
CONFISSÃO DE FÉ BATISTA DE 1689
Revisão: Walter Andrade Campelo
Adotada pelos Ministros e Mensageiros da Assembléia Geral reunida em Londres de 03 a 11 de julho de 1689
Adotada pelos Ministros e Mensageiros da Assembléia Geral reunida em Londres de 03 a 11 de julho de 1689
Prólogo por Charles H. Spurgeon.
Este antigo documento é o mais excelente resumo escrito das coisas mais seguramente cridas entre nós. Não é publicado como regra impositiva ou código de fé, por meio do qual vós possais ser algemados, mas como um meio de edificação em justiça. É uma excelente, ainda que não inspirada, expressão dos ensinos das Sagradas Escrituras por meio das quais todas as confissões devem ser medidas. Nós através dela sustentamos as humilhantes verdades da soberana graça de Deus no processo de salvação dos pecadores perdidos. A salvação é somente através de Cristo e somente por fé.
Índice.1 - As Sagradas Escrituras
17 - A Perseverança dos Santos
2 - Deus e a Santíssima Trindade
18 - A Certeza da Graça e da Salvação
3 - O Decreto de Deus
19 - A Lei de Deus
4 - A Criação
20 - O Evangelho e a Extensão de Sua Graça
5 - A Providência Divina
21 - Libertadade Cristã e Liberdade de Consciência
6 - A Queda do Homem; O Pecado e Sua Punição
22 - Adoração Religiosa e o Dia do Senhor
7 - O Pacto de Deus
23 - Juramentos Legítimos e Votos
8 - Cristo, O Mediador
24 - Magistrado Civil
9 - Livre Arbitrio
25 - Matrimônio
10 - A Chamada Eficaz
26 - A Igreja
11 - A Justificação
27 - A Comunhão dos Santos
12 - A Adoção
28 - Batismo e Ceia do Senhor
13 - A Santificação
29 - Batismo
14 - Fé Salvadora
30 - A Ceia do Senhor
15 - Arrependimento para Vida e Salvação
31 - O Estado do Homem após a Morte
16 - Boas Obras
32 - O Juízo Final
DAS SAGRADAS ESCRITURAS.
1. A Sagrada Escritura é a única regra suficiente, certa e infalível de conhecimento para a salvação, de fé e de obediência.1 A luz da natureza, e as obras da criação e da providência, manifestam a bondade, a sabedoria e o poder de Deus, de tal modo que os homens ficam inescusáveis; contudo não são suficientes para dar conhecimento de Deus e de sua vontade que é necessário para a salvação.2
Por isso, em diversos tempos e por diferentes modos, o Senhor foi servido revelar-se a si mesmo e declarar sua vontade à sua igreja.3 E para a melhor preservação e propagação da verdade, e o mais seguro estabelecimento e conforto da Igreja, contra a corrupção da carne e a malícia de Satanás e do mundo, foi igualmente servido fazer escrever por completo todo esse conhecimento de Deus e revelação de sua vontade necessários à salvação; o que torna a Escritura indispensável, tendo cessado aqueles antigos modos em que Deus revelava sua vontade a seu povo.4
1 II Timóteo 3:15-17; Isaías 8:20; Lucas 16:29,31; Efésios 2:20.
2 Romanos 1:19-21; Romanos 2:14,15; Salmo 19:1-3.
3 Hebreus 1:1.
4 Provérbios 22:19-21; Romanos 15:4; II Pedro 1:19-20.
2. Sob o nome de Sagradas Escrituras ou Palavra de Deus escrita, incluem-se agora todos os livros do Velho Testamento e Novo Testamento, que são os seguintes:
