terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

“A maior importância da amizade”

Por Dailla Seixas Lima                          
 Provérbios 17:17 Em todo tempo ama o Amigo, e na angústia se faz o Irmão.
 Hoje em dia quando falamos sobre “amizade” notamos que a maioria das pessoas tem dificuldade em criar amizades, digo por mim mesma, pela falta de confiança. Estamos totalmente envolvidas num sentimento de medo ao se entregar a uma amizade, dando por vista aos grandes números de vigaristas que se passam por amigos enquanto tem algo para ganhar. A boa noticia é que ainda podemos encontrar amigos verdadeiros onde o motivo que os une vai alem de interesses seja de que natureza for, mais o que realmente poderia motivar alguém de ter amizade sincera? Uma amizade que mesmo na tristeza não haverá duvidas de ser uma verdadeira amizade.
Esta motivação só poderia vir de uma única pessoa que realmente nos quer bem, não é? E uma motivação que une as pessoas numa amizade verdadeira, é fazer parte do Reino de Deus. É quando falamos em amizade cristã tudo fica diferente. Quem tem Jesus no coração tem amigos totalmente diferentes e esta diferença não vem de nós e sim do maravilhoso amor de Deus que esta dentro de nós. Amigo verdadeiro não é só aquele que te levanta quando cai  mais  é aquele que não te deixa cair. Deus nos criou seres sociais, devemos buscar os relacionamentos uns com outros assim como aprendemos na sua própria palavra: “E Jesus tendo pregado o evangelho naquela cidade e feito muitos discípulos, voltaram para Listra, e Icónio e Antioquia, acalmando os ânimos dos discípulos, exortando-os a permanecer na fé, pois que por muitas tribulações nos importa entrar no reino de Deus.”
Nem tudo em nossas vidas será um mar de rosas, alem das felicidades teremos de enfrentar provações, tribulações e o importante ter amigos para nos ajudar e nos fazer lembrar sempre que somos a grande FAMILIA DE DEUS: “Assim que já não sois estrangeiros, nem forasteiros, mas concidadãos dos santos, e da família de Deus”
                                                                                                              Dailla Seixas Lima




sábado, 13 de fevereiro de 2016

DICAS PARA TRABALHAR COM OS JOVENS


DICAS PARA TRABALHAR COM OS JOVENS
                                               CURSO: CHAMANDO OS JOVENS À SEARA
Pastor Márcio Tunala
tunala@ibb.org.br
Visão
“Ó eterno, nós seguimos o caminho das tuas leis e em ti pomos nossa esperança; o nosso maior desejo é conhecer-te e pensar em Ti.” Isaías 26:8.
O ministério jovem existe para glorificar a Deus e para divulgar a Sua Palavra aos jovens entre 18 e 30 anos, discipular e capacitar jovens a viver de forma relevante e compatível com a Palavra de Deus.
Um Ministério Jovem saudável é aquele que ensina o prazer de ter uma vida devocional de leitura da Bíblia, oração e comunhão com Deus e com o próximo.
Nossa crença:
– Acreditamos que Deus fará maravilhas em nossas vidas.
– Acreditamos que seremos instrumentos de Deus nesse mundo que tem sede dEle.
– Acreditamos que, para a Glória dEle, muitas pessoas serão transformadas e entregarão sua vida a Ele.
Estamos rompendo em fé, pedindo a Deus que, através de sua

Como liderar com sucesso-Culto Jovem

Neste artigo você vai encontrar as melhores dicas de como liderar com sucesso.  As pessoas bem sucedidas têm certas características em comum que valem a pena ser aqui estudadas a fim de estimular o líder de jovens em sua jornada de trabalho em favor dos jovens.  1. Comunicação clara e

TIAGO: A Fé Que Se Revela - AULA 45 - 05-FASE 2 - 17.02.2016


Introdução à Série
Tiago 1.1

Nesta semana, estamos lançando uma nova série de estudos para nosso Núcleo Familiar. Pela primeira vez, vamos estudar, quase que verso-a-verso, um livro da Bíblia. Trata-se da epístola de Tiago. Cremos que esta será uma experiência transformadora para toda a igreja (tanto para os mais maduros quanto para os mais novos na fé), além de um fator a mais de motivação para os Núcleos. Tiago destaca-se por ser uma epístola prática, atual e necessária para a igreja contemporânea. Por isso, encaramos esta série como um grande projeto de crescimento espiritual para a igreja.

