quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

A Verdadeira Adoração - AULA 44 - 04-FASE 2 - 03.02.2016


Introdução

Fomos criados para a adoração de Deus. Esse é um dos propósitos da vida. Isso significa que viveremos plenamente e com satisfação se estivermos diante dEle em adoração. A queda (Gn 3), entretanto, interferiu no relacionamento do ser humano com o seu Criador. Antes do pecado, eles se encontravam diariamente no Jardim do Éden para momentos de rica comunhão. Após a desobediência, ao perceberem a aproximação de Deus, “que andava pelo jardim quando soprava a brisa do dia” (Gn 3.8, NVI), Adão e sua mulher se esconderam entre as árvores. Estavam rompidos os laços relacionais entre a criatura e o Criador. A partir de então, o homem passou a direcionar o seu impulso adorador para outras direções. Os cultos a si mesmo, a outras pessoas e a outros deuses logo começaram a tomar o lugar da devoção ao único e verdadeiro Deus. O ser humano criou religiões, ritos e ensinamentos que lhe possibilitassem expressar sua vocação adoradora.

Em Jesus Cristo encontra-se o ápice do plano divino para resgatar a humanidade para si e restaurar o relacionamento que foi rompido. Ele é o mediador entre Deus e os homens (cf. 1Tm 2.5). Através dEle, o homem, regenerado em seu espírito e justificado pela fé, pode ter novamente comunhão com o seu Criador e adorá-Lo, direcionando corretamente, assim, o seu impulso adorador.

Em certa ocasião, quando passava por Samaria, indo da Judéia para a Galiléia, Jesus encontrou-se com uma mulher samaritana à beira de um poço. Após algum tempo de conversa, Ele começou a ensiná-la sobre a verdadeira adoração, confrontando-a em sua experiência religiosa. É sobre isso a ministração do Núcleo Familiar de hoje.

Desenvolvimento do ensino
Texto base: João 4:20-24

Adorar, no Novo Testamento em português, na maioria das vezes, é a tradução do verbo grego proskuneo. Esse verbo tem o significado de prostrar-se aos pés de alguém e beijá-los, demonstrando humildade e submissão. Ele aparece sete vezes neste diálogo entre Jesus e a samaritana. Nesse encontro, o mestre estabelece três contrapontos, afirmando a partir deles características da verdadeira adoração.


1. Local sagrado x Qualquer local

Nossos pais adoravam neste monte; vós, entretanto, dizeis que em Jerusalém é o lugar onde se deve adorar. Disse-lhe Jesus: Mulher, podes crer-me que a hora vem, quando nem neste monte, nem em Jerusalém adorareis o Pai (vv.20,21).

O primeiro contraponto feito por Jesus refere-se ao local onde a adoração deveria acontecer. Na época, havia um disputa entre judeus e samaritanos sobre qual era o lugar autorizado de culto a Deus. Os judeus afirmavam ser Jerusalém, cidade escolhida por Davi para ser a sede do governo e da religião de Israel (cf.
2Sm 5-7), enquanto os samaritanos diziam ser o monte Gerizim (o monte da benção, cf. Dt 11.29; 27.12), onde eles haviam instalado um templo rival e um culto alheio ao de Jerusalém. Jesus vai além daquela controvérsia e ensina que estava chegando um tempo (a nova aliança) em que a adoração ao Pai não seria nem em Jerusalém, nem em Gerizim. Ela seria independente de um local sagrado, de um templo e de sacrifícios e ofertas, sendo realizável onde quer que o adorador estivesse.
A morte de Cristo na cruz foi um sacrifício perfeito e definitivo a Deus para o perdão dos pecados, anulando, assim, o sistema sacrificial da lei de Moisés e a necessidade de um templo (cf. Hb 9.23-10.18). Na nova aliança, cada crente em Jesus Cristo é um santuário no qual Deus, pelo seu Espírito, habita. “Não sabeis que sois santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós? (1Co 3.16). Acaso, não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos?” (1Co 6.19). “Que ligação há entre o santuário de Deus e os ídolos? Porque nós somos santuário do Deus vivente, como ele próprio disse: Habitarei e andarei entre eles; serei o seu Deus, e eles serão o meu povo (2Co 6.16). Sendo nós templos do Deus vivente, qualquer local em que estivermos é um lugar de adoração ao Pai. Não dependemos, portanto, do edifício da igreja ou de qualquer outra construção para adorá-lo.
1.  Sua adoração a Deus tem extrapolado os limites dos cultos que acontecem na igreja e tem invadido sua casa, local de trabalho e escola?
2.  Você tem consciência de que, sendo templo do Espírito Santo, você é um depósito do Deus vivente e que todas as suas atitudes podem ou não expressar adoração a Deus?

