sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Moralismo não é Evangelho

Um dos mais impressionantes enunciados feitos pelo apóstolo Paulo é a sua acusação de que os crentes da Galácia teriam abandonado o evangelho. “Estou admirado de que tão depressa estejais desertando daquele que vos chamou na graça de Cristo, para outro evangelho” [Gálatas 1.6]. Com essa declaração tão enfática, percebemos que os gálatas tinham falhado no teste crucial de discernir o verdadeiro evangelho de suas falsificações.
 Suas palavras não poderiam ser mais claras “ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos pregasse outro evangelho além do que já vos pregamos, seja maldito. Como antes temos dito, assim agora novamente o digo: Se alguém vos pregar outro evangelho além do que já recebestes, seja maldito!” [Gálatas 1.8-9].
 Essa advertência do apóstolo Paulo, expressada pelas suas palavras de espanto e tristeza, não é direcionada apenas para aquela igreja na Galácia, mas para toda congregação em todas as eras. Nos nossos próprios dias – e em nossas próprias igrejas – necessitamos desesperadamente dar ouvidos a essa advertência. Atualmente temos encontrado falsos evangelhos não menos subversivos e sedutores do que aqueles encontrados e abraçados pelos gálatas.
 No nosso contexto, um dos falsos evangelhos mais sedutores é o moralismo. Esse falso evangelho pode tomar diversas formas e pode surgir no meio de qualquer intenção política e cultural. Todavia, a estrutura básica do moralismo é essa: a crença de que o Evangelho pode ser reduzido a uma boa melhora no comportamento.
 Infelizmente, esse falso evangelho é particularmente atrativo àqueles que acreditam ser evangélicos motivados por um impulso bíblico. Muitos crentes e suas igrejas sucumbem à lógica do moralismo e reduzem o seu entendimento do evangelho a um melhoramento moral. Em outras palavras, nós comunicamos aos perdidos a mensagem de que Deus deseja e demanda deles que eles vivam uma vida correta.
 Em certo sentido, nós nascemos para sermos moralistas. Criados à imagem de Deus, recebemos a capacidade de consciência moral. Desde os primeiros anos, nossa consciência grita revelando o conhecimento de nossa culpa, defeitos e mau comportamento. Em outras palavras, nossa consciência revela nossa iniquidade.
 Acrescente a isso o fato de que o processo de educação de filhos tende a inculcar-nos moralismo desde os primeiros anos de nossas vidas. Desde cedo aprendemos que nossos pais estão preocupados com nosso comportamento.Crianças bem comportadas são recompensadas com a aprovação dos pais, enquanto mal o comportamento atrai a punição. Essa mensagem é reforçada por outras autoridades na vida dos jovens e está impregnada na sociedade.
 Escrevendo sobre sua infância na área rural da Georgia, o romancista Ferrol Sams descreveu a impregnada tradição de ser “bem criado”. Como ele explica, a criança que é “bem criada” alegra seus pais e outros adultos ao aderir às convenções morais e de etiqueta. Um jovem “bem criado” se torna um adulto que obedece as leis, respeita os vizinhos, concorda, mesmo que falsamente, com os padrões religiosos e fica longe de escândalos. O ponto aqui está claro – isso é o que os pais ensinam, o que a sociedade espera e o que a igreja celebra. Mas nossa sociedade está cheia de pessoas que foram “bem criadas”, mas estão indo direto para o inferno.
 A sedução do moralismo é a essência do seu poder. Nós somos facilmente seduzidos a acreditar que somos capazes de receber a aprovação de que precisamos baseado no nosso comportamento. É claro que, para conseguirmos participar desse jogo de sedução, precisamos negociar o código moral que define o comportamento aceitável criando inúmeros furos. Muitos moralistas não vão dizer que não têm pecado, mas não estão em escândalo. E isso é considerado suficiente.
 Moralistas podem ser classificados como liberais ou conservadores. Em cada caso, um número específico de preocupações morais determina a expectativa moral. Generalizando, é certo que liberais focam no conjunto de expectativas morais relacionadas com a ética social, enquanto conservadores tendem a focar na ética pessoal. Em ambos a essência do moralismo está patente- a crença de que conseguimos alcançar o padrão da justiça por meios do nosso próprio comportamento.
