em vista a certeza da chegada de
dias melhores. Essa, entretanto, não é uma esperança restrita à volta de Cristo.
Certamente, como foi dito, a segunda vinda de Cristo dará fim de maneira
definitiva aos sofrimentos. Porém, hoje, podemos ter a esperança de que
determinados sofrimentos não durarão por toda a vida, mas têm data para
terminar. Não precisaremos carregar a dor, a tristeza e a angústia que estão em
nossos corações hoje até o fim de nossos dias. Poderemos, em algum momento,
deixa-los para trás, seja pela solução do problema ou por um definitivo consolo
dado por Deus a nós.
Posto
isso, vamos agora aos três exemplos de paciência no sofrimento dados por Tiago
no texto de hoje.
“Vejam como o agricultor aguarda que a terra
produza a preciosa colheita e como espera com paciência até virem as chuvas do
outono e da primavera” (v.7). O agricultor é alguém que, após ter feito
todo o necessário para a terra produzir frutos (arar, semear, adubar, etc), tem
como única alternativa esperar pelas chuvas e pelo tempo da colheita. Quanto a
isso, não há o que ele possa fazer. Ele não tem em si a capacidade de produzir
chuvas nem de fazer com que o tempo passe mais rápido. Ele deve apenas aguardar
e esperar com paciência.
Quanto
aos sofrimentos, o mesmo se dá. Após termos feito todo o possível para resolver
um problema ou alcançar um objetivo, inclusive orar a Deus, resta-nos apenas
aguardar e esperar com paciência no Senhor. Há um tempo necessário para a
semente dar frutos, ou seja, é necessário tempo para os resultados aparecerem,
é necessário tempo para que determinado sofrimento acabe. Há, entretanto, algo
mais a ser dito quanto a isso. E se as chuvas se atrasarem ou não vierem e, por
causa disso, as sementes se perderem? O que fazer? Não há como lutar contra
aquilo que não está em nosso
segunda-feira, 8 de agosto de 2016
domingo, 7 de agosto de 2016
Papai ainda mora aqui?
Estranhando a prolongada ausência do pai em casa, a neta de Magali Cunha chegou para avó e perguntou: "Vó, o papai ainda mora aqui?"
A pergunta da menininha me fez recordar um episódio semelhante, vivido por Billy Graham. Logo no início de seu ministério, o evangelista foi com sua equipe realizar as chamadas cruzadas na distante Austrália. Por lá, ele e a equipe ficaram muito tempo. Meses depois, quando Billy retornou a casa, o filho Franklin olhou estranho para o pai e foi perguntar à mãe quem era aquele homem.
Muitas vezes as exigências da vida roubam de nós o tempo que gostaríamos de dedicar aos nossos familiares. Mas uma coisa é certa: precisamos definir as prioridades. Se os filhos são pequenos, eles devem receber a devida atenção. Até porque, não ficarão pequenos para sempre, nem para sempre ficarão conosco. É comum encontrar pais que olham para trás e lamentam que não tenham podido dar mais tempo aos filhos. Agora, que gostariam de fazer isso, os filhos já cresceram e têm outros interesses! Por essas e outras é que o Eclesiastes ensinava que "TUDO tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu" (Ec 3.1). Há um tempo, definido e limitado, quando podemos jogar bola com o filho, brincar de boneca com a filha, brincar de casinha, correr, empurrar de leve o filho num balanço, enfim... ser um pai ou mãe que dedique tempo para curtir a infância dessas pequenas criaturas que o Criador, por pouco tempo, nos emprestou. Quanto mais quando se sabe que essas serão as memórias mais gloriosas que conservarão consigo pelo resto de suas vidas!
O grande desafio que a vida coloca aos pais do século XXI é justamente encontrar o equilíbrio entre o presente e o futuro. Será que vale a pena dar aos filhos um futuro de riquezas perdendo com isso a vivência com eles na infância? Para achar esse equilíbrio, os pais necessitarão da suprema sabedoria do Céu.
