terça-feira, 13 de agosto de 2013
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
*Confissão de Fé Batista de 1689.

CONFISSÃO DE FÉ BATISTA DE 1689
Revisão: Walter Andrade Campelo
Adotada pelos Ministros e Mensageiros da Assembléia Geral reunida em Londres de 03 a 11 de julho de 1689
Adotada pelos Ministros e Mensageiros da Assembléia Geral reunida em Londres de 03 a 11 de julho de 1689
Prólogo por Charles H. Spurgeon.
Este antigo documento é o mais excelente resumo escrito das coisas mais seguramente cridas entre nós. Não é publicado como regra impositiva ou código de fé, por meio do qual vós possais ser algemados, mas como um meio de edificação em justiça. É uma excelente, ainda que não inspirada, expressão dos ensinos das Sagradas Escrituras por meio das quais todas as confissões devem ser medidas. Nós através dela sustentamos as humilhantes verdades da soberana graça de Deus no processo de salvação dos pecadores perdidos. A salvação é somente através de Cristo e somente por fé.
Índice.1 - As Sagradas Escrituras
17 - A Perseverança dos Santos
2 - Deus e a Santíssima Trindade
18 - A Certeza da Graça e da Salvação
3 - O Decreto de Deus
19 - A Lei de Deus
4 - A Criação
20 - O Evangelho e a Extensão de Sua Graça
5 - A Providência Divina
21 - Libertadade Cristã e Liberdade de Consciência
6 - A Queda do Homem; O Pecado e Sua Punição
22 - Adoração Religiosa e o Dia do Senhor
7 - O Pacto de Deus
23 - Juramentos Legítimos e Votos
8 - Cristo, O Mediador
24 - Magistrado Civil
9 - Livre Arbitrio
25 - Matrimônio
10 - A Chamada Eficaz
26 - A Igreja
11 - A Justificação
27 - A Comunhão dos Santos
12 - A Adoção
28 - Batismo e Ceia do Senhor
13 - A Santificação
29 - Batismo
14 - Fé Salvadora
30 - A Ceia do Senhor
15 - Arrependimento para Vida e Salvação
31 - O Estado do Homem após a Morte
16 - Boas Obras
32 - O Juízo Final
DAS SAGRADAS ESCRITURAS.
1. A Sagrada Escritura é a única regra suficiente, certa e infalível de conhecimento para a salvação, de fé e de obediência.1 A luz da natureza, e as obras da criação e da providência, manifestam a bondade, a sabedoria e o poder de Deus, de tal modo que os homens ficam inescusáveis; contudo não são suficientes para dar conhecimento de Deus e de sua vontade que é necessário para a salvação.2
Por isso, em diversos tempos e por diferentes modos, o Senhor foi servido revelar-se a si mesmo e declarar sua vontade à sua igreja.3 E para a melhor preservação e propagação da verdade, e o mais seguro estabelecimento e conforto da Igreja, contra a corrupção da carne e a malícia de Satanás e do mundo, foi igualmente servido fazer escrever por completo todo esse conhecimento de Deus e revelação de sua vontade necessários à salvação; o que torna a Escritura indispensável, tendo cessado aqueles antigos modos em que Deus revelava sua vontade a seu povo.4
1 II Timóteo 3:15-17; Isaías 8:20; Lucas 16:29,31; Efésios 2:20.
2 Romanos 1:19-21; Romanos 2:14,15; Salmo 19:1-3.
3 Hebreus 1:1.
4 Provérbios 22:19-21; Romanos 15:4; II Pedro 1:19-20.
2. Sob o nome de Sagradas Escrituras ou Palavra de Deus escrita, incluem-se agora todos os livros do Velho Testamento e Novo Testamento, que são os seguintes:
PERSEGUIÇÃO CRISTÃ
"BEM-AVENTURADOS OS QUE SOFREM PERSEGUIÇÃO POR CAUSA DA JUSTIÇA, PORQUE DELES É O REINO DOS CÉUS". MT 5.10
domingo, 11 de agosto de 2013
QUANTO VALE UM PAI?
