domingo, 9 de abril de 2017
sexta-feira, 7 de abril de 2017
‘’LIVRES PARA O SENHOR’’
Em nossos dias
contemplamos um cenário de mulheres (Desgastadas, derrotadas, desacreditadas,
esgotadas, sobrecarregadas, confusas, instáveis, frustradas, inseguras,
temerosas, solitárias, tensas, deprimidas, desencorajadas, envergonhadas e até
mesmo suicidas). Essas características nos fazem pensar nos motivos que nos
levaram a acreditar nessas qualidades, e quando pensamos no jardim do
Éden,vimos que Eva, pela desobediência, tornou-se o retrato dessa mulher ‘’aparentemente derrotada, porque Eva deu
credito a Satanás, que abruptamente
atacou suas emoções.
Quão frustrante foi
para Eva, sentir-se nua, derrotada, envergonhada um fracasso. Talvez você
esteja se sentido como Eva, porque todas nós passamos por derrotas , fracassos
e períodos tumultuosos, todos nós apresentamos um coração egoísta, voltado para
nossas emoções e auto piedade. Mas quero encorajá-la a acreditar que há
esperança, porque Deus projetou nosso futuro para o bem.
João 10;10 afirma: “Eu
vim para que tenham vida, e a tenham com plenitude’’.Essa afirmação nos leva a
entender que, Jesus não nos proporcionou apenas força para enfrentar
dificuldades, Ele deseja que realmente desfrutemos de uma vida plena, alegre.
Jesus deseja que nos tornemos livres, e ao invés de ser infeliz, frustrada e
escrava, Ele deseja que sejamos: ‘’ Livre, graciosa, confiante, amorosa,
alegre, satisfeita, estável, serena, radiante.’’
Esse é o desejo de
todas as mulheres, viverem essas qualidades e experimentarem a verdadeira
liberdade, em Cristo.
Gálatas 5: 1 afirma
que “ Para a liberdade foi que Cristo
nos libertou, portanto permanecei firmes e não vos submeteis novamente a um
jugo de escravidão’’
Se Cristo afirma que
nos chamou para a liberdade, logo um dia fomos escravas, sendo assim, vale
pensarmos na origem dessa escravidão, o fato é que quando Eva pecou, antes de
desobedecer a Deus, ela desobedeceu, porque acreditou na mentira de satanás,
que antes, prometeu-lhe poder e saciedade.
Hoje seguimos os mesmos
caminhos e muitas vezes não conseguimos ser verdadeiramente livres, porque
acreditamos em mentiras:
Mentiras sobre nossas
emoções, quando acreditamos que não conseguimos controla-las, (eu não consigo
me controlar). E acreditamos que nossas vidas são realmente um fracasso e que
não conseguimos superar problemas e dificuldades que advém sobre nós. Uma outra mentira é
sobre a
quinta-feira, 6 de abril de 2017
MEU RELACIONAMENTO COM DEUS: UMA RELAÇÃO DE PAI E FILHO? – AULA 92 - LIÇÃO - 02 - FASE 3 -08.03-2017
Objetivos da lição:
•
Confirmar a decisão por Cristo de freqüentadores do Núcleo Familiar que
estejam vacilantes na fé;
•
Confrontar amorosamente aqueles que se dizem cristãos, mas não
manifestam sinais disso;
•
Fazer
um apelo de salvação àqueles que ainda não receberam a Cristo.
DESENVOLVIMENTO DO
ENSINO
•
1. Todos os homens foram criados por Deus, mas
nem todos são filhos de Deus
Na cultura de nosso país, há o pensamento de que
todos são filhos de Deus. Isso tem origem no Catolicismo, o qual, tanto na
Idade Média quanto na atualidade, cria que o batismo tem o poder de salvar quem
o recebe, tornando-o filho de Deus. Como boa parte de nós brasileiros fomos
batizados na Igreja Católica quando crianças, conclui-se, de maneira
generalizada, que todos sejamos filhos de Deus. Esse pensamento não está de
acordo com a Bíblia, a Palavra de Deus. Ela não diz que o batismo tem poder
regenerador, ou seja, de conceder o novo nascimento àquele que o recebe.
Segundo a Bíblia, o batismo é uma ordenança de Jesus, que deve ser ministrada
àqueles que crêem nEle (cf. Mc 16.16). A Palavra de Deus diz, sim, conforme
Gênesis 1,2, que a humanidade foi criada por Deus, a partir de dois
representantes, Adão e Eva. Sendo assim, todos somos criaturas de Deus. Para
sermos filhos de Deus, há um indispensável pré-requisito.