Nesta primeira reunião, desejamos motivar seu Núcleo através de uma introdução bem informativa e uma primeira aplicação prática. Por favor, prepare-se bem e use a criatividade para desafiar os presentes a se envolverem para valer neste estudo tão pertinente.

Quebra-gelo:

Após o período de louvor, oração e de compartilhamento pessoal, lance as seguintes perguntas, deixando as pessoas à vontade para se expressarem:

1.      O que você acha da idéia de estudarmos um livro inteiro da Bíblia de forma seqüencial?
2.      Você sabe em quantos capítulos a epístola de Tiago está dividida? (R.: 5)
3.      Você saberia dizer quantos versículos existem neste livro? (R.: 108)
4.      Você imagina quantos mandamentos estes 108 versículos contém? (R.: 54, um a cada dois versos)

5.      Alguém poderia dizer quem foi Tiago, o autor da epístola? (R.: Três pessoas com este nome são mencionadas no Novo Testamento: Tiago, apóstolo, filho de Zebedeu e irmão de João; Tiago, apóstolo, filho de Alfeu; e Tiago, irmão de Jesus, filho de Maria e José (veja Mt 13.55). Esta carta não poderia ser de Tiago, filho de Zebedeu, porque ele foi morto antes dela ser escrita (Atos 12.2). Tiago, filho de Alfeu, também não o poderia ser, pois não exerceu nenhuma influência notória na igreja cristã. Portanto, a Tiago, irmão de Jesus, tem sido creditada, pela Igreja Cristã, a autoria da referida epístola).
Introdução:

A epístola de Tiago é um dos escritos mais atuais e necessários para a igreja nos dias de hoje. Seu ensino é muito comparado ao do Sermão do Monte e tem um caráter muito prático. Um dos grandes problemas que a igreja daquela época estava enfrentando era colocar em prática aquilo em que diziam acreditar. Para Tiago, não basta ter um credo, uma profissão de fé correta. É preciso viver de forma digna e coerente com a vontade de Deus. Por isso mesmo, a epístola está cheia de orientações bem claras sobre os grandes temas da vida de um crente. Hoje em dia, semelhantemente, muitos têm um discurso correto, mas divorciado da prática. Por isso, este estudo é tão urgente e pertinente.

Qual era o contexto do qual Tiago escreveu? A recém-gerada igreja primitiva, que, praticamente, se concentrava apenas em Jerusalém, onde Tiago era pastor e líder de grande influência. Por conta de diversas situações, havia muitos judeus cristãos vivendo dispersos no Império Romano. Longe da Igreja de Jerusalém e do cuidado pastoral dos apóstolos, como será que estariam vivendo? Estariam firmes e praticando o verdadeiro cristianismo. Escrevendo esta carta, Tiago desejava fortalecer esses cristãos e ajudá-los a fazer um diagnóstico de sua experiência cristã. No meio daquela pressão toda, estariam eles revelando uma fé verdadeira?

Qual era então a motivação de Tiago ao escrever esta carta? Ele queria abordar alguns sérios problemas por que esses cristãos estavam passando:

·         Eles estavam passando por duras provações;
·         Eles estavam sendo tentados a pecar;
·         Alguns crentes estavam sendo humilhados pelos ricos e poderosos e alguns estavam até sendo roubados pelos mais ricos;
·         Alguns crentes estavam buscando posição de liderança;
·         Alguns crentes estavam falhando em viver o que pregavam;
·         Alguns crentes simplesmente não conseguiam dominar a língua;
·         Muitos não demonstravam sabedoria no viver;
·         Outros estavam vivendo de forma mundana;
·         Falavam mal uns dos outros;
·         Outros estavam se afastando do Senhor;
·         Havia até crentes que estavam vivendo em guerra uns com os outros;
·         Tinham dificuldades em cultivar uma vida de oração.

