quarta-feira, 13 de março de 2013
sábado, 9 de março de 2013
100 Dias de Oração Impactando a Família
De 12 de maio a 19 de agosto de 2013
“Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa.” Atos 16.31
O avanço de uma nação depende da influência que as famílias imprimem
nas novas gerações. Infelizmente, vivenciamos um tempo em que os valores
bíblicos da família saudável estão sendo atacados de maneira dura e
constante. A crescente degradação da família se reflete numa sociedade
corrompida e cada vez mais distante de Deus. Nunca houve uma necessidade
tão urgente de uma mobilização de oração pela família brasileira.
Pensando nisso, a Convenção Batista Brasileira convida a interceder
pela transformação da família brasileira. Vamos juntos levantar um
grande clamor para que o Brasil tenha famílias verdadeiramente saudáveis
vivendo para a glória de Deus!
Além de orar, nós, como cristãos, precisamos urgentemente nos posicionar à semelhança de Josué (“Eu e a minha casa serviremos ao SENHOR.” – Jz 24.15). Por isso, nós também realizaremos a Campanha de Evangelização Jesus Transforma Minha Família, com o objetivo de anunciar as Boas-Novas de salvação aos nossos familiares que ainda não conhecem Jesus.
A Palavra de Deus nos ensina em 2Crônicas 7.14: “Se
o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me
buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos
céus, perdoarei os seus pecados e
quarta-feira, 6 de março de 2013
AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ
A seita dos “Testemunhas de Jeová”, quanto à sua
doutrina, tem suas origens no Adventismo do Sétimo dia. Perturbado pela
doutrina das penas eternas, tornou-se simpatizante da doutrina
adventista, às quais abraçou posteriormente. Como Rssuel possui pontos
de vista muito pessoais, principalmente quanto à maneira e objetivo da
vinda de Cristo, não demorou haver divergência entre seus pontos de
vista e os dos líderes adventistas. Em 1872, Russel lança os fundamentos
do seu movimento inicialmente com o nome “Torre de Vigia de Sião” e
“Arauto da Presença de Cristo”.
Alegam que o título Testemunhas de Jeová deriva de Isaías 43.10 e 44.8, mas o estudo do contexto mostra tratar-se aí de Israel. O Novo Testamento não faz alusão a testemunhas de Jeová. Os cristãos são testemunhas de Jesus (At 1.8).
Os judeus sim eram verdadeiras
Alegam que o título Testemunhas de Jeová deriva de Isaías 43.10 e 44.8, mas o estudo do contexto mostra tratar-se aí de Israel. O Novo Testamento não faz alusão a testemunhas de Jeová. Os cristãos são testemunhas de Jesus (At 1.8).
Os judeus sim eram verdadeiras
terça-feira, 5 de março de 2013
A importância da EBD no tempo dos super-hérois.
Homem-Aranha, Batman, Super-Homem, Hulk, Mulher-Gato, Homem de
ferro, Thor e os vingadores. Estes são alguns exemplos dos super-heróis
que saíram dos gibis, e agora estão presentes nos cinemas gerando
bilheterias astronômicas e filas quilométricas de crianças.
Quem nunca viu uma criança, fantasiada ou não, correndo pela casa imitando o seu super-herói preferido. Uma pesquisa realizada pela fabricante de brinquedos Mattel se interessou pelo assunto e, em parceria com o instituto de pesquisa GFK Indicator, realizou um estudo para descobrir qual a influência dos super-heróis na vida dos pequenos.
Segundo os resultados dos estudos os papais e as mamães podem ficar tranquilos! Os psicólogos da pesquisa concluíram que os super-heróis do passado (aqueles que, por exemplo, possuem identidade secreta) agregam valores ao dia a dia dos pequenos, como ética, humildade e, claro, coragem. Isso acontece porque as crianças conseguem se identificar com os heróis, pois, mesmo com superpoderes, eles têm seus momentos de fraqueza e sentem medo.
O aspecto mais interessante da pesquisa foi o modo como ela foi realizada: os psicólogos convidaram meninos de 6 a 10 anos para viver uma historinha de gibi, em que cada um deles se tornou um aprendiz de super-herói. Eles foram observados durante toda a brincadeira e, no momento em que lutavam contra os vilões, os psicólogos perceberam a importância do lado “mal” da história. Os vilões valorizam a existência de um herói e são importantes para que os pequenos saibam não só que o mal existe, mas também que ele pode ser vencido.
Para os professores de EBD este estudo abre uma nova perspectiva na metodologia de ensino da bíblia, ou seja, o uso mais lúdico dos personagens bíblicos nas aulas de EBD. Que criança não iria querer ter a fé de Abrão, a força de Josué, a inteligência de Moisés ou a coragem de Davi? Todos os personagens bíblicos são heróis em potencial, e cabe ao professor de EBD tirar da história de cada um deles os elementos educacionais e princípios bíblicos para a vida da criança, como coragem, fé, amor, esperança, etc.
A utilização dos personagens bíblicos na educação da criança, não é uma fuga da realidade bíblica, mas sim, um exercício inevitável de fantasia da criança. Fantasia está que faz parte do desenvolvimento humano. Pois, esta brincadeira de imitação é uma forma da criança se aproximar do personagem e com ele se identificar. Essa identificação no mundo da fantasia pode ser muito benéfica, pois o professor orientará a criança na interpretação correta da vida do personagem bíblico e na sua aplicabilidade para o mundo da criança. E assim, no futuro veremos as nossas crianças brincando de ser Davi, Elias, Josué...
Adaptado: Revista Nova Escola.
