segunda-feira, 27 de abril de 2015
Donas de casa também podem ter aposentadoria; veja como
sábado, 25 de abril de 2015
Pr. Calvin Gardner foi ontem estar com o Senhor
Pr. Calvin Gardner foi ontem estar com o Senhor que serviu durante 37 anos aqui no Brasil. Agradecemos o amor que tantos demonstraram a ele durante a sua vida e agora pedimos orações pela família.
Um dos hinos que o Pr. Calvin gostava muito era o #347 no Cantor Cristão: "O Coração em Paz"
Vindo sombras escuras nos caminhos teus,
Oh, não te desanime! Canta um hino a Deus!
Cada nuvem escura um arco-íres traz
Quando em teu coração reinar perfeita paz.
Oh, não te desanime! Canta um hino a Deus!
Cada nuvem escura um arco-íres traz
Quando em teu coração reinar perfeita paz.
Se teu coração estiver em paz
Bem contente e alegre sempre te acharás.
Se teu coração estiver em paz
Verás que um arco-íres cada nuvem traz.
Bem contente e alegre sempre te acharás.
Se teu coração estiver em paz
Verás que um arco-íres cada nuvem traz.
Se o viver é de lutas, cheio de amargor,
Mostra afeto aos aflitos, age em seu favor,
E de tudo o que sofres tu te esquecerás;
Fruirás gozo e calma, se tiveres paz.
Mostra afeto aos aflitos, age em seu favor,
E de tudo o que sofres tu te esquecerás;
Fruirás gozo e calma, se tiveres paz.
Vem após negra noite a aurora matinal;
Fica o céu mais brilhante após o temporal!
A esperança não percas, tudo vencerás!
Fugirão as tristezas, se tiveres paz.
Fica o céu mais brilhante após o temporal!
A esperança não percas, tudo vencerás!
Fugirão as tristezas, se tiveres paz.
Palavra Prudente
Fale com Deus sobre Missões
Quando unimos nossas vozes pedindo a mesma coisa a Deus, movidos no mais profundo da alma, Ele mesmo se comove. Ele ouviu os clamores do povo de Israel que estava em escravidão no Egito e promete ouvir o clamor coletivo (Ex 3.7; 2Cr 7.14). Assim surgiu a necessidade de separarmos um dia representativo para intercedermos por Missões Mundiais, e clamarmos juntos pela vinda do Reino de Deus. A data escolhida é o segundo domingo de março, que seguindo o calendário da Convenção Batista Brasileira, é o Dia de Missões Mundiais.
A oração é o que de mais íntimo e de mais coletivo existe no nosso relacionamento com Deus. Ela pode ser audível, recitada ou cantada na congregação ou pode ser silenciosa, feita no quarto; gritada em alta voz. Ela pode ser também uma oração em “estado líquido” – lágrimas, gemidos inexprimíveis da intercessão do Espírito em nós (Rm 8.26) que o Senhor sabe muito bem interpretar. A resposta? A voz Dele é ouvida nos campos missionários por pessoas que precisam de salvação e nós, os já salvos, também somos transformados, fortalecidos em nossa fé.
Faça parte dessa grande rede de oração que faz acontecer o Reino de Deus sobre o mundo. Missões Mundiais está presente em 80 países com mais de 900 missionários. Mesmo assim, ainda há muito a ser feito. Existem cerca de 3.800 povos não alcançados pelo Evangelho. Muitos são os desafios. Sem Cristo, sem nosso relacionamento com o Pai através da oração, nada podemos fazer. Esteja disposto a ouvir a resposta do Pai. Afinal, oração é diálogo – o que certamente exigirá de nós uma atitude (leia o capítulo 6 de Isaías para entender melhor). A oração não é feita de palavras vazias, mas de ações e respostas.
Evilin Santos
publicitária e teóloga
publicitária e teóloga
sexta-feira, 24 de abril de 2015
quarta-feira, 22 de abril de 2015
NÃO DESISTA DOS SEUS SONHOS - AULA 6 - FASE 1 - 08.04.2015
A TRAJETÓRIA DE UM CAMPEÃO
Texto: Gênesis 37-45
Introdução: O
nome de José em hebraico Yoseph, significa que Ele (Deus) adiciona (filhos).
Primeiro filho de Raquel (Gn 30.24) e o preferido do pai Jacó. Depois de
vendido como escravo pelos irmãos para o Egito, foi injustamente acusado e
posteriormente elevado ao posto de governador. Foi instrumento de Deus para a
preservação da vida do seu povo. Morreu aos 110 anos e foi embalsamado segundo
o costume dos egípcios. Teve dois filhos Efraim e Manassés, cujas tribos também
são conhecidas por “casa de José”. Recebeu a benção de Jacó (Gn 49.22-26) e
Moisés (Dt 33.13-16).