 A tentação teológica do moralismo é tal que muitos cristãos e igrejas acham difícil resistir. O perigo é a igreja comunicar direta ou indiretamente que o que Deus espera da humanidade caída é um aperfeiçoamento moral. Fazendo assim, a igreja subverte o evangelho de Deus e passa a anunciar o falso evangelho ao mundo caído.
 A Igreja de Cristo não tem outra opção, apenas pregar a Palavra de Deus e a Bíblia ensina fielmente a lei de Deus e um extenso código moral. Os cristãos entendem que Deus se revela por meio da criação de tal forma que Ele presenteou a humanidade com o poder refreador da lei. Além do mais, Ele nos presenteou com mandamentos específicos e com uma abrangente instrução moral. A fiel Igreja de Jesus Cristo deve afirmar a retidão de tais mandamentos e a graça dada a nós no conhecimento do que é bom e do que é mau. Devemos, inclusive, dar testemunho desse conhecimento do bem e do mal a nosso próximo. O poder refreador da lei é importantíssimo para a comunidade humana e para a civilização.
 Assim como os pais ensinam corretamente seus filhos a obedecerem a instrução moral, a igreja também tem a responsabilidade de ensinar os seus os mandamentos morais de Deus e ser testemunha para toda a sociedade de o que Deus declarou bom e reto para suas criaturas humanas.
 Esse impulso – correto e necessário – não é, todavia, o evangelho de Deus. Na verdade, um dos mais traiçoeiros falsos evangelhos é o moralismo que promete o favor de Deus e a satisfação da justiça de Deus aos pecadores se eles somente se comportarem e se comprometerem ao aperfeiçoamento moral.
 O instinto moralista na igreja reduz a Bíblia a um manual para o comportamento e substitui a instrução moral pelo evangelho de Jesus Cristo. Muitos púlpitos evangélicos estão dados a mensagens moralistas e não à pregação do Evangelho.
 O corretivo para o moralismo vem direto do apóstolo Paulo quando ele insiste que “o homem não é justificado pelas obras da lei, mas pela fé em Cristo Jesus”. Salvação vem àqueles que são “justificados pela fé em Cristo e não pelas obras da lei; visto que pelas obras da lei ninguém será justificado.” [Gálatas 2.16]
 Nós pecamos contra Cristo e adulteramos o evangelho quando sugerimos a pecadores que o que Deus requer deles é aperfeiçoamento moral de acordo com a Lei. Moralismo faz muito sentido aos pecadores pois não passa de uma explicação do que eles já vêm aprendendo desde os primeiros dias. Mas o moralismo não é o evangelho e ele não pode salvar.
O único evangelho que salva é o Evangelho de Cristo. Como Paulo lembrou aos gálatas, “mas quando chegou a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido debaixo da Lei, para regatar os que estavam debaixo da Lei, a fim de recebermos a adoção de filhos.” [Gálatas 4.4-5]
 Nós somos justificados pela fé somente, salvos pela graça somente e redimidos dos pecados por Cristo somente. Moralismo produz pecadores (potencialmente) melhor comportados. O Evangelho transforma pecadores em filhos e filhas adotados por Deus.
 A Igreja deve nunca se esquivar, acomodar, revisar ou esconder a Lei de Deus. Na verdade, é a Lei que mostra nosso pecado e deixa clara nossa total inadequação e falta de retidão. A Lei não pode transmitir vida, mas como Paulo insiste, ela “se tornou nosso tutor para nos conduzir a Cristo, a fim de que fôssemos justificados pela fé.” [Gálatas 3.24]
 O perigo mortal do moralismo tem se tornado uma constante tentação para a igreja e um sempre-conveniente substituto do Evangelho. Claramente percebemos que milhares dos nossos vizinhos pensam que o moralismo é a nossa mensagem e somente a mais ousada pregação do verdadeiro Evangelho será suficiente para corrigir essa impressão e levar pecadores à salvação em Jesus.
 O inferno estará cheio de pessoas “bem criadas”. Os cidadãos do Céu serão aqueles que, pela completa graça e misericórdia de Deus, estarão lá pela justiça de Jesus Cristo creditada a eles.
 Moralismo não é o Evangelho.
 Albert Mohler Jr. – Fonte: www.iprodigo.com - Traduzido por Gustavo Vilela
www.cdlpiba.org.br

