domingo, 8 de junho de 2014
sexta-feira, 6 de junho de 2014
O MAIOR SEGREDO DO DIABO
Por Ray Comfort
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Tradução de Fernando Guarany Jr.
No final dos anos 70, Deus muito graciosamente abriu-me um ministério itinerante. Conforme comecei a viajar, passei a ter acesso aos registros de crescimento das igrejas e fiquei horrorizado ao descobrir que algo perto de 80 a 90% das pessoas que tomavam uma decisão por Cristo estavam desviando-se da fé. Ou seja, o evangelismo moderno, com seus métodos estava criando entre 80 e 90 “desviados” para cada 100 pessoas que se decidiam por Jesus.
Deixem-me tentar tornar a questão mais real para vocês. Em 1991, no primeiro ano da década da colheita, uma grande denominação nos Estados Unidos foi
quinta-feira, 5 de junho de 2014
Tadinha da Carol!
Que seria o Toinho? Gato, cachorro, lagarto? Dengosa, Chuchuca dizia a Docinho que chegaria para almoçar com ele (o amor é lindo!). O celular fez as pessoas perderem a privacidade e o pudor. Contam suas vidas aos berros, em locais públicos. E perderam a classe. Celulares tocam em aulas, funerais, concertos, cultos, etc. A carência leva a pessoa a abrir mão da privacidade. Todos devem saber que ela é a Chuchuca do Docinho.
As pessoas se exibem também na internet. Postam tudo que fazem, onde e com quem dormem, e , se criticadas, bradam: “Ninguém tem nada com a minha vida!”. Ora, não a publiquem! Guardem-na!
Gente emocionalmente carente gosta de receber atenção. É insegura e, por vezes, uma bomba emocional. Para sobreviver, requer atenção a qualquer preço. Num programa de televisão tipo “mundo cão”, um sujeito contava com alegria que sua esposa fugira com seu irmão. Traído, mas feliz: era foco de atenção! Mas um cristão sabe de seu valor. Tem noção de quem é. É sensato e se cuida. É simples como a pomba e prudente como a serpente. Não se orgulha de suas falhas. Lamenta-se e tenta superá-las. As pessoas reclamam quando as outras não lhes dão destaque nem reconhecimento. Querem que os outros tenham a ver com sua vida. Mas quando estão em pecado ninguém tem nada a ver com sua vida. Um cristão deve ser maduro. Não pode dizer: “Ninguém tem nada a ver com minha vida”. Porque todos têm. A vida cristã é mutualidade, aconselhamento e parceria espiritual.
Muitos que se queixam de falta de atenção não dão atenção a ninguém. Queixam-se de falta de amor, mas não o mostram no trato com outros. Quando erradas, ninguém tem nada a ver com sua vida. Mas todos têm a ver com suas carências. E elas não têm nada com ninguém. Só se interessam por si.
Quem se põe como centro do seu mundo, acaba fútil e amargo. Quem cultua seu EU põe Deus na rabeira da vida e deixa de fazer bons amigos. E perde os que consegue. Porque só se interessa por si. O cristão maduro se doa, serve, busca ser útil. Aí, seguro e realizado, não ofende a Carol nem alardeia para todos que é a Chuchuca. Não clama por atenção. Ele a tem. Quem ama é amado. Abra-se para os outros e sua vida mudará. Você não precisará falar aos gritos, exibindo-se e pedindo atenção. Será maduro, sensato e realizado.
As pessoas se exibem também na internet. Postam tudo que fazem, onde e com quem dormem, e , se criticadas, bradam: “Ninguém tem nada com a minha vida!”. Ora, não a publiquem! Guardem-na!
Gente emocionalmente carente gosta de receber atenção. É insegura e, por vezes, uma bomba emocional. Para sobreviver, requer atenção a qualquer preço. Num programa de televisão tipo “mundo cão”, um sujeito contava com alegria que sua esposa fugira com seu irmão. Traído, mas feliz: era foco de atenção! Mas um cristão sabe de seu valor. Tem noção de quem é. É sensato e se cuida. É simples como a pomba e prudente como a serpente. Não se orgulha de suas falhas. Lamenta-se e tenta superá-las. As pessoas reclamam quando as outras não lhes dão destaque nem reconhecimento. Querem que os outros tenham a ver com sua vida. Mas quando estão em pecado ninguém tem nada a ver com sua vida. Um cristão deve ser maduro. Não pode dizer: “Ninguém tem nada a ver com minha vida”. Porque todos têm. A vida cristã é mutualidade, aconselhamento e parceria espiritual.
Muitos que se queixam de falta de atenção não dão atenção a ninguém. Queixam-se de falta de amor, mas não o mostram no trato com outros. Quando erradas, ninguém tem nada a ver com sua vida. Mas todos têm a ver com suas carências. E elas não têm nada com ninguém. Só se interessam por si.