2. Uma pessoa se torna filho de Deus através da
fé em Jesus Cristo
A Bíblia diz, em João
1.12 (versão NVI): “Contudo, aos que o
receberam, aos que creram no seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos
de Deus”. Conforme esse texto bíblico, aquele que crê em Cristo tem o direito de se tornar filho de Deus.
Vamos analisar essa afirmação por partes. Primeiramente, o que significa crer
em Cristo? Crer é mais do que acreditar. Muitos acreditam que a história e as
palavras de Cristo são verdadeiras e, nem por isso, são filhos de Deus. No
contexto bíblico, crer tem o sentido de confiar. Crente, é aquele que confia na
obra redentora realizada por Cristo na cruz e, por isso, se entrega a Ele. Em
segundo lugar, esses, conforme dito, recebem o direito de se tornarem
filhos de Deus. Isso quer dizer que o crente em Cristo, de maneira irrevogável,
tem garantido para si o status de filho de Deus e todos os benefícios dessa
posição. Quanto a isso, Romanos 8.17 diz: “Ora,
se somos filhos, somos também herdeiros, herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo”. O crente em Cristo, como filho de
Deus, é também herdeiro, tendo o direito de
receber de Deus suas bençãos. Paulo fala sobre isso em Efésios 1.3, quando diz:
“Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem
abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo”.
3. A marca de um filho
de Deus: a nova vida
Se a fé é o
pré-requisito para alguém se tornar filho de Deus, a nova vida é a evidência de
que isso de fato aconteceu. A Bíblia diz, em 2 Coríntios 5.17: “E, assim, se alguém está em Cristo, é nova
criatura; as coisas antigas já
passaram; eis que se fizeram novas”. O crente em Cristo experimenta uma
novidade de vida, é uma nova
criatura. Sendo assim, sua vida passa por mudanças visíveis, o que significa
deve haver um “antes era assim” e um “agora é assim”. Eis algumas das mudanças
que devem ocorrer:
a) Compreensão espiritual da Bíblia (cf. Jo 14.26;
16.13);
b) Repulsa pelo pecado (cf. Ef 5.3-14);
c) Desejo de estar com Deus (amor a Deus, cf. Mt
22.37);
d) Desejo de estar com outros filhos de Deus (amor
ao próximo, cf. Mt 22.39).
CONCLUSÃO
E DESAFIOS
1.
Você é cristão porque seus pais, parentes ou amigos são cristãos? Ou foi
uma escolha pessoal que você fez?
2. Você se considera cristão porque freqüenta uma
igreja, seja ela evangélica ou católica?
3. Você tem certeza de sua salvação?
4. Você tem manifestado em sua vida a marca de um
filho de Deus?
5. Você gostaria de confirmar sua decisão por
Cristo?
6. Você gostaria de entregar sua vida a Cristo?
IGREJA BATISTA
DO CALVÁRIO – SÃO JOÃO DO PARAÍSO – MG
sábado, 1 de abril de 2017
E O DINHEIRO? – AULA 91 - LIÇÃO - 01 - FASE 3 -01.03-2017
Na reunião de hoje, encerraremos a série
“Grandes Perguntas sobre a Fé Cristã”. A última pergunta a ser abordada hoje é:
“E o dinheiro?!”. A Bíblia tem uma interessante estatística. Cerca de 2000 versículos falam sobre
dinheiro, enquanto apenas 278 discorrem sobre salvação. Surpreendente, não?! Há
dez vezes mais espaço para temas relacionados ao dinheiro do que para os
ligados à salvação nas páginas bíblicas. Isso nos mostra a grande importância
dada por Deus a esse assunto. O Senhor sabe como o dinheiro é fundamental para
a vida humana e como ele pode ser uma benção ou uma maldição. Tendo isso em
vista, a lição de hoje tratará sobre o “amor ao dinheiro”. Que o Espírito Santo
nos liberte desse grande mal!
DESENVOLVIMENTO
DO ENSINO
A questão
não é o dinheiro. Ter dinheiro não é um problema. O dinheiro
é
um excelente servo. O problema é o amor ao
dinheiro, ou seja, quando
é
o dinheiro que nos tem. O dinheiro é um péssimo
senhor. A Bíblia diz:
“Pois
o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males. Algumas pessoas, por cobiçarem o
dinheiro, desviaram-se da fé e se atormentaram com muitos sofrimentos” (1Timóteo 6.10). O apóstolo Paulo parece estar
exagerando nesse texto ao falar dos
malefícios do amor ao dinheiro. Ele diz que o amor ao dinheiro é a origem de
TODOS os problemas. Entretanto, não é um exagero! De fato, muitas pessoas geram
diversos tipos de problemas e consequentes sofrimentos para si por causa do
amor ao dinheiro.
Pare
e pense: Que tipos de problemas e consequentes sofrimentos você ou pessoas
conhecidas por você geraram para si por causa do amor ao dinheiro?
Um malefício do amor ao dinheiro explicitamente
citado no texto acima é o desviar-se da fé. Isso quer dizer que o amor ao
dinheiro pode interferir negativamente em nosso relacionamento com Deus, nos
afastando dele. Jesus disse: “Ninguém
pode servir a dois senhores; pois odiará um e amará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Vocês não podem
servir a Deus e ao Dinheiro” (Mateus 6.24). É impossível amar a Deus e o Dinheiro ao mesmo tempo. No coração
humano há apenas um trono e um altar. Sendo assim, não há como a devoção do ser
humano estar voltada simultaneamente para dois deuses concorrentes. No caso, ou
ele serve e adora a Deus ou ao Dinheiro (note que, no versículo acima, Dinheiro
está com “D” maiúsculo, o que significa que, nesse texto, ele é tratado como
deus. No texto original, a palavra para Dinheiro é “Mamom”).
Segundo Jimmy Stier, missionário e fundador da
Jocum no Brasil, há treze sinais da presença do amor ao dinheiro (ou seja, da
influência de Mamom) na vida de uma pessoa. Aborde cada um desses sinais e,
enquanto o faz, peça aos participantes para identificarem a presença ou não
deles em suas vidas, dando exemplos disso.
1. Descontentamento por não ter dinheiro e o que
ele pode proporcionar (Hebreus 13.5; Filipenses 4.11-13);
2.
Preocupação e ansiedade (Mateus 6.25-33);
3. Impaciência quanto ao ato de comprar, ou seja,
comprar tendo o dinheiro ou não para isso (Pv 21.3);
4.
Dívidas atrasadas;
5. Cobiça, ou seja, desejar ter as coisas dos
outros ou ficar descontente com a vitória dos outros (Provérbios 28.22);
6.
Avareza, ou seja, fazer planos tendo por base o
Dinheiro;
7.
Sentir-se inferior por não ter dinheiro ou
superior por tê-lo;
8. Tratar os que têm dinheiro e os que não o têm de
maneiras diferentes (Tiago 2.1-4);
9.
Brigar por causa do dinheiro (Tiago 4.1-5);
10.
Não gostar de dar dinheiro (Provérbios 11.24);
11.
Não gostar daqueles que te pedem dinheiro
(2Coríntios 9.7);
12.
Mentir, roubar, enganar para ter mais dinheiro;
13.
Ser irresponsável com as obrigações financeiras.
PERGUNTAS
DE REFLEXÕES E DESAFIOS
Pare e pense: Você ama ao dinheiro?
É tempo de ficar livre da influência de Mamom. Para isso, alguns passos
são necessários:
1.
Reconhecer que o amor ao dinheiro é pecado;
2. Confessar o amor ao dinheiro a Deus e a alguém
como pecado (1João 1.9; Tiago 5.16);
3. Arrepender-se do amor ao dinheiro. A melhor
maneira de se fazer isso é com uma atitude contrária, ou seja, desprendendo-se
do dinheiro, isto é, dando-o generosamente. A Bíblia tem um excelente exemplos
disso: Zaqueu (Lucas 19.1-10).
