FONTE: Dicionário Teológico Brasileiro Lázaro Soares de Assis |
domingo, 30 de junho de 2013
TENTAÇÃO - Significado
No
original grego, o termo usado para tentação é peirasmos, que ocorre
vinte vezes no NT. A idéia fornecida por este vocábulo abrange uma ampla
gama de significados, tais como: "teste", "tentação", "tentativa",
"provação", "teste da fidelidade do homem", "teste da virtude",
"tentação, despertada dos desejos ou das circunstâncias externas",
"estado mental pelo qual somos provocados para pecar", "tentação interna
para pecar", dentre outros. Há vários tipos de tentações. Há as
tentações (no sentido de "testes", "provações") que vêm de Deus,
obviamente não para infundir qualquer tendência para o que pecaminoso
(cf. Tg 1:13), mas ordenando coisas duras e desagradáveis para nossa
natureza, como no caso de Abraão em relação ao oferecimento de Isaque.
Também existem as tentações de origem satânica, tais como as induções
mentais mentirosas incitando ao mal, à luxúria, à concupiscência, à
vingança, ou sugestionando pensamentos duros e blasfemos de Deus,
enchendo de dúvidas e medos. Há as tentações do mundo que surgem da
pobreza ou da riqueza, das luxúrias, da sede de poder. E ainda, as
tentações dos nossos próprios corações corruptos, em razão da natureza
humana degenerada.
quinta-feira, 27 de junho de 2013
quarta-feira, 26 de junho de 2013
CONGRESSO: É TEMPO DE DESPERTAR
Os Batistas Mineiros estão promovem o congresso É tempo de despertar
em Belo Horizonte nos dias 26, 27 e 28 de julho − noite de sexta-feira;
manhã, tarde e noite de sábado; e encerramento no domingo pela manhã.
O evento, realizado em parceria com a Junta de
Missões Nacionais, contará com a participação de Thomas Wade, Sammy
Tipt, Estevão Fernandes, Fernando Brandão, Aloizio Penido, Arianne e
Celebrei ao Rei.
O congresso contará ainda com oficinas de
capacitação em diversas áreas para líderes e irmãos que sentem o chamado
para a liderança e querem adquirir mais conhecimento.
Para se inscrever, acesse o site: www.batistas-mg.org.br,
preencha a ficha de inscrição, gere o boleto e pague na rede bancária.
Se preferir, você também pode enviar a data do pagamento do boleto ou
comprovante de depósito com a ficha de inscrição pelo e-mail: relacoespublicas@batistas-mg.org.br.
O objetivo principal do encontro é reunir muitos
irmãos para engrandecer e bendizer ao Senhor. Faça já a sua caravana,
movimente sua igreja e sua associação!
Veja aqui o video:
Incrições
Não se Esqueça da Ressurreição
Em 1874, um ministro batista chamado Robert Lowry redigiu um dos mais
comoventes hinos e que muito exaltou a ressurreição de Jesus Cristo –
“Fundo, no túmulo, Ele deitou”. Note como estes versos contrastam a
impotência da morte e do sofrimento com o poder da ressurreição de
Cristo:
Fundo, no túmulo, Ele deitou, Jesus, meu Salvador;
À espera do dia seguinte, Jesus, meu Senhor!
Em vão observam o leito de Jesus, meu Salvador;
Em vão, eles selam o morto, Jesus, meu Senhor!
A morte não pode deter sua presa, Jesus, meu Salvador;
Ele rompeu as barreiras, Jesus, meu Senhor!
A morte, o mais terrível inimigo do homem, não tem poder para reinar sobre o Senhor da vida. Essa verdade tem significado para você e para mim, aqui e agora, no vigésimo primeiro século. Você pode ver isto na parte mais emocionante e comovente do hino de Lowry, o refrão que pontua cada estrofe.
Do túmulo, Ele ergueu-se,
Com um poderoso triunfo sobre seus inimigos,
Ele ergueu-se, como um conquistador,
Vencendo o domínio da escuridão
Ele vive para sempre, com seus santos a reinar.
Ele levantou-se! Ele levantou-se!
Aleluia! Cristo ressuscitou!
Você vê nestas linhas o que a ressurreição de Jesus significa para você? Se você é um cristão, pode se regozijar no fato de que Cristo levantou-se dos mortos como um conquistador, um campeão que vive para sempre, para reinar “com seus santos”. Isso se refere à promessa baseada em nosso batismo na morte e ressurreição em Cristo – é a nossa esperança e a razão e base de tudo o que cremos.
Mas, e se não houve a ressurreição? E, se a ressurreição de Jesus Cristo é apenas um mito do primeiro século a ser ignorado ou marginalizado como uma questão secundária? As implicações dessa abordagem são devastadoras para o cristianismo.
Chamo sua atenção ao que Paulo escreveu em 1 Coríntios 15.16-19, de modo que você possa ver o que acontece quando esquece a ressurreição.
Porque, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados. E ainda mais: os que dormiram em Cristo pereceram. Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens.
Sem dúvida, se Jesus ainda está no túmulo, se Ele é perpetuamente o sofredor e nunca, o conquistador, então você e eu estamos desesperadamente perdidos. E, embora esse não seja o caso, quero focalizar no hipotético “e, se” que Paulo presume temporariamente, em 1 Coríntios 15. “E, se a ressurreição fosse um mito? E, se Jesus Cristo ainda estivesse morto e no túmulo?”
Em primeiro lugar, vocês ainda estariam em seus pecados, sob a tirania da morte, juntamente com o mais vil e incrédulo pagão. Se Jesus não ressuscitou dos mortos, então, o pecado ganhou a vitória sobre Ele e continua a ser vitorioso sobre você também. Se Jesus permaneceu no túmulo, então, quando você morrer haverá de permanecer morto. Além do mais, visto que “o salário do pecado é a morte” (Rm 6.23), se você tivesse de permanecer morto, a morte e a punição eterna seriam o seu futuro.
