terça-feira, 23 de agosto de 2016
segunda-feira, 22 de agosto de 2016
Liderança não é gerência
O estilo que caracteriza um "bom gerente" é, em geral, autoritário e centralizador. Sim, muitos acreditam erroneamente que um gerente eficiente deve ter todas as respostas, resolver todos os problemas e acima de tudo, manter o controle. Quando recebem algum treinamento de liderança, o foco é sempre voltado para o lado operacional. Ou seja: tem o objetivo de tornar as pessoas capazes de administrar coisas, não o de fazer com que liderem e inspirem as outras à ação. As habilidades técnicas orientadas para o resultado que levaram muitos gerentes a posições de liderança não são exatamente as melhores ferramentas para inspirar os outros a fazerem um bom trabalho.Planejamento, orçamento, organização, solução de problemas, controle, manutenção da ordem, desenvolvimento de estratégias e várias outras coisas - gerência é o que fazemos, liderança é quem somos.Liderar significa conquistas as pessoas, envolvê-las de forma que coloquem seu coração, mente, espírito, criatividade e excelência a serviço de um objetivo. É preciso fazer com que se empenhem ao máximo na missão, dando tudo pela equipe. Você não gerencia pessoas. Você lidera pessoas. James C. Hunter em Como se tornar um líder servidor: Os princípios de liderança de o monge e o executivo.
quarta-feira, 17 de agosto de 2016
Conselhos Práticos Finais - AULA 68 - LIÇÃO -28 - FASE 2 - 10.08-2016.
Introdução:
Esta é
a última lição do projeto Tiago, a fé que se revela. Desde agosto do ano
passado, temos sido ministrados por essa riquíssima epístola em nosso Núcleo
Familiar . Nesta última lição, vamos abordar três conselhos práticos que Tiago
oferece a seus leitores no final de seu escrito. Que a voz de Deus alcance os
nossos corações!
Desenvolvimento do ensino:
Texto-base: Tiago 5.13-18 (NVI)
Entre vocês há alguém que está sofrendo? Que ele ore.
Há alguém que se sente feliz? Que ele cante louvores. Entre vocês há alguém que
está doente? Que ele mande chamar os presbíteros da igreja, para que estes orem
sobre ele e o unjam com óleo, em nome do Senhor. A oração feita com fé curará o
doente; o Senhor o levantará. E se houver cometido pecados, ele será perdoado.
Portanto, confessem os seus pecados uns aos outros e orem uns pelos outros para
serem curados. A oração de um justo é poderosa e eficaz. Elias era humano como
nós. Ele orou fervorosamente para que não chovesse, e não choveu sobre a terra
durante três anos e meio. Orou outra vez, e os céus enviaram chuva, e a terra
produziu os seus frutos.
Nesses
versículos que compõem o final de sua epístola, Tiago dá conselhos práticos
quanto a três estados de vida (sofrimento, felicidade e doença), utilizando-se
de uma lógica simples e direta. Para tanto, ele faz perguntas aos seus
leitores, oferecendo-lhes, ele mesmo, logo após, as respostas. Vamos a cada um
delas.
- Está sofrendo?
Ore.
Na
Bíblia, há um interessante exemplo disso. Jesus, ao enfrentar a maior situação
de sofrimento da sua vida, orou. Pouco antes do relato da crucificação, Marcos
14.32-35 diz: “Então foram para um lugar
chamado Getsêmani, e Jesus disse aos seus discípulos: ‘Sentem-se aqui enquanto
vou orar’. Levou consigo Pedro, Tiago e João, e começou a ficar aflito e
angustiado. E lhes disse: ‘A minha alma está profundamente triste, numa
tristeza mortal. Fiquem aqui e vigiem’. Indo um pouco mais adiante, prostrou-se
e orava para que, se possível, fosse afastada dele aquela hora”. A oração
em meio ao sofrimento não garantirá que o cessar da tribulação. Entretanto,
fará com que seu coração não guarde ansiedade, mas, antes, seja guardado pela
paz.
- Se
sente feliz? Cante louvores.
Na
segunda pergunta, Tiago deixa de lado o sofrimento e passa a abordar a
felicidade. “Há alguém que se sente
feliz? Que ele cante louvores” (v.13). Vale a pena ressaltar, porém, que a
felicidade da qual a Bíblia trata é algo que independe das circunstâncias. Com
ou sem tribulações, com ou sem sofrimentos, o cristão pode estar feliz. Paulo fala
sobre isso em Filipenses 4.11, ao dizer: “Aprendi
a viver contente em toda e qualquer situação”.
Segundo
Tiago, a resposta que o cristão deve dar ao estado de felicidade é o cantar
louvores a Deus. Em outras palavras, se você está feliz, manifeste isso através
de louvor e gratidão a Deus. Deixe a felicidade extravasar através de seus
lábios.
- Está
doente? Peça oração.