2. Religiosidade x Intimidade

Vós adorais o que não conheceis; nós adoramos o que conhecemos, porque a salvação vem dos judeus (v.22).

O segundo contraponto fala sobre conhecer ou não o objeto da adoração. Tanto no Antigo quanto no Novo Testamento, o verbo conhecer não faz referência apenas a uma atividade intelectual de pesquisa e obtenção de informações. Ele também se refere à experiência de conhecer uma pessoa intimamente através de um relacionamento. É sobre esse conhecimento relacional e experiencial que Jesus está falando com a samaritana em João 4.22. Ao afirmar que os samaritanos adoravam o que não conheciam, Ele admite a possibilidade de existir uma adoração desvinculada de uma intimidade com o Deus a quem se adora. Essa, com certeza, não é uma adoração verdadeira e que o Pai deseje. Uma adoração assim, não passa de uma religiosidade vazia. O desejo do Pai é que nos relacionemos com Ele de modo a conhecer a sua intimidade. Somente assim poderemos adorá-lo verdadeiramente.
1.  O conhecimento de Deus se dá, por exemplo, através da leitura da Bíblia, da oração e de momentos de louvor e adoração. Quanto tempo do seu dia você tem dedicado a isso?
2.  Sua vida cristã tem se baseado em uma religiosidade vazia ou em um relacionamento com Deus?

3. Ritualismo e hipocrisia x Espiritualidade e verdade

Mas vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores. Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade (vv.23,24).
O terceiro contraponto estabelecido por Jesus está intimamente ligado a um atributo de Deus. Ele afirma que Deus é espírito, ou seja, um ser imaterial, desprovido de corpo físico. Por isso, a adoração a Ele deve ser em espírito e em verdade. O homem, além de um corpo físico, possui também uma parte imaterial, composta de alma e espírito, também chamada de homem interior. Desse ponto (do espírito) é que nasce a verdadeira adoração. Ela não é apenas um ritual externo. Se assim fosse, seria um ato vazio e hipócrita, sem a verdade que o Pai requer. Em Marcos 7.6,7, Jesus confronta os fariseus e escribas por estarem preocupados apenas com o exterior. Ele lhes diz: “Bem profetizou Isaías a respeito de vós, hipócritas, como está escrito: Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. E em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens”. A adoração que Deus procura não é um ritual de músicas e gestos simplesmente. Ele busca um culto que brote do coração e que seja, assim, verdadeiro e sincero. O ritual, entretanto, não deve ser desprezado. O problema está no ritualismo. A questão é que nossas atitudes externas (cantar músicas, levantar as mãos, etc) devem ser motivadas por algo que está acontecendo internamente. O culto a Deus deve ser integral: corpo, alma e espírito. Portanto, aqueles que, por outro lado, dizem estar prestando uma adoração a Deus apenas no coração, não expressando isso com o corpo, também não estão no ponto que Deus quer.
1.  A adoração que você oferece a Deus nos cultos da igreja, na célula ou em seu momento a sós com Deus tem sido em espírito e em verdade, ou tem sido um ritual vazio e hipócrita?

2.  Você tem expressado a Deus a adoração que está em seu coração através de atitudes externas, ou seu culto tem sido apenas algo interno?

Jesus ensinou à samaritana e nos ensina hoje que o Pai está à procura de verdadeiros adoradores. Por isso, é urgente começarmos a praticar suas palavras registradas em João 4.20-24 o quanto antes. Para isso, entretanto, é necessário abandonarmos alguns conceitos antigos e errôneos, e sairmos da nossa zona de conforto e de uma posição cômoda. Na próxima oportunidade que você tiver de adorar a Deus, lembre-se dos três princípios ensinados nesta lição e procure aplicá-los. Será um importante passo rumo ao que Deus quer de você como adorador.
Desafios
que aprendemos que a adoração independe do lugar onde você estiver, baseia-se em um relacionamento pessoal com Deus e deve ser uma expressão de algo que está no coração, então:

1.  Em um culto público, dedique-se à adoração como um dos propósitos de sua     vida;
2.  Separe 30 minutos do seu para dia para ter um momento a sós com Deus. Nesse tempo, ore, adore a Deus através uma música e leia uma porção das Escrituras;
3.  Tenha em mente que a adoração é um estilo de vida. Então, viva adorando!

  
IGREJA BATISTA DO CALVÁRIO – SÃO JOÃO DO PARAÍSO – MG
                                      www.ibatistacalvario.com.br

Um crente deve ter uma notável semelhança com Jesus Cristo

Versículo do Dia: “Reconheceram que haviam eles estado com Jesus.” (Atos 4.13)
Um crente deve ter uma notável semelhança com Jesus Cristo. Você já leu escritos belos e eloquentes da vida de Cristo, mas, o melhor relato é a sua biografia viva, exposta nas palavras e ações de seu povo. Seríamos retratos de Cristo, se fôssemos o que professamos e o que deveríamos ser. Devemos imitá-Lo tão intimamente que o mundo não tenha dúvida de que realmente estamos com Ele. “O crente verdadeiro foi ensinado por Jesus; ele é como Jesus e tem o mesmo pensamento do Santo Homem de Nazaré. Ele demonstra esta influência em sua vida e ações cotidianas.”
O crente deve ser semelhante a Cristo em sua ousadia. Nunca envergonhe-se de sua fé. Sua profissão de fé jamais os desonrará; cuide para que você nunca a desonre. Seja semelhante ao Senhor Jesus – muito corajoso por seu Deus. Imite o Senhor Jesus em seu espírito de amabilidade. Pense com amabilidade, fale com ternura e aja com cordialidade, de modo que os homens digam a seu respeito: “Ele tem estado com Jesus”. Imite a Jesus em sua santidade. Ele foi zeloso por seu Deus? De modo semelhante, devemos ser zelosos em fazer o bem.
Estava Jesus sempre negando a si mesmo, nunca buscando os seus próprios interesses? Faça o mesmo. O Senhor Jesus foi dedicado? Então, seja você também dedicado, fervoroso em suas orações. O Senhor Jesus submeteu-se à vontade de seu Pai? Então, submeta-se igualmente a Ele. O Senhor Jesus foi paciente. Aprenda a suportar as situações. E, o melhor de tudo, como o mais sublime aspecto da imagem de Jesus, procure perdoar os seus inimigos, assim como Ele o fez. Aquelas maravilhosas palavras do Senhor Jesus -“Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lucas 23.34) – devem sempre retinir em seus ouvidos. Perdoe assim como você foi perdoado. Amontoe brasas de fogo na cabeça de seu inimigo por meio de sua amabilidade para com ele. Lembre-se: ser bom para com os maus é semelhança divina. Em todas as situações e de toda maneira, viva de tal forma que os outros digam sobre você: “Ele está com Jesus”.

