segunda-feira, 24 de abril de 2017
Ler a Bíblia fortaleceu minha fé e me aproximou de Deus, afirma atriz Karina Bacchi

Aos 40 anos e grávida de cinco meses, Karina Bacchi assistiu ao filme A Cabana na pré-estreia, em São Paulo, e falou sobre sua espiritualidade e fé, e revelou ser uma leitora habitual das Escrituras.
“Com o passar dos anos, a experiência e a maturidade fazem com que a gente perceba a importância da fé em nossa vida, o quanto faz diferença e o quanto é necessário. A gente passa a ter mais responsabilidades, os dias passam a ser mais difíceis, a gente perde um pouco aquela ilusão da adolescência de que tudo é lindo”, disse, em entrevista ao portal Guia-me.
A atriz e apresentadora revelou que em 2012 perdeu seu único irmão, o músico Alexandre Bacchi, e isso trouxe sofrimento a ela, mas não o suficiente para abalar sua fé: “Eu fico triste de ver pessoas sem fé, porque é isso que realmente me traz
sexta-feira, 21 de abril de 2017
MEU RELACIONAMENTO COM DEUS: UMA RELAÇÂO DE OBEDIENECIA? – AULA 93 - LIÇÃO - 3 - FASE 3 -15.03-2017
INTRODUÇÃO
Vivemos um momento interessante da igreja evangélica no Brasil. De um lado verificamos, com muita alegria, a tremenda abertura ao evangelho e o grande número de conversões em nosso país. Muitos se “convertem” pensando apenas nas vantagens que poderão alcançar. Claro que as bênçãos acompanham os verdadeiros convertidos. Mas por outro lado, a mesma facilidade não se verifica na fase seguinte após a conversão, a fase do discipulado. Há uma imensa dificuldade de mudança e uma clara resistência a uma obediência radical a Cristo e seus mandamentos. Ou seja, vivemos numa época ambígua e perigosa, onde é fácil “converter”, desde que não se exija mudança de comportamento e compromisso com Cristo.
Precisamos abordar este assunto, porque talvez muitos estejam vivendo um engano muito sério. Talvez não estejam vivendo uma verdadeira experiência com Deus. Talvez não entenderam a verdadeira mensagem do evangelho de Cristo, que tem como base o fato de que Jesus Cristo é o Senhor absoluto daqueles que desejam segui-lo. Vamos estudar este assunto com cuidado:
DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
Textos-base: Mateus 7:21-23 e João 14:21
1. Jesus Cristo é o Senhor
A queda do homem relatada em Gênesis capitulo 3 foi causada fundamentalmente pela desobediência do homem a Deus. Adão e Eva, na verdade, estavam fazendo uma escolha, que sabemos foi catastrófica, tanto para eles quanto para toda a humanidade. Quando pecaram contra Deus, estavam afirmando a sua escolha: não queriam mais que Deus reinasse sobre a vida deles.
Por isso, quando Pedro pregou a primeira mensagem evangelística de sua vida e da igreja (Atos 2:14-36), ele apresenta Jesus como Senhor (“Kurios”, aquele a quem uma pessoa ou coisas pertence, sobre o qual ele tem o poder de decisão; Mestre, Senhor). Estava deixando bem claro, sem rodeios, que receber a Cristo seria tremendo. Receberiam o perdão dos pecados, seriam batizados, fariam parte da abençoada família de Deus, mas estariam fazendo uma decisão de ter agora Cristo como senhor e dono de suas vidas. Quando Paulo prega ao carcereiro em Atos 16, o desafia a crer no Senhor (“Kurios”) Jesus para ser salvo. Em Filipenses 2:11, Paulo afirma que um dia toda língua confessará que Jesus Cristo é o
segunda-feira, 17 de abril de 2017
Células tumorais expostas à sinfonia de Beethoven morreram ou diminuíram de tamanho
A ciência já comprovou que ouvir música não serve apenas para se acalmar e relaxar – ela pode trazer uma série de benefícios para a saúde.
Ao expor células MCF-7, ligadas ao câncer de mama, à Quinta Sinfonia de Beethoven, cientistas da Universidade Federal do Rio de Janeiro descobriram que algumas morreram e outras diminuíram consideravelmente de tamanho.