Incrível, mas quase 2000 anos depois, estes são os mesmos problemas que enfrentados. E como reagimos e superamos esse tipo de problema vai revelar a fé que temos diante de Deus: se é mesmo verdadeira ou se é falsa, não aprovada. Muitos autores acreditam que Tiago 1.27 seja o verso-tema do livro:

A religião pura e sem mácula para com o nosso Deus e Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações e a si mesmo guardar-se incontaminado do mundo.

Ou seja, a religião verdadeira é um compromisso triplo: com Deus, com o próximo e comigo mesmo. É também algo que eu faço, que vivo na prática (socorrer, amar de forma visível), mas também tem a ver com algo que eu sou (pureza, santidade). Ou seja, cristianismo é SER e é também FAZER.

O estudo desta epístola nos desafiará a fazer um balanço de nossas vidas e um diagnóstico de nossa experiência com Deus, para que possamos ser corrigidos por Ele e transformados em crentes mais maduros e frutíferos.

Desenvolvimento do ensino:

Hoje, veremos apenas o primeiro verso, Tg 1.1: “Tiago, servo de Deus e do Senhor Jesus Cristo, às doze tribos que se encontram na Dispersão, saudações.

Dois aspectos são importantes na sua apresentação: a transformação de vida e a realidade da vida.

Se a epístola de Tiago vai enfatizar a transformação de vida que Deus opera em nós, então ele mesmo pode testemunhar que era um incrédulo, mas, naquele momento, era um servo de Cristo. No começo, ele não cria em Jesus (cf. Jo 7.2-5). Mas de incrédulo, tornou-se crente. De crente, líder. E de líder, servo de Cristo. Ele não se apresenta como irmão do Senhor, mas como seu servo. Tornou-se humilde. Essa é a transformação que o evangelho produz! É impossível alguém ser um verdadeiro cristão sem ser transformado e se tornar, principalmente, humilde de espírito. Ele usa a palavra grega “doulos” (servo, escravo) que, segundo Elizabeth George (Tiago – Crescendo em sabedoria e fé, p.15), “refere-se a uma posição de obediência completa, humildade absoluta e lealdade inabalável. A obediência era a tarefa, a humildade, a posição, e a lealdade, o relacionamento que um senhor esperava de um escravo. Não há maior atributo para o crente que ser conhecido como servo de Jesus, obediente, humilde e leal”. O evangelho transformou a vida de Tiago. Qualquer pessoa que afirme sua fé em Cristo também deve revelar uma evidente transformação de vida.
Por outro lado, a carta é endereçada ao povo de Deus, gente especial, sim, mas que não era isento de provações. Eles eram crentes, mas estavam sendo perseguidos.
Eram crentes, mas tiveram seus bens saqueados. Eram crentes, mas ficavam enfermos (5.14). Eram crentes, mas sofriam (5.13).

Vida cristã não é uma redoma de vidro, uma colônia de férias, antes, é um campo de batalha. Não somos isentos de problemas, mas Deus nos livra e protege em meio aos problemas. Ou seja, a epístola de Tiago trata da questão do sofrimento e das provações de modo poderoso, ajudando-nos a triunfar mesmo em meio às lutas que fazem parte da realidade de todos os cristãos.

Desafios:

  1. Desafie todos os membros do Núcleo a participarem ativamente deste projeto de crescimento da fé crista através do estudo e prática da epístola de Tiago;
  2. Desafie-os a lerem toda a epístola pelo menos duas vezes até a próxima reunião;
Desafie-os a procurarem e anotarem os 54 mandamentos nela contidos, com a intenção de por em prática, ao longo desta série cada um deles.