Quem nunca viu uma criança, fantasiada ou não, correndo pela casa imitando o seu super-herói preferido. Uma pesquisa realizada pela fabricante de brinquedos Mattel se interessou pelo assunto e, em parceria com o instituto de pesquisa GFK Indicator, realizou um estudo para descobrir qual a influência dos super-heróis na vida dos pequenos.
Segundo os resultados dos estudos os papais e as mamães podem ficar tranquilos! Os psicólogos da pesquisa concluíram que os super-heróis do passado (aqueles que, por exemplo, possuem identidade secreta) agregam valores ao dia a dia dos pequenos, como ética, humildade e, claro, coragem. Isso acontece porque as crianças conseguem se identificar com os heróis, pois, mesmo com superpoderes, eles têm seus momentos de fraqueza e sentem medo.
O aspecto mais interessante da pesquisa foi o modo como ela foi realizada: os psicólogos convidaram meninos de 6 a 10 anos para viver uma historinha de gibi, em que cada um deles se tornou um aprendiz de super-herói. Eles foram observados durante toda a brincadeira e, no momento em que lutavam contra os vilões, os psicólogos perceberam a importância do lado “mal” da história. Os vilões valorizam a existência de um herói e são importantes para que os pequenos saibam não só que o mal existe, mas também que ele pode ser vencido.
Para os professores de EBD este estudo abre uma nova perspectiva na metodologia de ensino da bíblia, ou seja, o uso mais lúdico dos personagens bíblicos nas aulas de EBD. Que criança não iria querer ter a fé de Abrão, a força de Josué, a inteligência de Moisés ou a coragem de Davi? Todos os personagens bíblicos são heróis em potencial, e cabe ao professor de EBD tirar da história de cada um deles os elementos educacionais e princípios bíblicos para a vida da criança, como coragem, fé, amor, esperança, etc.
A utilização dos personagens bíblicos na educação da criança, não é uma fuga da realidade bíblica, mas sim, um exercício inevitável de fantasia da criança. Fantasia está que faz parte do desenvolvimento humano. Pois, esta brincadeira de imitação é uma forma da criança se aproximar do personagem e com ele se identificar. Essa identificação no mundo da fantasia pode ser muito benéfica, pois o professor orientará a criança na interpretação correta da vida do personagem bíblico e na sua aplicabilidade para o mundo da criança. E assim, no futuro veremos as nossas crianças brincando de ser Davi, Elias, Josué...
Adaptado: Revista Nova Escola.
Este artigo foi enviado por wadesandre, fonte: www.ebdbrasil.com
Fonte: www.gospel10.com
segunda-feira, 4 de março de 2013
domingo, 3 de março de 2013
Mensagens e Poemas
O copo d'água:
O velho mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d'água e bebesse.
"Qual é o gosto?", perguntou o Mestre.
"Ruim", disse o aprendiz.
O mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e
levasse a um lago. Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal
no lago, então o velho disse:
"Beba um pouco dessa água".
Enquanto a água escorria do queixo do jovem, o mestre perguntou:
"Qual é o gosto?"
"Bom!" disse o rapaz.
"Você sente gosto do sal?", perguntou o mestre.
"Não", disse o jovem.
O mestre então sentou ao lado do jovem, pegou sua mão e disse:
"A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende do
lugar onde a colocamos. Então quando você sentir dor, a única coisa que
você deve fazer é aumentar o sentido das coisas. Deixe de ser um copo.
Torne-se um lago".
O copo d'água:
O velho mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d'água e bebesse.
"Qual é o gosto?", perguntou o Mestre.
"Ruim", disse o aprendiz.
O mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago. Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago, então o velho disse:
"Beba um pouco dessa água".
Enquanto a água escorria do queixo do jovem, o mestre perguntou:
"Qual é o gosto?"
"Bom!" disse o rapaz.
"Você sente gosto do sal?", perguntou o mestre.
"Não", disse o jovem.
O mestre então sentou ao lado do jovem, pegou sua mão e disse:
"A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende do lugar onde a colocamos. Então quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido das coisas. Deixe de ser um copo. Torne-se um lago".
O velho mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d'água e bebesse.
"Qual é o gosto?", perguntou o Mestre.
"Ruim", disse o aprendiz.
O mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago. Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago, então o velho disse:
"Beba um pouco dessa água".
Enquanto a água escorria do queixo do jovem, o mestre perguntou:
"Qual é o gosto?"
"Bom!" disse o rapaz.
"Você sente gosto do sal?", perguntou o mestre.
"Não", disse o jovem.
O mestre então sentou ao lado do jovem, pegou sua mão e disse:
"A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende do lugar onde a colocamos. Então quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido das coisas. Deixe de ser um copo. Torne-se um lago".
sexta-feira, 1 de março de 2013
O que prejudica o funcionamento cerebral
1. Falta de sono: O hábito de dormir pouco pode atrapalhar o processo cerebral, uma vez que é durante o sono que o cérebro consolida as memórias do dia que passou, organiza o pensamento e exercita a criatividade (sabe os sonhos? Então). Além disso, prepara o cérebro para as atividades do dia seguinte. Por isso, quando dormimos mal o rendimento cai logo no dia seguinte, ocorrendo o declínio franco da concentração, da memória e alterações intensas do humor.
2. Sedentarismo: A atividade física age no sistema nervoso central reduzindo a ansiedade, derrubando os níveis de cortisol e adrenalina, estimulando a formação de redes dentro do hipocampo (região responsável pela memorização) e melhorando o sono. Ou seja, a falta
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