quinta-feira, 8 de setembro de 2016

A Vida de Jesus – Batismo - AULA 71 - LIÇÃO -31 - FASE 2 - 31.08-2016.

Introdução
Há poucos registros a cerca da infância de Jesus. Uma exceção é o texto de Lucas 2.41-52, que relata sua visita ao templo com seus pais quando tinha 12 anos de idade. Por isso, logo após os acontecimentos que compõem o nascimento de Jesus, os evangelhos (Mateus, Marcos e Lucas) saltam para a narrativa do seu batismo. É sobre isso que iremos estudar no Núcleo Familiar de hoje. Que o Espírito Santo batize nossos corações na Palavra do Senhor!

Desenvolvimento do Esino
Texto-base: Mateus 3.1-17

O texto acima registra a história do batismo de Jesus. A partir dele e de outros textos bíblicos,
podemos identificar quatro tipos de batismo e seus significados:

b.      O batismo de João Batista

O batismo de João era um batismo de arrependimento e estava no limiar entre a antiga e a nova aliança; João Batista foi o último dos profetas da antiga aliança. Quanto a isso, Mateus 3.1-2,5-7,11 diz: “Naqueles dias surgiu João Batista, pregando no deserto da Judéia. Ele dizia: ‘Arrependam-se, pois o Reino dos céus está próximo’. (...) A ele vinha gente de Jerusalém, de toda a Judéia e de toda a região ao redor do Jordão. Quando viu que muitos fariseus e saduceus vinham para onde ele estava batizando, disse-lhes: ‘Raça de víboras! Quem lhes deu a idéia de fugir da ira que se aproxima? Dêem fruto que mostre o arrependimento! (...) Eu os batizo com água para arrependimento”.

Arrependimento, ao contrário do que muitos pensam, não significa “tristeza”. A melhor palavra correspondente a tristeza seria “remorso”. Arrependimento significa “mudança de

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Vida de Jesus - Nascimento - AULA 70 - LIÇÃO -30 - FASE 2 - 24.08-2016.

O nascimento de uma pessoa é um momento muito especial! Peça para alguns dos presentes
contarem, em poucas palavras, como foi o seu nascimento ou o de um filho.

Introdução
A concepção e o nascimento de Jesus foi um dos momentos mais extraordinários da História! Não há nenhum exagero nessas palavras! Em sua concepção, o óvulo humano de Maria foi fecundado pelo Espírito Santo divino. O humano e o divino agiram em cooperação. Em seu nascimento, foi posto no mundo, então, o Deus-homem. O apóstolo João escreveu: “Aquele que é a Palavra tornou- se carne e viveu entre nós” (João 1.14). Na lição de hoje, vamos olhar para a história do nascimento de Jesus registrada por Lucas e buscar preciosos ensinamentos e lições para nossas vidas. Que o Espírito Santo fecunde os nossos corações com a semente da Palavra!
Desenvolvimento do Ensino

Texto-base: Lucas 2.1-20

Alguns pontos de ensino podem ser notados e destacados desse texto de Lucas. Vamos a eles:

1.      A divindade de Jesus

Em Lucas 2.10, o registro da fala de um anjo a alguns pastores sobre a pessoa de Jesus. O anjo disse: “Hoje, na cidade de Davi, lhes nasceu o Salvador, que é Cristo, o Senhor”. Nesse versículo, há três palavras usadas para descrever Jesus, as quais apontam para a sua divindade:

a.           Salvador: Essa era uma palavra, no contexto judaico, aplicada somente a Deus. Isaías 43.3,11 diz: “Pois eu sou o Senhor, o seu Deus, o Santo de Israel, o seu Salvador; dou o Egito e Sebá em troca de você. (...) Eu, eu mesmo, sou o Senhor, e além de mim não salvador algum”. Deus havia, por exemplo, libertado Israel do domínio do Egito e da Babilônia, cabendo-lhe, assim, o título de Salvador. O que o anjo estava querendo dizer, então, ao chamar Jesus de Salvador, era que Jesus é

