segunda-feira, 27 de abril de 2015

Donas de casa também podem ter aposentadoria; veja como

Lavar, passar, cozinhar, deixar a casa limpa e organizada. O trabalho de dona de casa não é fácil. O que muita gente não sabe é que, mesmo sem receber uma renda, elas também podem se aposentar e receber o benefício mensal. Basta estar inscrito no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e pagar as contribuições.  Segundo o Ministério da Previdência Social, as donas de casa podem se inscrever no INSS como contribuinte facultativo, desde que não exerçam outra atividade que as torne contribuinte obrigatória da Previdência. Além delas, são consideradas facultativas todas as pessoas com mais de 16 anos que não têm renda própria como, por exemplo, estudantes, síndicos de condomínio não-remunerado, entre outros.  No caso de contribuinte facultativo, a dona de casa pode optar por recolher o valor de 11% do salário mínimo, no chamado plano simplificado, ou no plano completo, com 20% de valores que variam entre um salário mínimo e o teto de recolhimento da Previdência, que hoje é de R$ 4.663,75. Nas duas opções, o valor do benefício que será pago varia com o histórico de contribuição da pessoa.  A advogada especialista em direito previdenciário Ligia Pascote explica que além dos valores, existem algumas diferenças entre as duas contribuições. Quando o pagamento é baseado na alíquota mais baixa, para receber o benefício é preciso ter 60 anos e também ter 15 anos de contribuição. “Se ela contribuir com 11%, [a aposentadoria] será sempre por idade. A dona de casa que tem mais dinheiro pode contribuir com 20% e se aposentar por tempo de contribuição, que são 30 anos”.   Outra opção prevista no INSS é a categoria de facultativo de baixa renda e que atende exclusivamente as donas de casa. Criada em 2011 pela Lei 12.470, a alíquota é reduzida, 5% do salário mínimo, o que hoje representa um valor mensal de R$ 39,40. Mas existem algumas regras a serem seguidas para poder receber o benefício. Segundo o Ministério da Previdência Social, além de não ter nenhuma renda, a soma da renda familiar deve ser de até dois salários mínimos. A família precisa também estar inscrita no

sábado, 25 de abril de 2015

Pr. Calvin Gardner foi ontem estar com o Senhor

Pr. Calvin Gardner foi ontem estar com o Senhor que serviu durante 37 anos aqui no Brasil. Agradecemos o amor que tantos demonstraram a ele durante a sua vida e agora pedimos orações pela família.
Um dos hinos que o Pr. Calvin gostava muito era o #347 no Cantor Cristão: "O Coração em Paz"
Vindo sombras escuras nos caminhos teus,
Oh, não te desanime! Canta um hino a Deus!
Cada nuvem escura um arco-íres traz
Quando em teu coração reinar perfeita paz.
Se teu coração estiver em paz
Bem contente e alegre sempre te acharás.
Se teu coração estiver em paz
Verás que um arco-íres cada nuvem traz.
Se o viver é de lutas, cheio de amargor,
Mostra afeto aos aflitos, age em seu favor,
E de tudo o que sofres tu te esquecerás;
Fruirás gozo e calma, se tiveres paz.
Vem após negra noite a aurora matinal;
Fica o céu mais brilhante após o temporal!
A esperança não percas, tudo vencerás!
Fugirão as tristezas, se tiveres paz.
Palavra Prudente