A razão de confiarmos em Cristo é para perdão de pecados. Porque é do pecado que precisamos ser salvos. “Cristo morreu pelos nossos pecados” e “foi sepultado, e… ressuscitou ao terceiro dia” (1 Co 15.3-4). Se Cristo não ressuscitou, sua morte foi em vão, sua fé nEle seria sem sentido, e seus pecados ainda seriam contados contra você e não haveria nenhuma esperança de vida espiritual.
Segundo, se não há ressurreição, então, “ainda mais: os que dormiram em Cristo pereceram” (v. 18). Isso significa que todo santo do Antigo Testamento, todo santo do Novo Testamento, e todo santo desde que Paulo escreveu estaria sofrendo em tormento neste exato momento. Isso incluiria o próprio Paulo, os outros apóstolos, Agostinho, Lutero, Calvino, Wesley, Moody, e os santos de fé e oração que você conheceu – todo e qualquer crente, em todas as eras, também estaria no inferno. Sua fé teria sido em vão, seus pecados não teriam sido perdoados, e seu destino seria a condenação.
À luz das outras consequências, a última é bem óbvia: “Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos homens”. Sem a ressurreição de Cristo, a salvação e as bênçãos que ela traz, o cristianismo seria sem sentido e lamentável. Sem a ressurreição não teríamos o Salvador, o perdão e o evangelho, jamais teríamos a fé significativa, nem a vida, e nunca poderíamos ter esperança por alguma dessas coisas.
Esperar em Cristo somente nesta vida seria ensinar, pregar, sofrer, sacrificar-se, e trabalhar inteiramente por nada. Se Cristo ainda está morto, então Ele somente não tem habilidade de salvar você no futuro, mas Ele também não pode lhe ajudar agora. Se Ele não estivesse vivo, onde estaria sua fonte de paz, alegria ou satisfação hoje? A vida cristã seria uma galhofa, uma farsa, uma piada cruel e trágica. Os cristãos sofreriam e até morreriam porque a fé seria apenas tão cega e patética quanto a daqueles “crentes” que seguiram Jim Jones e o Templo do Povo, David Koresh e as Raízes Davídicas, e Marshall Applewhite e a seita do Portão do Céu.
Se o cristão não tem um Salvador, senão Cristo; um Redentor, senão Cristo; e um Senhor, senão Cristo; e, se Cristo não é ressurreto, Ele não está vivo; nesse caso, a nossa vida cristã é sem vida. Nós nada teríamos para justificar nossa fé, nosso estudo bíblico, nossa pregação ou testemunho, nossa adoração e serviço de culto a Ele, e nada para justificar nossa esperança nesta vida ou na próxima. Nós nada mereceríamos, senão a compaixão reservada para os tolos.
Mas, Deus sim ressuscitou “dentre os mortos a Jesus, nosso Senhor, o qual foi entregue por causa das nossas transgressões, e ressuscitou por causa da nossa justificação” (Rm 4.24-25). Porque Cristo vive, nós também viveremos (Jo 14.19). “O Deus de nossos pais ressuscitou a Jesus, a quem vós matastes, pendurando-o num madeiro. Deus, porém, com a sua destra, o exaltou a Príncipe e Salvador, a fim de conceder a Israel o arrependimento e a remissão de pecados” (At 5.30-31).
Não somos dignos de pena, pois Paulo imediatamente encerra a terrível seção “e, se”, dizendo: “Mas, de fato, Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem” (1 Co 15.20). Como Paulo disse, no final de sua vida, “sei em quem tenho crido e estou certo de que ele é poderoso para guardar o meu depósito [i.e. sua vida] até aquele Dia” (2 Tm 1.12).
Aqueles que não esperam somente em Cristo para salvação são verdadeiros tolos; eles são os que precisam ouvir seu testemunho compassivo sobre o triunfo da ressurreição de Cristo. Então, não esqueça a ressurreição; regozije-se nela e glorie-se nela, pois Ele ressuscitou de fato.
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http://palavraprudente.wordpress.com
Fundo, no túmulo, Ele deitou, Jesus, meu Salvador;
À espera do dia seguinte, Jesus, meu Senhor!
Em vão observam o leito de Jesus, meu Salvador;
Em vão, eles selam o morto, Jesus, meu Senhor!
A morte não pode deter sua presa, Jesus, meu Salvador;
Ele rompeu as barreiras, Jesus, meu Senhor!
A morte, o mais terrível inimigo do homem, não tem poder para reinar sobre o Senhor da vida. Essa verdade tem significado para você e para mim, aqui e agora, no vigésimo primeiro século. Você pode ver isto na parte mais emocionante e comovente do hino de Lowry, o refrão que pontua cada estrofe.
Do túmulo, Ele ergueu-se,
Com um poderoso triunfo sobre seus inimigos,
Ele ergueu-se, como um conquistador,
Vencendo o domínio da escuridão
Ele vive para sempre, com seus santos a reinar.
Ele levantou-se! Ele levantou-se!
Aleluia! Cristo ressuscitou!
Você vê nestas linhas o que a ressurreição de Jesus significa para você? Se você é um cristão, pode se regozijar no fato de que Cristo levantou-se dos mortos como um conquistador, um campeão que vive para sempre, para reinar “com seus santos”. Isso se refere à promessa baseada em nosso batismo na morte e ressurreição em Cristo – é a nossa esperança e a razão e base de tudo o que cremos.
Mas, e se não houve a ressurreição? E, se a ressurreição de Jesus Cristo é apenas um mito do primeiro século a ser ignorado ou marginalizado como uma questão secundária? As implicações dessa abordagem são devastadoras para o cristianismo.
Chamo sua atenção ao que Paulo escreveu em 1 Coríntios 15.16-19, de modo que você possa ver o que acontece quando esquece a ressurreição.
Porque, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados. E ainda mais: os que dormiram em Cristo pereceram. Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens.