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

O CRENTE E O SEUS DEVERES - AULA 40 -FASE 1 - 09.12.2015


INTRODUÇÃO
O  homem ao ser salvo por Cristo Jesus ele passa a pertencer a Deus. Geralmente dizemos que o crente pertence a Deus por três motivos:
(1) Direito de criação = Deus criou o homem por isso é sua propriedade ( Gênesis 1.26,27 ; Salmos 24.1-2 );
(2) Direito de preservação = Deus é quem dá o ar, a vida e tudo mais que o homem necessita (I Crônicas 29.1-10);
(3) Direito de redenção. O crente foi comprado com o precioso sangue de Jesus Cristo, por isso lhe pertence (I Pedro 1.18-20; I Coríntios 6.19-20).
Por estas razões o crente reconhece que pertence a Deus e que a Ele deve prestar contas de todos os seus atos. Sabe que nada neste mundo de fato é seu, tudo pertence a Deus, mas que ele recebe tudo para administra-lo durante o período de sua vida aqui na terra. É a doutrina da mordomia cristã. O termo mordomia cristã vem de mordomo, aquele que administrava todos os negócios do seu senhor. É nesta acepção que nós usamos a palavra. A mordomia cristã envolve muito mais do que podemos suportar á primeira vista. Não diz respeito apenas aos bens materiais. Envolve toda a nossa vida: tempo, influência, talentos, corpo, bens matérias, dinheiro, etc. Nenhum aspecto de nossa vida está fora da mordomia cristã.
Como somos salvos por Cristo, temos bênçãos e privilégios, mas temos também as responsabilidades decorrentes disto. Somos verdadeiramente filhos de Deus, gozamos de íntima comunhão com Deus, temos convicção de que ele tem muitas bênçãos para nós, que nos atende em nossas petições e está reservando um céu maravilhoso para cada um de nós. Mas isto implica em responsabilidades e deveres. Sucintamente vejamos estas responsabilidades em quatro áreas:
O CRENTE E O SENHOR
A responsabilidade do crente é com o Senhor, advindo daí os nossos deveres para com Ele, em todas as outras áreas. A relação do crente e pessoal e constante. No ato da conversão aceita Jesus Cristo com seu Salvador e consequentemente como Senhor de sua vida. Por isto ele é servo, deve sempre buscar a vontade do Senhor. Ele deve saber que não tem mais o direito de querer agir conforme a sua própria vontade, mas buscar e fazer a vontade de Deus. O crente pertence totalmente ao Senhor e a sua vida deve servir em tudo para a glorificação de Deus. Nada deve fazer que venha a desabonar o Evangelho de Jesus Cristo. Estando com a sua vida sintonizada com a vontade de Deus, recebe a luz necessária para tudo o que deve fazer. Pela leitura da Bíblia, oração, sermões que ouve nos cultos, vai ficando cada vez mais consciente quanto ao seu modo de viver. Ele sabe que, em última análise, ele tem uma responsabilidade pessoal com Deus e que no final de sua vida irá prestar conta de tudo a Ele.
O CRENTE E A IGREJA
A segunda área de responsabilidade é com relação á Igreja de Deus aqui na terra. Ele reconhece a igreja como agência do Reino de Deus. Sabe que Jesus a fundou e a ama. Ele também a amará e fará tudo ao seu alcance para que haja progresso na Igreja em todos os aspectos. Assim, logo após a sua conversão, o seu primeiro desejo será fazer parte da igreja, pedindo para isto o batismo. Participará de todos os cultos e trabalhos de sua igreja. No culto não será um mero assistente e sim um participante ativo nos cânticos, nas orações, na leitura da Bíblia e um ouvinte atento á mensagem