terça-feira, 11 de abril de 2017

SÚPLICA DO PASTOR JOVEM

Pastor José dos Reis Pereira


Nesta noite, ó Senhor, sou consagrado ao ministério da tua Palavra e que tremendo encargo recebo em meus ombros; não fosse minha absoluta certeza de que tu me chamaste e não sei onde iria encontrar coragem para tanto; mas, ó Senhor, tu, que fechaste tão positivamente, diante de mim, todas as portas a que fui bater e, não olhando minha indignidade, minhas quedas e meus tropeços, me abriste bem larga e acolhedora a porta do ministério, ajuda-me a prosseguir neste caminho, dignificando sem cessar o teu nome e honrando minha vocação.

Temeroso é o meu trabalho: pastorear teu povo, com tão pouca experiência da vida, conduzir as ovelhas de meu Mestre, com tão poucas forças, quem ousaria tanto?

Anima-me, todavia, a certeza de que tu, ó Senhor, que me escolhes­te, serás meu amparo e fortaleza, e, ao dar agora o meu primeiro passo na estrada nova, permite que o dê com firmeza e decisão;

ajuda-me, ó Senhor, porque já vislumbro as vezes em que minha visão se obnubilará ante a poeira da jornada e de ti espero que me alimparás os olhos;

esclarece-me, Senhor, porque sou jovem, cheio de preconceitos e de idéias falsas, trabalhando pelo orgulho e pela vaidade; concede que esses inimigos, ao me assaltarem, não me vençam e que eu afaste por completo o desejo de dar na vista e de conquistar posições, contentan­do-me com o lugar que tu me deres e procurando discernir e cumprir a tua vontade;

auxilia-me a adiantar-me no saber, mas livra-me da presunção e que esteja"sempre pronto a reconhecer que, apesar de meus cursos e dos livros que ler, os outros podem muito bem ser mais

sexta-feira, 7 de abril de 2017

‘’LIVRES PARA O SENHOR’’

Em nossos dias contemplamos um cenário de mulheres (Desgastadas, derrotadas, desacreditadas, esgotadas, sobrecarregadas, confusas, instáveis, frustradas, inseguras, temerosas, solitárias, tensas, deprimidas, desencorajadas, envergonhadas e até mesmo suicidas). Essas características nos fazem pensar nos motivos que nos levaram a acreditar nessas qualidades, e quando pensamos no jardim do Éden,vimos que Eva, pela desobediência, tornou-se o retrato dessa mulher   ‘’aparentemente derrotada, porque Eva deu credito a Satanás, que  abruptamente atacou suas emoções.
Quão frustrante foi para Eva, sentir-se nua, derrotada, envergonhada um fracasso. Talvez você esteja se sentido como Eva, porque todas nós passamos por derrotas , fracassos e períodos tumultuosos, todos nós apresentamos um coração egoísta, voltado para nossas emoções e auto piedade. Mas quero encorajá-la a acreditar que há esperança, porque Deus projetou nosso futuro para o bem.
João 10;10 afirma: “Eu vim para que tenham vida, e a tenham com plenitude’’.Essa afirmação nos leva a entender que, Jesus não nos proporcionou apenas força para enfrentar dificuldades, Ele deseja que realmente desfrutemos de uma vida plena, alegre. Jesus deseja que nos tornemos livres, e ao invés de ser infeliz, frustrada e escrava, Ele deseja que sejamos: ‘’ Livre, graciosa, confiante, amorosa, alegre, satisfeita, estável, serena, radiante.’’
Esse é o desejo de todas as mulheres, viverem essas qualidades e experimentarem a verdadeira liberdade, em Cristo.
Gálatas 5: 1 afirma que  “ Para a liberdade foi que Cristo nos libertou, portanto permanecei firmes e não vos submeteis novamente a um jugo de escravidão’’
Se Cristo afirma que nos chamou para a liberdade, logo um dia fomos escravas, sendo assim, vale pensarmos na origem dessa escravidão, o fato é que quando Eva pecou, antes de desobedecer a Deus, ela desobedeceu, porque acreditou na mentira de satanás, que antes, prometeu-lhe poder e saciedade.
Hoje seguimos os mesmos caminhos e muitas vezes não conseguimos ser verdadeiramente livres, porque acreditamos em mentiras:
Mentiras sobre nossas emoções, quando acreditamos que não conseguimos controla-las, (eu não consigo me controlar). E acreditamos que nossas vidas são realmente um fracasso e que não conseguimos superar problemas e dificuldades que advém sobre nós. Uma outra mentira é sobre a

quinta-feira, 6 de abril de 2017

MEU RELACIONAMENTO COM DEUS: UMA RELAÇÃO DE PAI E FILHO? – AULA 92 - LIÇÃO - 02 - FASE 3 -08.03-2017

                                       INTRODUÇÃO

Objetivos da lição:

                     Confirmar a decisão por Cristo de freqüentadores do Núcleo Familiar que estejam vacilantes na fé;

                     Confrontar amorosamente aqueles que se dizem cristãos, mas não manifestam sinais disso;
                     Fazer um apelo de salvação àqueles que ainda não receberam a Cristo.

DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
          

1. Todos os homens foram criados por Deus, mas nem todos são filhos de Deus

Na cultura de nosso país, há o pensamento de que todos são filhos de Deus. Isso tem origem no Catolicismo, o qual, tanto na Idade Média quanto na atualidade, cria que o batismo tem o poder de salvar quem o recebe, tornando-o filho de Deus. Como boa parte de nós brasileiros fomos batizados na Igreja Católica quando crianças, conclui-se, de maneira generalizada, que todos sejamos filhos de Deus. Esse pensamento não está de acordo com a Bíblia, a Palavra de Deus. Ela não diz que o batismo tem poder regenerador, ou seja, de conceder o novo nascimento àquele que o recebe. Segundo a Bíblia, o batismo é uma ordenança de Jesus, que deve ser ministrada àqueles que crêem nEle (cf. Mc 16.16). A Palavra de Deus diz, sim, conforme Gênesis 1,2, que a humanidade foi criada por Deus, a partir de dois representantes, Adão e Eva. Sendo assim, todos somos criaturas de Deus. Para sermos filhos de Deus, há um indispensável pré-requisito.

2. Uma pessoa se torna filho de Deus através da fé em Jesus Cristo

A Bíblia diz, em João 1.12 (versão NVI): “Contudo, aos que o receberam, aos que creram no seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus”. Conforme esse texto bíblico, aquele que crê em Cristo tem o direito de se tornar filho de Deus. Vamos analisar essa afirmação por partes. Primeiramente, o que significa crer em Cristo? Crer é mais do que acreditar. Muitos acreditam que a história e as palavras de Cristo são verdadeiras e, nem por isso, são filhos de Deus. No contexto bíblico, crer tem o sentido de confiar. Crente, é aquele que confia na obra redentora realizada por Cristo na cruz e, por isso, se entrega a Ele. Em segundo lugar, esses, conforme dito, recebem o direito de se tornarem filhos de Deus. Isso quer dizer que o crente em Cristo, de maneira irrevogável, tem garantido para si o status de filho de Deus e todos os benefícios dessa posição. Quanto a isso, Romanos 8.17 diz: “Ora, se somos filhos, somos também herdeiros, herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo”. O crente em Cristo, como filho de Deus, é também herdeiro, tendo o direito de receber de Deus suas bençãos. Paulo fala sobre isso em Efésios 1.3, quando diz: “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo”.

3. A marca de um filho de Deus: a nova vida

Se a fé é o pré-requisito para alguém se tornar filho de Deus, a nova vida é a evidência de que isso de fato aconteceu. A Bíblia diz, em 2 Coríntios 5.17: “E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas”. O crente em Cristo experimenta uma novidade de vida, é uma nova criatura. Sendo assim, sua vida passa por mudanças visíveis, o que significa deve haver um “antes era assim” e um “agora é assim”. Eis algumas das mudanças que devem ocorrer:

a)      Compreensão espiritual da Bíblia (cf. Jo 14.26; 16.13);

b)      Repulsa pelo pecado (cf. Ef 5.3-14);

c)      Desejo de estar com Deus (amor a Deus, cf. Mt 22.37);

d)      Desejo de estar com outros filhos de Deus (amor ao próximo, cf. Mt 22.39).

CONCLUSÃO E DESAFIOS

1.      Você é cristão porque seus pais, parentes ou amigos são cristãos? Ou foi uma escolha pessoal que você fez?
2.      Você se considera cristão porque freqüenta uma igreja, seja ela evangélica ou católica?