Fonte: http://voltemosaoevangelho.com/blog/2016/02/10-de-fevereiro-devocional-diario-charles-spurgeon/

DIA 13/02/2016


sábado, 30 de janeiro de 2016

As sutis mensagens que entram em nosso lar

Está além do limite do que a mente humana é capaz de suportar. Os valores e conceitos mundanos já se entranham e internalizam na mente e coração nosso e dos nossos filhos e filhas, causando um dano e estrago irreparável.
A situação é séria e parece que a maioria das pessoas não está se apercebendo disto. Parece que há um adormecimento racional e intelectual para se saber de quanto mal fazem as sutis mensagens que recebemos pela televisão, ligadas em nossos lares diariamente, para a formação espiritual, moral e psicológica dentro dos nossos lares.
Até os adultos se deixam embalar pelos conceitos e comportamentos mundanos, todos claramente condenados pela Bíblia, como se apenas fizessem parte da sociedade atual. Débil mentira satânica que encontra ouvidos desatentos e acreditam nela.
Causa dó saber que as famílias brasileiras estão a mercê das sutis mensagens da televisão e se deixando ficar impotentes para por um basta no lixo que é derramado dentro do lar diuturnamente.
Se, por acaso, os leitores não sabem identificá-las com precisão, citamos algumas delas.
As cenas de traição conjugal já se passa há tantos anos que hoje se vê o

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Sete princípios para o crescimento espiritual - AULA 43 - 03-FASE 2 - 27.01.2016

Introdução
Neste ano que se inicia, o que devemos desejar em primeiro lugar é crescimento em comunhão e em intimidade com o Senhor. Nenhum  projeto deveria ser mais trabalhado do que o projeto pessoal de conhecer mais a Deus e de alcançar crescimento na vida espiritual.

Para crescermos espiritualmente precisamos seguir alguns princípios espirituais. muitas maneiras de crescermos na vida cristã e na comunhão com Deus. Na lição de hoje, apresentamos alguns princípios mais vitais e primordiais para o crescimento espiritual. Vamos estudá-los!

Desenvolvimento do ensino

1.    Aprenda A esquecer
Fl 3.13-14

Em certo sentido, esqueça  as bênçãos do passado, ou seja, não fique preso ao passado e no que um dia você recebeu. Deus tem algo novo para você hoje. Nada impede  mais o seu contínuo crescimento do que a idéia de que como está já é suficiente. O maná deveria ser colhido diariamente e se o povo de Israel guardasse para o dia seguinte ele apodreceria. Precisamos de uma porção de Deus a cada dia.
Mas, ainda mais importante  que  esquecer  as bênçãos   recebidas,  é esquecermos os erros cometidos.  Os pecados confessados  devem  ser deixados para trás. Não permita que  acusações  do inimigo prendam  sua vida no passado  da acusação. Em Isaías 43.25,  lemos que o Senhor mesmo  apaga nossas  transgressões  e não se lembra mais de nossos pecados. Esquecer as próprias falhas significa se perdoar. Muitos não se perdoam  e vivem se martirizando pelos erros do passado.  Se quiser crescer espiritualmente,  você deve crer no que diz a Palavra de Deus e andar de cabeça erguida e livre dos pecados  perdoados  por Deus. Muitos têm ficado paralisados numa lamúria sem fim em cima de algo que já passou. Não podemos mudar o que passou, mas podemos mudar o presente,  ficando de e avançando para um futuro melhor, para o alvo de Deus para nossas vidas.

2.    Aprenda A perdoar
Falar de  perdão  é falar da graça de  Deus, é falar da capacidade  de  recebê-la, mas  também  de  oferecer  aos  outros uma memória  apagada, sem  registros. Perdão é dar ao próximo outra chance. É permitir reparação. Quem  não admite reparação é porque não possui um coração perdoador.

Perdão  não  existe na natureza.  É algo do céu. Ele veio para a terra quando  Jesus  desceu  a nós. Somente  um  povo celestial é capaz de liberar perdão.

Perdão é saúde física e espiritual.

Somente  quem  sabe o que é ser um pecador  pode  liberar perdão. O perdão  é para o pecador  e flui do coração de alguém que se reconhece  pecador. Perdoar é dar o que recebemos. Porque fomos perdoados  nós perdoamos.  Jesus nos ensinou  a orar, dizendo: Perdoa as nossas  dívidas, assim como perdoamos aos nossos  devedores”  (Mt 6.12).  Perdão é generosidade,  é graça, é um favor imerecido. podemos perdoar  quem  não merece.  Mas se escolhemos nunca perdoar, se escolhemos esconder  num cantinho do nosso coração as mágoas e ressentimentos, um peso nos impedirá de crescer espiritualmente e sentiremos um bloqueio crescente para as coisas de Deus. Perdoar é liberar quem nos deve, mas é também  nos liberarmos a nós mesmos para continuar avançando em direção ao propósito e à vontade de Deus para as nossas vidas.