I) OS
CAMINHOS PELOS QUAIS JOSÉ PASSOU:
- Da casa do pai à cisterna
(Gn. 37:1-24),
- Da cisterna ao mercado de
escravos (Gn. 37:24-28),
- Do mercado de escravos ao
serviço na casa de Potifar (Gn. 37:28-36),
- Do escravo livre ao escravo
e prisioneiro (Gn. 39:1-20)
- De prisioneiro à governador
(Gn 40:1-41:41).
II) LIÇÕES
QUE APRENDEMOS COM JOSÉ…
1. Não existe terreno estéril quando é Deus quem
planta.
(1) Plantado
na casa de Potifar
(2) Plantado no cárcere
(3) Plantado
no Palácio
- 2. Não
é o ambiente que faz a pessoa, mas a pessoa cheia do Espírito Santo que
faz o ambiente.
(1) Vendo
Potifar que o Senhor era com Ele… No trabalho, na escola, na sociedade, o mundo
precisa ver marcas de Deus em nós (Gn. 39:3).
(2) Influenciando
e não sendo influenciado (Gn. 39:7,8).
(3) A
expectativa de Deus a nosso respeito no mundo. José sabia que Deus esperava
muito dele (Gn. 39:9).
- 3. Não
basta sonhar (Gn. 37:19), é preciso não desistir dos sonhos.
Entre
sonhar e a realização deste sonho, existem caminhos de provas a serem
percorridos, onde etapas não podem ser queimadas. Caminhos pelos quais José
passou:
(1)
Ele
passou pelo caminho da perseguição dentro da própria casa. (Os maiores desafios
são os enfrentados dentro da própria casa Gn 37:8)
(2) Ele passou pelo caminho da traição em
família. (Foi tratado como coisa Gn. 37:27)
(3) Ele passou pelo caminho da tentação
no trabalho. (no melhor momento de sua vida na casa de Potifar, enfrentou a
mais perigosa armadilha do diabo Gn. 39:7)
(4) Ele passou pelo caminho da calúnia.
(Foi para o cárcere sem dever Gn. 39:14)
(5) Ele passou pelo caminho da
ingratidão (Foi esquecido pelo amigo Gn. 40:32).
4. Como
dar fruto onde Deus plantar, influenciar e não ser influenciado e vencer
provas sem queimar etapas.
1) -
Primeiro – Não desista dos seus sonhos. Determinação e persistência são as marcas dos
campeões. José não desistiu, mas lutou até o fim.
2) – viva de tal forma que seus caluniadores e
críticos passem por mentirosos. Certamente, Potifar não acreditou em sua
mulher. Julgou José apenas para manter sua imagem pública. Se realmente ele
tivesse acreditado teria mandado matá-lo, o costume normal da época.
3) – Não negocie princípios, honre o nome de Deus e
Deus o honrará. José
estava numa excelente posição na casa de Potifar. Era administrador de tudo o
que ele possuía e ainda podia ter a chance de se deitar com a própria mulher
dele (deveria ser linda, já que os comandantes tinham direito de escolherem as
mulheres que desejavam). Porém não negociou os princípios de Deus que tinha no
coração.
4) – Não desperdice, não brinque com as
oportunidades que Deus lhe dá. Na prisão, José aproveitou a oportunidade da
saída do mordomo de faraó e pediu que se lembrasse dele. Quando faraó ofereceu
um alto cargo a José, ele não vacilou.
5) – nunca se esqueça, Deus está no controle (Gn.
50:20). José
entendeu que em toda a sua trajetória de vida, estavam as mãos de Deus lhe
dirigindo.
6) – mantenha o coração protegido com a graça do
perdão (Gn. 50:17-21).
domingo, 19 de abril de 2015
AGINDO COMO JESUS NO SOFRIMENTO - AULA 5 - FASE 1 - 01.04.2015
INTRODUÇÃO
Desde o pecado de Adão e Eva
no jardim do Éden a história humana tem sido marcada por sofrimentos. O texto
bíblico informa que tanto o homem quanto a mulher receberam como conseqüência
da desobediência sofrimentos. À mulher, ele declarou: “Multiplicarei grandemente
o seu sofrimento na gravidez; com sofrimento você dará à luz filhos
(...)”. E ao homem declarou: “Visto que você deu ouvidos à sua mulher e comeu
do fruto da árvore da qual eu ordenara que não comesse, maldita é a terra por
tua causa; com sofrimento você se alimentará dela todos os dias da sua vida” (Gn
3.16,17 – NVI). O ser humano caído, então, está sujeito a uma vida com
sofrimentos. O cristão, sendo ainda habitado pela natureza pecaminosa, não está
livre disso.