Fale com Deus sobre Missões

Resultado de imagem para oracaoTodo dia é dia de orar. “Orai sem cessar” (1Ts 5.17). Isso significa que nossa vida deve ser em si mesma uma grande oração – iniciada no momento em que clamamos a Jesus pela salvação de nossas almas e finalizada (da perspectiva terrena) na morte, quando formos viver o “AMÉM” tangível, concreto, em brados de glorificação ao Autor da nossa fé em Sua presença por toda a eternidade – desejo da oração terrena em plena realização no céu.
Quando unimos nossas vozes pedindo a mesma coisa a Deus, movidos no mais profundo da alma, Ele mesmo se comove. Ele ouviu os clamores do povo de Israel que estava em escravidão no Egito e promete ouvir o clamor coletivo (Ex 3.7; 2Cr 7.14). Assim surgiu a necessidade de separarmos um dia representativo para intercedermos por Missões Mundiais, e clamarmos juntos pela vinda do Reino de Deus. A data escolhida é o segundo domingo de março, que seguindo o calendário da Convenção Batista Brasileira, é o Dia de Missões Mundiais.
A oração é o que de mais íntimo e de mais coletivo existe no nosso relacionamento com Deus. Ela pode ser audível, recitada ou cantada na congregação ou pode ser silenciosa, feita no quarto; gritada em alta voz. Ela pode ser também uma oração em “estado líquido” – lágrimas, gemidos inexprimíveis da intercessão do Espírito em nós (Rm 8.26) que o Senhor sabe muito bem interpretar. A resposta? A voz Dele é ouvida nos campos missionários por pessoas que precisam de salvação e nós, os já salvos, também somos transformados, fortalecidos em nossa fé.
Faça parte dessa grande rede de oração que faz acontecer o Reino de Deus sobre o mundo. Missões Mundiais está presente em 80 países com mais de 900 missionários. Mesmo assim, ainda há muito a ser feito. Existem cerca de 3.800 povos não alcançados pelo Evangelho. Muitos são os desafios. Sem Cristo, sem nosso relacionamento com o Pai através da oração, nada podemos fazer. Esteja disposto a ouvir a resposta do Pai. Afinal, oração é diálogo – o que certamente exigirá de nós uma atitude (leia o capítulo 6 de Isaías para entender melhor). A oração não é feita de palavras vazias, mas de ações e respostas.

Evilin Santos
publicitária e teóloga


quarta-feira, 22 de abril de 2015

A Bíblia e o divórcio no caso de adultério

NÃO DESISTA DOS SEUS SONHOS - AULA 6 - FASE 1 - 08.04.2015

A TRAJETÓRIA DE UM CAMPEÃO
Texto: Gênesis 37-45
Introdução: O nome de José em hebraico Yoseph, significa que Ele (Deus) adiciona (filhos). Primeiro filho de Raquel (Gn 30.24) e o preferido do pai Jacó. Depois de vendido como escravo pelos irmãos para o Egito, foi injustamente acusado e posteriormente elevado ao posto de governador. Foi instrumento de Deus para a preservação da vida do seu povo. Morreu aos 110 anos e foi embalsamado segundo o costume dos egípcios. Teve dois filhos Efraim e Manassés, cujas tribos também são conhecidas por “casa de José”. Recebeu a benção de Jacó (Gn 49.22-26) e Moisés (Dt 33.13-16).
I)            OS CAMINHOS PELOS QUAIS JOSÉ PASSOU:
  1. Da casa do pai à cisterna (Gn. 37:1-24),
  2. Da cisterna ao mercado de escravos (Gn. 37:24-28),
  3. Do mercado de escravos ao serviço na casa de Potifar (Gn. 37:28-36),
  4. Do escravo livre ao escravo e prisioneiro (Gn. 39:1-20)
  5. De prisioneiro à governador (Gn 40:1-41:41).
   II)         LIÇÕES QUE APRENDEMOS COM JOSÉ…
1.    Não existe terreno estéril quando é Deus quem planta.

