sexta-feira, 14 de abril de 2017

Quais os dias da morte e da ressurreição de Jesus?

Essa é uma questão bem interessante e que deixa muitas pessoas em dúvida. Como Jesus pode ter ressuscitado ao terceiro dia se Ele morreu na sexta-feira à tarde e ressuscitou na manhã de domingo?

Vamos analisar os fatos para encontrarmos a resposta, traçando uma pequena linha cronológica entre a morte e a ressurreição do Senhor Jesus Cristo.
(1) Jesus foi preso e levado perante Pôncio Pilatos antes da comemoração da Páscoa judaica. Antes do meio dia da sexta-feira foi o horário em que Jesus foi condenado e iniciou a Sua caminhada até o Calvário (João 19.14). Em Lucas 23.44-46 e em Marcos 15.33-34 vemos registrado que a morte de Jesus se deu por volta da hora nona, ou seja, por volta de três horas da tarde. Vemos também que os judeus que acompanhavam a crucificação não queriam que os corpos (de Jesus e dos ladrões crucificados ao lado dEle) ficassem ali na cruz por muito tempo para não atrapalhar a festa da Páscoa a ser realizada no dia seguinte (sábado), e solicitaram às autoridades que fossem tirados dali (João 19.31).

(2) Em João 20.1 vemos Maria Madalena indo até o sepulcro no primeiro dia da semana (domingo), mas Jesus não estava lá, pois havia ressuscitado. Sendo assim, fica claro na Bíblia que Jesus morreu por volta das três da tarde da sexta-feira e ressuscitou em algum momento na manhã do domingo.

(3) Podemos constatar que Jesus, antes de Sua morte, já havia revelado aos Seus discípulos que ressuscitaria no terceiro dia: “Desde esse tempo, começou Jesus Cristo a mostrar a seus discípulos que lhe era necessário seguir para Jerusalém e sofrer muitas coisas dos anciãos, dos principais sacerdotes e dos escribas, ser morto e ressuscitado no terceiro dia.” (Mateus 16.21). Em todos os quatro Evangelhos vemos registrado a fala de que Jesus ressuscitaria ao terceiro dia (Mateus 20.19; Marcos 10.34; João 2.19).

(4) A explicação para essa aparente contradição é que Jesus ressuscitou “ao terceiro dia” e não “três dias depois de sua morte”, o que implicaria que Ele ficasse morto por 72 horas. Era muito comum aos judeus considerar partes de um dia figuradamente como um dia completo. Por exemplo, no livro de Ester 4.3, vemos registrado que foi levantado um jejum por “três dias e três noites”, ao fim do qual Ester se apresentaria perante o rei para suplicar pelos judeus. Porém, vemos ali que eles começaram o jejum já com o dia em andamento e que Ester foi à presença do rei “ao terceiro dia” (Ester 5.1). Logo, esse período de jejum não foi de 72 horas completas. Da mesma forma, as palavras de Jesus de que ressuscitaria ao terceiro dia seguiram esse mesmo esquema.

(5) Então, para entendermos bem, ficou dessa forma: Jesus morreu na sexta-feira (primeiro dia), passou-se o sábado (segundo dia), chegou o domingo (terceiro dia). Daí, então, os escritos dizerem que Jesus ressuscitou “ao terceiro dia” e não “três dias depois de sua morte”. Dessa forma, não encontramos contradição na Bíblia com referência a esses fatos.

                                                                                                                       Fonte: Esboçando Ideias


quinta-feira, 13 de abril de 2017

O plano de Deus para você

1 - Deus ama você
"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele". (João 3:16 e 17)

“Visualize o momento. Deus em seu trono. Você na terra. E, entre você e Deus, suspenso entre você e o céu, está Cristo na cruz. Seus pecados foram colocados sobre Jesus. Deus, que pune o pecado, derrama sua ira de justiça sobre os nossos erros. Jesus sofre esta ira. Uma vez que Cristo está entre você e Deus, você não é atingido, mas salvo — salvo à sombra da cruz. (…) Pois esta é a amplitude do Seu amor. E este é o motivo da cruz. Ele ama o mundo.” (Extraído do livro Ele Escolheu os Cravos - Max Lucado)
2 - Deus quer você perto dEle
"Olhai para mim e sereis salvos, vós, todos os termos da terra; porque eu sou Deus, e não há outro". (Isaías 45:22).
Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em

terça-feira, 11 de abril de 2017

SÚPLICA DO PASTOR JOVEM

Pastor José dos Reis Pereira


Nesta noite, ó Senhor, sou consagrado ao ministério da tua Palavra e que tremendo encargo recebo em meus ombros; não fosse minha absoluta certeza de que tu me chamaste e não sei onde iria encontrar coragem para tanto; mas, ó Senhor, tu, que fechaste tão positivamente, diante de mim, todas as portas a que fui bater e, não olhando minha indignidade, minhas quedas e meus tropeços, me abriste bem larga e acolhedora a porta do ministério, ajuda-me a prosseguir neste caminho, dignificando sem cessar o teu nome e honrando minha vocação.

