terça-feira, 1 de fevereiro de 2022

Vacinação infantil: Especialistas criticam burocracia de municípios brasileiros

 

Mesmo diante da alta dos casos de Covid entre crianças e da maior exposição aos riscos oferecida pela volta às aulas, alguns municípios brasileiros têm criado obstáculos para a vacinação infantil. A exigência de termos de consentimento dos pais, praticada em algumas cidades e sem precedentes no programa brasileiro de imunização, é vista como desnecessária e danosa por especialistas.

Secretarias municipais de Saúde como as de Lagoa Santa (MG), Japeri (RJ), ou até a capital baiana, Salvador, exigem algum termo de responsabilidade dos pais, mesmo eles estando presentes no momento da imunização. Além disso, o próprio Ministério da Saúde publicou recomendação para que as famílias procurem médicos antes da encaminhar os filhos à vacinação. 

— O problema é que isso gera dúvida sobre a vacinação em alguns pais. Eles ficam receosos, acabam hesitando, não preenchem e não vacinam. Além disso, atrasa a fila, burocratiza o processo. E uma das maneiras de dificultar alguma coisa é, justamente, criar dúvidas e burocracias — afirma o infectologista e pediatra Filipe da Veiga. 

Em Salvador, é exigida a assinatura de um “formulário com ‘termo de assentimento dos pais’”. Caso não sejam conduzidas pelo pai e mãe, as crianças devem chegar aos postos vacinação com o termo “preenchido, com assinatura, e impresso, mais uma cópia do documento de pai e mãe que assinou o formulário”.

Já no site de Lagoa Santa, entre os documentos solicitados, a informação é que “é necessário que o responsável legal assine o termo de consentimento para a imunização disponível nas salas de vacinação”. Procurada, a Secretaria de Saúde da cidade informou que o termo de autorização é solicitado quando o responsável está ausente no momento da vacinação e, para os presentes, “é necessário somente assinar a concordância com a vacinação da criança”. 

Medida inédita

Mesmo a exigência de uma autorização quando a criança for levada por uma pessoa que não é seu responsável legal é alvo de críticas. A epidemiologista Carla Domingues, que coordenou o Programa Nacional de Imunizações (PNI) de 2011 a 2019, afirma que essa exigência nunca foi feita para outras vacinas dadas a essa faixa etária. 

— [A exigência de consentimento por escrito] é descabida, a própria nota do ministério voltou atrás e hoje diz que só há exigência se for levada por outras pessoas e, mesmo assim, isso nunca aconteceu e não deveria ser cobrado. Quantas vezes a gente viu vizinhos, um parente aposentado, madrinha, babá, levarem as crianças para serem vacinadas? Sempre foi assim. Se alguém está levando é porque o pai, que pode estar trabalhando, autorizou. É só para dificultar e retardar o processo — avalia Domingues. 

Apesar de a maioria dos participantes de uma consulta pública realizada para a sociedade civil no fim do ano passado ter se posicionado de forma contrária à exigência de prescrição médica para imunização de crianças, o Ministério da Saúde continua sugerindo a necessidade de uma orientação médica. 

Em notícia do próprio órgão, publicada em 26 de janeiro, o texto afirma que “a orientação da pasta é que os pais ou responsáveis por suas crianças procurem a recomendação de um médico antes da imunização”. 

A pasta divulgou uma nota técnica no último dia 20 com argumentos jurídicos para defender que a imunização de crianças não é obrigatória. Uma das justificativas é que a vacina contra a Covid foi incluída no Plano Nacional de Operacionalização (PNO) do combate à doença, e não no Programa Nacional de Imunizações (PNI), condutor das campanhas no país. 

Pais em dúvida

Para Carla Domingues, o ministério segue lançando mensagens “conflitantes”, colocando dúvidas nos pais:

— Sabemos que não tem pediatra para atender 20 milhões de crianças num curto espaço de tempo. É uma medida descabida. Uma criança que tem problema de saúde, um tratamento de câncer, uma doença rara, deve passar por médico, como sempre foi orientado. Mas uma criança sadia vai no médico e ele vai olhar e dizer o quê? O ministério está delegando sua responsabilidade para o médico. Como vai ter elevada cobertura vacinal desse jeito? 

Apesar dos entraves, Filipe da Veiga considera que a vacinação infantil vai engrenar. Segundo ele, a hesitação parece menor.

Para o pediatra, os números devem subir mais à frente, quando acabar o escalonamento por idade adotado em algumas cidades e terminarem as férias escolares. Há ainda o grande contingente de crianças que se infectou no início do ano e precisa respeitar o intervalo de 30 dias antes de receber a aplicação.

Fonte: https://br.noticias.yahoo.com/especialistas-criticam-burocracia-e-avisos-063053798.html

sábado, 25 de setembro de 2021

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO APLICADO A CRESCIMENTO DEIGREJAS

 


PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO APLICADO A CRESCIMENTO DEIGREJAS

(GANHAR 140 NOVOS MEMBROS PARA CRISTO EM 4 ANOS)

 Portela, Simão Dias 1

 

1. INTRODUÇÃO

Este estudo estabeleceu como questão central demonstrar a relevância de umPlanejamento Estratégico aplicado a crescimento de igreja, ou propriamente falando,uma igreja local. O planejamento estratégico permite que a organização tome parte ativana configuração de seu futuro, isto é, ela pode empreender atividades e influir nelas e,consequentemente, pode controlar seu destino, fato, esse, reconhecido como benéfico por muitos administradores, pois quem tem a responsabilidade de dirigir asorganizações adianta-se às mudanças do entorno e estabelece planos e estruturasflexíveis que permitem a adaptação, a inovação e o enfrentamento de qualquer situaçãonão prevista.

