quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Como uma coisa boa pode ser má?

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O impulso sexual não é bom nem mau em si mesmo. Tudo depende de como o encaramos e usamos...

“Eu quero aproveitar a minha vida ao máximo!”, assim pensa a maioria. Podemos dizer que estão errados? Viver é bom. O mundo, apesar de suas incontáveis imperfeições e contradições, tem muito a oferecer, mas há limites.
Com relação ao sexo, a disponibilidade sexual no século XXI, que consegue ir além das reais necessidades e expectativas do homem e da mulher que pretendem levar uma vida aceitável nessa área, traz em seu rastro consequências traumáticas e irreversíveis. 
No final, a banalidade desencanta. A violência e o desrespeito contra as mulheres, e a bárbara crueldade do estupro, inclusive coletivo, têm aumentado na sociedade. A igualdade sexual, tão exigida e valorizada pelas mulheres, muitas vezes faz com que imitem o comportamento libertino de muitos homens, colecionando parceiros e arruinando sua autoestima diante da ausência de afeto verdadeiro.

Fast-food

Não há dúvida de que fomos contaminados pela filosofia que vem se instalando há décadas neste mundo, que diz que sexo diversificado e inconsequente não causa prejuízos. Fazer “amor” é, na verdade, uma expressão contraditória. O amor verdadeiro é comprometido, fiel e se estabiliza na convivência do dia a dia. O amor “fast-food”, de saciedade rápida, pode ser paixão, atração física, compulsão, romantismo, só sexo, mas não é amor.
Deus nos criou com fortes tendências para sentirmos prazer. O orgasmo no ato sexual se assemelha à explosão de nervos, músculos, sentimentos e emoções por meio de sensações intensas e agradáveis. Mas a vontade de Deus é que experimentemos esse prazer apenas no casamento. Hoje em dia isso representa o mesmo que remar contra a

terça-feira, 11 de outubro de 2016

ANTES E DEPOIS DA MORTE - Lucas 16.19-31


                          Introdução

Há uma coisa notável acerca desta passagem das Escrituras: ela é fácil de entender. Podemos discordar dela, negar sua veracidade ou desprezar seus ensinamentos, mas só uma pessoa obtusa não a entenderia.
A verdade básica é que a vida é mais do que simplesmente viver, e a morte é mais do que simplesmente morrer. A morte não é o fim de todas as coisas.
Há muitas especulações sobre o que acontece depois da morte. Há um profundo mistério acerca da morte e milhões de pessoas buscam os terreiros de Umbanda, os médiuns para tentar falar com os mortos. Mas isto tudo é em vão.

Jesus nesse texto abre as cortinas e nos mostra o que vem depois da morte: CÉU OU INFERNO. Esta palavra INFERNO vem do vale dos filhos de Hinon. A princípio era um lugar belo. Depois Acaz e Manassés queimaram crianças a Moloque ali. Tornou-se o vale da matança. Josias outro rei de Israel, profanou este lugar de idolatria e o transformou no escoadouro dos lixos da cidade - e ali o bicho roía dia e noite e o fogo era inextinguível.
Os homens não gostam da doutrina do inferno. É um lugar de tormento eterno. É um lugar de trevas. É um lugar de choro e ranger de dentes. É um lugar onde o fogo não se apaga. É um lugar onde o bicho não deixa de roer. É um lugar de lembranças das oportunidades perdidas. É o lugar de remorso acusador. É lugar de separação eterna de Deus.

O homem sempre quis apagar as chamas do inferno. Sempre quis anular essa doutrina. Tenta fazer isso de várias formas:
1. Negando que haja uma coisa chamada pecado. Se não há pecado, não há necessidade de castigo para ele, nem necessidade de um Salvador. Mas o pecado acontece 24 horas por dia: crimes, assaltos, mentira, suborno...
2. Achando que se existe um inferno, ele é aqui na terra mesmo. É o que estamos vivendo = Mas no inferno não vai ter igreja, não vai ter Bíblia, não vai ter música, louvor, alegria, vida, amor, arrependimento, flores, água, filhos de Deus.
3. Reencarnação - v. 31
4. Purgatório - v. 26
5. Sono da alma ou aniquilamento - v. 23
6. Deus é bom demais para punir alguém. Não precisamos nos preocupar com o além.

TODAVIA, estas respostas e esses subterfúgios nem sempre aquietam a nossa voz interior. Nem a incredulidade nem o desprezo pode apagar as chamas do inferno. Elas permaneceram para sempre. A ira de Deus contra o pecado deve ser satisfeita em algum lugar, algum dia, de alguma forma.

Quem mais falou sobre inferno foi Jesus. O inferno é uma realidade ou Jesus é um embusteiro.

A História é um drama em dois atos.

