sábado, 11 de maio de 2019

Estudo sobre o Dia das Mães

Temos alguns exemplos de mães que a Palavra de Deus nos revela. Sob a minha concepção, deixo aqui algumas características de cada uma:

EVA - CORAGEM: Muitos julgam, amaldiçoam e até ‘matariam’ Eva, se o pudessem, pois é grandemente atribuído a ela o primeiro pecado do mundo. Mas ela foi corajosa, assumindo a culpa e suportando as consequências do seu erro. Tenho em minha concepção que Eva, provavelmente, precisou da ajuda de Adão para o parto de seus primeiros filhos, pois não havia quem a ajudasse na Terra. E, sendo assim ou não, essa hipótese me parece importante ao nosso dia-a-dia, já que ela foi instituída para dar a vida, cuidar e seria uma oportunidade de seu cônjuge ser participante da ampliação dessas responsabilidades e laços familiares, aprofundando o conceito de prover e proteger.

SARA – LEALDADE: A mãe das nações, estéril? Era a sua condição ao receber a promessa de Deus sobre a sua família! E ela permaneceu fiel até que se cumprisse, mesmo isso ocorrendo em sua velhice. Isaque evidencia amor e retidão em sua conduta, o que certamente foi cultivado por seus pais. Há diversas promessas de Deus para se cumprirem em nós; algumas, já almejadas em nossas corações, outras, Ele nos revela ou apenas realiza, desafiando toda e qualquer expectativa. Assim Deus age!

ANA - CONSTÂNCIA: Mesmo sem filhos e sendo humilhada por Penina, a segunda mulher de Eucana, Ana não desistiu de ver o seu desejo se cumprir. Ela buscou a Deus e não se importou com o mau julgamento do profeta Eli. Ana teve tanta fé, que desde antes de conceber a Samuel, o consagrou a Deus, pois ela sabia que seria um grande milagre de Deus e como gratidão, não foi egoísta, e entendeu que Samuel deveria ser ofertado Àquele que tem toda a glória, todo o merecimento pelo seu nascimento. Ela já abençoou a vida de seu filho antes mesmo dele vir à existência, ela o tornou ‘de Deus’ desde sempre.

NOEMI: Noemi tornou-se mãe de sua nora Rute, e mesmo após a morte de seu filho, ela se empenhou para arranjar um bom casamento e um bom trabalho para a mesma. Primeiramente Rute escolheu estar com ela, e Noemi não relutou em fazer a vida de Rute prosperar com seus conselhos e seu carinho. As duas permaneceram com os laços que as uniram, um dia. É um carinho que se manteve mesmo após a revogação da ‘obrigação’ entre nora e sogra.

ISABEL – OBEDIÊNCIA: mesmo com a sua situação (esterilidade), Isabel foi vitoriosa e grande mãe, pois de ti nasceu João Batista, que o próprio Deus diz que não houve homem maior nascido de mulher que ele. Se considerarmos a cultura da época, a mesma deve ter passado grande preconceito, julgamento, pois era de grande orgulho ser frutífera. Seu nome significa ‘Deus é o meu juramento’, e isso deve nos inspirar a ser como Isabel, temente, pois a mesma viveu algo que Deus lhe prometeu. E João Batista significa ‘Deus é gracioso, agraciado por Deus’, o que realmente revela o estado que queremos ver a nossa semente, os nossos filhos: vivendo a graça, a benção do Senhor.

MARIA - SUBMISSÃO: Grande exemplo de fé. Também passou por um contexto cultural difícil de ser enfrentado, estando à espera de um bebê que fora concebido pelo Espírito Santo de Deus! Como crer nisso? Como fazer com que seu companheiro José entendesse? Maria, com sua obediência e paciência, colaborou para que o processo de aceitação de José, projetado por Deus, também se realizasse. Se fosse uma Maria ansiosa, rebelde ou precipitada, todo o rumo da história poderia ser diferente!

Os exemplos são os mais diversos! Então, busque criar em si as características genuínas das mulheres de um caráter aprovado por Deus e que O glorificaram com sua linda história!

Camila Bianch

sexta-feira, 3 de maio de 2019

Cuidado com os cães!