 

2. MISSÃO

“Glorificar Deus em adoração, ser uma igreja família, fazer discípulos e no poder doEspírito Santo dar continuidade à missão de Jesus.”

 

3. VISÃO

Conquistar vidas no poder do Espírito, formar e equipar discípulos altamentecomprometidos, desenvolver e cultivar relacionamentos sadios e significativos e seruma igreja missionária.”

 

4. OBJETIVOS PRETENDIDOS

1. Implantar um programa de crescimento para igreja, usando como metodologia osEstudos Bíblicos e os Grupos familiares.

2. Levar toda a igreja a vivenciar a conhecer missão e visão da igreja

1 Portela, Simão Dias. MBA em Planejamento e Gestão Estratégica, e Mestre em Teologia (ESUTES)

3.Aperfeiçoar as condições de recebimento e manutenção de novos membros.

4.Criar mecanismo de integração entre os membros da igreja, para achar um relacionamento integro e restaurador.

5.Incentivar e contribuir para o florescimento de novas lideranças.

 

5. METAS PRETENDIDAS

1. Ganhar 35 novos membros a cada ano

2.Ganhar 140 novos membros no final de quatro anos;

 

6.ESTRATÉGIAS

a estratégia a ser desenvolvida pelo projeto é IMPLANTAÇÃO DE 10 Grupos Familiares e de 20 cursos de estudos bíblicos. Cada grupo iniciará com um líder e com dois ou mais membros. A estrategia é, com os 10 Grupos Familiares a ser implantado no inicio do projeto, espera-se que no final de cada ano cada Grupo Familiar ganhe 3 novos membros para Cristo. E para cada 20 cursos de Estudo Biblico ministrado por ano, ganhe 5 novos membros para Cristo.

 

Quadros: Número de novos membros

 

Ano

Total

10 Grupos Familiares

30

30

30

30

120

20 Cursos de Estudos Bíblicos ao Ano

5

5

5

5

20

Total de Novos Membros em 4 anos

35

35

35

35

140

 

07. PROPOSIÇOES E PROCEDIMENTOS

Procedimentos e Ações a serem tomadas; levando em consideração uma organização com aproximadamente 60 membros;

 

 

PROJETO OU AÇÃO

RESPONSÁVEL

ORGANIZAÇÃO

EXECUÇÃO

01

Implantar 10 Grupos Familiares.

Pastor

No Primeiro Ano

02

Implantar 20 Cursos de Estudos Bíblicos ao Ano.

Pastor

No Primeiro Ano

03

Implantar o projeto “Levando almas as Águas” – meta: batizar 80% dos novos membros ganho no projeto.

Pastor

Durente os quatro anos

04

Implantação de um curso para Coordenadores de grupos Familiares e dos cursos de Estudo Biblico.

Pastor

Antes de iniciar os grupos

05

Implantação de um grupo de estudo bíblico semanal com os coordenadores de Grupo Familiar e Coordenador de cursos bíblicos

Pastor

Durante o decorrer do projeto

06

Conferência Evangelística há cada quatro meses

Crias uma comissão

Durante o decorrer do projeto

07

Implantar uma escola semanal de discipulados para os novos membros

Pastor

No Primeiro Ano

08

Instalação da classe batismal

Pastor

No primeiro Ano

09

Criar um cartão onde o visitante colocará seus dados tipo endereço, telefone, e-mail, se tem interesse em receber uma visita, um estudo bíblico e etc.

Pastor

No primeiro Ano

 

08. RESULTADOS OBTIDOS E/OU ESPERADOS

Espera-se que, com a implantação do Planejamento Estratégico Local, a igreja possa alavancar novos horizontes, criar um ambiente mais propicio à integração de seus membros e à comunidade local. E no final de quatro anos espera que a organização tenha atingido um total de 140 novos membros, ou seja, 35 novos membros a cada ano.

OBS. O Grupo Familiar neste projeto diferencia dos Cursos de Estudos Biblicos. Enquanto o Curso de Estudo Biblicos trabalha com cada visitante passando várias lições e procurando levá-lo a igreja. O Grupo Familiar por sua vez é uma espécie de núcleo congregacional, onde o importante não é levar o visitante a igreja, e sim que ele participe semanalmente de um Grupo Familiar previamente escolhido para ele. A função do Grupo familiar é evangelística e apascentador. Sendo assim, o visitante participará exclusivamente no Grupo familiar até o processo de sua conversão. Depois da conversão ele estará sendo preparado para o batismo, a partir deste momento todo processo: estudo na classe batismal e posteriormente o batismo se dará na igreja.

MINI P70 EM CURRAL DE DENTRO - 17/11/12

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