I. PRIMEIRO ATO:
O LADO TERRESTRE DA VIDA - O QUE ACONTECE NESSE LADO DA VIDA 


1. O HOMEM RICO = No primeiro ato, tudo na vida deste homem rico é só beleza. Vivia em uma mansão. Tinha servos e servas. O mobiliário de sua casa era luxuoso. Carruagens do último tipo. Vivia na opulência e no prazer. Vestia-se com púrpura. Banquetes, festas, música. Vivia para si mesmo. TODOS OS DIAS SE REGALAVA EXPLENDIDAMENTE. Era religioso, pois conhecia a Abraão e o chamava de Pai. Não é o rico acusado de crimes horrendos. Não é tachado de caluniador, fraudulento, assassino, adúltero, ébrio ou imoral. Mas também, não tem tempo para Deus, não tem tempo para o necessitado à sua porta. Seu Deus é o dinheiro. Sua vida é narcisista. Vive para si mesmo. Seu negócio é o hedonismo. Seu problema não é a riqueza, mas a riqueza sem Deus. Tudo corria bem... até que um dia...

O homem rico ficou doente. A morte está constantemente procurando novas vítimas. Ela entrou rudemente pela porta de frente da casa do homem rico, com as botas sujas de lama fresca, enquanto este se encontrava assentado à sua farta mesa bebendo o doce vinho da vida. A morte arrancou o

A Vida de Jesus – Getsemai – AULA 77 - LIÇÃO -37 - FASE 2 - 12.10-2016.

Itrodução
Desde o pecado de Adão e Eva no jardim do Éden, a história humana tem sido marcada por sofrimentos. O texto bíblico informa que tanto o homem quanto a mulher receberam como conseqüência da desobediência sofrimentos. “À mulher, ele declarou: ‘Multiplicarei grandemente o seu sofrimento na gravidez; com sofrimento você dará à luz filhos (...)’. E ao homem declarou:

‘Visto que você deu ouvidos à sua mulher e comeu do fruto da árvore da qual eu ordenara que não comesse, maldita é a terra por tua causa; com sofrimento você se alimentará dela todos os dias da sua vida’” (Gênesis 3.16-17). O ser humano caído, então, está sujeito a uma vida com sofrimentos.

O cristão, sendo ainda habitado pela natureza pecaminosa e vivendo em um mundo caído, não está livre disso. Em João 16.33, Jesus disse categoricamente aos seus discípulos que neste mundo eles passariam por aflições. Se o sofrimento, em pequena ou grande medida, é algo inevitável, surge, então, uma pergunta: como lidar com o sofrimento?

A resposta para essa indagação pode ser encontrada na vida de Jesus, no episódio do Getsêmani.
Fora a cruz, esse foi um dos momentos de maior

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

7 MOTIVOS PARA NÃO SE PREOCUPAR

motivos biblicos para nao se preocuparExiste um pecado que bons cristãos de classe média cometem mais do que o pecado da preocupação?

Você acorda dez minutos depois do que esperava e a ansiedade já começa a tomar conta de você: e se eu estiver atrasado? E o tráfego? Como está o clima? Você passa na frente do espelho e se preocupa que seu rosto tem mais rugas do que costumava ter. Desce as escadas correndo e, porque está com pressa, deixa seus filhos comerem qualquer coisa que queiram, e aí, então, você começa a se preocupar se o açúcar realmente causa câncer. Enquanto arruma as crianças, você se dá conta que um de seus garotos não fez o dever de casa, de novo. Você se preocupa por não saber se ele algum dia vai ter juízo e, enquanto deixa seus filhos na escola, você se preocupa com a possibilidade deles se envolverem com a galera errada ou se vão cair da escada horizontal.
Assim que chega em casa, você checa o Facebook apenas para relaxar. Lá você lê sobre quão incríveis são as crianças de todas as outras pessoas e sobre todos os fantásticos cupcakes que suas amigas fazem e você se preocupa com a possibilidade de ser um fracasso como mãe. Mais tarde, nessa mesma manhã, você sente aquela dor no seu joelho novamente. Você se preocupa com a possibilidade de ter que fazer uma cirurgia de substituição total da junta do joelho e se o seguro irá cobrir e como você irá pagar por isso e quem irá tomar conta das crianças se você estiver imobilizada por um mês. Então você se preocupa com a dor que talvez esteja um pouco pior, assim você checa todos os sites médicos e se dá conta de que você provavelmente tem um caso raro de coqueluche que se espalhou para seus

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

A Vida de Jesus – ULTIMA CEIA – AULA 76 - LIÇÃO -36 - FASE 2 - 05.10-2016.

ITRODUÇÂO
A última ceia foi o último momento de comunhão entre Jesus e os seus doze apóstolos antes de sua morte. Marcos diz que ela aconteceu “no primeiro dia da festa dos pães sem fermento, quando se costumava sacrificar o cordeiro pascal” (Marcos 14.12). Esse fato, já apontava para o sacrifício do verdadeiro e único cordeiro pascoal: o Cristo. João Batista, ao ver Jesus, exclamou: “Vejam! É o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!” (João 1.29).

Os discípulos prepararam a refeição da Páscoa conforme as orientações de Jesus (Marcos 14.13-16). À noite, Ele e os Doze foram até se reclinaram à mesa e começaram a comer (Marcos 14.17-18). Durante essa refeição, duas coisas surpreendentes aconteceram: Jesus anunciou que um dos Doze o trairia e lhes indicou quem seria (Marcos 14.18-20). Além disso, instituiu a chamada Ceia do Senhor, uma refeição que substituiria a Páscoa judaica e apontaria para a sua morte sacrificial na cruz.

Há, entretanto, outro fato extraordinário nesse episódio, o qual é relatado apenas pelo Evangelho segundo João. Ele nos conta que, antes de Jesus e os Doze começarem a comer, quando já estavam reclinados à mesa, Jesus “levantou-se da mesa, tirou sua capa e colocou uma toalha em volta da cintura. Depois disso, derramou água numa bacia e começou a lavar os pés dos seus discípulos, enxugando-os com a toalha que estava em sua cintura” (João 13.4-5). Todos ficaram muito surpresos com essa atitude do Mestre! É sobre ela que vamos estudar na lição de hoje. Que o Espírito Santo nos faça servos como o Senhor!

Desenvolvimento do Ensino


Texto-base: João 13.1-17

Depois de ter lavado os pés de seus discípulos, Jesus lhes perguntou: “Vocês entendem o que lhes fiz?” (v.12). Ao lavar os pés dos seus discípulos, Jesus os estava ensinando a servir, a agirem como servos. Dessa atitude, então, podemos extrair sete lições de Jesus quanto ao servir. São elas:

1. Servo é aquele que faz o que outros não querem fazer

Na Palestina do primeiro século, as ruas e estradas eram poeirentas e as pessoas andavam descalças ou com sandálias. Por causa disso, ao chegarem às suas casas, seus pés estavam sujos. Assim, algumas residências tinham um escravo designado exclusivamente para lavar os pés das pessoas que ali fossem entrar. Por ser considerado um serviço dos mais “baixos” e humildes, esse escravo era tido como o menor dentre os demais.

Ao chegarem ao local onde seria realizada a última ceia, Jesus e os seus discípulos estavam com os pés sujos. Eles haviam caminhado pelas vias poeirentas para chegarem até ali. Entretanto, naquele
local, não havia um escravo para lhes lavar os pés. Isso, certamente, estava gerando um grande desconforto, pois eles estavam reclinados à mesa, assentados sobre almofadas e os pés sujos. Assim, os pés sujos estavam muito próximos das pessoas e da mesa. Apesar disso, entretanto, ao que parece, ninguém se dispôs a fazer o serviço de lavar os pés. Então Jesus, percebendo que nenhum deles se prontificava a isso, ele mesmo se levantou e o fez. Ele fez o que os outros não queriam fazer.

2. Servo é aquele que está atento às necessidades

A primeira lição nos leva à segunda. Ao se levantar da mesa com a intenção de lavar os pés sujos dos presentes, Jesus se mostrou atento às necessidades daquele momento. Não seria agradável e correto eles participarem de uma refeição tão importante como aquela com os pés sujos a incomodar a todos. Eles precisavam ser lavados.

3. Servo é aquele que tem o servir como prioridade

As duas primeiras lições nos levam à terceira. Ao perceber a necessidade dos pés sujos serem lavados e que ninguém se dispunha a fazê-lo, Jesus não deixou isso para depois, mas, prontamente se levantou. Sanar aquele problema era uma prioridade que não podia ser adiada.

4. Servo é aquele que não se importa em se humilhar

Por que nenhum dos discípulos se prontificou a lavar aqueles pés sujos? Porque aquele era o
Bíblias não são mais lidas nas escolas, mas sua leitura é incentivada nos presídios.
Se as crianças pudessem lê-las nas escolas, talvez não viessem a lê-las nos presídios! 

Extraido do facebook, pagina, Maria Alice Dias

domingo, 25 de setembro de 2016

A Vida de Jesus – Conflitos – AULA 75 - LIÇÃO -35 - FASE 2 - 28.09-2016.