Sem dúvida, se Jesus ainda está no túmulo, se Ele é perpetuamente o sofredor e nunca, o conquistador, então você e eu estamos desesperadamente perdidos. E, embora esse não seja o caso, quero focalizar no hipotético “e, se” que Paulo presume temporariamente, em 1 Coríntios 15. “E, se a ressurreição fosse um mito? E, se Jesus Cristo ainda estivesse morto e no túmulo?”
Em primeiro lugar, vocês ainda estariam em seus pecados, sob a tirania da morte, juntamente com o mais vil e incrédulo pagão. Se Jesus não ressuscitou dos mortos, então, o pecado ganhou a vitória sobre Ele e continua a ser vitorioso sobre você também. Se Jesus permaneceu no túmulo, então, quando você morrer haverá de permanecer morto. Além do mais, visto que “o salário do pecado é a morte” (Rm 6.23), se você tivesse de permanecer morto, a morte e a punição eterna seriam o seu futuro.
A razão de confiarmos em Cristo é para perdão de pecados. Porque é do pecado que precisamos ser salvos. “Cristo morreu pelos nossos pecados” e “foi sepultado, e… ressuscitou ao terceiro dia” (1 Co 15.3-4). Se Cristo não ressuscitou, sua morte foi em vão, sua fé nEle seria sem sentido, e seus pecados ainda seriam contados contra você e não haveria nenhuma esperança de vida espiritual.
Segundo, se não há ressurreição, então, “ainda mais: os que dormiram em Cristo pereceram” (v. 18). Isso significa que todo santo do Antigo Testamento, todo santo do Novo Testamento, e todo santo desde que Paulo escreveu estaria sofrendo em tormento neste exato momento. Isso incluiria o próprio Paulo, os outros apóstolos, Agostinho, Lutero, Calvino, Wesley, Moody, e os santos de fé e oração que você conheceu – todo e qualquer crente, em todas as eras, também estaria no inferno. Sua fé teria sido em vão, seus pecados não teriam sido perdoados, e seu destino seria a condenação.
À luz das outras consequências, a última é bem óbvia: “Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos homens”. Sem a ressurreição de Cristo, a salvação e as bênçãos que ela traz, o cristianismo seria sem sentido e lamentável. Sem a ressurreição não teríamos o Salvador, o perdão e o evangelho, jamais teríamos a fé significativa, nem a vida, e nunca poderíamos ter esperança por alguma dessas coisas.
Esperar em Cristo somente nesta vida seria ensinar, pregar, sofrer, sacrificar-se, e trabalhar inteiramente por nada. Se Cristo ainda está morto, então Ele somente não tem habilidade de salvar você no futuro, mas Ele também não pode lhe ajudar agora. Se Ele não estivesse vivo, onde estaria sua fonte de paz, alegria ou satisfação hoje? A vida cristã seria uma galhofa, uma farsa, uma piada cruel e trágica. Os cristãos sofreriam e até morreriam porque a fé seria apenas tão cega e patética quanto a daqueles “crentes” que seguiram Jim Jones e o Templo do Povo, David Koresh e as Raízes Davídicas, e Marshall Applewhite e a seita do Portão do Céu.
Se o cristão não tem um Salvador, senão Cristo; um Redentor, senão Cristo; e um Senhor, senão Cristo; e, se Cristo não é ressurreto, Ele não está vivo; nesse caso, a nossa vida cristã é sem vida. Nós nada teríamos para justificar nossa fé, nosso estudo bíblico, nossa pregação ou testemunho, nossa adoração e serviço de culto a Ele, e nada para justificar nossa esperança nesta vida ou na próxima. Nós nada mereceríamos, senão a compaixão reservada para os tolos.
Mas, Deus sim ressuscitou “dentre os mortos a Jesus, nosso Senhor, o qual foi entregue por causa das nossas transgressões, e ressuscitou por causa da nossa justificação” (Rm 4.24-25). Porque Cristo vive, nós também viveremos (Jo 14.19). “O Deus de nossos pais ressuscitou a Jesus, a quem vós matastes, pendurando-o num madeiro. Deus, porém, com a sua destra, o exaltou a Príncipe e Salvador, a fim de conceder a Israel o arrependimento e a remissão de pecados” (At 5.30-31).
Não somos dignos de pena, pois Paulo imediatamente encerra a terrível seção “e, se”, dizendo: “Mas, de fato, Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem” (1 Co 15.20). Como Paulo disse, no final de sua vida, “sei em quem tenho crido e estou certo de que ele é poderoso para guardar o meu depósito [i.e. sua vida] até aquele Dia” (2 Tm 1.12).
Aqueles que não esperam somente em Cristo para salvação são verdadeiros tolos; eles são os que precisam ouvir seu testemunho compassivo sobre o triunfo da ressurreição de Cristo. Então, não esqueça a ressurreição; regozije-se nela e glorie-se nela, pois Ele ressuscitou de fato.
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terça-feira, 25 de junho de 2013
A MÚSICA NA IGREJA, O QUE DEVEMOS FAZER?
Um dos assuntos mais debatidos hoje é sobre a música na igreja. Muitas
igrejas, na tentativa de serem contemporâneas e atraírem a juventude,
introduziram no culto músicas que destoam tanto na teologia como no
estilo. Assistimos muitos cultos que são verdadeiros shows, mas será
esse o propósito da música. Hoje muitos cantores evangélicos são
tratados como astros de cinema e alguns assim se apresentam. Estamos
assistindo, com tristeza, a tietagem evangélica, o culto à
personalidade. Como deve ser a música que agrada a Deus? No salmo 40
versículo 3 está escrito: "E me pôs nos lábios um novo cântico, um hino
de louvor ao nosso. Muitos verão essas coisas, temerão e confiarão no
Senhor". A música que agrada a Deus tem quatro características:
1) Quanto à sua origem - vem de Deus - "E me pôs nos lábios...";
2) Quanto à sua natureza - tem uma nova natureza - "E me pôs nos lábios, um novo cântico...";
3) Quanto ao seu propósito - volta para Deus em adoração - "... um hino de louvor ao nosso Deus...";
4) Quanto ao seu resultado - produz impacto nas pessoas - "... muitos verão essas coisas, temerão e confiarão no Senhor".