Temeroso é o meu trabalho: pastorear teu povo, com tão pouca experiência da vida, conduzir as ovelhas de meu Mestre, com tão poucas forças, quem ousaria tanto?

Anima-me, todavia, a certeza de que tu, ó Senhor, que me escolhes­te, serás meu amparo e fortaleza, e, ao dar agora o meu primeiro passo na estrada nova, permite que o dê com firmeza e decisão;

ajuda-me, ó Senhor, porque já vislumbro as vezes em que minha visão se obnubilará ante a poeira da jornada e de ti espero que me alimparás os olhos;

esclarece-me, Senhor, porque sou jovem, cheio de preconceitos e de idéias falsas, trabalhando pelo orgulho e pela vaidade; concede que esses inimigos, ao me assaltarem, não me vençam e que eu afaste por completo o desejo de dar na vista e de conquistar posições, contentan­do-me com o lugar que tu me deres e procurando discernir e cumprir a tua vontade;

auxilia-me a adiantar-me no saber, mas livra-me da presunção e que esteja"sempre pronto a reconhecer que, apesar de meus cursos e dos livros que ler, os outros podem muito bem ser mais

sexta-feira, 7 de abril de 2017

‘’LIVRES PARA O SENHOR’’

Em nossos dias contemplamos um cenário de mulheres (Desgastadas, derrotadas, desacreditadas, esgotadas, sobrecarregadas, confusas, instáveis, frustradas, inseguras, temerosas, solitárias, tensas, deprimidas, desencorajadas, envergonhadas e até mesmo suicidas). Essas características nos fazem pensar nos motivos que nos levaram a acreditar nessas qualidades, e quando pensamos no jardim do Éden,vimos que Eva, pela desobediência, tornou-se o retrato dessa mulher   ‘’aparentemente derrotada, porque Eva deu credito a Satanás, que  abruptamente atacou suas emoções.
Quão frustrante foi para Eva, sentir-se nua, derrotada, envergonhada um fracasso. Talvez você esteja se sentido como Eva, porque todas nós passamos por derrotas , fracassos e períodos tumultuosos, todos nós apresentamos um coração egoísta, voltado para nossas emoções e auto piedade. Mas quero encorajá-la a acreditar que há esperança, porque Deus projetou nosso futuro para o bem.
João 10;10 afirma: “Eu vim para que tenham vida, e a tenham com plenitude’’.Essa afirmação nos leva a entender que, Jesus não nos proporcionou apenas força para enfrentar dificuldades, Ele deseja que realmente desfrutemos de uma vida plena, alegre. Jesus deseja que nos tornemos livres, e ao invés de ser infeliz, frustrada e escrava, Ele deseja que sejamos: ‘’ Livre, graciosa, confiante, amorosa, alegre, satisfeita, estável, serena, radiante.’’
Esse é o desejo de todas as mulheres, viverem essas qualidades e experimentarem a verdadeira liberdade, em Cristo.
Gálatas 5: 1 afirma que  “ Para a liberdade foi que Cristo nos libertou, portanto permanecei firmes e não vos submeteis novamente a um jugo de escravidão’’
Se Cristo afirma que nos chamou para a liberdade, logo um dia fomos escravas, sendo assim, vale pensarmos na origem dessa escravidão, o fato é que quando Eva pecou, antes de desobedecer a Deus, ela desobedeceu, porque acreditou na mentira de satanás, que antes, prometeu-lhe poder e saciedade.
Hoje seguimos os mesmos caminhos e muitas vezes não conseguimos ser verdadeiramente livres, porque acreditamos em mentiras:
Mentiras sobre nossas emoções, quando acreditamos que não conseguimos controla-las, (eu não consigo me controlar). E acreditamos que nossas vidas são realmente um fracasso e que não conseguimos superar problemas e dificuldades que advém sobre nós. Uma outra mentira é sobre a

quinta-feira, 6 de abril de 2017

MEU RELACIONAMENTO COM DEUS: UMA RELAÇÃO DE PAI E FILHO? – AULA 92 - LIÇÃO - 02 - FASE 3 -08.03-2017

                                       INTRODUÇÃO

Objetivos da lição:

                     Confirmar a decisão por Cristo de freqüentadores do Núcleo Familiar que estejam vacilantes na fé;

                     Confrontar amorosamente aqueles que se dizem cristãos, mas não manifestam sinais disso;
                     Fazer um apelo de salvação àqueles que ainda não receberam a Cristo.

DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
          

1. Todos os homens foram criados por Deus, mas nem todos são filhos de Deus

Na cultura de nosso país, há o pensamento de que todos são filhos de Deus. Isso tem origem no Catolicismo, o qual, tanto na Idade Média quanto na atualidade, cria que o batismo tem o poder de salvar quem o recebe, tornando-o filho de Deus. Como boa parte de nós brasileiros fomos batizados na Igreja Católica quando crianças, conclui-se, de maneira generalizada, que todos sejamos filhos de Deus. Esse pensamento não está de acordo com a Bíblia, a Palavra de Deus. Ela não diz que o batismo tem poder regenerador, ou seja, de conceder o novo nascimento àquele que o recebe. Segundo a Bíblia, o batismo é uma ordenança de Jesus, que deve ser ministrada àqueles que crêem nEle (cf. Mc 16.16). A Palavra de Deus diz, sim, conforme Gênesis 1,2, que a humanidade foi criada por Deus, a partir de dois representantes, Adão e Eva. Sendo assim, todos somos criaturas de Deus. Para sermos filhos de Deus, há um indispensável pré-requisito.

2. Uma pessoa se torna filho de Deus através da fé em Jesus Cristo

A Bíblia diz, em João 1.12 (versão NVI): “Contudo, aos que o receberam, aos que creram no seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus”. Conforme esse texto bíblico, aquele que crê em Cristo tem o direito de se tornar filho de Deus. Vamos analisar essa afirmação por partes. Primeiramente, o que significa crer em Cristo? Crer é mais do que acreditar. Muitos acreditam que a história e as palavras de Cristo são verdadeiras e, nem por isso, são filhos de Deus. No contexto bíblico, crer tem o sentido de confiar. Crente, é aquele que confia na obra redentora realizada por Cristo na cruz e, por isso, se entrega a Ele. Em segundo lugar, esses, conforme dito, recebem o direito de se tornarem filhos de Deus. Isso quer dizer que o crente em Cristo, de maneira irrevogável, tem garantido para si o status de filho de Deus e todos os benefícios dessa posição. Quanto a isso, Romanos 8.17 diz: “Ora, se somos filhos, somos também herdeiros, herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo”. O crente em Cristo, como filho de Deus, é também herdeiro, tendo o direito de receber de Deus suas bençãos. Paulo fala sobre isso em Efésios 1.3, quando diz: “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo”.

3. A marca de um filho de Deus: a nova vida

Se a fé é o pré-requisito para alguém se tornar filho de Deus, a nova vida é a evidência de que isso de fato aconteceu. A Bíblia diz, em 2 Coríntios 5.17: “E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas”. O crente em Cristo experimenta uma novidade de vida, é uma nova criatura. Sendo assim, sua vida passa por mudanças visíveis, o que significa deve haver um “antes era assim” e um “agora é assim”. Eis algumas das mudanças que devem ocorrer:

a)      Compreensão espiritual da Bíblia (cf. Jo 14.26; 16.13);

b)      Repulsa pelo pecado (cf. Ef 5.3-14);

c)      Desejo de estar com Deus (amor a Deus, cf. Mt 22.37);

d)      Desejo de estar com outros filhos de Deus (amor ao próximo, cf. Mt 22.39).

CONCLUSÃO E DESAFIOS

1.      Você é cristão porque seus pais, parentes ou amigos são cristãos? Ou foi uma escolha pessoal que você fez?
2.      Você se considera cristão porque freqüenta uma igreja, seja ela evangélica ou católica?

3.      Você tem certeza de sua salvação?

4.      Você tem manifestado em sua vida a marca de um filho de Deus?

5.      Você gostaria de confirmar sua decisão por Cristo?

6.      Você gostaria de entregar sua vida a Cristo?



IGREJA BATISTA DO CALVÁRIO – SÃO JOÃO DO PARAÍSO – MG

sábado, 1 de abril de 2017

E O DINHEIRO? – AULA 91 - LIÇÃO - 01 - FASE 3 -01.03-2017


                                INTRODUÇÃO

Na reunião de hoje, encerraremos a série “Grandes Perguntas sobre a Fé Cristã”. A última pergunta a ser abordada hoje é: “E o dinheiro?!”. A Bíblia tem uma interessante estatística. Cerca de 2000 versículos falam sobre dinheiro, enquanto apenas 278 discorrem sobre salvação. Surpreendente, não?! Há dez vezes mais espaço para temas relacionados ao dinheiro do que para os ligados à salvação nas páginas bíblicas. Isso nos mostra a grande importância dada por Deus a esse assunto. O Senhor sabe como o dinheiro é fundamental para a vida humana e como ele pode ser uma benção ou uma maldição. Tendo isso em vista, a lição de hoje tratará sobre o “amor ao dinheiro”. Que o Espírito Santo nos liberte desse grande mal!