que Deus envia através dos seus pregadores. Participará também de todas as organizações internas da igreja: EBD, Uniões de Treinamento, Escola de Missões, etc. Convidará seus conhecidos, colegas de trabalho ou de estudo para que assistam aos cultos de sua igreja. Procurará também evangelizar outras pessoas. Dará a sua contribuição financeira para a manutenção dos trabalhos da Igreja. Através  de uma vida cristã digna, procurará honrar o nome de Cristo e de sua Igreja. Orará pela Igreja, seu Pastor, seus trabalhos. Ajudará no trabalho de visitação aos irmãos necessitados, aos decididos, aos hospitalizados, etc.
O CRENTE E SEU LAR
Outra área importante a ser considerada na vida do crente é o seu lar. Suas responsabilidades são maiores que as do homem sem Cristo. A conversão traz mudanças em todos os setores da vida do homem. Ele reconhece que o lar que tem, foi dado por Deus. E na intimidade do lar é que ele vai mostrar que de fato Cristo mudou toda a sua vida. Todas as suas ações devem ser movidas pelo amor. Ele deve mostrar-se paciente, manso, temperante, não dando vazão ao mau gênio e desejoso de viver o verdadeiro Evangelho de Jesus Cristo em seu lar. Se não são salvos, devem ser levados a Cristo pela sua conduta cristã.
O crente deve manter um culto doméstico todos os dias. Ainda que simples: leitura de um trecho da Bíblia, algum cântico e orações. É momento propício para orar pelos membros do lar, pela conversão dos parentes e pelas necessidades da igreja.
Os esposos crentes têm deveres mútuos. Devem amar-se; serem leais e sinceros um para com o outro; terem confiança mútua, devem orar um pelo outro; não se criticarem um ao outro diante de terceiros; não falar mal um do outro; ajudar a levar a carga um do outro; manterem a instrução religiosa da família e mostrar, pelo exemplo, o procedimento cristão correto aos filhos.
Outra grande responsabilidade do crente no lar é para com os filhos. Os pais devem aos filhos primeiramente o amor verdadeiro e isto deve levar a tratá-los de modo que venham a ser crentes. Além do ensino, o testemunho no lar contribui grandemente para isto. Mesmo as pequeninas coisas não passam despercebidas ás crianças e influem na vida deles. Devem também discipliná-los, quando necessário.
O CRENTE E A SOCIEDADE OU O SEU SEMELHANTE
O crente tem deveres para com a sociedade em que vive. Jesus deixou bem claro que ele deve ser o “sal da terra e luz do mundo’’ (Mateus 5.13-14). Ele está no mundo, mas não é do mundo ( João 17.15;16). Transformando pelo poder de Deus, a vida do crente deve seguir os padrões bíblicos e não os padrões do mundo. Com a sua íntegra, deve influenciar positivamente os seus semelhantes. Antes de seu testemunho verbal deve haver o testemunho de vida em todos os sentidos. Ele tem o dever de falar de Jesus Cristo ao seu semelhante e convidá-lo para os cultos de sua igreja. O crente tem o dever de amar seus semelhantes e ajudá-los em suas necessidades tanto espirituais, como físicas ou matérias.
CONCLUSÃO
 A vida do crente deve servir em tudo para a glorificação do nome de Jesus Cristo. Ele deve reconhecer o senhorio de Jesus Cristo em sua vida. Não pode viver de um modo egoísta pensando só em si e em sua família. Deve lembra-se de que é servo de Deus, que deve viver para servir e que um dia dará contas de tudo a Deus. Em todos os seus atos primeiramente buscará a direção e orientação do Senhor. 