O experimento também colocou as células sob a influência de outras duas músicas clássicas. “Atmosphères”, do húngaro György Ligeti, causou resultados bem semelhantes ao da sinfonia. Mas “Sonata para dois pianos em ré maior”, de Mozart, não gerou nenhuma mudança.
A próxima etapa da pesquisa é entender exatamente o que aconteceu para que as células morressem ou diminuíssem de tamanho. Assim que for possível reconhecer, eles deverão construir uma sequência sonora especial para tratar os tumores. A intenção é que os pacientes possam tratar o câncer de uma forma menos agressiva.
Fonte:https://br.yahoo.com/noticias/celulas-tumorais-expostas-sinfonia-de-beethoven-morreram-ou-diminuiram-de-tamanho-213523346.html
domingo, 16 de abril de 2017
Morre aos 117 anos a italiana Emma Morano, última sobrevivente do século XIX
A italiana Emma Morano, a última sobrevivente conhecida do século XIX e supostamente a mulher mais idosa da humanidade, morreu neste sábado em sua residência em Verbania (norte), aos 117 anos e 137 dias, anunciou a imprensa local.
"Ela teve uma vida extraordinária e sempre nos recordaremos de sua força por seguir adiante", declarou o prefeito de Verbania, citado pela imprensa.
Segundo o Gerontology Research Group (GRG), um grupo americano que busca e certifica as pessoas mais idosas do mundo, a decana da humanidade agora é uma jamaicana, Violet Brown, nascida em 10 de março de 1900.
O mesmo grupo afirmava que Emma Morano, nascida em 29 de novembro de 1899, era a última pessoa conhecida nascida antes de 1900.
Morano, uma mulher obstinada e independente que conservou sua autonomia até os 115 anos, atribuía sua longevidade a décadas de celibato e seu regime improvável: três ovos diarios durante quase um século.
Ao longo de sua vida, testemunhou a passagem de 11 papas, três reis da Itália e 12 presidentes da República, mas não chegou a superar o recorde absoluto da francesa Jeanne Calment, que viveu até os 122 anos.
Seu primeiro amor desapareceu durante a Primeira Guerra Mundial, e acabou se separando de um marido violento após a morte de seu único filho com poucos meses. Isso foi em 1938, três décadas antes da aprovação da lei do divórcio na Itália.
A partir desse momento, viveu sozinha, em um momento em que isso não era comum, e trabalhou até os 75 anos em uma fábrica de bolsas.
Aos 115 anos, decidiu aceitar a ajuda de uma enfermeira em tempo integral.
Em novembro de 2016 recebeu a AFP em seu apartamento, entre um armário repleto de caixas de papelão, uma série de imagens religiosas, seu diploma de "Decana da Humanidade" do Guinness World Records e uma fotografia dela com seu
sexta-feira, 14 de abril de 2017
Quais os dias da morte e da ressurreição de Jesus?
Essa é uma questão bem interessante e que deixa muitas pessoas em dúvida. Como Jesus pode ter ressuscitado ao terceiro dia se Ele morreu na sexta-feira à tarde e ressuscitou na manhã de domingo?
Vamos analisar os fatos para encontrarmos a resposta, traçando uma pequena linha cronológica entre a morte e a ressurreição do Senhor Jesus Cristo.
(1) Jesus foi preso e levado perante Pôncio Pilatos antes da comemoração da Páscoa judaica. Antes do meio dia da sexta-feira foi o horário em que Jesus foi condenado e iniciou a Sua caminhada até o Calvário (João 19.14). Em Lucas 23.44-46 e em Marcos 15.33-34 vemos registrado que a morte de Jesus se deu por volta da hora nona, ou seja, por volta de três horas da tarde. Vemos também que os judeus que acompanhavam a crucificação não queriam que os corpos (de Jesus e dos ladrões crucificados ao lado dEle) ficassem ali na cruz por muito tempo para não atrapalhar a festa da Páscoa a ser realizada no dia seguinte (sábado), e solicitaram às autoridades que fossem tirados dali (João 19.31).
(2) Em João 20.1 vemos Maria Madalena indo até o sepulcro no primeiro dia da semana (domingo), mas Jesus não estava lá, pois havia ressuscitado. Sendo assim, fica claro na Bíblia que Jesus morreu por volta das três da tarde da sexta-feira e ressuscitou em algum momento na manhã do domingo.
