quarta-feira, 13 de setembro de 2017

8 maneiras de como os Salmos ensinam e inspiram a genuína piedade

Calvino vê os Salmos como o manual canônico da piedade. No prefácio de seu comentário, em cinco volumes, sobre os Salmos – sua maior exposição de qualquer Livro da Bíblia -, Calvino escreve: “Não há outro livro em que somos mais perfeitamente ensinados sobre a maneira de orar a Deus, ou em que somos mais poderosamente estimulados à realização desde exercício da piedade.”
A preocupação de Calvino com o Saltério foi motivada por sua convicção de que os Salmos ensinam e inspiram a genuína piedade, das seguintes maneiras:
  • Como a revelação de Deus, os Salmos nos ensinam sobre Deus. Por serem teológicos e igualmente doxológicos, eles são nosso credo cantado.
  •  Ensinam claramente nossa necessidade de Deus. Eles nos informam quem somos e por que

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Paixão pelos Perdidos -108 - 28.06.2017 - AULA 48 - FASE - 3

INTRODUÇÃO

Comece a lição perguntando:

1.   Que sentimentos lhe vêm ao coração quando você está dentro de um carro, parado em um semáforo, e uma criança ou um adulto carente se aproxima pedindo dinheiro?

2.  Que pessoas com grandes problemas e necessidades você encontrou em seu caminho no dia de hoje?

São muitas as pessoas ao nosso redor que estão perdidas e carentes. Duas jovens pedindo dinheiro em um semáforo e, para tanto, fazendo malabarismos circenses. Um homem deitado sobre papelões e coberto por uma fina manta embaixo da marquise de um luxuoso edifício comercial. Uma mulher com síndrome do pânico que, por causa das limitações da doença, não pôde cursar o último ano da faculdade, continuar a trabalhar e mal consegue sair de casa. Um marido que não sabe mais o que fazer para ajudar a esposa que está perturbada emocional e espiritualmente. Basta abrir bem os olhos para notar os muitos problemas e necessitados que há nesta cidade.
O que sentimos quando vemos cenas como essas? Repulsa e rejeição? Dó e pena? Desprezo e desdém? E o que Deus sente? Que sentimentos passam pelo coração do Todo-Poderoso ao ver a humanidade perdida? Ele é insensível e fica indiferente? Ou é sensível e se emociona?

DESENVOLVIMENTO
Se temos paixão por Deus ou queremos ser apaixonados por ele, temos de ser tocados pelo que lhe toca o coração. O Pai não é insensível e indiferente à humanidade perdida e seus problemas. Quando ele a vê é tocado em suas emoções. João 11.33-35 declara que Jesus agitou-se no espírito, ficou perturbado e finalmente chorou ao ver que o seu amigo Lázaro estava morto.

Um grande clamor de Deus foi registrado pelo profeta Isaías, ao compadecer-se pelo perdido povo de Israel: Então ouvi a voz do Senhor conclamando: Quem enviarei? Quem irá por nós? Isaías 6.8.
1. Paixão pelos perdidos está no coração de Deus
A história da ressurreição de Lázaro e o clamor divino ouvido pelo profeta Isaías nos mostram que o

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Paixão por Santidade, lição 2 -107 - 21.06.2017 - AULA 47 - FASE - 3

                                                                               INTRODUÇÃO


Na semana passada, aprendemos que:

1.Santidade é ser como Jesus;
2.Santidade é propósito de Deus para seus filhos;
3.Santidade é algo bom;
4.Santidade é integral, ou seja, do corpo e do espírito;
5.Santidade se dá por processo;
6. Santidade se dá pelo temor a Deus.

DESENVOLVIMENTO

Para o desenvolvimento de uma aplicação desses princípios, faça o seguinte:

1.Faça um cartaz com uma escala de 0 a 100 (de 10 em 10) na vertical;
2.Tendo em vista pessoas públicas, pergunte aos presentes qual é o pior tipo de pessoa que eles conhecem e em que posição ela seria colocada na escala (provavelmente algum criminoso, que será colocado na posição “0”);
3.Após isso, pergunte qual é a melhor pessoa que eles conhecem e onde ela seria colocada na escala (provavelmente Jesus, que será colocado na posição “100”);

4.Pergunte por uma pessoa boa, que é um bom exemplo, e em que lugar da escala ela seria colocada (por exemplo, Madre Teresa de Calcutá, que poderia ser colocada na posição “60”, por não ser tão má quanto um criminoso, nem tão boa quanto Jesus);

5.Após essas três perguntas e o debate gerado por elas, pergunte: “E você? Onde você estaria nessa escala? Por quê?”. A partir disso, gere um compartilhar sobre fraquezas e pecados, que dê às pessoas a oportunidades de compartilhar as suas dificuldades quanto à santidade.