IGREJA BATISTA DO CALVÁRIO – SÃO JOÃO DO PARAÍSO – MG

A VIDA DE JESUS -GENEALOGIA- AULA 69 - LIÇÃO -29 - FASE 2 - 17.08-2016.


ITRODUÇÃO
As genealogias, provavelmente, são os textos mais desprezados pelos leitores da Bíblia. Muitos não entendem a razão de sua presença nas páginas sagradas. Que contribuições elas poderiam trazer para a espiritualidade cristã? Porém, quando se observa mais atentamente essas áridas seqüências de nomes, pode-se encontrar preciosos mananciais.
De acordo com a Wikipédia, “genealogia é uma ciência que estuda a origem, evolução e disseminação das famílias e respectivos sobrenomes, ou apelidos (sobrenomes derivados de alcunha). A definição mais abrangente é “estudo do parentesco”. (...) É também conhecida como “ciência da História da Família”, pois tem como objetivo desvendar as origens das pessoas e famílias por intermédio do levantamento sistemático de seus antepassados, locais onde nasceram e viveram e seus relacionamentos interfamiliares.
O Evangelho segundo Mateus, em seu primeiro capítulo, apresenta-nos a genealogia de Jesus. O objetivo de Mateus, com isso, era provar que Jesus era descendente de Abraão e Davi, ou seja, que ele era um hebreu de linhagem real, sendo assim, o Messias prometido e esperado pelos judeus. Tendo isso em vista, a princípio, como dito, pode-se pensar que se trata de um texto meramente informativo. Mas ele não se limita a isso. No meio dos nomes dos antepassados de Cristo aparecem, curiosamente, os nomes de cinco mulheres. Isso, por si só, já é uma surpresa. As genealogias dos hebreus apresentavam apenas nomes dos homens das famílias. Contudo, outro aspecto chama a atenção. Quem são as mulheres citadas? É sobre isso que iremos estudar na lição de hoje, buscando uma grande lição do coração de Deus para nós!
DESENVOLVIMENTO DO ENSIO
Texto-base: Mateus 1.1-17
Como foi dito, cinco nomes de mulheres são citados na genealogia de Jesus apresentada em Mateus 1.1-17. Quem são essas mulheres? Quais são suas histórias? Por que elas foram destacadas? Vamos a cada uma delas:
1. Tamar, uma viúva incestuosa
A história de Tamar está registrada em Gênesis 38.1-30. Ela era nora de Judá, um dos filhos de Jacó. Casou-se, primeiramente, com o filho mais velho de Judá, Er, o qual veio a falecer. Como era uma viúva sem filhos, de acordo com o costume da época, Judá deu Tamar em casamento a seu segundo filho, Onã, de modo que, através dele, fosse gerada uma descendência para Er. Onã não cumpriu sua obrigação para com seu irmão morto e, além disso, também faleceu. Assim, Tamar tornou-se viúva de dois maridos, sem filhos. Temendo que o mesmo acontecesse com seu terceiro filho, Selá, Judá, quando esse cresce, não lhe entrega Tamar em casamento. Percebendo isso e que,
assim, ficaria desonrada por ser uma viúva sem filhos, ela arma uma cilada para Judá. Passando-se por prostituta, ela se deita com ele e fica grávida de gêmeos, Perez e Zerá, sendo Perez um dos ascendentes de Jesus. Essa é a história de Tamar, uma viúva incestuosa.
2. Raabe, uma prostituta gentílica
A história de Raabe está registrada em Josué 2.1-21 e 6.22-25. Raabe era uma prostituta que vivia em Jericó, cidade que estava para ser conquistada pelo exército de Israel, comandado por Josué. Por ter ajudado dois israelitas que estavam espiando a cidade, Raabe recebeu deles uma promessa de livramento para quando a cidade fosse conquistada. Foi o que aconteceu. Quando Jericó caiu nas mãos dos israelitas, Raabe e toda a sua família foram preservadas em vida e levados para viver entre os israelitas. Raabe casou-se com Salmom e gerou a Boaz, um dos ascendentes de Jesus. Essa a história de Raabe, uma prostituta gentílica.
3.      Rute, uma viúva gentílica

A história de Rute está registrada no livro que leva o seu nome. Rute era uma viúva moabita, nora da também viúva Noemi, uma israelita. Após viver alguns anos em Moabe e perder seu marido e seus dois filhos, Noemi decidi voltar para Belém, cidade de Israel. Rute, uma de suas noras, decidiu voltar com ela. Em Belém, Rute conheceu Boaz, parente do falecido marido de Rute. Após alguns acontecimentos, Boaz decide se casar com Rute e resgatá-la de sua viuvez sem filhos. Rute fica grávida e dá à luz Obede, um dos ascendentes de Jesus. Essa é a história de Rute, uma viúva gentílica.
4. Bate-Seba, uma adúltera
A história de Bate-Seba e Davi está registrada em 2 Samuel 11.1-12.25. Davi, rei de Israel, ao observar do terraço do palácio Bate-Seba, uma mulher muito bonita, tomando banho, mesmo sabendo que ela era casada, manda trazerem-na e deita-se com ela. Ela fica grávida e manda esse recado a Davi, o qual pensa e executa um plano para esconder essa situação pecaminosa e desonrosa. Esse primeiro plano não dá certo e, por fim, Davi entrega o marido de Bate-Seba, Urias, um de seus soldados, à morte e toma Bate-Seba como esposa, escondendo, assim, a gravidez procedente do adultério. Tempos depois, confrontado pelo profeta Natã, Davi reconhece e confessa o seu pecado. Isso, entretanto, não desvia a ira de Deus do casal e da criança gerada, a qual morre.