(3) Podemos constatar que Jesus, antes de Sua morte, já havia revelado aos Seus discípulos que ressuscitaria no terceiro dia: “Desde esse tempo, começou Jesus Cristo a mostrar a seus discípulos que lhe era necessário seguir para Jerusalém e sofrer muitas coisas dos anciãos, dos principais sacerdotes e dos escribas, ser morto e ressuscitado no terceiro dia.” (Mateus 16.21). Em todos os quatro Evangelhos vemos registrado a fala de que Jesus ressuscitaria ao terceiro dia (Mateus 20.19; Marcos 10.34; João 2.19).
(4) A explicação para essa aparente contradição é que Jesus ressuscitou “ao terceiro dia” e não “três dias depois de sua morte”, o que implicaria que Ele ficasse morto por 72 horas. Era muito comum aos judeus considerar partes de um dia figuradamente como um dia completo. Por exemplo, no livro de Ester 4.3, vemos registrado que foi levantado um jejum por “três dias e três noites”, ao fim do qual Ester se apresentaria perante o rei para suplicar pelos judeus. Porém, vemos ali que eles começaram o jejum já com o dia em andamento e que Ester foi à presença do rei “ao terceiro dia” (Ester 5.1). Logo, esse período de jejum não foi de 72 horas completas. Da mesma forma, as palavras de Jesus de que ressuscitaria ao terceiro dia seguiram esse mesmo esquema.
(5) Então, para entendermos bem, ficou dessa forma: Jesus morreu na sexta-feira (primeiro dia), passou-se o sábado (segundo dia), chegou o domingo (terceiro dia). Daí, então, os escritos dizerem que Jesus ressuscitou “ao terceiro dia” e não “três dias depois de sua morte”. Dessa forma, não encontramos contradição na Bíblia com referência a esses fatos.
Fonte: Esboçando Ideias
Vamos analisar os fatos para encontrarmos a resposta, traçando uma pequena linha cronológica entre a morte e a ressurreição do Senhor Jesus Cristo.
(1) Jesus foi preso e levado perante Pôncio Pilatos antes da comemoração da Páscoa judaica. Antes do meio dia da sexta-feira foi o horário em que Jesus foi condenado e iniciou a Sua caminhada até o Calvário (João 19.14). Em Lucas 23.44-46 e em Marcos 15.33-34 vemos registrado que a morte de Jesus se deu por volta da hora nona, ou seja, por volta de três horas da tarde. Vemos também que os judeus que acompanhavam a crucificação não queriam que os corpos (de Jesus e dos ladrões crucificados ao lado dEle) ficassem ali na cruz por muito tempo para não atrapalhar a festa da Páscoa a ser realizada no dia seguinte (sábado), e solicitaram às autoridades que fossem tirados dali (João 19.31).
(2) Em João 20.1 vemos Maria Madalena indo até o sepulcro no primeiro dia da semana (domingo), mas Jesus não estava lá, pois havia ressuscitado. Sendo assim, fica claro na Bíblia que Jesus morreu por volta das três da tarde da sexta-feira e ressuscitou em algum momento na manhã do domingo.
(3) Podemos constatar que Jesus, antes de Sua morte, já havia revelado aos Seus discípulos que ressuscitaria no terceiro dia: “Desde esse tempo, começou Jesus Cristo a mostrar a seus discípulos que lhe era necessário seguir para Jerusalém e sofrer muitas coisas dos anciãos, dos principais sacerdotes e dos escribas, ser morto e ressuscitado no terceiro dia.” (Mateus 16.21). Em todos os quatro Evangelhos vemos registrado a fala de que Jesus ressuscitaria ao terceiro dia (Mateus 20.19; Marcos 10.34; João 2.19).
(4) A explicação para essa aparente contradição é que Jesus ressuscitou “ao terceiro dia” e não “três dias depois de sua morte”, o que implicaria que Ele ficasse morto por 72 horas. Era muito comum aos judeus considerar partes de um dia figuradamente como um dia completo. Por exemplo, no livro de Ester 4.3, vemos registrado que foi levantado um jejum por “três dias e três noites”, ao fim do qual Ester se apresentaria perante o rei para suplicar pelos judeus. Porém, vemos ali que eles começaram o jejum já com o dia em andamento e que Ester foi à presença do rei “ao terceiro dia” (Ester 5.1). Logo, esse período de jejum não foi de 72 horas completas. Da mesma forma, as palavras de Jesus de que ressuscitaria ao terceiro dia seguiram esse mesmo esquema.