Pr. João Soares da Fonseca
sábado, 6 de agosto de 2016
Simplismente Humano
Têm dias que nos sentimos na força de Josué e Calebe, prontos pra guerra. Tem dias que o que queremos é nos esconder numa caverna, como Elias. Tem dias que queremos cantar e dançar, como Davi e Miriã, outros queremos chorar como Ana. Tem dias que temos fé para vencer tudo, saltar muralhas e desbaratar exércitos , outros, elevamos os olhos para os montes e nos perguntamos de onde nos virá o socorro. Isso não quer dizer que somos fracos, que dizer que somos simplesmente humanos...
Estar ao lado de Deus é que fará a diferença.
"... Eis que estarei convosco todos os dias..." Bom dia e um abençoado final De semana
sexta-feira, 5 de agosto de 2016
O dia em que o apóstolo Paulo não curou um enfermo
Os "apóstolos" da modernidade costumam ensinar que TODAS as enfermidades devem ser curadas mediante a ordem ou determinação do profeta. Para estes, o líder possui SUPREMA autoridade sobre as doenças podendo curá-las na hora que quiser, bastando somente liberar a Palavra.
Ao ler a segunda epístola de Paulo a Timóteo deparei-me com um verso em que o Apóstolo aos Gentios informou ao seu jovem amigo que havia deixado Trófimo doente em Mileto. (II Timóteo 4:20)
Ora, como é que é? O grande Paulo não curou Trófimo? Ora, por acaso apóstolos não possuem AUTORIDADE sobre tudo e todos e na hora que desejam podem curar enfermidades? Por que será que Paulo então não curou Trófimo? Ah! Já sei! Deve ter faltado fé ou talvez Trófimo tenha dado legalidade ao diabo impedindo assim que Paulo ministrasse seu poder curador. ou quem sabe Paulo, estivesse em pecado, o que impediu de curar o irmão.
Caro leitor, vamos combinar uma coisa? Estou cansado desses apedeutas ignóbeis que em nome de uma fé tosca e tacanha elocubram explicações piroténicas para justificar o injustificável.
O fato de Trófimo não ter sido curado aponta para verdade inequívoca de que homem nenhum possui poder capaz de curar quem quer que seja. Homens podem orar a Deus, rogando a este que cure as enfermidades, mas, ninguém por mais santo que seja, possui autoridade sobre o Eterno dando a este ordens de quem, como, e quando deve ser curado.
À luz das Escrituras e do comportamento paulino sou tomado pela convicção que Paulo deva ter orado pela cura de Trófimo mesmo porque, Paulo era um homem ques costumava orar e interceder pelos seus. Todavia, por algum motivo, Deus resolveu não ouvir a oração Paulina, permitindo assim que Trófimo continuasse acamado.
Na verdade, não sabemos se Trófimo recuperou-se da sua enfermidade, se permaneceu adoentado, ou até mesmo se veio a óbito em virtude dessa doença. O que sabemos é que coube a Deus naquele momente permitir que o seu filho permancesse doente.
Isto posto concluo dizendo que o nosso Deus é soberano e faz o que quer. O Eterno não nos deve satisfações e nem tampouco tem a obrigação de obedecer determinações humanas. Ele cura se quiser e da forma que quiser, portanto, deixemos de lado os falsos ensinos disseminados por falsos profetas e façamos da Palavra de Deus, nossa única e exclusiva regra de fé.
Pense nisso!
Fonte: http://renatovargens.blogspot.com.br/2015/04/o-dia-em-que-o-apostolo-paulo-nao-curou.html?m=1
Advertências quanto às Riquezas - AULA 66 - LIÇÃO -26 - FASE 2 - 27.07-2016.
Introdução:
O
texto de hoje é uma advertência de Tiago a pessoas ricas. Nele, o autor bíblico
diz que os ricos deveriam chorar e se lamentar, pois uma desgraça cairia sobre
eles. Qual a causa disso? Os ricos estavam acumulando ilicitamente riquezas
para si, enquanto os pobres estavam sendo injustiçados, oprimidos e vivendo em
miséria. Isso não estava indiferente aos olhos do Senhor.
