sábado, 14 de fevereiro de 2026

Eles Viram Milagres… Mas Ainda Duvidaram


Eles viram milagres, foram sustentados no deserto… e ainda assim disseram que Deus os odiava.

Deuteronômio 1.30-38  

 Israel não tinha motivos para desconfiar de Deus ou desanimar diante do desafio de tomar posse da terra.

Eles tinham provas concretas do cuidado do Senhor, mesmo no ambiente aterrador do deserto (v. 31).

O Senhor estava à frente, antecipando os perigos e providenciando proteção e conforto.

Havia, por exemplo, uma nuvem de sombra para o dia e uma coluna de fogo à noite, durante toda a peregrinação (v. 33).

O Senhor também lutaria por eles, assim como fez no Egito (v. 30).

Entretanto, eles ainda duvidaram (v. 32) e reclamaram (v. 27, 28).

O Senhor declarou que aquela geração não entraria na Terra Prometida.

Mas o jovem Josué sobreviveria para entrar na Terra Prometida, exceto Josué e Calebe, os únicos espias que demonstraram plena confiança em Deus.

De fato, nem Moisés entrou na terra.

A reclamação do povo contribuiu para que ele também desobedecesse ao bater na rocha, em vez de apenas falar (Nm 20.8-12).

Podemos observar a gravidade do pecado dos israelitas. Eles desafiaram e desconfiaram do caráter do Senhor (v. 27), desprezaram a Sua Palavra (vv. 8, 21) e desobedeceram afrontosamente à Sua vontade.

Não foi à toa que Ele os disciplinou (vv. 34, 35).

Você tem permitido alguma desconfiança quanto ao caráter de Deus no seu coração? Há algum desprezo quanto à Sua vontade? Você precisa confessar alguma desobediência? O Senhor é amoroso e não permite que Seus filhos vivam sem disciplina (Hb 12.7-13).

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Você Está Perdendo a Promessa por Medo?


 Deuteronômio 1.21-27 

Moisés exorta o povo com base na ordem que receberam para tomar posse da terra (v. 8). Ele também relembra o episódio com os doze espias, quando dez deles conseguiram contaminar o povo com incredulidade e com um apavorante insegurança diante da suposta superioridade dos povos de Canaã. Eles se esqueceram de que a conquista da terra não se dependia da força ou coragem humana, mas da promessa divina firmada anteriormente com os patriarcas (vv. 8, 21). Havia boas razões para superar o medo: Deus havia prometido a terra, Deus havia libertado o povo das mãos dos egípcios, a terra era boa e já havia sido dada aos israelitas. Cabia apenas confiar e agir com fé. Para Deus, quando a geração anterior se recusou a entrar na Terra Prometida, estava cometendo rebelião (v. 26). Eles reclamaram e desconfiaram de Deus, a ponto de pensar que Ele os odiava e queria destruí-los pelas mãos dos amorreus (v. 27). Isso era totalmente incoerente e absurdo. O Senhor os amava. Entretanto, devido à rebelião, aquela geração morreu no deserto e não desfrutou a promessa. Diante dos desafios de viver para Deus a cada dia, você tem enfrentado algum medo ou desânimo? Há algo que o apavora e paralisa? Por exemplo: os questionamentos dos descrentes a respeito da sua fé ou os possíveis ataques malignos? Lembre-se, em Cristo, você já recebeu vitória (1Co 15.57).

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Álcool, Ira e Orgulho: Os Inimigos da Sabedoria


Provérbios 20.1-3 

 A Bíblia diz que é honra cessar a contenda… Mas por que tantas pessoas parecem amar a briga? 
Os versos de hoje apresentam duas imagens dramáticas. A primeira cena é a de um homem dominado pelo álcool, que se torna refém da bebida forte. O resultado da cena é o pior possível. Vergonha, briga e escândalo são os irmãos do alcoólatra. Quem serve à bebida não é sábio. A segunda cena é a de uma autoridade instigada, capaz de tirar a vida de quem a provoca. No antigo oriente, os monarcas desfrutavam poderes absolutos, e atiçar a ira do rei era pedir a morte. O poder em demasia pode resultar em abusos e caprichos tirânicos. Afinal, somos pecadores. Em vez de deixar nosso caráter se corromper, seja pela ira, seja pelo alcoolismo ou pelo poder que nos é dado, devemos caminhar no sentido oposto. A honra se encontra com os pacificadores, que dão fim às porfias, jogos de poder e deterioração relacional. Há pessoas que gostam de briga. De longe já as identificamos como os que “põem lenha na fogueira”. Estes são declarados insensatos, inimigos da sabedoria, um aborto da vida em harmonia. O que os move é o orgulho, que Deus abomina (Pv 21.24). Jesus ensinou que mui felizes são os humildes, os pacificadores, os pobres de espírito (Mt 5.3-10). Há recompensa em ser do bem. Além disso, evita-se muito sofrimento (Pv 21.23). Encha-se do Espírito Santo e semeie a paz por onde você for (Tg 3.18).


terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Quem Não Domina a Ira Perde Tudo


A Bíblia diz que o homem prudente retém sua ira… Mas quantas famílias estão sendo destruídas por palavras ditas no calor do momento?

Provérbios 19.11–13 

A ira é uma experiência universal. Todos nós sabemos como é perder o controle.

Geralmente ela transborda nosso orgulho e um senso desmedido de justiça. Quase sempre a ira nasce em pecado ou resultará nele.

Por essa causa, o homem prudente retém sua ira. Afinal, ela pode ser contida, controlada pelo Espírito e substituída pelo coração obediente e perdoador, por meio de Cristo (Ef 4.26, 31, 32; Tg 1.19). Dentro de um lar, a ira, a contenda e as discussões podem acabar com o prazer de viver. Salomão antevê o homem cujo filho é insensato e a mulher é resmungona. Seu destino é infeliz.