(5) Então, para entendermos bem, ficou dessa forma: Jesus morreu na sexta-feira (primeiro dia), passou-se o sábado (segundo dia), chegou o domingo (terceiro dia). Daí, então, os escritos dizerem que Jesus ressuscitou “ao terceiro dia” e não “três dias depois de sua morte”. Dessa forma, não encontramos contradição na Bíblia com referência a esses fatos.
Fonte: Esboçando Ideias
quinta-feira, 13 de abril de 2017
O plano de Deus para você
"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito,
para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque
Deus enviou o seu Filho ao mundo não para que condenasse o mundo, mas para que
o mundo fosse salvo por ele". (João 3:16 e 17)
“Visualize o momento. Deus em seu trono. Você na terra. E, entre você e Deus,
suspenso entre você e o céu, está Cristo na cruz. Seus pecados foram colocados
sobre Jesus. Deus, que pune o pecado, derrama sua ira de justiça sobre os nossos
erros. Jesus sofre esta ira. Uma vez que Cristo está entre você e Deus, você
não é atingido, mas salvo — salvo à sombra da cruz. (…) Pois esta é a amplitude
do Seu amor. E este é o motivo da cruz. Ele ama o mundo.” (Extraído do livro
Ele Escolheu os Cravos - Max Lucado)
2 - Deus quer você perto dEle
"Olhai para mim e sereis salvos, vós, todos os termos da terra; porque
eu sou Deus, e não há outro". (Isaías 45:22).
Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar
misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em
“Visualize o momento. Deus em seu trono. Você na terra. E, entre você e Deus, suspenso entre você e o céu, está Cristo na cruz. Seus pecados foram colocados sobre Jesus. Deus, que pune o pecado, derrama sua ira de justiça sobre os nossos erros. Jesus sofre esta ira. Uma vez que Cristo está entre você e Deus, você não é atingido, mas salvo — salvo à sombra da cruz. (…) Pois esta é a amplitude do Seu amor. E este é o motivo da cruz. Ele ama o mundo.” (Extraído do livro Ele Escolheu os Cravos - Max Lucado)
"Olhai para mim e sereis salvos, vós, todos os termos da terra; porque eu sou Deus, e não há outro". (Isaías 45:22).
Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em
terça-feira, 11 de abril de 2017
SÚPLICA DO PASTOR JOVEM
Pastor José dos Reis Pereira
Nesta
noite, ó Senhor, sou consagrado ao ministério da tua Palavra e que
tremendo encargo recebo em meus ombros; não fosse minha absoluta certeza
de que tu me chamaste e não sei onde iria encontrar coragem para tanto;
mas, ó Senhor, tu, que fechaste tão positivamente, diante de mim, todas
as portas a que fui bater e, não olhando minha indignidade, minhas
quedas e meus tropeços, me abriste bem larga e acolhedora a porta do
ministério, ajuda-me a prosseguir neste caminho, dignificando sem cessar
o teu nome e honrando minha vocação.
Temeroso
é o meu trabalho: pastorear teu povo, com tão pouca experiência da
vida, conduzir as ovelhas de meu Mestre, com tão poucas forças, quem
ousaria tanto?