CONCLUSÃO

Encerrando a reunião, promova um momento de oração por cada um dos presentes, tendo em vista o que eles compartilharam.

IGREJA BATISTA DO CALVÁRIO – SÃO JOÃO DO PARAÍSO – MG

terça-feira, 29 de agosto de 2017

- Paixão por Santidade, lição -106 - 14.06.2017 - AULA 45 - FASE - 3

INTRODUÇÃO        
Comece a lição perguntando:
1.Em sua opinião, o que é santidade? O que é ser santo?
2.É possível ao ser humano comum ser santo?

Por causa da cultura religiosa de nosso país, muitos de nós, ao ouvir a palavra “santo” pensamos nos homens e mulheres que foram canonizados pela Igreja Católica e em suas imagens. Assim, o conceito de santidade vigente é o de algo acessível apenas a pessoas extraordinárias e especiais, que estão em um patamar acima dos seres humanos comuns. Aos meros mortais resta apenas se inspirar nesses homens e mulheres para tentar, a duras penas e com muitos fracassos, ser pessoas melhores.
Esse pensamento, entretanto, não é bíblico. Não são esses os conceitos que a Bíblia tem para “santo” e “santidade”. Nela, “santo” tem o sentido de “separado” e “santidade”, de “separação”. Separado do quê? Separação para quê? Separado do pecado e separação para Deus. Assim, os conceitos de “pecado” e de “Deus” estão intimamente ligados aos de “santo” e “santidade”. Eu me torno santo à medida que me separo do pecado. Pecado é a transgressão voluntária da Lei. É quando o ser humano, por sua livre escolha, desobedece à vontade do Senhor. Eu me torno santo à medida que me disponho a obedecer à vontade do Pai e me separo para ele. O grande propósito e motivação para a santidade é Deus e o experimentar de sua presença. Eu me separo do pecado para estar com Deus. Eu tenho paixão por santidade porque tenho paixão por Deus.
DESENVOLVIMENTO
A paixão por Deus é o grande incentivo para sermos santos. Quem tem os meus mandamentos e lhes obedece, esse é o que me ama. (...) Se alguém me ama, obedecerá à minha palavra, disse Jesus em João 14.21,23.
Contudo, o que é santidade, de maneira concreta? Qual o perfil de uma pessoa santa? A Bíblia responde a essa pergunta em Romanos 8.28-29: Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Paixão por Deus, lição 2 -105 - 07.06.2017 - AULA 44 - FASE - 3


    INTRODUÇÃO                                                       

 Na semana passada, aprendemos que:
1.A busca a Deus é real, possível e realizável, pois Deus existe e está acessível aos seres humanos;
2.A busca a Deus é uma oportunidade passageira;
3.A busca a Deus pede sinceridade e intensidade;
4.A busca a Deus pede perseverança;
5.A busca a Deus pede humildade;
6.A busca a Deus pede dedicação à oração;
7.A busca a Deus pede arrependimento.

Após esses sete princípios, resta-nos ainda uma pergunta: por que alguém buscaria a Deus? Ou, em outras palavras, quais os benefícios da busca a Deus?
Um dos poetas bíblicos nos dá uma resposta, no Salmo 42.1-2: “Como a corça anseia por águas correntes, a minha alma anseia por ti, ó Deus. A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo. Quando poderei entrar e apresentar-me a Deus?”. O salmista estava à procura de Deus porque necessitava desesperadamente dele e tinha consciência disso. Apenas Deus poderia saciar a sede de sua alma.
Você está com sede? Sua alma está inquieta? A Bíblia diz: “Venham, todos vocês que estão com sede, venham às águas; e vocês que não possuem dinheiro algum, venham, comprem e comam! Venham, comprem vinho e leite sem dinheiro e sem custo. Por que gastar dinheiro naquilo que não é pão, e o seu trabalho árduo naquilo que não satisfaz? Escutem, escutem-me, e comam o que é bom, e a alma de vocês se deliciará com a mais fina refeição” (Isaías 55.1-3). Na presença de Deus, há satisfação, alegria, ânimo, força e