Hernandes Dias Lopes.
Dr. John MacArthur Junior

O
lar em que este menino nasceu era bastante piedoso. Jack era um
pregador batista. No início de seu ministério, fazia o trabalho de
evangelista itinerante, depois passou a pastorear várias igrejas na
Califórnia, e ainda acrescentou ao seu trabalho o compromisso de pregar
uma vez por semana na rádio e na televisão. A mãe, Irene, dedicou-se
inteiramente ao lar e a criação dos seus filhos. Seu filho caçula disse
certa vez: "Mamãe nunca trabalhou um dia sequer fora de casa. Nós éramos sua vida". A Sra. Irene cozinhava, limpava, costurava e, acima de tudo, procurava ajudar seu marido a criar seus quatro filhos.
Infelizmente,
a santidade e a dedicação de um casal não fazem com que os filhos
nasçam santos, e o pequeno John, logo cedo, demonstrou ter uma natureza
perversa, participando com seus colegas em escapadas e proferindo
palavras que não convém. Ao ouvir palavrões de John, seu pai lavou sua
boca com sabão, e até hoje, John diz: "quando eu ouço alguém usar linguagem torpe, começo a sentir gosto de sabão na boca!".
Felizmente,
MacArthur conheceu a Cristo como seu próprio Salvador, quando ainda era
muito jovem. Porém, enquanto testemunhava de perto o trabalho pastoral
de seu pai, John não tinha interesse algum em seguir os passos dele.
John destacou-se em vários esportes, especialmente no futebol americano,
sendo convidado a fazer parte de times profissionais. Mas John não
aceitou estes convites, pois, pouco tempo antes de eles serem feitos,
Deus trabalhou em sua vida, fazendo-o entender que não era uma carreira
esportiva que Deus queria para ele, mas a pregação de Sua Palavra. John,
então, terminou a faculdade e seguiu em frente para o seminário e,
daquele momento em diante, embora MacArthur ainda aprecie até hoje as
atividades esportivas, o estudo e pregação da Palavra tomaram o primeiro
lugar na sua vida.
A
década de 1960 foi de muita atividade para John. Ele ingressou e se
formou no seminário com altas honras; foi consagrado e ajudou seu pai na
igreja que ele pastoreava; participou em atividades como a Mocidade
para Cristo, cruzadas e acampamentos; e casou-se com Patrícia Smith, uma
aluna de sua Escola Dominical e uma moça que amava ao Senhor. Foi
também nessa década que John se tornou pai (o casal tem dois filhos,
duas filhas e quinze netos) e chegou ao seu primeiro e único pastorado.
A
Grace Community Church (Igreja da Comunidade da Graça) é localizada em
Sun Valley, Califórnia, e tinha apenas 13 anos quando chamaram MacArthur
para ser seu pastor. Ele aceitou o convite logo no início de 1969, mas
pediu à igreja uma coisa: a liberdade para estudar 30 horas por semana.
John tinha visto que o problema em muitas igrejas era a falta de
entendimento espiritual. Certa vez disse: “_Em toda parte aonde eu ia, o
que eu via era pregação insípida, vazia de conteúdo bíblico. Isso
realmente me perturbava. Constantemente eu refletia sobre a passagem de
Oseias: 'Meu povo foi destruído por falta de conhecimento'_”. John se
propôs, então, a estudar seria e profundamente a Palavra para então
repassar o que tinha aprendido aos membros da igreja. Embora nem todos
na igreja entendessem o pedido inicial de MacArthur, não há dúvidas de
que tal estudo tem produzido abundantes frutos nas vidas dos membros,
assim como na vida da igreja.
Durante
muitos anos, John testemunhou muitas pessoas fazerem "uma decisão por
Cristo" e depois abandonar a fé. Ele não entendia a razão para tal
comportamento até que meditou no Evangelho de Mateus, durante aquelas 30
horas semanais de estudo. Ele estava preparando sermões sobre cada
frase no Novo Testamento e descobriu que, ao contrário do evangelismo
moderno, Jesus pregava abertamente a lei, mostrando assim aos seus
ouvintes sua carência de santidade e sua necessidade de um Redentor.
Muitos ao redor de MacArthur ensinavam que era suficiente os pecadores
simplesmente crerem nos fatos acerca de Cristo e O convidarem para os
seus corações, mas ficou claro então para ele que é necessário que os
pecadores reconheçam seu pecado e se submetam a Cristo como seu Salvador
e Senhor.
Também
durante seus primeiros anos no pastorado, John aprendeu que novos
programas e novos conceitos não são o que uma igreja precisa para ser
forte. Desde jovem, MacArthur tinha gasto muita energia correndo atrás
de novos métodos para ajudar as pessoas a serem melhores, mas então
entendeu que o essencial é que elas tenham seus corações transformados
por Deus através das Escrituras.
No
mesmo ano que MacArthur chegou à Igreja da Comunidade da Graça, para
pastoreá-la, um dos membros, Vern Lummus, chegou a ele com a proposta de
gravar os sermões para poder distribui-los aos que não poderiam chegar
aos cultos. MacArthur aprovou a ideia e Vern se voluntariou a fazer o
trabalho de gravação e distribuição. Aconteceu que uma das pessoas que
recebeu essas fitas era um operador de mesa em uma rádio em Maryland, um
estado do outro lado do país. Esse homem colocava as pregações no ar
das 9 às 10 horas da noite, e os ouvintes do programa começaram a enviar
cartas a MacArthur, agradecendo-lhe pelo ensinamento da Palavra. Vendo
que as pregações estavam servindo de ajuda aos outros, John e a igreja
resolveram começar um programa no rádio, que intitularam, A Vocês, Graça.
Esse programa foi ouvido não só nos EUA, mas também em outros lugares,
tais como Grã-Bretanha, Índia, Porto Rico, Singapura e Filipinas.