Anima-me,
todavia, a certeza de que tu, ó Senhor, que me escolheste, serás meu
amparo e fortaleza, e, ao dar agora o meu primeiro passo na estrada
nova, permite que o dê com firmeza e decisão;
ajuda-me,
ó Senhor, porque já vislumbro as vezes em que minha visão se obnubilará
ante a poeira da jornada e de ti espero que me alimparás os olhos;
esclarece-me,
Senhor, porque sou jovem, cheio de preconceitos e de idéias falsas,
trabalhando pelo orgulho e pela vaidade; concede que esses inimigos, ao
me assaltarem, não me vençam e que eu afaste por completo o desejo de
dar na vista e de conquistar posições, contentando-me com o lugar que
tu me deres e procurando discernir e cumprir a tua vontade;
auxilia-me
a adiantar-me no saber, mas livra-me da presunção e que esteja"sempre
pronto a reconhecer que, apesar de meus cursos e dos livros que ler, os
outros podem muito bem ser mais
domingo, 9 de abril de 2017
sexta-feira, 7 de abril de 2017
‘’LIVRES PARA O SENHOR’’
Em nossos dias
contemplamos um cenário de mulheres (Desgastadas, derrotadas, desacreditadas,
esgotadas, sobrecarregadas, confusas, instáveis, frustradas, inseguras,
temerosas, solitárias, tensas, deprimidas, desencorajadas, envergonhadas e até
mesmo suicidas). Essas características nos fazem pensar nos motivos que nos
levaram a acreditar nessas qualidades, e quando pensamos no jardim do
Éden,vimos que Eva, pela desobediência, tornou-se o retrato dessa mulher ‘’aparentemente derrotada, porque Eva deu
credito a Satanás, que abruptamente
atacou suas emoções.
Quão frustrante foi
para Eva, sentir-se nua, derrotada, envergonhada um fracasso. Talvez você
esteja se sentido como Eva, porque todas nós passamos por derrotas , fracassos
e períodos tumultuosos, todos nós apresentamos um coração egoísta, voltado para
nossas emoções e auto piedade. Mas quero encorajá-la a acreditar que há
esperança, porque Deus projetou nosso futuro para o bem.
João 10;10 afirma: “Eu
vim para que tenham vida, e a tenham com plenitude’’.Essa afirmação nos leva a
entender que, Jesus não nos proporcionou apenas força para enfrentar
dificuldades, Ele deseja que realmente desfrutemos de uma vida plena, alegre.
Jesus deseja que nos tornemos livres, e ao invés de ser infeliz, frustrada e
escrava, Ele deseja que sejamos: ‘’ Livre, graciosa, confiante, amorosa,
alegre, satisfeita, estável, serena, radiante.’’
Esse é o desejo de
todas as mulheres, viverem essas qualidades e experimentarem a verdadeira
liberdade, em Cristo.
Gálatas 5: 1 afirma
que “ Para a liberdade foi que Cristo
nos libertou, portanto permanecei firmes e não vos submeteis novamente a um
jugo de escravidão’’
Se Cristo afirma que
nos chamou para a liberdade, logo um dia fomos escravas, sendo assim, vale
pensarmos na origem dessa escravidão, o fato é que quando Eva pecou, antes de
desobedecer a Deus, ela desobedeceu, porque acreditou na mentira de satanás,
que antes, prometeu-lhe poder e saciedade.
Hoje seguimos os mesmos
caminhos e muitas vezes não conseguimos ser verdadeiramente livres, porque
acreditamos em mentiras:
Mentiras sobre nossas
emoções, quando acreditamos que não conseguimos controla-las, (eu não consigo
me controlar). E acreditamos que nossas vidas são realmente um fracasso e que
não conseguimos superar problemas e dificuldades que advém sobre nós. Uma outra mentira é
sobre a
quinta-feira, 6 de abril de 2017
MEU RELACIONAMENTO COM DEUS: UMA RELAÇÃO DE PAI E FILHO? – AULA 92 - LIÇÃO - 02 - FASE 3 -08.03-2017
Objetivos da lição:
•
Confirmar a decisão por Cristo de freqüentadores do Núcleo Familiar que
estejam vacilantes na fé;
•
Confrontar amorosamente aqueles que se dizem cristãos, mas não
manifestam sinais disso;
•
Fazer
um apelo de salvação àqueles que ainda não receberam a Cristo.
DESENVOLVIMENTO DO
ENSINO
•
1. Todos os homens foram criados por Deus, mas
nem todos são filhos de Deus
Na cultura de nosso país, há o pensamento de que
todos são filhos de Deus. Isso tem origem no Catolicismo, o qual, tanto na
Idade Média quanto na atualidade, cria que o batismo tem o poder de salvar quem
o recebe, tornando-o filho de Deus. Como boa parte de nós brasileiros fomos
batizados na Igreja Católica quando crianças, conclui-se, de maneira
generalizada, que todos sejamos filhos de Deus. Esse pensamento não está de
acordo com a Bíblia, a Palavra de Deus. Ela não diz que o batismo tem poder
regenerador, ou seja, de conceder o novo nascimento àquele que o recebe.