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Paixão por Deus -104 - 31.05.2017 - AULA 43 - FASE - 3


INTRODUÇÃO                                                                 
Comece a reunião perguntando:
1.Você já se apaixonou por alguém? Como foi viver apaixonado? Como era o seu comportamento no dia a dia, movido por essa paixão?

2.Você já foi correspondido em uma paixão? E quando não foi correspondido, como você reagiu?

Hoje daremos início a uma nova série de lições, “Paixão Contagiante”, que trata do avivamento espiritual. O objetivo principal é despertar no coração de cada participante de nosso Núcleo Familiar uma paixão que se propaga como o fogo em um incêndio, contagiando a todos.

Toda paixão tem seu objeto de desejo. Numa paixão romântica, o alvo é o homem ou a mulher. Nesta série de lições, trataremos de quatro focos de nossa paixão: Deus, santidade, o perdido e a Igreja.
DESENVOLVIMENTO
No começo da lição tratamos das experiências de uma paixão romântica. Agora pense e responda:
1.Você já esteve apaixonado por Deus?
2.Você acha possível se apaixonar por Deus? Por quê?
3.Em que a paixão por Deus se assemelha ou se diferencia da paixão romântica?
Estar apaixonado por Deus é uma experiência muito próxima ao de se apaixonar por alguém. Uma das principais características da paixão é o desejo de se estar com a pessoa amada. Isso é algo muito forte e quando isso não é possível, ficamos pensando ou sonhando com ela o tempo todo. O sujeito apaixonado anseia intensamente passar tempo com o objeto de sua paixão.
Quem está apaixonado por Deus quer passar tempo com

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

“Famílias irresistíveis vivem sob a proteção de Deus” -103 - 24.05.2017 - AULA 42 - FASE - 3

Leitura do Texto: Mateus 6.13
1. A última súplica da oração do Pai Nosso desenvolve-se em dois desdobramentos específicos: a sedução enganadora da tentação e o combate à força destrutiva do mal. Vivemos dias em que as famílias estão sendo ridicularizadas por movimentos que querem enfraquecer a ideia bíblica de família. É preciso manter a confiança na bondade protetora de Deus e a dependência contínua da sua misericórdia.
Ø  Você conhece as suas áreas de vulnerabilidade (situações em que você é mais tentado)?
Ø  O que devemos fazer para não cairmos em tentação?

2. A palavra usada por Jesus nessa súplica não significa apenas tentação, mas também provações, ou provas para testar a fé. E sugere que a petição tenha uma abrangência maior, na esperança de que as provações da vida não fragilizem a capacidade do cristão de resistir às tentações, nem ofereçam oportunidades para o pecado. Em nossos dias enfrentamos adversidades, tribulações diversas, perseguições, circunstâncias ameaçadoras, opressões, decepções e variadas aflições na vida diária. O pedido é, ao mesmo tempo, para que — durante as provações da vida — jamais duvidemos da bondade de Deus e dos seus bons propósitos para nós, pois é aí que começa toda e qualquer tentação.
Ø  Qual a diferença entre “provação” e “tentação”?
Ø  “As provações que a vida nos oferece podem ser uma porta aberta às tentações”. Comente essa frase.

3. O pedido: “não nos deixes cair em tentação” é a disposição de resistir a qualquer tentativa do maligno de afastar-nos dos propósitos para os quais fomos criados por Deus. Mas essa súplica também anseia por proteção: “livra-nos do mal”. Dessa vez não só proteção das tentações que, vez por outra, podem acompanhar as provações da vida. Mas, agora, é uma súplica pela proteção da ação do mal e suas terríveis consequências. Esse pedido, na oração do Pai-Nosso, tanto representa o reconhecimento de uma realidade quanto evidencia a confiança num poder superior. Representa o reconhecimento de que existe

MINI P70 EM CURRAL DE DENTRO - 17/11/12

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