Marcos 1:21–22
I. A AUTORIDADE DA SUA PALAVRA (1:21–22)
“Maravilhavam-se da sua doutrina, porque os ensinava como
quem tem autoridade e não como os escribas.”
1. O contexto religioso morto
A sinagoga estava cheia de informação, mas vazia de
transformação.
Os escribas citavam tradições.
Jesus proclamava verdade com autoridade própria.
Ele não dizia:
“Assim diz um rabi…”
Ele falava como quem é o Legislador.
Isso cumpre o que Moisés anunciou:
Deuteronômio 18:18 — “Suscitarei um profeta... e porei as
minhas palavras na sua boca.”
Cristo não comenta a Palavra.
Ele é a Palavra (João 1:1).
Hoje vivemos dias semelhantes:
- Igrejas
cheias.
- Informação
bíblica disponível.
- Mas
pouca submissão real.
Muitos se maravilham com sermões,
mas não se submetem à autoridade das Escrituras.
Tiago 1:22 — “Sede cumpridores da palavra e não somente
ouvintes.”
A pergunta não é:
Você gosta da pregação?
A pergunta é:
Você está debaixo da autoridade da Palavra?
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