3.    Aprenda A orar
João 15.7

Em João 15 lemos que se

Como ter uma vida abençoada - AULA 42 - 02-FASE 2 - 20.01.2016

Quebra-gelo

Peça para cada um dos presentes avaliarem suas  vidas e  compartilharem  com  o grupo duas  áreas  que  estão  prósperas  e  em  crescimento  e  duas  que  estão estagnadas  e necessitando de melhorias.

Introdução

Certamente, a maioria dos cristãos teria uma boa resposta para dar caso o título acima lhes fosse apresentado em forma de pergunta. Eles poderiam, corretamente, dizer que para receber a benção de Deus uma intensa busca se faz necessária, com muita oração e jejum. Ou então, que é preciso que a pessoa participe de um culto de poder e milagres em  determinada  igreja, ou com  certo pastor.  Enfim, algumas repostas  desses  tipos seriam  dadas,  tendo  cada uma delas o seu valor e veracidade. Entretanto, não é esse o principal caminho apresentado pela Bíblia para se ter uma vida abençoada.  Aliás, as Escrituras não dizem que devemos  perseguir as bênçãos  de Deus. Ao contrário, elas afirmam que as bênçãos é que nos alcançarão o que acontecerá se cumprirmos com algumas condições.

Um ano de 2016 abençoado,  sem  sombra  de  dúvidas, é o desejo  de  todos  nós. Contudo, para que isso se torne realidade, alguns pré-requisitos a serem  preenchidos.  É sobre isso que trata o texto bíblico da lição de hoje. Que o Espírito Santo nos convença da verdade e nos ajude a colocá-la em prática.

Desenvolvimento do ensino

TEXTO BASE DEUTERONÔMIO 28: 1,2,15
Se atentamente ouvires a voz do SENHOR, teu Deus, tendo cuidado de guardar todos os seus mandamentos que hoje te ordeno, o SENHOR, teu Deus, te exaltará sobre todas as nações da terra. Se ouvires a voz do SENHOR, teu Deus, virão sobre ti e te alcançarão todas estas bênçãos: (...).Será, porém, que, se não deres ouvidos à voz do SENHOR, teu Deus, não cuidando em cumprir todos os seus mandamentos e os seus estatutos que, hoje, te ordeno, então, virão todas estas maldições sobre ti e te alcançarão: (...).

Conforme o Dicionário Internacional de Teologia do Antigo Testamento (DITAT), abençoar  tem o sentido de conceder poder para alcançar sucesso, prosperidade, fecundidade, longevidade, etc (pg. 220).  No texto acima, a palavra hebraica correspondente a bençãos  é barakah, a qual está de acordo com essa  descrição. Além disso, o verbo traduzido por alcançar pode ter outro sentido mais forte: “apoderar-se de. Assim sendo, poderíamos reescrever Deuteronômio  28.1,2 da seguinte maneira: se atentamente ouvirmos a voz do Senhor, nosso Deus, e tivermos o cuidado de guardar todos os seus mandamentos, o poder para alcançar sucesso  se apoderará de nós. está a reposta que a Bíblia apresenta  para a pergunta apontada  na introdução desta lição. Uma vida abençoada advém da obediência  à Palavra de Deus. No que se refere a isso, duas expressões, no texto, se destacam: “ouvir atentamente” e “tendo o cuidado de guardar. Essas são expressões  que nos transmitem a idéia de diligência e zelo na prática da obediência. As bênçãos  de Deus virão sobre nós se diligentemente  e zelosamente obedecermos à vontade do Senhor.
O contrário também  é verdadeiro. Se desobedecermos a Deus, não  dando  ouvidos à sua

MINI P70 EM CURRAL DE DENTRO - 17/11/12

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