DESENVOLVIMENTO DO ENSINO

A questão não é o dinheiro. Ter dinheiro não é um problema. O dinheiro

é   um excelente servo. O problema é o amor ao dinheiro, ou seja, quando

é    o dinheiro que nos tem. O dinheiro é um péssimo senhor. A Bíblia diz:

“Pois o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males. Algumas pessoas, por cobiçarem o dinheiro, desviaram-se da fé e se atormentaram com muitos sofrimentos” (1Timóteo 6.10). O apóstolo Paulo parece estar exagerando nesse texto ao falar dos malefícios do amor ao dinheiro. Ele diz que o amor ao dinheiro é a origem de TODOS os problemas. Entretanto, não é um exagero! De fato, muitas pessoas geram diversos tipos de problemas e consequentes sofrimentos para si por causa do amor ao dinheiro.


Pare e pense: Que tipos de problemas e consequentes sofrimentos você ou pessoas conhecidas por você geraram para si por causa do amor ao dinheiro?

Um malefício do amor ao dinheiro explicitamente citado no texto acima é o desviar-se da fé. Isso quer dizer que o amor ao dinheiro pode interferir negativamente em nosso relacionamento com Deus, nos afastando dele. Jesus disse: “Ninguém pode servir a dois senhores; pois odiará um e amará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro” (Mateus 6.24). É impossível amar a Deus e o Dinheiro ao mesmo tempo. No coração humano há apenas um trono e um altar. Sendo assim, não há como a devoção do ser humano estar voltada simultaneamente para dois deuses concorrentes. No caso, ou ele serve e adora a Deus ou ao Dinheiro (note que, no versículo acima, Dinheiro está com “D” maiúsculo, o que significa que, nesse texto, ele é tratado como deus. No texto original, a palavra para Dinheiro é “Mamom”).

Segundo Jimmy Stier, missionário e fundador da Jocum no Brasil, há treze sinais da presença do amor ao dinheiro (ou seja, da influência de Mamom) na vida de uma pessoa. Aborde cada um desses sinais e, enquanto o faz, peça aos participantes para identificarem a presença ou não deles em suas vidas, dando exemplos disso.

1.      Descontentamento por não ter dinheiro e o que ele pode proporcionar (Hebreus 13.5; Filipenses 4.11-13);
2.      Preocupação e ansiedade (Mateus 6.25-33);

3.      Impaciência quanto ao ato de comprar, ou seja, comprar tendo o dinheiro ou não para isso (Pv 21.3);
4.      Dívidas atrasadas;

5.      Cobiça, ou seja, desejar ter as coisas dos outros ou ficar descontente com a vitória dos outros (Provérbios 28.22);
6.      Avareza, ou seja, fazer planos tendo por base o Dinheiro;

7.      Sentir-se inferior por não ter dinheiro ou superior por tê-lo;

8.      Tratar os que têm dinheiro e os que não o têm de maneiras diferentes (Tiago 2.1-4);
9.      Brigar por causa do dinheiro (Tiago 4.1-5);

10.  Não gostar de dar dinheiro (Provérbios 11.24);

11.  Não gostar daqueles que te pedem dinheiro (2Coríntios 9.7);

12.  Mentir, roubar, enganar para ter mais dinheiro;

13.  Ser irresponsável com as obrigações financeiras.


PERGUNTAS DE REFLEXÕES E DESAFIOS

Pare e pense: Você ama ao dinheiro?

É tempo de ficar livre da influência de Mamom. Para isso, alguns passos são necessários:

1.      Reconhecer que o amor ao dinheiro é pecado;
2.      Confessar o amor ao dinheiro a Deus e a alguém como pecado (1João 1.9; Tiago 5.16);

3.      Arrepender-se do amor ao dinheiro. A melhor maneira de se fazer isso é com uma atitude contrária, ou seja, desprendendo-se do dinheiro, isto é, dando-o generosamente. A Bíblia tem um excelente exemplos disso: Zaqueu (Lucas 19.1-10).


IGREJA BATISTA DO CALVÁRIO – SÃO JOÃO DO PARAÍSO – MG

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