As
circunstâncias que envolvem esse texto bíblico, certamente, se repetem em nosso
contexto histórico. Em nosso país, pela injustiça e pela corrupção, os ricos
têm se tornado, a cada dia, mais ricos e os pobres mais pobres. Deus não está
indiferente a isso. Aliás, para Ele, dinheiro é um assunto de grande
importância. Ele está muito interessado como ganharmos e usamos o dinheiro e
quer nos orientar quanto a isso. Sendo assim, na lição de hoje, apontaremos
alguns princípio de Deus quanto ao dinheiro que estão presentes no texto de Tiago
5.1-6. Que o Senhor fale ao seu coração.
Desenvolvimento do ensino:
Texto-base: Tiago 5.1-6 (NVI)
Ouçam agora vocês, ricos! Chorem e lamentem-se, tendo
em vista a desgraça que lhes sobrevirá. A riqueza de vocês apodreceu, e as
traças corroeram as suas roupas. O ouro e a prata de vocês enferrujaram, e a
ferrugem deles testemunhará contra vocês e como fogo lhes devorará a carne.
Vocês acumularam bens nestes últimos dias. Vejam, o salário dos trabalhadores
que ceifaram os seus campos, e que vocês retiveram com fraude, está clamando
contra vocês. O lamento dos ceifeiros chegou aos ouvidos do Senhor dos
Exércitos. Vocês viveram luxuosamente na terra, desfrutando prazeres, e
fartaram-se de comida em dia de abate. Vocês têm condenado e matado o justo,
sem que ele ofereça resistência.
- As
riquezas e bens deste mundo são perecíveis e passageiros
Tiago
diz aos ricos que a riqueza deles apodreceu, que suas roupas foram corroídas
pelas traças e que o ouro e a prata deles enferrujaram (cf. Tg 5.2,3). Isso
aponta para o caráter perecível e passageiro das riquezas e bens deste mundo,
ou seja, podemos perder as riquezas e bens que temos ou podemos vir a ter. Não
temos garantia da posse perpétua deles. Sendo assim, não podemos depositar
neles nossa
quinta-feira, 4 de agosto de 2016
A Bíblia no Lar
Todos os males da sociedade, sejam financeiros, políticos, trabalhistas, escolares ou religiosos têm a sua origem no coração do homem. Sabemos como é o coração do homem (Jer. 17:9; Rom 3:10-23). A instituição que Deus estabeleceu, ainda no jardim do Éden, que ajuntou duas pessoas em maneiras especificas para ser uma unidade é o que chamamos de família. O ambiente que é formado pelo amor exercitado entre todos da família cria o que chamamos de “o lar”. O lar tem suma importância na vida humana pois é o berço de costumes, hábitos, caráter, crenças e morais de cada ser humano, seja no contexto mundial, nacional, municipal ou familiar. Então, podemos dizer, como vai o lar vai o mundo, e também, o que é bom para a família é bom para o mundo.
Reconhecendo a existência e influência do pecado, sabemos que todos os lares não estão operando com as mesmas regras e propósitos com os quais um lar cristão opera. Aprender o que a Bíblia ensina sobre o assunto do lar é uma garantia que atingiremos o alvo o que Deus tem para nós na relação de família.