(1)  Plantado na casa de Potifar
 (2)  Plantado no cárcere
(3)  Plantado no Palácio
  1. 2.    Não é o ambiente que faz a pessoa, mas a pessoa cheia do Espírito Santo que faz o ambiente.
(1)  Vendo Potifar que o Senhor era com Ele… No trabalho, na escola, na sociedade, o mundo precisa ver marcas de Deus em nós (Gn. 39:3).
(2)  Influenciando e não sendo influenciado (Gn. 39:7,8).
(3)  A expectativa de Deus a nosso respeito no mundo. José sabia que Deus esperava muito dele (Gn. 39:9).
  1. 3.    Não basta sonhar (Gn. 37:19), é preciso não desistir dos sonhos.
Entre sonhar e a realização deste sonho, existem caminhos de provas a serem percorridos, onde etapas não podem ser queimadas. Caminhos pelos quais José passou:
(1)    Ele passou pelo caminho da perseguição dentro da própria casa. (Os maiores desafios são os enfrentados dentro da própria casa Gn 37:8)        
(2) Ele passou pelo caminho da traição em família. (Foi tratado como coisa Gn. 37:27)
(3)  Ele passou pelo caminho da tentação no trabalho. (no melhor momento de sua vida na casa de Potifar, enfrentou a mais perigosa armadilha do diabo Gn. 39:7)
(4)  Ele passou pelo caminho da calúnia. (Foi para o cárcere sem dever Gn. 39:14)
(5)  Ele passou pelo caminho da ingratidão (Foi esquecido pelo amigo Gn. 40:32).
 4.    Como dar fruto onde Deus plantar, influenciar e não ser influenciado e vencer provas sem queimar etapas.
1) - Primeiro – Não desista dos seus sonhos. Determinação e persistência são as marcas dos campeões. José não desistiu, mas lutou até o fim.
2) – viva de tal forma que seus caluniadores e críticos passem por mentirosos. Certamente, Potifar não acreditou em sua mulher. Julgou José apenas para manter sua imagem pública. Se realmente ele tivesse acreditado teria mandado matá-lo, o costume normal da época.
3) – Não negocie princípios, honre o nome de Deus e Deus o honrará. José estava numa excelente posição na casa de Potifar. Era administrador de tudo o que ele possuía e ainda podia ter a chance de se deitar com a própria mulher dele (deveria ser linda, já que os comandantes tinham direito de escolherem as mulheres que desejavam). Porém não negociou os princípios de Deus que tinha no coração.

4) – Não desperdice, não brinque com as oportunidades que Deus lhe dá. Na prisão, José aproveitou a oportunidade da saída do mordomo de faraó e pediu que se lembrasse dele. Quando faraó ofereceu um alto cargo a José, ele não vacilou.
5) – nunca se esqueça, Deus está no controle (Gn. 50:20). José entendeu que em toda a sua trajetória de vida, estavam as mãos de Deus lhe dirigindo.
6) – mantenha o coração protegido com a graça do perdão (Gn. 50:17-21).

domingo, 19 de abril de 2015

AGINDO COMO JESUS NO SOFRIMENTO - AULA 5 - FASE 1 - 01.04.2015


INTRODUÇÃO

Desde o pecado de Adão e Eva no jardim do Éden a história humana tem sido marcada por sofrimentos. O texto bíblico informa que tanto o homem quanto a mulher receberam como conseqüência da desobediência sofrimentos. À mulher, ele declarou: “Multiplicarei grandemente o seu sofrimento na gravidez; com sofrimento você dará à luz filhos (...)”. E ao homem declarou: “Visto que você deu ouvidos à sua mulher e comeu do fruto da árvore da qual eu ordenara que não comesse, maldita é a terra por tua causa; com sofrimento você se alimentará dela todos os dias da sua vida” (Gn 3.16,17 – NVI). O ser humano caído, então, está sujeito a uma vida com sofrimentos. O cristão, sendo ainda habitado pela natureza pecaminosa, não está livre disso.
Em João 16.33, Jesus disse categoricamente aos seus discípulos que neste mundo eles teriam aflições.
Se o sofrimento, em pequena ou grande medida, é algo inevitável, surge uma pergunta: como lidar com o sofrimento? A resposta para essa indagação pode ser encontrada no próprio Jesus. No texto logo acima citado, ele também diz para os discípulos ficarem animados, pois ele havia vencido o mundo com suas aflições. Na vitória de Jesus está a esperança do cristão. Assim como ele venceu, nós também podemos vencer.