Segundo a Bíblia, o batismo é uma ordenança de Jesus, que deve ser ministrada
àqueles que crêem nEle (cf. Mc 16.16). A Palavra de Deus diz, sim, conforme
Gênesis 1,2, que a humanidade foi criada por Deus, a partir de dois
representantes, Adão e Eva. Sendo assim, todos somos criaturas de Deus. Para
sermos filhos de Deus, há um indispensável pré-requisito.
2. Uma pessoa se torna filho de Deus através da
fé em Jesus Cristo
A Bíblia diz, em João
1.12 (versão NVI): “Contudo, aos que o
receberam, aos que creram no seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos
de Deus”. Conforme esse texto bíblico, aquele que crê em Cristo tem o direito de se tornar filho de Deus.
Vamos analisar essa afirmação por partes. Primeiramente, o que significa crer
em Cristo? Crer é mais do que acreditar. Muitos acreditam que a história e as
palavras de Cristo são verdadeiras e, nem por isso, são filhos de Deus. No
contexto bíblico, crer tem o sentido de confiar. Crente, é aquele que confia na
obra redentora realizada por Cristo na cruz e, por isso, se entrega a Ele. Em
segundo lugar, esses, conforme dito, recebem o direito de se tornarem
filhos de Deus. Isso quer dizer que o crente em Cristo, de maneira irrevogável,
tem garantido para si o status de filho de Deus e todos os benefícios dessa
posição. Quanto a isso, Romanos 8.17 diz: “Ora,
se somos filhos, somos também herdeiros, herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo”. O crente em Cristo, como filho de
Deus, é também herdeiro, tendo o direito de
receber de Deus suas bençãos. Paulo fala sobre isso em Efésios 1.3, quando diz:
“Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem
abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo”.
3. A marca de um filho
de Deus: a nova vida
Se a fé é o
pré-requisito para alguém se tornar filho de Deus, a nova vida é a evidência de
que isso de fato aconteceu. A Bíblia diz, em 2 Coríntios 5.17: “E, assim, se alguém está em Cristo, é nova
criatura; as coisas antigas já
passaram; eis que se fizeram novas”. O crente em Cristo experimenta uma
novidade de vida, é uma nova
criatura. Sendo assim, sua vida passa por mudanças visíveis, o que significa
deve haver um “antes era assim” e um “agora é assim”. Eis algumas das mudanças
que devem ocorrer:
a) Compreensão espiritual da Bíblia (cf. Jo 14.26;
16.13);
b) Repulsa pelo pecado (cf. Ef 5.3-14);
c) Desejo de estar com Deus (amor a Deus, cf. Mt
22.37);
d) Desejo de estar com outros filhos de Deus (amor
ao próximo, cf. Mt 22.39).
CONCLUSÃO
E DESAFIOS
1.
Você é cristão porque seus pais, parentes ou amigos são cristãos? Ou foi
uma escolha pessoal que você fez?
2. Você se considera cristão porque freqüenta uma
igreja, seja ela evangélica ou católica?
3. Você tem certeza de sua salvação?
4. Você tem manifestado em sua vida a marca de um
filho de Deus?
5. Você gostaria de confirmar sua decisão por
Cristo?
6. Você gostaria de entregar sua vida a Cristo?
IGREJA BATISTA
DO CALVÁRIO – SÃO JOÃO DO PARAÍSO – MG
sábado, 1 de abril de 2017
E O DINHEIRO? – AULA 91 - LIÇÃO - 01 - FASE 3 -01.03-2017
Na reunião de hoje, encerraremos a série
“Grandes Perguntas sobre a Fé Cristã”. A última pergunta a ser abordada hoje é:
“E o dinheiro?!”. A Bíblia tem uma interessante estatística. Cerca de 2000 versículos falam sobre
dinheiro, enquanto apenas 278 discorrem sobre salvação. Surpreendente, não?! Há
dez vezes mais espaço para temas relacionados ao dinheiro do que para os
ligados à salvação nas páginas bíblicas. Isso nos mostra a grande importância
dada por Deus a esse assunto. O Senhor sabe como o dinheiro é fundamental para
a vida humana e como ele pode ser uma benção ou uma maldição. Tendo isso em
vista, a lição de hoje tratará sobre o “amor ao dinheiro”. Que o Espírito Santo
nos liberte desse grande mal!