Em
João 16.33, Jesus disse categoricamente aos seus discípulos que neste mundo
eles teriam aflições.
Se o sofrimento, em pequena
ou grande medida, é algo inevitável, surge uma pergunta: como lidar com o
sofrimento? A resposta para essa indagação pode ser encontrada no próprio
Jesus. No texto logo acima citado, ele também diz para os discípulos ficarem
animados, pois ele havia vencido o mundo com suas aflições. Na vitória de Jesus
está a esperança do cristão. Assim como ele venceu, nós também podemos vencer.
Como Jesus agiu e reagiu em
meio aos sofrimentos? O que podemos aprender com essas atitudes? É sobre isso a
ministração do Núcleo Familiar de hoje.
DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
Texto-base: Marcos 14.32-36 (NVI)
O presente texto bíblico nos
apresenta Jesus e seus discípulos no jardim do Getsêmani, momentos antes de sua
prisão, julgamento e crucificação. Respondendo às questões acima colocadas,
podemos extrair dele as seguintes lições:
1. Jesus, assim
como nós, experimentou sofrimentos
A primeira e básica lição
dessa história está nos versículos 33 e 34, que dizem: e começou a ficar
aflito e angustiado. E lhes disse: “A minha alma está profundamente
triste, numa tristeza mortal”. Aflição, angústia e tristeza.
Sentimentos que expressam o sofrimento que uma pessoa está experimentando.
Assim como nós, Jesus também passou por isso. Hebreus 4.15 nos transmite a
idéia de que ele conhece exatamente os dilemas humanos. À exceção do pecado,
ele foi um homem como os demais. Sendo assim, ele pode se compadecer de nós em
nossos sofrimentos e nos ensinar, com seu exemplo, como lidar com eles.
2. Ele se cercou
de pessoas
O versículo 33 e
34 também nos informam que Jesus não passou pelo sofrimento do Getsêmani
sozinho.
Ao se retirar para orar, ele
levou consigo Pedro, Tiago e João, seus discípulos mais chegados. Ao começar a
ficar aflito e angustiado, ele não guardou esses sentimentos para si, mas
compartilhou-os com seus amigos e lhes pediu companhia e ajuda. Jesus se cercou
de pessoas para o apoiarem em seu momento de sofrimento. Há uma lição nessa
atitude. Não é bom enfrentarmos as tribulações sozinhos e isolados, mas, sim,
acompanhados de pessoas que possam nos ajudar e com as quais possamos
compartilhar nossas aflições e pedir auxílio. Se o Deus encarnado precisou de
pessoas em um dado momento, por que nós não precisaríamos? Vale aqui, porém,
uma ressalva. Não devemos colocar nossa esperança e confiança completamente e
somente em pessoas, pois, assim como os discípulos de Jesus, elas podem falhar
em sua ajuda (cf. vv. 37-42).
1. Como
você tem enfrentado seus sofrimentos: sozinho ou cercado de pessoas?
3. Ele orou a Deus Pai
Jesus não recorreu apenas a
pessoas em seu momento de sofrimento. Ele também recorreu ao auxílio divino. O
versículo 35 diz que ele se afastou um pouco dos seus discípulos, prostrou-se e
orou ao seu Pai. O auxílio de pessoas não anula a ajuda de
Deus e a ajuda de Deus não anula o auxílio de pessoas. Ambos são necessários.
Conforme Ed René Kivitz, pastor da Igreja Batista de Água Branca, localizada na
cidade de São Paulo: “Pessoas precisam de Deus, pessoas precisam de pessoas”.
Além
disso, podemos aprender também com essa história como orar a Deus em momentos
de sofrimento.
CONCLUSÃO
Jesus, o Deus encarnado, também passou por
sofrimentos. Ele sabe o que é ser humano. No que se refere a isso, podemos
aprender o seguinte com Ele:
1. É bom contarmos com pessoas e com Deus em momentos de
tribulação. Com pessoas compartilhamos, a Deus
oramos;
2.
Ao orarmos,
devemos crer que tudo é possível para Deus, expor o nosso pedido com
sinceridade e nos sujeitar à vontade divina (cf. 1Jo 5.14).
DESAFIOS
1. Forme grupos de 2 ou 3 pessoas e estimule-as a compartilhar suas
aflições e orar;
2.
Desafie as
pessoas a orarem sinceramente, conforme a oração feita por Jesus no Getsêmani;
1.
Incentive as
pessoas a, durante a semana, em momentos de aflição, procurarem umas às outras
para auxílio mútuo e orarem.
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