Por
último, Tiago pergunta a seus leitores: “Entre
vocês há alguém que está doente?” (v.14). A resposta, agora, apesar de
simples, é profunda. Tiago diz que a pessoa doente deve chamar os presbíteros
da igreja (ou seja, os líderes) para que eles orem por ela e a unjam com óleo,
em nome de Jesus. O poder para a cura, entretanto, não está no óleo. Ele é um
símbolo. O poder, segundo Tiago, está na oração feita com fé em nome do Senhor.
Por que em nome do Senhor? Porque é ele, na verdade, quem cura (v.15).
Entretanto, se não houver oração com fé, a cura não se realizará.
Antes
de encerrar esse ponto, é importante notar algo. Tiago diz que a oração da fé,
além de curar um enfermo, trará perdão para os seus pecados (v.15). Isso é algo
que vemos com freqüência no ministério de Jesus. Além de curar as pessoas, ele
lhes ministrava o perdão de seus pecados. O versículo 16, entretanto, parece
colocar outra condição, alem da oração, para que isso aconteça: a confissão do
pecado. Sendo assim, poderíamos formular uma quarta pergunta possível de ser
feita por Tiago: “Está em pecado? Confesse isso a alguém e peça para ele orar
por você. Assim, você será perdoado”. A oração de um justo é poderosa e eficaz
tanto para ministrar cura ao enfermo quanto para ministrar perdão de pecados.
Conclusão e Desafios:
Nesta
lição, aprendemos três (ou quatro) conselhos práticos da parte de Tiago:
- Está sofrendo? Ore. Quando você estiver enfrentando qualquer situação que lhe
gere sofrimento, entre no seu quarto, feche a porta e converse com Deus
sobre isso. Após esse momento, apesar da situação, você estará em paz;
- Está feliz? Cante louvores. Se você está feliz, manifeste isso através de
louvor e gratidão a Deus;
- Está doente? Peça oração. A pessoa doente deve chamar os líderes da igreja
para que eles orem por ela, em nome de Jesus;
- Está em pecado? Confesse isso a alguém e peça para ele orar por você.
IGREJA BATISTA DO
CALVÁRIO – SÃO JOÃO DO PARAÍSO – MG
www.marcelooquadros.blogspot.com
domingo, 14 de agosto de 2016
quinta-feira, 11 de agosto de 2016
Três exemplos de paciência no sofrimento - AULA 67 - LIÇÃO -27 - FASE 2 - 03.08-2016.
Introdução:
No
texto da lição de hoje, que compõe o final de sua epístola, Tiago retoma um
tema sobre o qual tratou no início. Ele fala sobre a paciência nos sofrimentos,
utilizando-se, para isso, de três exemplos.
A
primeira série de lições a partir de Tiago teve como tema “a fé que se revela
nas provações”. Nessa série, fomos ministrados sobre as possíveis origens das
provações, como reagir frente ás provações e os benefícios das provações. Na
lição de hoje, ao abordarmos três exemplos de paciência no sofrimento, de certa
forma, poderemos fazer menção a coisas que já foram ditas. Entretanto, quem
sabe não será uma excelente oportunidade para fixarmos alguns princípios de
Deus em nossos corações? Afinal de contas, não sabemos e praticamos tudo o que
se refere a como agir em meio ao sofrimento. Além disso, com constância, nos
vemos envolvidos por situações que nos fazem sofrer. Abra, então, o seu coração
e, com expectativa, receba uma palavra do Senhor para a sua vida.
Desenvolvimento do ensino:
Texto-base: Tiago 5.7-11 (NVI)
Portanto, irmãos, sejam pacientes até a vinda
do Senhor. Vejam como o agricultor aguarda que a terra produza a
preciosa colheita e como espera com paciência até virem as chuvas do
outono e da primavera. Sejam também pacientes e fortaleçam o seu
coração, pois a vinda do Senhor está próxima. Irmãos, não se queixem uns dos
outros, para que não sejam julgados. O Juiz já está às portas! Irmãos, tenham
os profetas que falaram em nome do Senhor como exemplo de paciência diante
do sofrimento. Como vocês sabem, nós consideramos felizes aqueles que
mostraram perseverança. Vocês ouviram falar sobre a perseverança
de Jó e viram o fim que o Senhor lhe proporcionou. O Senhor é cheio de
compaixão e misericórdia.