Introdução

Como vimos na última lição, o ministério de Jesus oscilou entre a popularidade e a perseguição. Entretanto, ao olharmos mais de perto, veremos que as multidões, por causa de seus milagres e de suas palavras, o admiravam e seguiam. Os líderes religiosos, contudo, por causa de sua fama perante o povo, o invejavam e desprezavam. Por outro lado, no que se refere ao comportamento de Jesus, vemos que Ele tratava com misericórdia e graça aos pecadores e confrontava duramente os religiosos, chamando-os, constantemente, de hipócritas. Na lição de hoje, vamos estudar um pouco do relacionamento entre Jesus e os religiosos de sua época. Que o Espírito Santo nos livre da religiosidade!

Desenvolvimento do Ensino

Texto-base: Marcos 2.13-17; 2.23-3.6

Esses textos bíblicos nos apresentam três episódios de conflito entre Jesus e os religiosos da época.
Vamos analisar cada um deles.

1. Na casa de Levi

Este episódio está em Marcos 2.13-17. Levi era um publicano (coletor de impostos contratado por Roma) que havia se tornado seguidor de Jesus. Por causa disso, ele promoveu uma grande refeição em sua casa para Jesus, seus discípulos e alguns colegas publicanos. Durante a refeição, alguns religiosos passaram por ali e teve início o conflito. Esses religiosos viram Jesus comendo com publicanos e pecadores e, contrariados, questionaram o porquê disso aos discípulos. Jesus ouviu a pergunta inquiridora e respondeu: “Não são os que têm saúde que precisam de médico, mas sim os doentes. Eu não vim para chamar justos, mas pecadores” (v.17).

Neste episódio, o motivo do conflito, por um lado, foi o fato de Jesus ter comunhão com publicanos e pecadores. Por outro lado, houve um descontentamento da parte de Jesus para com os religiosos devido à sua rejeição dos publicanos e pecadores e ao fato de não se considerarem pecadores como eles, ou seja, serem orgulhoso e se considerarem justos.

2. Nas lavouras de cereal

Este episódio está em Marcos 2.23-28. Em um dia de sábado, Jesus e os seus discípulos estavam em algumas lavouras de cereal e os seus discípulos começaram a colher espigas. Os religiosos viram isso e teve início o conflito. Eles perguntaram a Jesus por que os seus discípulos estavam fazendo o que não era permitido no sábado. Jesus, após lhes falar sobre um episódio de Davi, concluiu dizendo que o sábado é que havia sido feito por causa do homem e não o contrário, por isso seus discípulos estavam colhendo espigas em dia de sábado.
Neste episódio, o motivo do conflito, por um lado, foi o fato de os discípulos de Jesus estarem colhendo espigas em dia de sábado, o que caracterizava trabalho e, supostamente, contrariava a Lei de Moisés, que diz que não se deve trabalhar em dia de sábado (Êxodo 20.8-11). Por outro lado, Jesus não aprovou o legalismo e o apego às tradições dos homens por parte dos religiosos. Vale destacar que Jesus e os seus discípulos não quebraram ou aboliram a lei do sábado. O que Jesus rejeitou foi a interpretação e prática equivocada dessa lei pela tradição e pelos religiosos.

3. Na sinagoga

Este episódio está em Marcos 3.1-6. Também em um dia de sábado, Jesus foi à sinagoga e ali encontrou um homem com uma das mãos atrofiada. Jesus chamou aquele homem para o meio do local e perguntou aos presentes se era permitido ou não fazer o bem no sábado, ao que não houve resposta. Irado e entristecido por causa da dureza do coração deles, Jesus disse àquele homem para estender a sua mão e ele, a estendendo, foi curado. Após isso, os religiosos começaram a fazer um plano para matar Jesus.

Neste episódio, o motivo do conflito, por um lado, foi o fato de Jesus ter curado um homem com uma das mãos atrofiada em dia de sábado. Por outro lado, Ele ficou irado e entristecido com a dureza de coração daqueles religiosos, que agiam sem graça e misericórdia dos necessitados.

Conclusão

A partir desses três episódios podemos chegar a algumas conclusões. A primeira diz respeito às características da religiosidade. A segunda às reações de Jesus perante a religiosidade.

Quais são algumas das características da religiosidade?

        Pré-conceito;
        Crítica;
        Orgulho;
        Legalismo;
        Dogmatismo;
        Ritualismo;
        Dureza de coração;
        Ausência de graça e misericórdia;
        Hipocrisia;
        Inveja;
        Ciúme.

Quais são algumas das reações de Jesus à religiosidade?

        Confrontação;
        Ira;
        Tristeza.

Reflexões e Desafios


  1. Nesses três episódios, com quem você se identifica: com os religiosos ou com Jesus?
  2. Você consegue identificar algumas das características da religiosidade em sua vida?

IGREJA BATISTA DO CALVÁRIO – SÃO JOÃO DO PARAÍSO – MG
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