IGREJA BATISTA DO CALVÁRIO – SÃO
JOÃO DO PARAÍSO – MG
segunda-feira, 13 de março de 2017
O povo de Deus precisa de pregação e de ensino
Ao longo dos anos,
não deixei em secreto a minha admiração por homens como Martinho Lutero e João
Calvino, que foram tão influentes na recuperação do evangelho durante a Reforma
Protestante do século XVI. Eu fico maravilhado com seus intelectos imponentes e
capacidade de permanecerem firmes em meio a muitos perigos. O amor deles pela
verdade bíblica é um exemplo a ser seguido, e à medida que me aproximo de vinte
anos de pregação semanal em Saint Andrew’s Chapel, sou
particularmente grato pelo seu modelo pastoral. Os dois homens foram “célebres”
em seus dias, mas nenhum deles passou seus anos viajando pela Europa, a fim de
consolidar um movimento de seguidores. Em vez disso, ambos se dedicaram à sua
vocação primária de pregar e ensinar a Palavra de Deus. Ambos eram pregadores
incansáveis — Lutero em Wittenberg, na Alemanha, e Calvino em Genebra, na
Suíça. Eles consideraram seriamente o ministério da Palavra de Deus, então,
quando eles falam sobre a tarefa do pregador, eu presto muita atenção.
Há mais de uma década,
fui convidado a dar uma palestra sobre a visão de Martinho Lutero sobre a
pregação e descobri que a preparação para esse exercício era inestimável para
meu próprio trabalho como pregador. Descobri também que aquilo que Lutero tinha
a dizer sobre a pregação não era apenas para o pastor, mas também para toda a
igreja, e é surpreendente quão atuais as suas palavras permanecem em nossos
dias.
Uma das ênfases que
encontramos repetidamente nos escritos de Lutero é que um pregador deve ser
“apto a ensinar”. Em muitos aspectos, essa não é uma grande descoberta, pois
ele está apenas reafirmando as qualificações que são estabelecidas no Novo
Testamento para os anciãos da igreja (1 Timóteo 3.2). Contudo, considerando o
que esperamos dos nossos pregadores hoje, as
quinta-feira, 9 de março de 2017
Dicas para lidar com o vício e a mentalidade inconstante
Mez McConnell
Uma coisa que eu aprendi como um ex-viciado (e trabalhando extensivamente com eles) nos últimos 20 anos é que, em geral, gostamos (se não amamos) das coisas que muitas vezes nos controlam. A dependência pode ser um monstro tão estranho porque, por um lado, queremos desesperadamente mudar e, por outro lado, não. Nós amamos e odiamos o que nos escraviza, ao mesmo tempo. Essa é uma condição que muitas pessoas vivem e têm vindo a (tristemente) aceitar ao longo dos anos.
Muitas vezes, quando as pessoas vêm para aconselhamento, inevitavelmente discutiremos como elas se sentem impotentes para mudar suas atuais circunstâncias de vida. Elas se sentem fora do controle. Elas estão cansadas de suas vidas. Elas acreditam e fazem certas coisas porque pensam que essas coisas lhes darão mais controle e os tornarão felizes. É por isso que temos tais problemas com dependência em nossa sociedade. Odiamos as coisas que fazemos e, ao mesmo tempo, precisamos delas para nos ajudarem a lidar com nossas vidas sem esperança. Quando os viciados começam a fazer seja o que for, geralmente era por ser divertido, mas quando essa questão chega à minha porta, não é mais divertido para eles. Na verdade, exatamente aquilo que eles costumavam controlar, agora os controla. Assim, ao lidar com viciados, eu gosto de fazer às pessoas a seguinte pergunta:
Quais são algumas das coisas que atualmente estão controlando sua vida?
Bebida, drogas, pensamentos, luxúria, pessoas, etc. A lista pode ser infinita. O vício (que tratamos como uma forma de idolatria) não necessariamente é relativo a produtos químicos. Muitas vezes, a vida das pessoas pode assemelhar-se um pouco a um cabo-de-guerra. Elas são puxadas em uma
COMO TER CERTEZA DE MINHA SALVAÇÃO? – AULA 90 - LIÇÃO -49 - FASE 2 -22.02-2017
INTRODUÇÃO
Na reunião de hoje, daremos continuidade à série
“Grandes Perguntas sobre a Fé Cristã”. Com certeza, todos nós temos
inquietantes perguntas sobre a nossa fé, as quais, vez por outra, surgem em
nosso caminho e para as quais queremos encontrar respostas. O objetivo desta
série, então, é abordar as dúvidas mais comumente presentes nas mentes de
cristãos, sejam eles novos ou antigos na jornada da fé, e oferecer-lhes
respostas bíblicas.
A pergunta a ser abordada hoje é: “Como ter
certeza de minha salvação?”. Essa pergunta, juntamente com “O que acontece com
as pessoas após a morte?”, por estar relacionada ao nosso destino eterno, é uma
das que desperta mais curiosidade e preocupação. Que o Espírito Santo nos
mostre claramente se fomos ou não salvos e, se o fomos, que ele nos dê a
segurança da certeza!