IGREJA BATISTA DO CALVÁRIO – SÃO JOÃO DO PARAÍSO – MG
www.ibatistacalvario.com.br

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

A Verdadeira Adoração - AULA 44 - 04-FASE 2 - 03.02.2016


Introdução

Fomos criados para a adoração de Deus. Esse é um dos propósitos da vida. Isso significa que viveremos plenamente e com satisfação se estivermos diante dEle em adoração. A queda (Gn 3), entretanto, interferiu no relacionamento do ser humano com o seu Criador. Antes do pecado, eles se encontravam diariamente no Jardim do Éden para momentos de rica comunhão. Após a desobediência, ao perceberem a aproximação de Deus, “que andava pelo jardim quando soprava a brisa do dia” (Gn 3.8, NVI), Adão e sua mulher se esconderam entre as árvores. Estavam rompidos os laços relacionais entre a criatura e o Criador. A partir de então, o homem passou a direcionar o seu impulso adorador para outras direções. Os cultos a si mesmo, a outras pessoas e a outros deuses logo começaram a tomar o lugar da devoção ao único e verdadeiro Deus. O ser humano criou religiões, ritos e ensinamentos que lhe possibilitassem expressar sua vocação adoradora.

Em Jesus Cristo encontra-se o ápice do plano divino para resgatar a humanidade para si e restaurar o relacionamento que foi rompido. Ele é o mediador entre Deus e os homens (cf. 1Tm 2.5). Através dEle, o homem, regenerado em seu espírito e justificado pela fé, pode ter novamente comunhão com o seu Criador e adorá-Lo, direcionando corretamente, assim, o seu impulso adorador.

Em certa ocasião, quando passava por Samaria, indo da Judéia para a Galiléia, Jesus encontrou-se com uma mulher samaritana à beira de um poço. Após algum tempo de conversa, Ele começou a ensiná-la sobre a verdadeira adoração, confrontando-a em sua experiência religiosa. É sobre isso a ministração do Núcleo Familiar de hoje.

Desenvolvimento do ensino
Texto base: João 4:20-24

Adorar, no Novo Testamento em português, na maioria das vezes, é a tradução do verbo grego proskuneo. Esse verbo tem o significado de prostrar-se aos pés de alguém e beijá-los, demonstrando humildade e submissão. Ele aparece sete vezes neste diálogo entre Jesus e a samaritana. Nesse encontro, o mestre estabelece três contrapontos, afirmando a partir deles características da verdadeira adoração.


1. Local sagrado x Qualquer local

Nossos pais adoravam neste monte; vós, entretanto, dizeis que em Jerusalém é o lugar onde se deve adorar. Disse-lhe Jesus: Mulher, podes crer-me que a hora vem, quando nem neste monte, nem em Jerusalém adorareis o Pai (vv.20,21).

O primeiro contraponto feito por Jesus refere-se ao local onde a adoração deveria acontecer. Na época, havia um disputa entre judeus e samaritanos sobre qual era o lugar autorizado de culto a Deus. Os judeus afirmavam ser Jerusalém, cidade escolhida por Davi para ser a sede do governo e da religião de Israel (cf.
2Sm 5-7), enquanto os samaritanos diziam ser o monte Gerizim (o monte da benção, cf. Dt 11.29; 27.12), onde eles haviam instalado um templo rival e um culto alheio ao de Jerusalém. Jesus vai além daquela controvérsia e ensina que estava chegando um tempo (a nova aliança) em que a adoração ao Pai não seria nem em Jerusalém, nem em Gerizim. Ela seria independente de um local sagrado, de um templo e de sacrifícios e ofertas, sendo realizável onde quer que o adorador estivesse.
A morte de Cristo na cruz foi um sacrifício perfeito e definitivo a Deus para o perdão dos pecados, anulando, assim, o sistema sacrificial da lei de Moisés e a necessidade de um templo (cf. Hb 9.23-10.18). Na nova aliança, cada crente em Jesus Cristo é um santuário no qual Deus, pelo seu Espírito, habita. “Não sabeis que sois santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós? (1Co 3.16). Acaso, não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos?” (1Co 6.19). “Que ligação há entre o santuário de Deus e os ídolos? Porque nós somos santuário do Deus vivente, como ele próprio disse: Habitarei e andarei entre eles; serei o seu Deus, e eles serão o meu povo (2Co 6.16). Sendo nós templos do Deus vivente, qualquer local em que estivermos é um lugar de adoração ao Pai. Não dependemos, portanto, do edifício da igreja ou de qualquer outra construção para adorá-lo.
1.  Sua adoração a Deus tem extrapolado os limites dos cultos que acontecem na igreja e tem invadido sua casa, local de trabalho e escola?
2.  Você tem consciência de que, sendo templo do Espírito Santo, você é um depósito do Deus vivente e que todas as suas atitudes podem ou não expressar adoração a Deus?