Phil
Johnson, outro membro da igreja, contou a MacArthur o quanto o programa
de rádio estava penetrando a Ásia. Então, em 1988, MacArthur levou sua
família para uma viagem que durou 45 dias, que incluiu paradas em Nova
Zelândia, Austrália, Singapura, Índia, Tailândia, Ilhas Filipinas, Hong
Kong, China e Coreia do Sul. John e sua família distribuíram Bíblias e
livros, e ele pregava constantemente, seu sermão preferido se baseava no
Salmo 19. Sua família frequentou as pregações de John, mesmo sendo nos
lugares mais humildes, e depois de algum tempo, sua filha, Marcy,
comentou com sua mãe: "Se o papai ficar doente em algum lugar durante a viagem, há sete de nós que podem pregar o Salmo 19 por ele!"
Ao final desta longe viagem, MacArthur ficou divido entre duas emoções:
tristeza pelo paganismo e pela falta de séria pregação da Palavra que
testemunhava nestes lugares, e admiração aos grandes sacrifícios que os
cristãos nestes países fizeram para servir a Cristo.
Dois
anos depois, John começou uma série de viagens à Rússia, quando ficou
impressionado com a simplicidade e a dificuldade dos cristãos naquele
país, como também sua fidelidade a Palavra de Deus. MacArthur também
testemunhou de perto a grande falta de pastores ali, e chegou a dizer: "Se
eu pudesse falar russo, eu iria para lá e lá ficaria até quando Deus me
movesse, porque ali está o grande campo pronto para a colheita".
Quando
MacArthur chegou à igreja em Sun Valley, ele era simplesmente seu
pastor. Mais de 40 anos depois, a igreja tem crescido muito e agora tem
também na mesma propriedade uma faculdade e um seminário. O programa no
rádio continua, como também o centro de distribuição dos livros do
MacArthur. Com tanta atividade, há o perigo de se distrair do seu
propósito principal, mas Deus tem lhe providenciado muitos ajudantes. Há
pessoas, também, que têm sugerido que ele se focalize em pregar em
conferências nacionais, internacionais e no rádio. Mas ele não dá
ouvidos a tais sugestões, sendo convicto de que a obra que Deus quer que
ele desempenhe é o pastorado.
MacArthur
tem hoje 74 anos e continua firme na igreja. Escreveu ou editou mais de
150 livros (os quais vendem bem), é pregador e conferencista bastante
conhecido por todo o mundo e a igreja da qual é pastor é frequentada por
milhares. Vendo essas tamanhas bênçãos, John poderia ser facilmente
levado pelo orgulho do que tem feito. Mas este não é o caso. Ao invés de
se vangloriar, ele diz:
O
maior privilégio que tenho do meu ministério, não é o tempo que eu
passo com pessoas; é o tempo que eu posso passar com ELE. E o cultivo de
conhecimento do Senhor no estudo da Sua Palavra, na oração e na
meditação, é o coração e a alma da minha vida e o maior gozo do
ministério para mim. O que quer que aconteça ou não aconteça ali, haja
as mudanças que houver, ou nenhuma mudança, sejam quais forem as
decepções ou os incentivos, o Senhor nunca muda; e é em Seu amor que eu
encontro a constância para a minha vida, a força para o meu ministério, e
também a alegria.
MacArthur
não se gloria do sucesso do passado e também não se preocupa em como
será o seu ministério no futuro, pois reconhece que é Deus Quem o tem
sustentado desde o início. Sua única preocupação é de:
Ser
um homem de integridade espiritual, ter um ministério de integridade
espiritual, e simplesmente ensinar a Bíblia sob a promessa de que Deus
abençoa a Sua Palavra. À medida que Ele a abençoa satisfaz-me
plenamente... pois, enquanto Deus quiser sustentar este ministério, nEle
nos regozijaremos. E quando Ele não tiver mais necessidade dele, nós
nos regozijaremos em qualquer outro ministério que tome o seu lugar.
Uma palavra sobre a biografia
É
uma realidade que agrada a Deus usar "vasos de barro", homens falhos,
em Sua obra. Apesar de não concordarmos com tudo que este autor fez em
sua vida ou com tudo que escreveu, acreditamos que tem muitas coisas
edificantes em seus livros e em seu exemplo. Por isso quisemos
compartilhar um pouco de sua vida, em nosso informativo desse mês. Nosso
objetivo não é exaltar a Davis Huckabee ou a qualquer outro homem, mas
ao trabalho que Deus realizou através deles. Esperamos que lhe seja tão
edificante aprender um pouco sobre esses vasos de barro, quanto tem sido
para nós.
quinta-feira, 20 de junho de 2013
Mateus – O Evangelho do reino
O sermão profético
O bom servo
Leitura diária: Mateus 24.42-51
Leitura da Bíblia em um ano: Jó, capítulos 3, 4 e 5
Cristo vai encerrar o primeiro capítulo do sermão profético, pois ele se estende por todo o capítulo 25 também, com duas palavras muito expressivas sobre a vivência do crente enquanto aguarda este momento da volta do Senhor.
A primeira, sobre a vigilância necessária, para que estejamos devidamente preparados quando o dia chegar. A segunda, uma parábola sobre nossa condição de servo diante de Cristo e a conduta que adotamos em nossa vida, enquanto o Senhor está ausente.
Ele está falando diretamente a mim e a você, como servos que somos, colocando-se ele na figura do senhor:
"Bem-aventurado aquele servo a quem o seu senhor, quando vier, achar assim fazendo" (Mt 24.46).
Sim, ele está nos identificando como felizes e abençoados porque, em seu retorno, fomos encontrados cumprindo a nossa missão como servos. Ele não nos surpreendeu em falta, indolentes, envolvidos em pecados, mas, sim, realizando nossa tarefa como crentes, honrando nossos compromissos como cidadãos, operando o bem para as pessoas em torno.