Perdoado e restaurado, Davi deita-se com Bate-Seba e ela lhe dá um segundo, Salomão, o qual foi chamado de Jedidias, amado pelo Senhor, e é um dos ascendentes de Jesus. Essa é a história de Bate-Seba, uma adúltera.
5. Maria, uma pecadora
A história de Maria está registrada em Lucas 1.26-56 e 2.1-7. Maria era uma virgem que estava prometida em casamento a José. Certo dia, ela foi visitada pelo anjo Gabriel, o qual lhe disse que ela seria mãe do Messias prometido por Deus a Israel, por intermédio da ação do Espírito Santo e não por José. Muito alegre com essa notícia, ela exclamou: “Minha alma engrandece ao Senhor e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador” (Lucas 1.46-47), jubilando-se por que a salvação que viria através de Jesus também a alcançaria. Apesar de não ter cometido mesmos pecados de suas antecessoras, ela tinha consciência de que, como elas, também carecia da misericórdia e graça de Deus. Tempos depois, na cidade de Belém, da Judéia, ela deu à luz Jesus. Essa é a história de Maria, uma pecadora.
COCLUSÃO
Quais são as características das mulheres citadas na genealogia de Jesus?
          Viuvez: um estado civil desprezado e inferiorizado na sociedade israelita, ainda mais quando a viúva não tinha filhos;

          Incesto: uma relação sexual considerada ilícita pela Lei de Moisés (Levítico 18.15), ainda mais em um contexto de prostituição;

          Prostituição: no caso, enquanto meio de subsistência, o que não agrada a Deus;
          Estrangeiro ou gentio: ou seja, não ser um hebreu, membro do povo escolhido de Deus. Os gentios eram considerados impuros pelos israelitas;


          Adultério: uma relação sexual também considerada ilícita pela Lei de Moisés (Êxodo 20.14);
          Pecado: a Bíblia diz que todos os homens são pecadores (Romanos 3.23).

O que essas mulheres tinham de especial para serem citadas na genealogia de Jesus? Nada. Por que, então, elas estão lá? Pela misericórdia e graça de Deus (Salmo 86.5,15). Em cada uma das histórias, podemos ver a misericórdia e graça de Deus sendo dadas a essas mulheres. Elas não receberam o que mereciam e receberam o que não mereciam. A presença dessas mulheres na genealogia de Jesus nos ensina que mesmo aqueles que mergulharam fundo no poço lamacento do pecado e/ou são desprezados pela sociedade têm a chance de ter um lugar de honra no Reino de Deus. Ele não se prende ao passado, mas continuamente oferece oportunidades de perdão e restauração àqueles que precisam.
REFLEXÕES E DESAFIOS
1.      Qual é a sua história? Quais são as suas características?
2.      Assim como aconteceu com essas mulheres, Deus não considera o seu passado e tem um lugar de honra para te dar em seu Reino;

3.      Para alcançar isso, basta você se reconhecer um pecador necessitado de salvação e crer em
Jesus como seu salvador, como Maria fez;
4.      Se você já foi salvo, nunca pense que você é aceito diante de Deus pelas suas boas obras e méritos. Foi, é e sempre será pela misericórdia e graça dele!