DESENVOLVIMENTO
DO ENSINO
Há muitos textos bíblicos que tratam sobre
salvação. Isso faz sentido, já que salvação é o principal tema da Bíblia. A
história registrada no Antigo Testamento diz respeito à revelação e construção
progressiva do plano de salvação de Deus para a humanidade, o qual tem seu
clímax e consumação em Jesus Cristo, no início do Novo Testamento, e sua
aplicação na história seqüente, a história da Igreja, que tem seu começo
registrado em Atos dos Apóstolos e nas cartas e epístolas neotestamentárias. O
fim dessa história da salvação é contado em Apocalipse, estando também presente
em outros escritos bíblicos.
Ao se buscar, nos textos bíblicos que tratam
sobre salvação, respostas à pergunta proposta por esta lição (“como ter certeza
de minha salvação?”), encontra-se, em síntese, quatro respostas. Essas
respostas dizem respeito às provas, ou evidências, de que uma pessoa foi salva.
Vamos a elas:
A fé em Jesus é a primeira base para a certeza
quanto à salvação. Aliás, todas as demais provas são evidências conseqüentes
dessa fé. Para uma pessoa ser salva, de acordo com a Bíblia, ela tem que crer
em Cristo. Sem a fé em Jesus, uma pessoa não está salva. Sendo assim, uma
pessoa descrente em Cristo não tem motivos para ter incertezas quanto à sua
salvação. A resposta é simples; ela não está salva. Por outro lado, aquele que
crê em Cristo, pode ter a segurança da certeza de estar salvo. João 3.16-18,36
diz: “Porque Deus tanto amou o mundo que
deu o seu Filho Unigênito, para que todo
o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. Pois Deus enviou o seu
Filho ao mundo, não para condenar o mundo, mas para que este fosse salvo por
meio dele. Quem nele crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado,
por não crer no nome do Filho Unigênito de Deus. (...) Quem crê no Filho tem a
vida eterna; já quem rejeita o Filho não verá a vida, mas a ira de Deus
permanece sobre ele”.
Vale lembrar, que, biblicamente, crer não é
apenas acreditar, mas, sim, confiar. Há muitas pessoas que acreditam em Deus e
em Jesus, ou seja, pensam que Deus existe e que a história de Jesus é
verdadeira, mas não são salvas. Não são salvas porque, apesar de acreditar, não
entregam em confiança suas vidas a Jesus, como “o caminho, a verdade e a vida”
(João 14.6), ou seja, não têm Jesus como seu Salvador e Senhor pessoal.
2. FRUTOS DE
ARREPENDIMENTO
Uma pessoa verdadeiramente salva, ou seja, que
crê em Cristo, de acordo com a Bíblia, manifestará em sua vida frutos de
arrependimento. Foi isso que João Batista disse a alguns judeus que
supostamente criam em Deus: “Raça de
víboras! Quem lhes deu a idéia de
fugir da ira que se aproxima? Dêem fruto que mostre o arrependimento” (Mateus 3.7-8). Arrependimento, no contexto
bíblico, significa mudança de atitude. O que João Batista, então, estava
dizendo para aqueles judeus, é que, se eles verdadeiramente tinham fé em Deus,
eles deveriam manifestar mudanças de atitudes em suas vidas, quais sejam,
deixar de praticar o mal e passar a praticar o bem.
Quanto a isso, há uma dura palavra de Jesus,
registrada no chamado “Sermão do Monte”:
(Mateus 7.15-23). Todo aquele que
verdadeiramente crê em Jesus dará frutos de vida correspondentes à sua fé.
Semelhantemente, todo aquele que não crê em Jesus dará frutos de vida
correspondentes à sua falta de fé. O fruto da fé, ou o bom fruto, é fazer a
vontade do Pai que está nos céus. O fruto da falta de fé, ou o fruto ruim, é
praticar o mal. Sendo assim, aquele que foi salvo, busca fazer a vontade de
Deus, manifestando frutos de arrependimento.
3. PRESENÇA E TESTEMUNHO
DO ESPÍRITO SANTO
Uma terceira prova, ou evidência, de que uma
pessoa foi salva é a presença e o testemunho do Espírito Santo. 1João 4.13 diz:
“Sabemos que permanecemos nele, e ele em nós, porque ele nos deu do seu Espírito”.