Lembro-me de uma série muito antiga, passada na TV, quando, em tom novelístico, o enredo da peça nos levava a imaginar que o mundo tivesse tomado conhecimento de que, em razão de um impacto com um corpo celeste que se deslocava em direção à terra, a vida no planeta seria extinta. Em razão desta data que os cientistas demarcaram com precisão, o mundo mudou da noite para o dia. Todos se tornaram pessoas dóceis, procuraram acertar os seus erros, desculpar-se com quem deviam, distribuir os seus recursos, pois de que adiantava ser rico ou pobre se tudo terminaria empoucos dias? Para o crente, deveria ser sempre assim:
– Viver o dia de hoje, como se fosse o último aqui no mundo;
– Esperar o dia de amanhã, como se fosse o primeiro ali na glória.
Oração para o dia:
Senhor, faze-me viver cada dia em estreita comunhão contigo de forma que o meu hoje aqui seja o prenúncio do amanhã nos céus.
Fonte: http://www.juerp.org.br
Leitura da Bíblia em um ano: Jó, capítulos 3, 4 e 5
Cristo vai encerrar o primeiro capítulo do sermão profético, pois ele se estende por todo o capítulo 25 também, com duas palavras muito expressivas sobre a vivência do crente enquanto aguarda este momento da volta do Senhor.
A primeira, sobre a vigilância necessária, para que estejamos devidamente preparados quando o dia chegar. A segunda, uma parábola sobre nossa condição de servo diante de Cristo e a conduta que adotamos em nossa vida, enquanto o Senhor está ausente.
Ele está falando diretamente a mim e a você, como servos que somos, colocando-se ele na figura do senhor:
"Bem-aventurado aquele servo a quem o seu senhor, quando vier, achar assim fazendo" (Mt 24.46).
Sim, ele está nos identificando como felizes e abençoados porque, em seu retorno, fomos encontrados cumprindo a nossa missão como servos. Ele não nos surpreendeu em falta, indolentes, envolvidos em pecados, mas, sim, realizando nossa tarefa como crentes, honrando nossos compromissos como cidadãos, operando o bem para as pessoas em torno.
Lembro-me de uma série muito antiga, passada na TV, quando, em tom novelístico, o enredo da peça nos levava a imaginar que o mundo tivesse tomado conhecimento de que, em razão de um impacto com um corpo celeste que se deslocava em direção à terra, a vida no planeta seria extinta. Em razão desta data que os cientistas demarcaram com precisão, o mundo mudou da noite para o dia. Todos se tornaram pessoas dóceis, procuraram acertar os seus erros, desculpar-se com quem deviam, distribuir os seus recursos, pois de que adiantava ser rico ou pobre se tudo terminaria empoucos dias? Para o crente, deveria ser sempre assim:
– Viver o dia de hoje, como se fosse o último aqui no mundo;
– Esperar o dia de amanhã, como se fosse o primeiro ali na glória.
Oração para o dia:
Senhor, faze-me viver cada dia em estreita comunhão contigo de forma que o meu hoje aqui seja o prenúncio do amanhã nos céus.
Fonte: http://www.juerp.org.br
quarta-feira, 19 de junho de 2013
Projeto de “Cura Gay” é aprovado

Numa sessão chefiada pelo pastor Marco Feliciano (PSC-SP), os parlamentares aprovaram a proposta elaborada pelo deputado João Campos (PSDB-GO), que prevê a derrubada da resolução do Conselho Federal de Psicologia (CFP) que proíbe os profissionais da área de atenderem homossexuais que busquem terapia para trocar de preferência sexual.
Em trâmite na Câmara dos Deputados há dois anos, o projeto agora deverá ser analisado pela Comissão de Seguridade Social (CSS) e pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
O Pastor e o Ouvir
O Rev. Matthew Miller é pastor sênior da Greenville Associate Reformed Presbyterian Church, em Greenville, Carolina do Sul.
Nós pastores sentimos profundamente a frustração de tentar transmitir nossa mensagem ao nosso povo. Quase diariamente, as nossas caixas de correio recebem panfletos que nos oferecem seminários sobre como podemos adaptar os nossos sermões e usar as mídias sociais de forma mais eficaz para "romper com a desordem" da nossa era da comunicação. Visto que fomos chamados para sermos arautos e mordomos de uma mensagem divina, não podemos ser culpados pelo fato de querermos nos certificar de que a mensagem está sendo ouvida.
Porém, nessa competição pela atenção do rebanho, estamos propensos a perder a importância do ouvir—não somente ouvir o Senhor (como alguns já abordaram neste assunto), mas também ouvir o nosso povo, bem como o conselho de colegas pastores e anciãos. Ainda mais quando é o próprio Senhor quem nos diz em sua Palavra: "Todo homem, pois, seja pronto para ouvir, tardio para falar". (Tiago 1:19). "Todos" inclui também os pregadores.
Assim como Paulo e o autor de Hebreus, devemos estar atentos ao nosso povo, a fim de avaliarmos a melhor forma de alimentá-los a partir do púlpito. Paulo diz em 1 Coríntios 3:2, "Leite vos dei a beber, não vos dei alimento sólido; porque ainda não podíeis suportá-lo. Nem ainda agora podeis, porque ainda sois carnais". (leia também Hebreus 5:12). Quando eu comecei o meu ministério de pregação, um dos membros de noventa anos de idade da minha igreja me repreendeu, de maneira gentil, após ouvir uma pregação na qual eu fui além do que a congregação poderia assimilar. Ele disse: "Você quer um conselho de um homem idoso? Você precisa deixar o pote de biscoitos ao alcance das mãos das crianças". Somente no final daquela tarde eu consegui deixar aquela dócil crítica penetrar as minhas defesas naturais, e, até hoje, sou grato por aquele feedback. Se quisermos alimentar nosso povo para um verdadeiro crescimento espiritual, temos o dever de saber em que parte do caminho eles estão. "Procura conhecer o estado das tuas ovelhas e cuida dos teus rebanhos" (Provérbios 27:23). E para isso é necessário ouvir.