  
IGREJA BATISTA DO CALVÁRIO – SÃO JOÃO DO PARAÍSO – MG

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Quatro vícios prejudiciais para a leitura bíblica

 Desde criança fui instruído quanto à necessidade de ler a Bíblia com regularidade; de preferência, ler a Bíblia toda a cada ano. Quem já não ouviu falar nos planos de leitura da Bíblia em um ano? Há uma variedade enorme de possibilidades. Há muitos benefícios que podemos colher desses planos. Entretanto, há também alguns vícios que acabamos desenvolvendo inconscientemente ao longo do tempo, os quais prejudicam profundamente a compreensão do que lemos na Bíblia. Eis alguns desses vícios:

1º vício: Fracionamento da leitura

Em uma análise geral sobre os mais diversos métodos de leitura bíblica anual, a primeira impressão que fica é a tentativa de distribuir a leitura dentro da nossa rotina diária. Quando ouvimos uma música, não fracionamos parte dela para ouvir em duas etapas; geralmente gostamos de ouvir cada música até ao fim, se não pudermos ouvir o álbum completo de uma só vez. Quando assistimos a um filme, não o fracionamos em quatro porções iguais, intercalando partes do final com partes do início. Por que, então, fazemos isso com a nossa leitura bíblica? Esse vício provoca em nós a ilusão de que não há

terça-feira, 23 de agosto de 2016

A maior parte dos cristãos entra precipitada na oração sem considerar a maneira, o propósito, o contexto, ou as conseqüências das suas orações. Demais vezes encaram a oração como encaram apressadamente o cardápio do restaurante de fast food. Logo pedem o que não querem o que não satisfarão mas, são apressados demais ir pra casa para preparar uma refeição equilibrada que seria mais satisfatória e nutritiva. As conseqüências são obesidade e falta de boa saúde. Este quadro representa a vida de oração da maioria. Porém, as orações bíblicas são designadas com propósito, são equilibradas, realizadoras e cheias de nutrição. A Bíblia nos dá três tipos de oração para o santo entrar na presença de Deus.

O primeiro tipo de oração e o mais comum pelas Escrituras é da palavra grega proseukhe (#4335, Strong’s). Este tipo de oração é uma busca para falar com Deus por causa da devoção por Ele. Carrega a idéia de respeito reverencial com calmaria. É de buscar contato com Deus com o reconhecimento que está entrando na presença literal da santidade absoluta. Neste estado de oração, entendemos que não temos as mesmas liberdades da vida corriqueira, ou as liberdades que acostumamos ter entre as paredes do nosso próprio lar onde dominamos. Devoção a este tipo de oração faz-nos pisar com um maior grau de reverência a terra santa diante do trono do Deus Todo-Poderoso. Examine Lc. 6.12; At. 1.14; 2.42.

O segundo tipo de oração vem pelo estudo da palavra deesis (#1162, Strong’s) que expressa a nossa necessidade, urgência ou desejo para ajuda especial. Reconheça a nossa incapacidade e insuficiência. Não trata de uma lista cheia de desejos carnais. É a entrega de um pedido urgente e biblicamente válido. Examine Lc. 1.13; Rm. 10.11; II Co. 9.14.

O terceiro tipo de oração é enieuxis e entugchano (#1783 e 1793, Strong’s). Esta oração é intercessão para o bem dos outros e com boa confiança. É uma intervenção proposital. Examine Rm. 8.27, 34; 11.2; I Tm. 2.1; 4.5; Hb. 7.25. Às vezes essa palavra grega é traduzida simplesmente como intercessão invés de oração intercessora.

Aprendendo a orar corretamente é saber lutar a guerra espiritual. Oração não deve ser desperdiçada. Cristãos devem aprender a respeitar e confiar em oração. A oração bíblica não é uma exposição de palavras grandiosas proferida numa linguagem corporal extravagante. A oração bíblica busca somente os ouvidos e os olhos de Deus. Seu propósito é assegurar a atenção do Deus santo e eterno tal oração é executada com a maior reverência devida a Ele. Oração eficaz depende destes três tipos de oração bíblica.

fonte,http://palavraprudente.com.br/vida-crista/tres-tipos-de-oracao-biblica/?utm_source=inf-article-3-tipos-oracao&utm_medium=inf-article-3-tipos-oracao&utm_campaign=inf-article-3-tipos-oracao

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