Efésios 1.13-14 diz: “Quando vocês
ouviram e creram na palavra da verdade, o evangelho que os salvou, vocês foram
selados em Cristo com o Espírito Santo da promessa, que é a garantia da nossa
herança até a redenção daqueles que pertencem a Deus, para o louvor da sua
glória”. Todos aqueles que foram
salvos receberam o Espírito Santo, o qual é a garantia dessa salvação.
Confirmando essa idéia, em 1Coríntios 3.16-17 e 6.19, Paulo diz que os crentes
são a morada do Espírito Santo. Além disso, Paulo também diz: “Todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus.
(...) O próprio Espírito testemunha ao nosso espírito que somos filhos de Deus”
(Romanos 8.14,16). De acordo com João 1.12, é filho de Deus aquele que crê em Jesus. Sendo assim, aquele que
crê em Jesus é guiado pelo Espírito Santo e recebe, no seu espírito, o
testemunho e a confirmação de que ele é filho de Deus.
4. PERSEVERANÇA NA FÉ
A quarta e última prova da salvação é a
perseverança na fé. Não defendemos que a perseverança dos santos é o único meio
pra salvação, mas cremos que aquele que verdadeiramente foi salvo, irá
perseverar em sua fé em Cristo até o fim de sua vida ou da História, ou seja, a
perseverança é uma evidência. Por outro, aquele que perseverar até o fim de sua
vida ou da História será salvo, ou seja, a perseverança é uma exigência. 1Pedro
1.3-5 diz:
O que esse texto explicitamente diz é que aquele
que crê em Cristo pode ter a
segurança da certeza de que está salvo e de que nada, nem ninguém, poderá mudar
isso! O próprio Deus se encarrega de guardá-lo! Quanto a isso, Paulo também diz
em Romanos 8.35,38-39:
Se por um lado a perseverança é uma evidência,
por outro ela é uma exigência. Aquele que não perseverar na fé não será salvo.
Pode-se dizer que a não-perseverança é uma evidência de que, na verdade, nunca
houve salvação. Pelo menos duas vezes Jesus disse que “aquele que perseverar até o fim será salvo” (Mateus 10.22; 24.13).
A Bíblia também diz: “Disse Jesus aos
judeus que haviam crido nele: ‘Se vocês permanecerem firmes na minha palavra, verdadeiramente serão meus discípulos. E
conhecerão a verdade, e a verdade os libertará’” (João 8.31-32). Hebreus
3.14 diz ainda mais: “Pois passamos a ser
participantes de Cristo, desde que, de fato, nos apeguemos até o fim à confiança
que tivemos no princípio”.
Como explicar, entretanto, a situação de uma
pessoa que, após participar da igreja durante um tempo, se afasta, não
perseverando na fé? A Parábola do Semeador nos dá uma pista de resposta. Nessa
parábola, são apresentados quatro tipos de solos que, na verdade, representam
quatro tipos de pessoas. O segundo e terceiro solos representam pessoas que
ouvem a Palavra e a recebem. Entretanto, permanecem por pouco tempo,
abandonando a Palavra. A segunda por causa de tribulação ou perseguição e a
terceira por causa das preocupações desta vida e do engano das riquezas (cf.
Mateus 13.1-23). Sendo assim, essa parábola nos diz ser possível pessoas
participarem da igreja e experimentarem um pouco do evangelho sem, de fato,
crerem em Cristo e serem salvas, razão pela qual elas não perseveram na fé.
Repare que a condição para que a semente, que é a Palavra de Deus, dê frutos
duradouros, é um solo bom, ou seja, um solo que foi preparado para a semeadura,
o que representa um coração que experimentou o novo nascimento.
CONCLUSÃO
Temos que concluir essa lição em dois momentos:
1. Você crê em Cristo Jesus e, assim, já foi salvo?
Se não, essa é uma excelente oportunidade para fazê-lo.
Posto isso, prossigamos:
2.
Se você crê em Cristo, tenha a segurança da
certeza de estar salvo;
3. Entretanto, se pensa e diz crer em Cristo, tem
que manifestar em sua vida as seguintes provas e evidências:
•
Frutos de
arrependimento;
•
Presença e
testemunho do Espírito Santo;
•
Perseverança
na fé.
IGREJA BATISTA DO CALVÁRIO – SÃO
JOÃO DO PARAÍSO – MG
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