Descer para subir

Deus me ensinou a diferença entre felicidade e alegria através de circunstâncias que eu não teria escolhido. Depois de me formar do segundo grau, trabalhei num campo de golfe e ganhei dinheiro suficiente para ir para a faculdade, mas meu dinheiro acabou antes do que esperava e voltei para casa… comecei então a fazer faxina nas casas dos outros enquanto frequentava uma faculdade próxima.
 Eu nunca me matriculei na minha “escola dos sonhos”, mas o que aprendi sobre o amor e soberania de Deus ultrapassou em muito os meus sonhos. Deus transformou aquele beco escuro em minha vida em um caminho de alegria. Fazer faxina nas casas dos outros deixava minha mente livre para pensar e comecei a pensar sobre Deus. Comecei a ver que os caminhos de Deus nem sempre são os meus caminhos, mas os caminhos Dele são sempre os melhores.
 Deus usou o meu trabalho de faxineira para realizar uma obra que eu não esperava. Ele usou o meu trabalho para tirar a camada superficial de felicidade da minha vida. Lavando pisos, de joelhos no chão, não fazia parte da imagem que tinha do meu futuro. Mas ao limpar os pisos das cozinhas, entendi que Ele estava no processo de me limpar do meu orgulho. Deus estava me trazendo para baixo, degrau por degrau, da minha torre de mármore.
 Eu nem limpava o meu próprio quarto. Mas trabalhei muito limpando casas, ao ponto de minhas mãos ficaram muitas vezes rachadas e até sangravam por causa da irritação da pele, que sofri como resultado. Quando a dor e o inchaço pioraram ao ponto de eu não conseguir dobrar os meus dedos, os cobria com pomada e curativos e ia trabalhar.
 Eu entendo que isso não parece um caminho de alegria. Mas Deus transformou uma situação ruim em algo que trouxe glória a Ele e o bem para mim. Por causa do Seu amor por mim, Ele não me largou no meu sonho de felicidade, que nunca poderia me trazer alegria verdadeira. Graciosamente, Ele removeu minha felicidade circunstancial para que encontrasse minha alegria Nele. E tenho encontrado! Em Jesus, tenho mais do que poderia imaginar.
 Marnie Carlson – extraído do livro “Desfrutando a intimidade com Deus” que será lançado em setembro no Congresso de Esposas!
http://www.cdlpiba.org.br


sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Leitura é dica para um bom desempenho na redação do Enem

Brasília – Depois de mais de três décadas sem entrar em uma sala de aula, Sílvia Rabello, 57 anos, mantém a animação dos jovens estudantes e o desejo de fazer diferente assim que concluir o curso de artes plásticas, na Universidade Estácio de Sá, no Rio de Janeiro. O entusiasmo é gerado pela força de quem ficou fora do ambiente escolar, em decorrência da maternidade e dos afazeres domésticos, e de quem, com esforço próprio, conquistou o sonho de ingressar na universidade.

“Há dois anos entrei em um supletivo e, depois de dois meses, me inscrevi no Enem [Exame Nacional do Ensino Médio]. Não precisei fazer o vestibular, consegui passar com a minha nota”, contou ela que largou os estudos sem concluir o ensino médio. Antes de entrar na faculdade, Silvia já pintava quadros e vendia para arquitetos que trabalhavam com decoração de interiores. Agora, se prepara para uma nova fase em sua carreira, assim que receber o diploma.