2. Religiosidade x Intimidade

Vós adorais o que não conheceis; nós adoramos o que conhecemos, porque a salvação vem dos judeus (v.22).

O segundo contraponto fala sobre conhecer ou não o objeto da adoração. Tanto no Antigo quanto no Novo Testamento, o verbo conhecer não faz referência apenas a uma atividade intelectual de pesquisa e obtenção de informações. Ele também se refere à experiência de conhecer uma pessoa intimamente através de um relacionamento. É sobre esse conhecimento relacional e experiencial que Jesus está falando com a samaritana em João 4.22. Ao afirmar que os samaritanos adoravam o que não conheciam, Ele admite a possibilidade de existir uma adoração desvinculada de uma intimidade com o Deus a quem se adora. Essa, com certeza, não é uma adoração verdadeira e que o Pai deseje. Uma adoração assim, não passa de uma religiosidade vazia. O desejo do Pai é que nos relacionemos com Ele de modo a conhecer a sua intimidade. Somente assim poderemos adorá-lo verdadeiramente.
1.  O conhecimento de Deus se dá, por exemplo, através da leitura da Bíblia, da oração e de momentos de louvor e adoração. Quanto tempo do seu dia você tem dedicado a isso?
2.  Sua vida cristã tem se baseado em uma religiosidade vazia ou em um relacionamento com Deus?

3. Ritualismo e hipocrisia x Espiritualidade e verdade

Mas vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores. Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade (vv.23,24).
O terceiro contraponto estabelecido por Jesus está intimamente ligado a um atributo de Deus. Ele afirma que Deus é espírito, ou seja, um ser imaterial, desprovido de corpo físico. Por isso, a adoração a Ele deve ser em espírito e em verdade. O homem, além de um corpo físico, possui também uma parte imaterial, composta de alma e espírito, também chamada de homem interior. Desse ponto (do espírito) é que nasce a verdadeira adoração. Ela não é apenas um ritual externo. Se assim fosse, seria um ato vazio e hipócrita, sem a verdade que o Pai requer. Em Marcos 7.6,7, Jesus confronta os fariseus e escribas por estarem preocupados apenas com o exterior. Ele lhes diz: “Bem profetizou Isaías a respeito de vós, hipócritas, como está escrito: Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. E em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens”. A adoração que Deus procura não é um ritual de músicas e gestos simplesmente. Ele busca um culto que brote do coração e que seja, assim, verdadeiro e sincero. O ritual, entretanto, não deve ser desprezado. O problema está no ritualismo. A questão é que nossas atitudes externas (cantar músicas, levantar as mãos, etc) devem ser motivadas por algo que está acontecendo internamente. O culto a Deus deve ser integral: corpo, alma e espírito. Portanto, aqueles que, por outro lado, dizem estar prestando uma adoração a Deus apenas no coração, não expressando isso com o corpo, também não estão no ponto que Deus quer.
1.  A adoração que você oferece a Deus nos cultos da igreja, na célula ou em seu momento a sós com Deus tem sido em espírito e em verdade, ou tem sido um ritual vazio e hipócrita?