Nathanael Winkler
Em Filipenses 3.2 lemos: “Cuidado com os ‘cães’, cuidado com esses que praticam o mal, cuidado com a falsa circuncisão!”. Paulo passa esse tipo de advertência em quase todas as suas cartas. Ele adverte contra falsos mestres que penetram na igreja e ensinam algo diferente do que Paulo e os apóstolos. Ele descreve os falsos mestres como cães, como quem pratica o mal e como aqueles que introduzem uma falsa circuncisão. Quando se trata do evangelho, Paulo não contemporiza. Do ponto de vista atual, isso não é “politicamente correto”. Em nossos dias, muitos – especialmente políticos – procuram enfeitar o que dizem para de modo nenhum ferir alguém. Paulo, no entanto, não pode tolerar nada que afaste da doutrina da graça.
Quem são os cães a que Paulo se refere? Naqueles tempos, os cães eram diferentes daqueles que conhecemos hoje. Para nós, o cão é um animal doméstico e é tido como agradável, gentil e o melhor amigo. Naqueles tempos, porém, os cães eram selvagens, circulavam em bandos e só viviam em busca de

Não Foi o Coelhinho - Crianças IBC

sábado, 20 de abril de 2019

A Necessidade de Interpretação


de Gordon D. Fee e Douglas Stuart
Com certa freqüência encontramos com alguém que diz com muito fervor: "Você não precisa interpretar a Bíblia; leia-a, apenas, e faça o que ela diz." Usualmente, semelhante observação reflete o protesto contra o "profissional", o estudioso, o pastor, o catedrático ou o professor da Escola Dominical que, por meio de "interpretar," parece estar tirando a Bíblia do homem ou da mulher comum. É sua maneira de dizer que a Bíblia não é um livro obscuro. "Afinal das contas," argumenta-se, "qualquer pessoa com metade de um cérebro pode lê-la e entendê-la. O problema com um número demasiado de pregadores e professores é que cavam tanto que tendem a enlamear as águas. O que era claro para nós quando a lemos já não é mais tão claro."
Há muito de verdade em tal protesto. Concordamos que os cristãos devam aprender a ler a Bíblia, crer nela, e obedecê-la. E concordamos especialmente que a Bíblia não precisa ser um livro obscuro, se for corretamente estudada e lida. Na realidade, estamos convictos que o problema individual mais sério que as pessoas têm com a Bíblia não é uma falta de entendimento, mas, sim o fato de que entendem bem demais a maior parte das coisas! O problema de um texto tal como: "Fazei tudo sem murmurações nem contendas" (Fp 2.14), por exemplo, não é compreendê-lo, mas, sim, obedecê-lo — colocá-lo em prática.
Concordamos, também, que o pregador ou o professor estão por demais inclinados a escavar primeiro, e a olhar depois, e assim encobrir o significado claro do texto, que freqüentemente está na superfície. Seja dito logo de início — e repetido a cada passo, que o alvo da boa interpretação não é a originalidade, não se procura descobrir aquilo que ninguém jamais viu.
A interpretação que visa a originalidade, ou que prospera com ela, usualmente pode ser atribuída ao orgulho (uma tentativa de "ser mais sábio" do que o resto do mundo), ao falso entendimento da espiritualidade (segundo o qual a Bíblia está repleta de verdades profundas que estão esperando para serem escavadas pela pessoa espiritualmente sensível, com um discernimento especial), ou a interesses escusos (a necessidade de apoiar um preconceito teológico, especialmente ao tratar de textos que, segundo parece, vão contra aquele preconceito). As interpretações sem igual usualmente são erradas. Não se quer dizer com isto que o entendimento de um texto não possa freqüentemente parecer sem igual para alguém que o ouve pela primeira vez. O que queremos dizer mesmo é que a originalidade não é o alvo da nossa tarefa.
O alvo da boa interpretação é simples: chegar ao "sentido claro do texto." E o ingrediente mais importante que a pessoa traz a essa tarefa é o bom-senso aguçado. O teste de uma boa interpretação é se expõe o sentido do texto. A interpretação correta, portanto, traz alívio à mente bem como uma aguilhoada ou cutucada no coração.
Mas, se o significado claro é aquilo sobre o que a interpretação diz respeito, então para que interpretar? Por que não ler, simplesmente? O significado simples não vem pela mera leitura? Em certo sentido, sim. Mas num sentido mais verídico, semelhante argumento é tanto ingênuo quanto irrealista por causa de dois fatores: a natureza do leitor e a natureza da Escritura.
[Nas próximas semanas, Deus permitindo, iremos reproduzir nesta seção mais princípios da interpretação dos senhores Fee e Stuart do seu livro “Entendes o Que Lês?”]


Copyright © 1984 Edições Vida Nova. Todos os direitos reservados.
Reproduzido com a devida autorização.


O livro de Gordon D. Fee e Douglas Stuart do qual este texto foi extraído, "Entendes o que Lês?", pode ser encomendado da Edições Vida Nova
selecionando a capa do livro ao lado:

Fonte: http://www.hermeneutica.com/principios/necessidade.html

sexta-feira, 19 de abril de 2019

Qualidade de um Não Dizimista


*Pessimo administrador financeiro
*Ambicioso
*Não ajuda o próximo
*Não prospera Satisfatoriamente
*Murmurador
*Atrasado espiritualmente
*É insatisfeito
*Só faz aquilo em que pode se alto promover
*É invejoso
* Segundo Malaquias 3:10 é ladrão

MINI P70 EM CURRAL DE DENTRO - 17/11/12

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