Para quem vai fazer o exame no próximo fim de semana (3 e 4 de novembro), a dica da artista plástica é

AQUI COMEÇOU O BRASIL - SANTA CRUZ CABRÁLIA



CONHEÇA AS MARAVILHAS DE SANTA CRUZ CABRÁLIA






quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Tudo bem??




A conceituada revista HSM Management publicou na edição de outubro de 2002, na página 106, um estudo segundo o qual 90% dos profissionais das mais diversas áreas empregam o seu tempo em atividades inúteis. Portanto, apenas 10% deles usam as horas de trabalho de forma sensata e inteligente. O estudo da revista mostra também que:
- 30% dos executivos são proteladores;
- 20% não se comprometem seriamente;
- 40% são dispersivos;
- apenas os já citados 10% são determinados.
Os proteladores são aqueles que, embora executem fielmente as tarefas que
lhes cabem, não conseguem ter iniciativa. Os que pouco se comprometem exibem muito foco, mas baixo nível de energia. Os dispersivos são, de longe, o contingente mais numeroso dentre os executivos estudados pela revista. São pessoas bem intencionadas e com alto nível de energia, porém, carentes de foco, confundem movimentação frenética com ação construtiva. Já os
determinados têm grande energia e foco, esforçam-se mais que os colegas e, por isso, atingem metais cruciais e de longo prazo mais frequentemente que os outros.
Destaca a revista: "Os executivos determinados decidem primeiro aonde desejam chegar e em seguida exploram os recursos externos, constroem redes de influência e aprimoram suas habilidades de forma a atingir o objetivo que visualizaram no prazo determinado".
Nas organizações, a tendência humana à protelação só consegue levar a pior
quando a hierarquia estabelecida exige prazos rígidos. Quando isso acontece, é como se não houvesse mais a possibilidade de afrouxamento da ação esperada, mesmo que uma eventual protelação pudesse ser aceitável em razão dos chamados motivos de força maior. Então, diante dessa inflexibilidade, as pessoas desafiadas acabam por extrair seu mais alto potencial e aceitam dobrar o desconforto porque não há hipótese de não corresponder aos prazos previstos.
Somos todos (ou quase todos) como o estudante que acaba deixando para fazer seus trabalhos escolares na última hora. Assim funciona a nossa natureza. às vezes temos oito dias para fazer determinado trabalho, mas vamos protelando até não dar mais. Uma coisa é flexibilizar um compromisso por uma contingência qualquer, outra é um superior hierárquico estabelecer que tal prazo não poderá ser ultrapassado. O subordinado, então, terá de fazer das tripas coração para atender à ordem. Essas pessoas encontram uma maneira de corresponder aos prazos por serem pressionadas para isso. Será que também não teríamos condição de ser os regentes de nossos prazos com medida e tempo certos?
É como a clássica história do porco e da galinha. Quando me sirvo de um café da manhã em estilo americano, vem à minha memória essa história bastante conhecida. Num prato de ovos com bacon, a galinha entra com os ovos e o porco com o bacon. No entanto, o único que se compromete nessa "parada" é mesmo o porco, pois a galinha está remotamente envolvida. O porco, literalmente, dá um pedaço de si. É o que acontece com a gente quando de fato elege desafios nos processos de visualização com prazos e medidas.

Portanto, meus caros e nobres colegas do IPGN, deixo a vocês uma simples e singela pergunta para meditação:

O EMPREENDEDOR É UM PORCO OU UMA GALINHA?

Um super abraço,
Marco Antônio
Tutor IPGN

MINI P70 EM CURRAL DE DENTRO - 17/11/12

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PROJETO APASCENTAR - DISTRIBUIÇÃO DE REVISTA

19º ENCONTRO DE PASTORES - IBIASSUCÊ - BA - 05-09/12

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P70 22-25 / 2012 - EM NINHEIRA

ACAMPAMENTO DE INVERNO 22-25 DE JUNHO DE 2012

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