3.      Você tem certeza de sua salvação?

4.      Você tem manifestado em sua vida a marca de um filho de Deus?

5.      Você gostaria de confirmar sua decisão por Cristo?

6.      Você gostaria de entregar sua vida a Cristo?



IGREJA BATISTA DO CALVÁRIO – SÃO JOÃO DO PARAÍSO – MG

sábado, 1 de abril de 2017

E O DINHEIRO? – AULA 91 - LIÇÃO - 01 - FASE 3 -01.03-2017


                                INTRODUÇÃO

Na reunião de hoje, encerraremos a série “Grandes Perguntas sobre a Fé Cristã”. A última pergunta a ser abordada hoje é: “E o dinheiro?!”. A Bíblia tem uma interessante estatística. Cerca de 2000 versículos falam sobre dinheiro, enquanto apenas 278 discorrem sobre salvação. Surpreendente, não?! Há dez vezes mais espaço para temas relacionados ao dinheiro do que para os ligados à salvação nas páginas bíblicas. Isso nos mostra a grande importância dada por Deus a esse assunto. O Senhor sabe como o dinheiro é fundamental para a vida humana e como ele pode ser uma benção ou uma maldição. Tendo isso em vista, a lição de hoje tratará sobre o “amor ao dinheiro”. Que o Espírito Santo nos liberte desse grande mal!

DESENVOLVIMENTO DO ENSINO

A questão não é o dinheiro. Ter dinheiro não é um problema. O dinheiro

é   um excelente servo. O problema é o amor ao dinheiro, ou seja, quando

é    o dinheiro que nos tem. O dinheiro é um péssimo senhor. A Bíblia diz:

“Pois o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males. Algumas pessoas, por cobiçarem o dinheiro, desviaram-se da fé e se atormentaram com muitos sofrimentos” (1Timóteo 6.10). O apóstolo Paulo parece estar exagerando nesse texto ao falar dos malefícios do amor ao dinheiro. Ele diz que o amor ao dinheiro é a origem de TODOS os problemas. Entretanto, não é um exagero! De fato, muitas pessoas geram diversos tipos de problemas e consequentes sofrimentos para si por causa do amor ao dinheiro.


Pare e pense: Que tipos de problemas e consequentes sofrimentos você ou pessoas conhecidas por você geraram para si por causa do amor ao dinheiro?

Um malefício do amor ao dinheiro explicitamente citado no texto acima é o desviar-se da fé. Isso quer dizer que o amor ao dinheiro pode interferir negativamente em nosso relacionamento com Deus, nos afastando dele. Jesus disse: “Ninguém pode servir a dois senhores; pois odiará um e amará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro” (Mateus 6.24). É impossível amar a Deus e o Dinheiro ao mesmo tempo. No coração humano há apenas um trono e um altar. Sendo assim, não há como a devoção do ser humano estar voltada simultaneamente para dois deuses concorrentes. No caso, ou ele serve e adora a Deus ou ao Dinheiro (note que, no versículo acima, Dinheiro está com “D” maiúsculo, o que significa que, nesse texto, ele é tratado como deus. No texto original, a palavra para Dinheiro é “Mamom”).

Segundo Jimmy Stier, missionário e fundador da Jocum no Brasil, há treze sinais da presença do amor ao dinheiro (ou seja, da influência de Mamom) na vida de uma pessoa. Aborde cada um desses sinais e, enquanto o faz, peça aos participantes para identificarem a presença ou não deles em suas vidas, dando exemplos disso.

1.      Descontentamento por não ter dinheiro e o que ele pode proporcionar (Hebreus 13.5; Filipenses 4.11-13);
2.      Preocupação e ansiedade (Mateus 6.25-33);

3.      Impaciência quanto ao ato de comprar, ou seja, comprar tendo o dinheiro ou não para isso (Pv 21.3);
4.      Dívidas atrasadas;

5.      Cobiça, ou seja, desejar ter as coisas dos outros ou ficar descontente com a vitória dos outros (Provérbios 28.22);
6.      Avareza, ou seja, fazer planos tendo por base o Dinheiro;

7.      Sentir-se inferior por não ter dinheiro ou superior por tê-lo;

8.      Tratar os que têm dinheiro e os que não o têm de maneiras diferentes (Tiago 2.1-4);
9.      Brigar por causa do dinheiro (Tiago 4.1-5);

10.  Não gostar de dar dinheiro (Provérbios 11.24);

11.  Não gostar daqueles que te pedem dinheiro (2Coríntios 9.7);

12.  Mentir, roubar, enganar para ter mais dinheiro;

13.  Ser irresponsável com as obrigações financeiras.


PERGUNTAS DE REFLEXÕES E DESAFIOS

Pare e pense: Você ama ao dinheiro?