Quem se põe como centro do seu mundo, acaba fútil e amargo. Quem cultua seu EU põe Deus na rabeira da vida e deixa de fazer bons amigos. E perde os que consegue. Porque só se interessa por si. O cristão maduro se doa, serve, busca ser útil. Aí, seguro e realizado, não ofende a Carol nem alardeia para todos que é a Chuchuca. Não clama por atenção. Ele a tem. Quem ama é amado. Abra-se para os outros e sua vida mudará. Você não precisará falar aos gritos, exibindo-se e pedindo atenção. Será maduro, sensato e realizado.
Pr. Isaltino Gomes Coelho Filho
O Jornal Batista - 06/05/12
O Jornal Batista - 06/05/12
Fonte: http://pibbvc.com.br/conteudo/artigos/tadinha-da-carol
Tire Tempo Para a Família
Os sentimentos de culpa são objeto de estudos profundos nas áreas da Psicologia, da Psicanálise e de outras especialidades.
A culpa não se afirma somente através do ato culpável, mas também na busca da punição que ele frequentemente permite. As faltas determinam muitas vezes sentimentos de culpa que poderiam ser classificados como má consciência e remorso quando o indivíduo age erradamente. O homem comete faltas e sente remorso quando o indivíduo age erradamente. O homem comete faltas, sente remorso e quer ser punido.
Na própria Bíblia encontramos fatos desta natureza. Basta nos lembrar de Judas Iscariotes. Após ter traído seu mestre a troco de 30 moedas de prata, foi tomado de profundo remorso. Na impossibilidade de reparar o seu erro puniu a si mesmo com a morte por enforcamento (Mateus 27.3-5).
Este pode ser o resultado e o fim da maioria daqueles que agem por interesse próprio, vingança, ciúmes, paixões, etc.
Certo homem comprou um carro novo. Ele vivia a limpar, lavar e cuidar de seu lindo automóvel. Um dia, quando lavava o carro, deixou seu filhinho de quatro anos lá dentro brincando. A inocente criança pegou no porta-luvas um objeto cortante e retalhou a almofada do banco traseiro. Quando o pai terminou de lavar o carro, abriu a porta para tirar o filhinho. Ao deparar com a criança cortando a almofada do carro, aquele pai foi tomado de uma ira profunda, tirou para fora o seu filhinho e bateu violentamente em suas mãos “para que nunca mais fizesse aquilo”.
Alguns dias depois, uma das mãos da criança começou a inchar e a ficar roxa. A mãe, preocupada, levou o menino ao médico. Após vários dias de tratamento, sem sucesso, a mão direita da criança teve que ser amputada.
Começava aí um dos mais terríveis dramas de sentimento de culpa de um pobre pai. O carro já não era mais tratado com o carinho de outrora e não trazia para eles as alegrias dos primeiros dias. Saía de casa triste e já nem fazia mais a barba. Além disso, começava a apresentar sintomas de depressão. Não é difícil imaginar também que aquele pai começava a ter pesadelos noturnos.
Certo dia, quando estava sentado no sofá da sala pensativo, o menino se aproximou e disse: “Paizinho, se eu ficar um menino bonzinho e não cortar mais o seu carro você devolve a minha mãozinha?”. Naquele instante, o pai se levantou e correu em direção à janela do prédio e pulou do oitavo andar, caindo sem vida ao lado do seu carro.
Pode parecer-lhe sinistro, não é verdade? Mas este foi o fim da história.
O sentimento de culpa é capaz de um gesto desesperador como o deste pai. Sua tragédia foi amplamente publicada em vários jornais há anos passados.
Nada é mais importante para os pais do que arranjar tempo para seus filhos e se deleitarem com eles.
Filhos sem amor, sem carinho e sem assistência familiar são presas fáceis das drogas, do alcoolismo e da prostituição. “Adote o seu filho antes que um marginal o adote”.
Adote uma atitude firme e corajosa. Arranje tempo para o diálogo, arranje tempo para a família.
Ame em todo o tempo.
Ame hoje, para não ter que chorar amanhã.
Pat Boone conta-nos que em certa ocasião jogava golfe com seu filho pequenino. Em certo momento deu uma pancada mais forte e a bola foi parar em um matagal. Pai e filho, por mais que procurassem, não encontravam a bolinha. O menino, inconformado, começou a chorar. Todo o esforço de Boone para consolar o filho foi em vão.
Uma situação que parecia tão simples agora começava a incomodar. Sem saber o que fazer Pat Boone se ajoelhou com o filho na grama fria e molhada do campo e oraram juntos: “Oh Deus! Como é importante para nós este momento de deleite entre pai e filho. Deus, mostra-nos a bolinha. Por Jesus. Amém”.
Resolveram procurar mais uma vez e, não muito distante dali, encontraram a bolinha e continuaram brincando por um longo tempo.
Este tipo de relação é muito importante para a formação do caráter e da vida de nossos filhos.
Fonte; http://pibbvc.com.br/conteudo/artigos/tire-tempo-para-a-familia
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