I. O QUE É A BÍBLIA? – ROM 15:4
A Bíblia é a coleção das sessenta e seis livros inspirados e preservados divinamente pelos séculos de tudo que Deus quis revelar de Si mesmo ao homem. Nas Bíblias Gideões Internacionais acha o seguinte:
A Bíblia contém a mente de Deus, a condição do homem, o caminho da salvação, a condenação dos pecadores, e a felicidade dos crentes. Suas doutrinas são santas, seus preceitos são justos, suas histórias verdadeiras e suas decisões imutáveis. Leia-a para ser sábio, creia nela para estar seguro e pratique-a para ser santo. Ela contém luz para dirigi-lo, alimento para sustê-lo, e consolo para animá-lo. É o mapa do viajante, o cajado do peregrino, a bússola do piloto, a espada do soldado e o mapa do cristão. Por ela o paraíso é restaurado, os céus abertos e as portas do inferno descobertas. Cristo é o seu grande tema, nosso bem o seu intento, e a glória de Deus a sua finalidade. Deve encher a mente, governar o coração e guiar os pés. Leia-a lenta e freqüentemente e em oração. É uma mina de riqueza, um paraíso de glória e um rio de prazer. É-lhe dada em vida, será aberta no dia do julgamento e lembrada para sempre. Ela envolve a mais alta responsabilidade, recompensará o mais árduo labor e condenará a todos quantos menosprezam seu sagrado conteúdo.
A. A Inspiração da Bíblia
II Tim 3:16; II Ped 1:21
1. Inspiração definidaA palavra “inspirada” em português usada em II Timóteo 3:16 vem de duas palavras gregas, uma significando divindade ou A Divindade Suprema (Strong?s #2316) e a outra significado respirar ou soprar com força (Strong?s #4154). Assim sendo, a palavra “inspirada” em II Timóteo 3:16 significa
terça-feira, 2 de agosto de 2016
"Bem-aventurado o homem que suporta com perseverança a provação; porque, depois de ter sido aprovado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor prometeu aos que o amam." Tiago 1.12
A oração é o serviço de guerra espiritual mais pesado na vida de um renascido. Preste atenção o quanto Satanás lhe tenta justamente na sua vida de oração, procurando por todos os meios afastar você dela. Isso acontece porque por meio da oração perseverante almas preciosas são arrancadas das garras dele. Por isso, chamo a sua atenção para um determinado tipo de adversário que Satanás usa para nos distrair: ele usa pessoas. Que tipo de pessoas são essas? Pessoas religiosas. Quando Jesus andava aqui na terra, não foram os pecadores perdidos os seus maiores inimigos. Pelo contrário, Jesus estava sempre rodeado por eles. Seus piores inimigos foram os religiosos. No fim, até O pregaram na cruz. Hoje em dia acontece o mesmo. O maior desprezo você encontrará nos cristãos sem Cristo. Gostaria de perguntar aos assim chamados cristãos: vocês sabem para onde estão indo? Vosso cristianismo acomodado agrada muito ao diabo. Se vocês não se converterem, quer dizer, se não ocorrer a verdadeira renovação do coração, um dia passarão a pertencer a Satanás, o inimigo das vossas almas, para todo o sempre. Levemos todos a sério o que diz Tiago: "Sujeitai-vos, portanto, a Deus; mas resisti ao diabo, e ele fugirá de vós. Chegai-vos a Deus e ele se chegará a vós outros".
Fote: http://www.chamada.com.br/perolas/?mes=Agosto&dia=2
segunda-feira, 1 de agosto de 2016
As quatro características de um hino
(Dedicado à leitora Laíse Granja e Reis, de Brasília, DF)
Quando cantamos um hino, será que realmente estamos cantando um hino? Pesquisamos em vários hinários para saber se continham poemas ou cânticos de veneração a Deus. Consultamos hinólogos confiáveis para encontrar exemplos de hinos nas hinódias alemã, inglesa e norte-americana. Segue o resultado de nossas indagações, pesquisas e consultas hinológicas.
1 - Um hino deve ter estabilidade doutrinária:
Johann Jakob Schütz (1640-1690) em 1675 escreveu o hino “Sei Lob und Ehr dem höchsten Gut” (ver: “Evangelisches Gesangbuch”, nº. 326; Leipzig: Evangelische Verlag, 1994), sobre música composta, em 1653, por Johann Crüger (1598-1662).
Schütz era amigo íntimo do teólogo Philip Jacob Spener, a quem sugeriu, em 1680, que criasse as
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