2.  Você tem expressado a Deus a adoração que está em seu coração através de atitudes externas, ou seu culto tem sido apenas algo interno?

Jesus ensinou à samaritana e nos ensina hoje que o Pai está à procura de verdadeiros adoradores. Por isso, é urgente começarmos a praticar suas palavras registradas em João 4.20-24 o quanto antes. Para isso, entretanto, é necessário abandonarmos alguns conceitos antigos e errôneos, e sairmos da nossa zona de conforto e de uma posição cômoda. Na próxima oportunidade que você tiver de adorar a Deus, lembre-se dos três princípios ensinados nesta lição e procure aplicá-los. Será um importante passo rumo ao que Deus quer de você como adorador.
Desafios
que aprendemos que a adoração independe do lugar onde você estiver, baseia-se em um relacionamento pessoal com Deus e deve ser uma expressão de algo que está no coração, então:

1.  Em um culto público, dedique-se à adoração como um dos propósitos de sua     vida;
2.  Separe 30 minutos do seu para dia para ter um momento a sós com Deus. Nesse tempo, ore, adore a Deus através uma música e leia uma porção das Escrituras;
3.  Tenha em mente que a adoração é um estilo de vida. Então, viva adorando!

  
IGREJA BATISTA DO CALVÁRIO – SÃO JOÃO DO PARAÍSO – MG
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Um crente deve ter uma notável semelhança com Jesus Cristo

Versículo do Dia: “Reconheceram que haviam eles estado com Jesus.” (Atos 4.13)
Um crente deve ter uma notável semelhança com Jesus Cristo. Você já leu escritos belos e eloquentes da vida de Cristo, mas, o melhor relato é a sua biografia viva, exposta nas palavras e ações de seu povo. Seríamos retratos de Cristo, se fôssemos o que professamos e o que deveríamos ser. Devemos imitá-Lo tão intimamente que o mundo não tenha dúvida de que realmente estamos com Ele. “O crente verdadeiro foi ensinado por Jesus; ele é como Jesus e tem o mesmo pensamento do Santo Homem de Nazaré. Ele demonstra esta influência em sua vida e ações cotidianas.”
O crente deve ser semelhante a Cristo em sua ousadia. Nunca envergonhe-se de sua fé. Sua profissão de fé jamais os desonrará; cuide para que você nunca a desonre. Seja semelhante ao Senhor Jesus – muito corajoso por seu Deus. Imite o Senhor Jesus em seu espírito de amabilidade. Pense com amabilidade, fale com ternura e aja com cordialidade, de modo que os homens digam a seu respeito: “Ele tem estado com Jesus”. Imite a Jesus em sua santidade. Ele foi zeloso por seu Deus? De modo semelhante, devemos ser zelosos em fazer o bem.
Estava Jesus sempre negando a si mesmo, nunca buscando os seus próprios interesses? Faça o mesmo. O Senhor Jesus foi dedicado? Então, seja você também dedicado, fervoroso em suas orações. O Senhor Jesus submeteu-se à vontade de seu Pai? Então, submeta-se igualmente a Ele. O Senhor Jesus foi paciente. Aprenda a suportar as situações. E, o melhor de tudo, como o mais sublime aspecto da imagem de Jesus, procure perdoar os seus inimigos, assim como Ele o fez. Aquelas maravilhosas palavras do Senhor Jesus -“Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lucas 23.34) – devem sempre retinir em seus ouvidos. Perdoe assim como você foi perdoado. Amontoe brasas de fogo na cabeça de seu inimigo por meio de sua amabilidade para com ele. Lembre-se: ser bom para com os maus é semelhança divina. Em todas as situações e de toda maneira, viva de tal forma que os outros digam sobre você: “Ele está com Jesus”.

Fonte: http://voltemosaoevangelho.com/blog/2016/02/10-de-fevereiro-devocional-diario-charles-spurgeon/

DIA 13/02/2016


MINI P70 EM CURRAL DE DENTRO - 17/11/12

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