Ruth Vianna
Num texto publicado em
1999 na revista “Mulher Cristã”, intitulado “Pais para quê?”, Erma
Bombeck, em sua obra-prima “Quando Deus fez os pais”, narra o diálogo
entre um anjo e Deus. O anjo queria saber o porquê de o Criador estar
fazendo um pai tão alto. Dizia o anjo: “Senhor, desse jeito vai ser
muito difícil o pai jogar bola de gude com os filhos; vai ter de
ajoelhar-se; vai ter de curvar-se para beijá-los, para colocá-los na
cama. E para abraçá-los?”. Deus sorriu e respondeu: “É verdade. Mas se
eu o fizesse do tamanho das crianças, quem elas teriam para fazê-las
olhar para o alto?”.
O valor de um pai é imensurável, porque o que ele planta no coração dos
filhos fica para sempre, nada apaga. É um legado com raízes tão
profundas que nenhuma moeda no mundo, por mais valiosa que seja, poderá
substituí-lo, tampouco comprá-lo; porque amor de pai não se encontra nas
vitrines, somente no coração; porque pais são instrumentos de Deus
sobre a terra, para, junto à mãe, ensinarem aos filhos o caminho em que
devem andar; pais são provedores, alimentam, abrigam e protegem a sua
prole; pais são supervisores, estão sempre atentos ao comportamento dos
filhos; pais são educadores, nenhum pedagogo ou psicólogo pode
substituí-los; pais são disciplinadores, estabelecem limites. É bem
verdade que, infelizmente, alguns ignoram isso e negam a paternidade,
sequer desejam conhecer seus filhos. Mas as leis mudaram e hoje,
provado o vínculo paterno, são chamados à responsabilidade. As próprias
escolas já fazem isso, amparadas pela lei.
Na comemoração dessa data, órfãos ou filhos de pais ausentes; ou alguns
que não tiveram o privilégio de conhecê-los, costumam escrever para
eles, numa figuração imaginária. Confirmando isso, aqui está uma carta
enviada para o “Correio do Céu”:
“Oi, pai! Quanta saudade! Faz tanto tempo que você me beijou pela
última vez! Eu era tão pequena quando você partiu. Você estava com
trinta e três anos e foi sepultado no dia de seu aniversário. Coisas
assim os filhos nunca esquecem. Naquele momento eu não entendia muito
bem por que Deus o levou tão cedo; e às vezes me queixava com Ele, mas
logo pedia perdão, pois sabia que não podemos questioná-Lo. Sua imagem
permanece viva dentro de mim. São tantas lembranças! Lembro-me de você
me consolando quando meu primeiro dentinho de leite caiu; lembro-me de
você me levando de bicicleta para meu primeiro dia de aula no jardim da
infância, na cadeirinha que você mesmo fez; lembro-me de você me
carregando no colo, já sonolenta, após os cultos na igreja; lembro-me
daqueles mimos açucarados que você deixava ao lado do meu travesseiro
quando chegava do trabalho e me encontrava dormindo; lembro-me das
estórias contadas no quintal da nossa casa. Há uma cena então que sempre
me vem à mente: você me penteando quando mamãe não podia fazê-lo, e
colocando no meu cabelo cacheado aquele laçarote. Era hilário! Mas eu me
sentia uma princesa. Essa foto ocupa um lugar especial no nosso álbum
de família: eu e minha irmãzinha com laçarotes idênticos. Lembro-me
também de você me ensinando a orar e a entender o Milagre da Cruz. Pai,
as lições mais preciosas eu aprendi com você. Foi pouco o tempo que o
tive junto de mim, mas foi o meu melhor presente. Sou eternamente grata.
Sua bênção, meu pai. Feliz Dia dos Pais!”.
Nota:
A Irmã Prof.a Ruth Vianna,
é membro da Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro, Pedagoga,
Escritora, Membro da Academia Evangélica de Letras do Brasil – AELB.
Fonte: email enviado por OPBB
Engano
"talvez eu seja enganado inúmeras vezes... mas não deixarei de acreditar que em algum lugar, alguém merece a minha confiança!"
Aristóteles
sábado, 10 de agosto de 2013
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