Devemos também ouvir cuidadosamente nossos membros, de forma individual, para discernir onde realmente eles estão em Cristo. Paulo diz aos gálatas, "meus filhos, por quem, de novo, sofro as dores de parto, até ser Cristo formado em vós" (Gálatas 4:19). Facilmente os pastores supõem, de forma equivocada, que os irmãos que nos apoiam têm saúde espiritual e os que estão contra nós, não. No entanto, existem muitos que amam o pastor, mas estão longe de Cristo, e muitos que têm reclamações sobre o pastor, mas estão bem fundamentados. Devemos ouvir de forma mais profunda, e nos perguntar se ouvimos a Cristo que está sendo formado em nosso povo—em seus pedidos de oração, em suas palavras faladas de um leito de hospital, na maneira como expressam suas angústias sobre a situação do país, ouvimos a gramática da união com Cristo em sua morte e ressurreição? Ouvimos a doutrina da santificação sendo pessoalmente abraçada? Ouvimos um regozijo presente com o reino de Deus, aliado a um anseio por sua consumação futura? Ou, ao invés disso, ouvimos esperanças e suspiros que pulsam em uma batida de deísmo terapêutico moralista? Eles podem liderar ministérios em nossas igrejas com entusiasmo e competência, mas eles ainda têm muito medo de morrer? Essas são as coisas que devemos ouvir não apenas em suas palavras, mas também nos seus tons de voz.
Por último, devemos ouvir os presbíteros e outros pastores, tanto para nosso bem-estar pessoal quanto para o bem de nossos ministérios. Ser ordenado não nos coloca em posição superior à advertência de Provérbios 21:2: "Todo caminho do homem é reto aos seus próprios olhos, mas o SENHOR sonda os corações". Todos nós conhecemos homens que perderam seus ministérios, não por causa de uma grande falha moral ou uma incompetência evidente, mas por conta da teimosia ou do desânimo que passou desapercebido com consequências debilitantes. Em tais casos, não é incomum saber que esses homens ficaram isolados e que lhes faltaram relacionamentos do tipo ferro-com-ferro-se-afia com presbíteros e outros pastores que poderiam ter dito uma palavra de repreensão, que salvaria seus ministérios, ou uma palavra de encorajamento que nutriria suas almas (Provérbios 27:17; 27:6; 12:25).
Anos atrás, J. Oswald Sanders observou em seu clássico "Spiritual Leadership" [Liderança Espiritual]: "Você pode avaliar os líderes pelo número e qualidade de seus amigos". Agostinho era um homem que valorizava a amizade (há uma abundância de reflexões sobre a amizade em As Confissões e em seus sermões). A amizade de João Calvino e Pierre Viret (1511– 1571), conforme revelado em muitas de suas cartas, mostra o desejo de Calvino e sua grande confiança na amizade. Na recente busca por um novo diretor de música para a nossa igreja, minha primeira pergunta aos candidatos era: "Fale-me sobre os seus amigos mais íntimos. Você pode compartilhar algumas vezes em que o conselho deles o levou a uma mudança de caminho?".
Os pastores precisam de amizades com cooperadores. Todo Timóteo precisa de um Paulo, e todo Paulo precisa de um Tito (2 Coríntios 2:13; 8:23). Se você se encontra sem amizades desse tipo, faria bem em começar a colocar este assunto em oração. Algumas vezes, o coração precisa de tempo para ser preparado para a amizade, para que nossos ouvidos se abram para aquilo que um amigo piedoso venha a dizer.
Sim, devemos ouvir e atentar para o Senhor primeiramente e acima de todos. Porém, de acordo com a sua Palavra, devemos também ouvir aqueles que estão abaixo de nós ou ao nosso lado. A qualidade de nossas vidas e ministérios depende disso.
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Nós pastores sentimos profundamente a frustração de tentar transmitir nossa mensagem ao nosso povo. Quase diariamente, as nossas caixas de correio recebem panfletos que nos oferecem seminários sobre como podemos adaptar os nossos sermões e usar as mídias sociais de forma mais eficaz para "romper com a desordem" da nossa era da comunicação. Visto que fomos chamados para sermos arautos e mordomos de uma mensagem divina, não podemos ser culpados pelo fato de querermos nos certificar de que a mensagem está sendo ouvida.
Porém, nessa competição pela atenção do rebanho, estamos propensos a perder a importância do ouvir—não somente ouvir o Senhor (como alguns já abordaram neste assunto), mas também ouvir o nosso povo, bem como o conselho de colegas pastores e anciãos. Ainda mais quando é o próprio Senhor quem nos diz em sua Palavra: "Todo homem, pois, seja pronto para ouvir, tardio para falar". (Tiago 1:19). "Todos" inclui também os pregadores.
Assim como Paulo e o autor de Hebreus, devemos estar atentos ao nosso povo, a fim de avaliarmos a melhor forma de alimentá-los a partir do púlpito. Paulo diz em 1 Coríntios 3:2, "Leite vos dei a beber, não vos dei alimento sólido; porque ainda não podíeis suportá-lo. Nem ainda agora podeis, porque ainda sois carnais". (leia também Hebreus 5:12). Quando eu comecei o meu ministério de pregação, um dos membros de noventa anos de idade da minha igreja me repreendeu, de maneira gentil, após ouvir uma pregação na qual eu fui além do que a congregação poderia assimilar. Ele disse: "Você quer um conselho de um homem idoso? Você precisa deixar o pote de biscoitos ao alcance das mãos das crianças". Somente no final daquela tarde eu consegui deixar aquela dócil crítica penetrar as minhas defesas naturais, e, até hoje, sou grato por aquele feedback. Se quisermos alimentar nosso povo para um verdadeiro crescimento espiritual, temos o dever de saber em que parte do caminho eles estão. "Procura conhecer o estado das tuas ovelhas e cuida dos teus rebanhos" (Provérbios 27:23). E para isso é necessário ouvir.