É tempo de ficar livre da influência de Mamom. Para isso, alguns passos são necessários:

1.      Reconhecer que o amor ao dinheiro é pecado;
2.      Confessar o amor ao dinheiro a Deus e a alguém como pecado (1João 1.9; Tiago 5.16);

3.      Arrepender-se do amor ao dinheiro. A melhor maneira de se fazer isso é com uma atitude contrária, ou seja, desprendendo-se do dinheiro, isto é, dando-o generosamente. A Bíblia tem um excelente exemplos disso: Zaqueu (Lucas 19.1-10).


IGREJA BATISTA DO CALVÁRIO – SÃO JOÃO DO PARAÍSO – MG

segunda-feira, 13 de março de 2017

O povo de Deus precisa de pregação e de ensino

Ao longo dos anos, não deixei em secreto a minha admiração por homens como Martinho Lutero e João Calvino, que foram tão influentes na recuperação do evangelho durante a Reforma Protestante do século XVI. Eu fico maravilhado com seus intelectos imponentes e capacidade de permanecerem firmes em meio a muitos perigos. O amor deles pela verdade bíblica é um exemplo a ser seguido, e à medida que me aproximo de vinte anos de pregação semanal em Saint Andrew’s Chapel, sou particularmente grato pelo seu modelo pastoral. Os dois homens foram “célebres” em seus dias, mas nenhum deles passou seus anos viajando pela Europa, a fim de consolidar um movimento de seguidores. Em vez disso, ambos se dedicaram à sua vocação primária de pregar e ensinar a Palavra de Deus. Ambos eram pregadores incansáveis ​​— Lutero em Wittenberg, na Alemanha, e Calvino em Genebra, na Suíça. Eles consideraram seriamente o ministério da Palavra de Deus, então, quando eles falam sobre a tarefa do pregador, eu presto muita atenção.
Há mais de uma década, fui convidado a dar uma palestra sobre a visão de Martinho Lutero sobre a pregação e descobri que a preparação para esse exercício era inestimável para meu próprio trabalho como pregador. Descobri também que aquilo que Lutero tinha a dizer sobre a pregação não era apenas para o pastor, mas também para toda a igreja, e é surpreendente quão atuais as suas palavras permanecem em nossos dias.
Uma das ênfases que encontramos repetidamente nos escritos de Lutero é que um pregador deve ser “apto a ensinar”. Em muitos aspectos, essa não é uma grande descoberta, pois ele está apenas reafirmando as qualificações que são estabelecidas no Novo Testamento para os anciãos da igreja (1 Timóteo 3.2). Contudo, considerando o que esperamos dos nossos pregadores hoje, as

quinta-feira, 9 de março de 2017

Dicas para lidar com o vício e a mentalidade inconstante

Mez McConnell

Uma coisa que eu aprendi como um ex-viciado (e trabalhando extensivamente com eles) nos últimos 20 anos é que, em geral, gostamos (se não amamos) das coisas que muitas vezes nos controlam. A dependência pode ser um monstro tão estranho porque, por um lado, queremos desesperadamente mudar e, por outro lado, não. Nós amamos e odiamos o que nos escraviza, ao mesmo tempo. Essa é uma condição que muitas pessoas vivem e têm vindo a (tristemente) aceitar ao longo dos anos.
Muitas vezes, quando as pessoas vêm para aconselhamento, inevitavelmente discutiremos como elas se sentem impotentes para mudar suas atuais circunstâncias de vida. Elas se sentem fora do controle. Elas estão cansadas de suas vidas. Elas acreditam e fazem certas coisas porque pensam que essas coisas lhes darão mais controle e os tornarão felizes. É por isso que temos tais problemas com dependência em nossa sociedade. Odiamos as coisas que fazemos e, ao mesmo tempo, precisamos delas para nos ajudarem a lidar com nossas vidas sem esperança. Quando os viciados começam a fazer seja o que for, geralmente era por ser divertido, mas quando essa questão chega à minha porta, não é mais divertido para eles. Na verdade, exatamente aquilo que eles costumavam controlar, agora os controla. Assim, ao lidar com viciados, eu gosto de fazer às pessoas a seguinte pergunta:

Quais são algumas das coisas que atualmente estão controlando sua vida?

Bebida, drogas, pensamentos, luxúria, pessoas, etc. A lista pode ser infinita. O vício (que tratamos como uma forma de idolatria) não necessariamente é relativo a produtos químicos. Muitas vezes, a vida das pessoas pode assemelhar-se um pouco a um cabo-de-guerra. Elas são puxadas em uma

MINI P70 EM CURRAL DE DENTRO - 17/11/12

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19º ENCONTRO DE PASTORES - IBIASSUCÊ - BA - 05-09/12

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