Como Jesus agiu e reagiu em meio aos sofrimentos? O que podemos aprender com essas atitudes? É sobre isso a ministração do Núcleo Familiar de hoje.


DESENVOLVIMENTO DO ENSINO

Texto-base: Marcos 14.32-36 (NVI)

O presente texto bíblico nos apresenta Jesus e seus discípulos no jardim do Getsêmani, momentos antes de sua prisão, julgamento e crucificação. Respondendo às questões acima colocadas, podemos extrair dele as seguintes lições:


 1. Jesus, assim como nós, experimentou sofrimentos

A primeira e básica lição dessa história está nos versículos 33 e 34, que dizem: e começou a ficar aflito e angustiado. E lhes disse: “A minha alma está profundamente triste, numa tristeza mortal”. Aflição, angústia e tristeza. Sentimentos que expressam o sofrimento que uma pessoa está experimentando. Assim como nós, Jesus também passou por isso. Hebreus 4.15 nos transmite a idéia de que ele conhece exatamente os dilemas humanos. À exceção do pecado, ele foi um homem como os demais. Sendo assim, ele pode se compadecer de nós em nossos sofrimentos e nos ensinar, com seu exemplo, como lidar com eles.


2. Ele se cercou de pessoas
O versículo 33 e 34 também nos informam que Jesus não passou pelo sofrimento do Getsêmani sozinho.

Ao se retirar para orar, ele levou consigo Pedro, Tiago e João, seus discípulos mais chegados. Ao começar a ficar aflito e angustiado, ele não guardou esses sentimentos para si, mas compartilhou-os com seus amigos e lhes pediu companhia e ajuda. Jesus se cercou de pessoas para o apoiarem em seu momento de sofrimento. Há uma lição nessa atitude. Não é bom enfrentarmos as tribulações sozinhos e isolados, mas, sim, acompanhados de pessoas que possam nos ajudar e com as quais possamos compartilhar nossas aflições e pedir auxílio. Se o Deus encarnado precisou de pessoas em um dado momento, por que nós não precisaríamos? Vale aqui, porém, uma ressalva. Não devemos colocar nossa esperança e confiança completamente e somente em pessoas, pois, assim como os discípulos de Jesus, elas podem falhar em sua ajuda (cf. vv. 37-42).

1. Como você tem enfrentado seus sofrimentos: sozinho ou cercado de pessoas?
3.  Ele orou a Deus Pai

Jesus não recorreu apenas a pessoas em seu momento de sofrimento. Ele também recorreu ao auxílio divino. O versículo 35 diz que ele se afastou um pouco dos seus discípulos, prostrou-se e orou ao seu Pai. O auxílio de pessoas não anula a ajuda de Deus e a ajuda de Deus não anula o auxílio de pessoas. Ambos são necessários. Conforme Ed René Kivitz, pastor da Igreja Batista de Água Branca, localizada na cidade de São Paulo: “Pessoas precisam de Deus, pessoas precisam de pessoas”.

Além disso, podemos aprender também com essa história como orar a Deus em momentos de sofrimento.

CONCLUSÃO

Jesus, o Deus encarnado, também passou por sofrimentos. Ele sabe o que é ser humano. No que se refere a isso, podemos aprender o seguinte com Ele:

1.      É bom contarmos com pessoas e com Deus em momentos de tribulação. Com pessoas compartilhamos, a Deus oramos;

2.      Ao orarmos, devemos crer que tudo é possível para Deus, expor o nosso pedido com sinceridade e nos sujeitar à vontade divina (cf. 1Jo 5.14).

DESAFIOS
1.      Forme grupos de 2 ou 3 pessoas e estimule-as a compartilhar suas aflições e orar;
2.      Desafie as pessoas a orarem sinceramente, conforme a oração feita por Jesus no Getsêmani;
1.      Incentive as pessoas a, durante a semana, em momentos de aflição, procurarem umas às outras para auxílio mútuo e orarem. 

MINI P70 EM CURRAL DE DENTRO - 17/11/12

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