Devemos também ouvir cuidadosamente nossos membros, de forma individual, para discernir onde realmente eles estão em Cristo. Paulo diz aos gálatas, "meus filhos, por quem, de novo, sofro as dores de parto, até ser Cristo formado em vós" (Gálatas 4:19). Facilmente os pastores supõem, de forma equivocada, que os irmãos que nos apoiam têm saúde espiritual e os que estão contra nós, não. No entanto, existem muitos que amam o pastor, mas estão longe de Cristo, e muitos que têm reclamações sobre o pastor, mas estão bem fundamentados. Devemos ouvir de forma mais profunda, e nos perguntar se ouvimos a Cristo que está sendo formado em nosso povo—em seus pedidos de oração, em suas palavras faladas de um leito de hospital, na maneira como expressam suas angústias sobre a situação do país, ouvimos a gramática da união com Cristo em sua morte e ressurreição? Ouvimos a doutrina da santificação sendo pessoalmente abraçada? Ouvimos um regozijo presente com o reino de Deus, aliado a um anseio por sua consumação futura? Ou, ao invés disso, ouvimos esperanças e suspiros que pulsam em uma batida de deísmo terapêutico moralista? Eles podem liderar ministérios em nossas igrejas com entusiasmo e competência, mas eles ainda têm muito medo de morrer? Essas são as coisas que devemos ouvir não apenas em suas palavras, mas também nos seus tons de voz.
Por último, devemos ouvir os presbíteros e outros pastores, tanto para nosso bem-estar pessoal quanto para o bem de nossos ministérios. Ser ordenado não nos coloca em posição superior à advertência de Provérbios 21:2: "Todo caminho do homem é reto aos seus próprios olhos, mas o SENHOR sonda os corações". Todos nós conhecemos homens que perderam seus ministérios, não por causa de uma grande falha moral ou uma incompetência evidente, mas por conta da teimosia ou do desânimo que passou desapercebido com consequências debilitantes. Em tais casos, não é incomum saber que esses homens ficaram isolados e que lhes faltaram relacionamentos do tipo ferro-com-ferro-se-afia com presbíteros e outros pastores que poderiam ter dito uma palavra de repreensão, que salvaria seus ministérios, ou uma palavra de encorajamento que nutriria suas almas (Provérbios 27:17; 27:6; 12:25).
Anos atrás, J. Oswald Sanders observou em seu clássico "Spiritual Leadership" [Liderança Espiritual]: "Você pode avaliar os líderes pelo número e qualidade de seus amigos". Agostinho era um homem que valorizava a amizade (há uma abundância de reflexões sobre a amizade em As Confissões e em seus sermões). A amizade de João Calvino e Pierre Viret (1511– 1571), conforme revelado em muitas de suas cartas, mostra o desejo de Calvino e sua grande confiança na amizade. Na recente busca por um novo diretor de música para a nossa igreja, minha primeira pergunta aos candidatos era: "Fale-me sobre os seus amigos mais íntimos. Você pode compartilhar algumas vezes em que o conselho deles o levou a uma mudança de caminho?".
Os pastores precisam de amizades com cooperadores. Todo Timóteo precisa de um Paulo, e todo Paulo precisa de um Tito (2 Coríntios 2:13; 8:23). Se você se encontra sem amizades desse tipo, faria bem em começar a colocar este assunto em oração. Algumas vezes, o coração precisa de tempo para ser preparado para a amizade, para que nossos ouvidos se abram para aquilo que um amigo piedoso venha a dizer.
Sim, devemos ouvir e atentar para o Senhor primeiramente e acima de todos. Porém, de acordo com a sua Palavra, devemos também ouvir aqueles que estão abaixo de nós ou ao nosso lado. A qualidade de nossas vidas e ministérios depende disso.
Matthew Miller
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segunda-feira, 17 de junho de 2013
O que significa circuncisão?
A circuncisão
foi instituída por Deus nos tempos de Abraão. Circuncisão era a
cerimônia onde era cortada a pele que cobre a cabeça do órgão genital
masculino, também chamada de prepúcio. Algo bem parecido com a cirurgia
de fimose realizada em nossos tempos (veja foto abaixo). Era realizada
nos meninos ao oitavo dia de vida: “O que tem oito dias será circuncidado entre vós, todo macho nas vossas gerações…” (Gn 17.12)
“Pelo contrário, o verdadeiro judeu é aquele que é judeu
por dentro, aquele que tem o coração circuncidado; e isso é uma coisa
que o Espírito de Deus faz e que a lei escrita não pode fazer…” (Rm 2.
29 – NTLH)
Fonte: http://www.esbocandoideias.com
Seu significado era bem mais profundo do
que simplesmente um corte visível feito na carne. A circuncisão mostrava
que aquela criança fazia parte da aliança de Deus feita com o povo de
Israel. É claro que não era apenas o corte na carne que fazia com que a
criança, e mais tarde o adulto, fosse alguém que andava na presença de
Deus. Era necessário obediência às leis do Senhor para que,
efetivamente, a circuncisão tivesse realmente valor.
A circuncisão também era realizada nos escravos que não tinham o sangue Israelita, mas que faziam parte do povo. “todo
macho nas vossas gerações, tanto o escravo nascido em casa como o
comprado a qualquer estrangeiro, que não for da tua estirpe. Com efeito,
será circuncidado o nascido em tua casa e o comprado por teu dinheiro; a
minha aliança estará na vossa carne e será aliança perpétua.” (Gn 17.
12-13)
No Novo Testamento, a palavra circuncisão
era usada para apontar para aqueles que eram Israelitas (judeus). O
termo, porém, ganha um significado mais profundo nas cartas de Paulo,
onde ele introduz o conceito de “circuncisão do coração”, que
significa uma conversão genuína, baseada na fé e na obediência a Jesus
Cristo. Deus não requer mais de nós um sinal feito na carne, mas sim um
sinal feito no nosso coração
Fonte: http://www.esbocandoideias.com
sábado, 15 de junho de 2013
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