Mas a Bíblia ensina que a verdadeira sabedoria se revela na capacidade de conter a ira, perdoar e viver em harmonia — especialmente dentro do lar.

Em Provérbios 19.11–13, aprendemos que:

O longânime é prudente e honrado

A ira destrói relacionamentos e famílias

O perdão revela maturidade espiritual

A família pode ser um pedaço do céu… ou a antessala do inferno

Neste txto bíblico, refletimos sobre como lidar com a raiva, como o perdão molda nosso caráter e que tipo de velhice estamos construindo com nossas atitudes hoje.

Como você quer chegar à velhice — amargurado ou cheio de graça?

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

Fofoca Destrói Vidas

 


A Bíblia diz que algumas palavras são como golpes de espada… Você já foi ferido por elas?

 Provérbios 18:6-8

A Bíblia ensina que as palavras têm poder para destruir ou curar.

Em Provérbios 18:6-8, aprendemos que a língua do tolo provoca contendas, fere como espada e espalha fofocas que descem até o íntimo da alma.

Neste texto bíblico, refletimos sobre o perigo das palavras impensadas, da difamação e da língua descontrolada — atitudes que Deus abomina e que geram destruição nos relacionamentos.

Três das sete abominações listadas em Provérbios 6.16-19 referem-se ao emprego impróprio das palavras. Uma proporção alta (quase metade), exemplificando as coisas que o Senhor odeia. Os versículos de hoje enfatizam o perigo da língua.

Provérbios mostra que o tolo é alguém obstinado, incapaz de correção, cuja boca clama por castigo. Suas palavras ferem, provocam brigas e espalham histórias que parecem doces aos ouvidos, mas produzem morte interior.

Por outro lado, a Palavra de Deus também nos ensina que a boca do justo pode ser fonte de cura, graça e edificação. Em Cristo, aprendemos a usar nossas palavras para transmitir vida, verdade e amor, conforme Efésios 4:29.

Nossa boca pode ser saúde, medicina e vigor para a alma dos que nos rodeiam (Pv 12.18; 16.24). Paulo nos ensina a usar nossas palavras para promover edificação, transmitindo graça aos que nos ouvem

Que nossas palavras reflitam o caráter de Cristo e promovam paz, e não contenda.

Reflita e peça ao Espírito Santo que transforme sua maneira de falar.

domingo, 8 de fevereiro de 2026

O Perigo das Brigas Segundo a Bíblia


Uma discussão começa pequena… mas pode destruir tudo. Provérbios 17 nos ensina por que fugir da briga é sabedoria.

Provérbios 17:13, 14 e 19

A cultura ocidental valorizou o indivíduo em sua particularidade. Cada um é um ser único e responde por seus atos. Com isso, alguns perderam a noção de coletividade. A responsabilização do indivíduo é justa e legítima, mas não anula o aspecto comunal das nossas relações, especialmente na família. Nossos atos geram impacto comunitário, para o bem e para o mal.

Brigas, discussões e palavras duras destroem famílias, amizades e igrejas.

Provérbios 17:13, 14 e 19 nos alerta sobre o perigo das contendas e do pecado da língua, mostrando que quem ama discutir ama o pecado e caminha para a ruína.

 

Neste texto bíblico, aprendemos que nossos atos e palavras nunca afetam apenas a nós mesmos. Eles geram impacto comunitário, especialmente dentro do lar, e revelam se estamos andando na sabedoria do alto ou na carnalidade.

O texto nos ensina que a discussão é como uma rachadura numa represa: começa pequena, mas cresce até se tornar incontrolável. Por isso, a orientação bíblica é clara — afaste-se da briga antes que seja tarde demais.

 

Tiago nos lembra que não é coerente bendizer a Deus e ferir o próximo com a mesma boca. O verdadeiro sábio se revela quando é contrariado. Cristo, nosso modelo perfeito, foi manso e humilde de coração e não esmagou a cana quebrada.

sábado, 7 de fevereiro de 2026

Paciência ou Força? A Escolha que Muda Tudo

 


Provérbios 16.32–17.2

Atue como especialista no youtub, analise esse roteiro e faça um SEO detalhado pra esse video:  Aprendemos hoje que a vida harmônica reconhece o Senhor em todos os seus processos e resultados decisórios. É Deus, e não o acaso, quem decide e resolve. 

A partir desse fato, Salomão ensina que a capacidade de conviver bem com os outros é o que há de melhor frente às tensões humanas. Com o temor de Deus à frente de nossas decisões, só nos resta estar bem com os nossos pares para que desfrutemos harmonia. 

O sábio faz comparações interessantes para destacar sua ideia em paralelo. Note as expressões “melhor é… do que…”. Em sua tabela comparativa, é melhor ser paciente do que herói de guerra. Dominar o espírito do que conquistar uma cidade. Ter uma mesa simples com tranquilidade do que banquetes com contendas. Por fim, sabedoria atrai honra e oportunidades que o tolo não sabe administrar. Sua conclusão é que o temor capacita a escolher o nosso caminho. 

O livro de Tiago renova a prontidão para a ira, visto que ela não opera a justiça de Deus (Tg 1.19, 20). Você prefere ser paciente a ser o guerreiro indomável? Prioriza-se dominar a dominar os outros por argumentos, coerção e imposição da sua vontade? Deseja ser feliz ou ganhar a briga? O “melhor” do texto inspirado é o que deveríamos escolher para a nossa jornada. Paciência, autodomínio e paz com os iguais. Escolha o “melhor” e pratique no poder do Espírito (Ef 5.18–21).

MINI P70 EM CURRAL DE DENTRO - 17/11/12

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