Como
já foi dito, nesse texto, Tiago retoma o tema da paciência/perseverança em meio
ao sofrimento. Por sete vezes ele faz menção direta a isso (observe os grifos
no texto acima). Por que, segundo Tiago, os irmãos a quem ele escreve deveriam
ser pacientes? “Pois a vinda do Senhor
está próxima” (v.8). Por duas vezes, o autor linka o ser paciente diante do
sofrimento com a vinda do Senhor (cf. também v.1). Que vinda é essa e por que
ela é linkada à paciência no sofrimento? Essa é a segunda vinda de Cristo à
terra, uma vinda gloriosa, que terá por objetivo dar fim à presente era,
caracterizada por pecado, maldição e sofrimento, e instaurar, definitivamente,
o Reino de Deus na face da terra, onde “não
haverá mais morte, nem tristeza, nem choro, nem dor, pois a antiga ordem já
passou” (Ap 21.4). Tiago, então, quer dizer aos irmãos que eles devem ser
pacientes no sofrimento porque essa é uma situação passageira, ou seja, os
sofrimentos não durarão para sempre. Um dia Cristo irá voltar e os sofrimentos
terminantemente acabarão. Essa era a esperança dos escravos negros cristãos na
América do Norte. Muitas das músicas compostas por eles tinham por tema a
perseverança nos sofrimentos presentes tendo em vista a certeza da chegada de
dias melhores. Essa, entretanto, não é uma esperança restrita à volta de Cristo.
Certamente, como foi dito, a segunda vinda de Cristo dará fim de maneira
definitiva aos sofrimentos. Porém, hoje, podemos ter a esperança de que
determinados sofrimentos não durarão por toda a vida, mas têm data para
terminar. Não precisaremos carregar a dor, a tristeza e a angústia que estão em
nossos corações hoje até o fim de nossos dias. Poderemos, em algum momento,
deixa-los para trás, seja pela solução do problema ou por um definitivo consolo
dado por Deus a nós.
Posto
isso, vamos agora aos três exemplos de paciência no sofrimento dados por Tiago
no texto de hoje.
“Vejam como o agricultor aguarda que a terra
produza a preciosa colheita e como espera com paciência até virem as chuvas do
outono e da primavera” (v.7). O agricultor é alguém que, após ter feito
todo o necessário para a terra produzir frutos (arar, semear, adubar, etc), tem
como única alternativa esperar pelas chuvas e pelo tempo da colheita. Quanto a
isso, não há o que ele possa fazer. Ele não tem em si a capacidade de produzir
chuvas nem de fazer com que o tempo passe mais rápido. Ele deve apenas aguardar
e esperar com paciência.
Quanto
aos sofrimentos, o mesmo se dá. Após termos feito todo o possível para resolver
um problema ou alcançar um objetivo, inclusive orar a Deus, resta-nos apenas
aguardar e esperar com paciência no Senhor. Há um tempo necessário para a
semente dar frutos, ou seja, é necessário tempo para os resultados aparecerem,
é necessário tempo para que determinado sofrimento acabe. Há, entretanto, algo
mais a ser dito quanto a isso. E se as chuvas se atrasarem ou não vierem e, por
causa disso, as sementes se perderem? O que fazer? Não há como lutar contra
aquilo que não está em nosso
segunda-feira, 8 de agosto de 2016
domingo, 7 de agosto de 2016
Papai ainda mora aqui?
Estranhando a prolongada ausência do pai em casa, a neta de Magali Cunha chegou para avó e perguntou: "Vó, o papai ainda mora aqui?"
A pergunta da menininha me fez recordar um episódio semelhante, vivido por Billy Graham. Logo no início de seu ministério, o evangelista foi com sua equipe realizar as chamadas cruzadas na distante Austrália. Por lá, ele e a equipe ficaram muito tempo. Meses depois, quando Billy retornou a casa, o filho Franklin olhou estranho para o pai e foi perguntar à mãe quem era aquele homem.
Muitas vezes as exigências da vida roubam de nós o tempo que gostaríamos de dedicar aos nossos familiares. Mas uma coisa é certa: precisamos definir as prioridades. Se os filhos são pequenos, eles devem receber a devida atenção. Até porque, não ficarão pequenos para sempre, nem para sempre ficarão conosco. É comum encontrar pais que olham para trás e lamentam que não tenham podido dar mais tempo aos filhos. Agora, que gostariam de fazer isso, os filhos já cresceram e têm outros interesses! Por essas e outras é que o Eclesiastes ensinava que "TUDO tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu" (Ec 3.1). Há um tempo, definido e limitado, quando podemos jogar bola com o filho, brincar de boneca com a filha, brincar de casinha, correr, empurrar de leve o filho num balanço, enfim... ser um pai ou mãe que dedique tempo para curtir a infância dessas pequenas criaturas que o Criador, por pouco tempo, nos emprestou. Quanto mais quando se sabe que essas serão as memórias mais gloriosas que conservarão consigo pelo resto de suas vidas!
O grande desafio que a vida coloca aos pais do século XXI é justamente encontrar o equilíbrio entre o presente e o futuro. Será que vale a pena dar aos filhos um futuro de riquezas perdendo com isso a vivência com eles na infância? Para achar esse equilíbrio, os pais necessitarão da suprema sabedoria do Céu.
Pr. João Soares da Fonseca
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