O impulso sexual não é bom nem mau em si mesmo. Tudo depende de como o encaramos e usamos...
“Eu quero aproveitar a minha vida ao máximo!”, assim pensa a maioria. Podemos dizer que estão errados? Viver é bom. O mundo, apesar de suas incontáveis imperfeições e contradições, tem muito a oferecer, mas há limites.
Com relação ao sexo, a disponibilidade sexual no século XXI, que consegue ir além das reais necessidades e expectativas do homem e da mulher que pretendem levar uma vida aceitável nessa área, traz em seu rastro consequências traumáticas e irreversíveis.
No final, a banalidade desencanta. A violência e o desrespeito contra as mulheres, e a bárbara crueldade do estupro, inclusive coletivo, têm aumentado na sociedade. A igualdade sexual, tão exigida e valorizada pelas mulheres, muitas vezes faz com que imitem o comportamento libertino de muitos homens, colecionando parceiros e arruinando sua autoestima diante da ausência de afeto verdadeiro.
Fast-food
Não há dúvida de que fomos contaminados pela filosofia que vem se instalando há décadas neste mundo, que diz que sexo diversificado e inconsequente não causa prejuízos. Fazer “amor” é, na verdade, uma expressão contraditória. O amor verdadeiro é comprometido, fiel e se estabiliza na convivência do dia a dia. O amor “fast-food”, de saciedade rápida, pode ser paixão, atração física, compulsão, romantismo, só sexo, mas não é amor.
Deus nos criou com fortes tendências para sentirmos prazer. O orgasmo no ato sexual se assemelha à explosão de nervos, músculos, sentimentos e emoções por meio de sensações intensas e agradáveis. Mas a vontade de Deus é que experimentemos esse prazer apenas no casamento. Hoje em dia isso representa o mesmo que remar contra a
Com relação ao sexo, a disponibilidade sexual no século XXI, que consegue ir além das reais necessidades e expectativas do homem e da mulher que pretendem levar uma vida aceitável nessa área, traz em seu rastro consequências traumáticas e irreversíveis.
No final, a banalidade desencanta. A violência e o desrespeito contra as mulheres, e a bárbara crueldade do estupro, inclusive coletivo, têm aumentado na sociedade. A igualdade sexual, tão exigida e valorizada pelas mulheres, muitas vezes faz com que imitem o comportamento libertino de muitos homens, colecionando parceiros e arruinando sua autoestima diante da ausência de afeto verdadeiro.
Fast-food
Não há dúvida de que fomos contaminados pela filosofia que vem se instalando há décadas neste mundo, que diz que sexo diversificado e inconsequente não causa prejuízos. Fazer “amor” é, na verdade, uma expressão contraditória. O amor verdadeiro é comprometido, fiel e se estabiliza na convivência do dia a dia. O amor “fast-food”, de saciedade rápida, pode ser paixão, atração física, compulsão, romantismo, só sexo, mas não é amor.
Deus nos criou com fortes tendências para sentirmos prazer. O orgasmo no ato sexual se assemelha à explosão de nervos, músculos, sentimentos e emoções por meio de sensações intensas e agradáveis. Mas a vontade de Deus é que experimentemos esse prazer apenas no casamento. Hoje em dia isso representa o mesmo que remar contra a