DESENVOLVIMENTO
DO ENSINO
A questão
não é o dinheiro. Ter dinheiro não é um problema. O dinheiro
é
um excelente servo. O problema é o amor ao
dinheiro, ou seja, quando
é
o dinheiro que nos tem. O dinheiro é um péssimo
senhor. A Bíblia diz:
“Pois
o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males. Algumas pessoas, por cobiçarem o
dinheiro, desviaram-se da fé e se atormentaram com muitos sofrimentos” (1Timóteo 6.10). O apóstolo Paulo parece estar
exagerando nesse texto ao falar dos
malefícios do amor ao dinheiro. Ele diz que o amor ao dinheiro é a origem de
TODOS os problemas. Entretanto, não é um exagero! De fato, muitas pessoas geram
diversos tipos de problemas e consequentes sofrimentos para si por causa do
amor ao dinheiro.
Pare
e pense: Que tipos de problemas e consequentes sofrimentos você ou pessoas
conhecidas por você geraram para si por causa do amor ao dinheiro?
Um malefício do amor ao dinheiro explicitamente
citado no texto acima é o desviar-se da fé. Isso quer dizer que o amor ao
dinheiro pode interferir negativamente em nosso relacionamento com Deus, nos
afastando dele. Jesus disse: “Ninguém
pode servir a dois senhores; pois odiará um e amará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Vocês não podem
servir a Deus e ao Dinheiro” (Mateus 6.24). É impossível amar a Deus e o Dinheiro ao mesmo tempo. No coração
humano há apenas um trono e um altar. Sendo assim, não há como a devoção do ser
humano estar voltada simultaneamente para dois deuses concorrentes. No caso, ou
ele serve e adora a Deus ou ao Dinheiro (note que, no versículo acima, Dinheiro
está com “D” maiúsculo, o que significa que, nesse texto, ele é tratado como
deus. No texto original, a palavra para Dinheiro é “Mamom”).
Segundo Jimmy Stier, missionário e fundador da
Jocum no Brasil, há treze sinais da presença do amor ao dinheiro (ou seja, da
influência de Mamom) na vida de uma pessoa. Aborde cada um desses sinais e,
enquanto o faz, peça aos participantes para identificarem a presença ou não
deles em suas vidas, dando exemplos disso.
1. Descontentamento por não ter dinheiro e o que
ele pode proporcionar (Hebreus 13.5; Filipenses 4.11-13);
2.
Preocupação e ansiedade (Mateus 6.25-33);
3. Impaciência quanto ao ato de comprar, ou seja,
comprar tendo o dinheiro ou não para isso (Pv 21.3);
4.
Dívidas atrasadas;
5. Cobiça, ou seja, desejar ter as coisas dos
outros ou ficar descontente com a vitória dos outros (Provérbios 28.22);
6.
Avareza, ou seja, fazer planos tendo por base o
Dinheiro;
7.
Sentir-se inferior por não ter dinheiro ou
superior por tê-lo;
8. Tratar os que têm dinheiro e os que não o têm de
maneiras diferentes (Tiago 2.1-4);
9.
Brigar por causa do dinheiro (Tiago 4.1-5);
10.
Não gostar de dar dinheiro (Provérbios 11.24);
11.
Não gostar daqueles que te pedem dinheiro
(2Coríntios 9.7);
12.
Mentir, roubar, enganar para ter mais dinheiro;
13.
Ser irresponsável com as obrigações financeiras.
PERGUNTAS
DE REFLEXÕES E DESAFIOS
Pare e pense: Você ama ao dinheiro?
É tempo de ficar livre da influência de Mamom. Para isso, alguns passos
são necessários:
1.
Reconhecer que o amor ao dinheiro é pecado;
2. Confessar o amor ao dinheiro a Deus e a alguém
como pecado (1João 1.9; Tiago 5.16);
3. Arrepender-se do amor ao dinheiro. A melhor
maneira de se fazer isso é com uma atitude contrária, ou seja, desprendendo-se
do dinheiro, isto é, dando-o generosamente. A Bíblia tem um excelente exemplos
disso: Zaqueu (Lucas 19.1-10).
IGREJA BATISTA DO CALVÁRIO – SÃO
JOÃO DO PARAÍSO – MG
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